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quinta-feira, 23 de maio de 2013

STJ considera assédio sexual de professor ato de improbidade administrativa



Decisão tomada
STJ manteve uma decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina e decretou a perda do cargo de um professor da rede pública de ensino por improbidade administrativa.
O caso passou longe de malversação de recursos públicos ou desvio de contratos da escola. O professor foi condenado por ter assediado sexualmente diversas de suas alunas em troca de boas notas em matemática.
Para o STJ, o professor se aproveitou da função pública para assediar alunas e obter vantagem indevida em razão do cargo, por isso a condenação por improbidade.
Por Lauro Jardim/Blog Radar online/Veja

segunda-feira, 18 de março de 2013

Desvio de dinheiro e até relação sexual dentro de viatura da Polícia Militar: "Segurança pública no Espírito Santo é uma fábrica de dinheiro para os desonestos", diz coronel


Em entrevista exclusiva ao Blog do Elimar Côrtes, o coronel Carlos Rogério Gonçalves de Oliveira, afastado da Diretoria de Apoio Logística (DAL) da Polícia Militar e cumprindo prisão domiciliar – desde sábado (18/03) – pela acusação de assédio sexual contra uma cabo, fez novo desabafo e uma série de denúncias. O coronel Gonçalves disparou sua metralhadora para vários setores e oficiais da PMES. Faz críticas ao atual comandante geral da PM, coronel Ronalt Willian, mas em momento algum cita nomes – nem mesmo do comandante.


“A rapidez, dedicação e preocupação da Corregedoria, do Comandante Geral e da Promotoria Militar poderiam também funcionar nos casos envolvendo oficiais com o tráfico de drogas, desvio de combustível, irregularidades no pagamento de diárias, quadrilha de assaltantes, uso de patrimônio e bens públicos para fins particulares, recebimento e pagamento de escalas especiais indevidas, entre tantos”, diz Gonçalves na entrevista.

Ele denuncia ainda que há desvio de dinheiro público na Polícia Militar, existem oficiais que praticam relações sexuais com mulheres dentro de viatura, além da prática de orgias sexuais no Centro de Formação e Aperfeiçoamento (CFA) envolvendo oficiais-instrutores e alunas-oficiais e alunas-soldadas, sem que os autores dos crimes sejam sequer investigados pela PM e pelo Ministério Público Militar.

“A segurança pública no Espírito Santo é uma fábrica de dinheiro para os desonestos”, afirma o coronel Gonçalves.

Blog do Elimar Côrtes – Como o senhor recebeu a notícia de sua prisão?
– Coronel Carlos Rogério Gonçalves de Oliveira –  Novamente quero agradecer o seu profissionalismo e sua vontade em esclarecer as coisas e bem informar à sociedade, procurando ouvir os dois lados da notícia. É muito fácil escrever no jornal que “tentamos contato com o acusado, mas, até o fechamento desta edição não foi possível...”.  Quando o profissional é respeitado e tem respeito, além de interesse em bem informar, ele procura ouvir e investigar antes de divulgar. Meu celular ficou ligado o sábado todo e continua neste domingo e, em momento algum, além de você, não recebi nenhuma ligação de qualquer repórter da mídia para ouvir minha versão sobre essa nova denúncia. Mas nós sabemos como funcionam essas coisas quando os interesses são especulativos ou somente para denegrir. Quem tem o poder ou o dinheiro sempre terá prioridade na imprensa...

Fui acordado às 07h30 hora de ontem (sábado) pelo coronel Liberato, um capitão e dois PMs da Corregedoria , que me apresentaram o mandado judicial determinando minha prisão domiciliar (menagem, que eu desconhecia em 30 anos de PM), além de uma determinação verbal do Comandante Geral para recolher minha arma, minha viatura, meu celular funcional e meu notebook. Como todo policial militar, atendi as determinações e entreguei os materiais sem apresentar qualquer reação aos seus cumpridores, apesar de discordar  das mesmas.

Fiquei muito surpreso, pois estive com outros coronéis na solenidade pelo aniversário do 2º Batalhão (Nova Venécia), na manhã de sexta-feira, e ninguém comentou nada sobre essa nova denúncia, que eu desconhecia. A rapidez, dedicação e preocupação da Corregedoria, do Comandante Geral e da Promotoria Militar poderiam também funcionar nos casos envolvendo oficiais com o tráfico de drogas, desvio de combustível, irregularidades no pagamento de diárias, quadrilha de assaltantes, uso de patrimônio e bens públicos para fins particulares, recebimento e pagamento de escalas especiais indevidas, entre tantos...

Então, o senhor desconhecia a denúncia de assédio sexual contra uma cabo?
– Fui pego de surpresa. Não fui ouvido em momento algum sobre a tal denúncia. Como a PM manda prender um coronel sem ao menos ouvir sua versão sobre os fatos? Somente se esse coronel tiver informações importantes, que não podem ser divulgadas.

A presunção de inocência só existe na Constituição! Tenho 30 anos de serviço e não consta nenhuma punição em minha ficha funcional. A vontade em me desmoralizar e desacreditar é grande! CONTINUE LENDO NO BLOG DO ELIMAR CORTES

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Denúncia grave das PFEMs que são obrigadas a ficar de camiseta transparente para os instrutores


 comandante da Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa da Polícia Militar do Espírito Santo, coronel Dejanir Braz Pereira da Silva, que sempre sonhou em dirigir a unidade, tem agora uma chance de ouro de mudar os hábitos e procedimentos considerados atípicos por parte de alguns oficiais lotados no Centro de Formação e Aperfeiçoamento (CFA), que fica no bairro Santana, em Cariacica.

Na última segunda-feira (13/08), alunas soldados que estão fazendo o Curso de Formação de Soldados (CFSd) teriam sido submetidas a constrangimento e humilhação no CFA por oficiais e alunos oficiais daquela instituição de ensino.

De acordo com denúncia – que o Blog do Elimar Côrtes teve acesso com exclusividade –, na manhã do dia 13 alunas soldados estavam em forma no pátio do CFA e prontas para o início das aulas. Porém, as alunas foram levadas para uma sala de aula pelo aluno oficial Dankas Dominiki Martins, que, com o argumento de que ele deveria fazer uma revista nas fardas, obrigou as alunas soldados a tirarem algumas peças de roupas na frente dele.

Segundo a denúncia, o aluno oficial Dankas ainda teria debochado da reação de constrangimento das alunas ao tirarem algumas peças de roupas que compõem a farda de instrução.

“Pode-se constatar nesse caso um abuso de poder que causou um constrangimento a várias mulheres que estão no CFA para aprender e não serem vítimas de posturas machistas e ilegais por parte daqueles que deveriam estar ali zelando pela boa formação dessas futuras policiais militares”, diz um dos trechos da denúncia.

Quem assistiu a cena, informou ao Blog do Elimar Côrtes que as meninas – alunas soldados – tiveram que tirar o coturno e a gandola (camisa), que é a farda de instrução. O problema é que por baixo da gandola as alunas usam uma camiseta branca, que é um pouco transparente.

“Essa camiseta de malha que usamos por baixo é utilizada pra fazermos educação física, mas quando vamos fazer educação física com ela usamos uma roupa íntima apropriada para minimizar a transparência da malha da camiseta. Nesse dia estávamos de farda chumbão e não estávamos preparadas para ficar com a camiseta de malha, pois não iríamos fazer educação física.

Imagine várias mulheres com camisa de malha semi-transparentes molhadas na frente de oficiais?

É constrangedor para qualquer mulher numa situação dessa! Em pensar que isso acontece no Brasil em pleno século XXI”, relatou uma das alunas soldados. Continue lendo no Blog do ELIMAR CORTES

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Oficiais mantinham relações sexuais com alunas dentro do Centro de Formação da Polícia Militar do Espírito Santo

O corporativismo sempre foi algo predominante, sobretudo, nas instituições policiais. Por mais que seus comandantes não se omitem na hora de mandar investigar uma denúncia, há casos de arrepiar os cabelos que ficam escondidos do público. Um desses casos é uma verdadeira orgia sexual que ocorria dentro do Centro de Formação de Oficiais e Soldados (CFA) da Polícia Militar do Espírito Santo, localizado no bairro Santana, em Cariacica.

Quase 10 anos depois da descoberta da orgia, protagonizada por três oficiais – dois homens e uma mulher – e uma soldado, o caso está vindo a público por meio do Blog do Elimar Côrtes. Entretanto, para não causar constrangimento e transtorno aos familiares dos quatro militares, este Blog prefere manter os nomes no anonimato.

Um deles hoje é tenente-coronel, o outro é major e uma das mulheres já é capitã. A outra protagonista da história é uma cabo. Como se vê, ninguém foi punido, embora ficasse comprovado que usaram as dependências de uma das mais importantes unidades militares do Estado – criada para formar oficiais e praças – para fazer rodadas de sexo. Não foram punidos e ainda acabaram sendo promovidos. Os dois oficiais, na época, eram instrutores no CFA.

Dois dos oficiais – os homens – não só deixaram de ser punidos, como conquistaram cartaz com poderosos da política capixaba: ambos ganharam moral no governo de Paulo Hartung e também no de Renato Casagrande (este, talvez, tenha sido induzido ao erro).

A história que envergonha os homens e mulheres de bem da Polícia Militar do Espírito Santo começa a ser contada no Boletim do Comando Geral número 19 de 13 de maio de 2005. Traz a informação de que portaria foi aberta em novembro de 2004 para julgar a conduta de um capitão – o que hoje é major – por ter mantido relacionamento íntimo com subordinada hierárquica no “interior do aquartelamento” – dentro do CFA –, não recomendável, portanto, à hierarquia, disciplina e à imagem da Corporação. O mesmo é dito para a aluna-soldado que participou da orgia sexual dentro de um banheiro com o tal oficial no CFA.

De acordo com a investigação, feita pela Diretoria de Inteligência da PM (Dint), o então capitão e a aluna-soldado marcaram encontros no banheiro. Em certo dia, o capitão pulou a parede do banheiro masculino e passou para o banheiro das mulheres, onde manteve relação sexual com a aluna-soldado.

Em seu depoimento, o agora major chegou a confessar que, de fato, foi ao banheiro feminino, mas “apenas para dar um beijo” na aluna soldado. Continue lendo no Blog do ELIMAR CORTES

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Uma das causas dos suicídios dentro da PM



Comentário: Apesar da matéria ser antiga em 10/11/2010 é um fato atualíssimo, pois, assédio moral é comum na caserna. Muitos ficam cegos ou surdos com bombas de gases, outros perdem a vida como na semana passada aconteceu no Rio de Janeiro, quando a mina explodiu e matou um recruta. Como essa policial militar pode ser agente dos direitos humanos, se ela própria, não foi respaldada por ele? Militares não são humanos? E me vem o comando sempre com tom político, dizer que não sabia, que sindicância será aberta. A sociedade cobra algo que sequer tem noção. Enquanto ela não adentrar os quartéis, através da sociedade civil organizada, todos estarão sujeitos as barbáries, o policial, a sociedade...culminando as vezes, no suicídio.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Câmara abre sindicância contra vereador suspeito de assédio em MG

Os vereadores membros da Comissão de Ética da Câmara Municipal de Uberaba, no Triângulo Mineiro, Marcelo Borjão, do PMDB, José Severino, do PT e Almir Silva, do PR instauraram uma sindicância nesta segunda-feira (21) para apurar a denúncia de assédio sexual contra o vereador Jorge Ferreira, do PMN.

O Diretor Geral da Câmara, Rodrigo Souto, informou que a ata de abertura da sindicância foi lavrada e será publicada. Serão expedidas as notificações para as pessoas envolvidas, ou seja, o vereador, a adolescente e o pai da menor. A partir dos depoimentos a comissão fará um relatório que será entregue oficialmente ao presidente. Continue lendo no G1

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Decoro da Classe: Oficial da PMMG é flagrado em motel com subordinada em horário de serviço.



Editorial do Blog do Cabo Fernando: O referido oficial acima é um Capitão e a sua subordinada é uma Sgt, com referencia ao marido da Sgt vou omitir a graduação dele. Mas essa PMMG é uma organização de dois pesos e duas medidas. Contra praça por menor que seja a sua falta usam um tal de PAD e antes de qualquer decisão o coloca na rua, OU SEJA, É PENA MÁXIMA, mas quando se trata de um oficial é uma quebração de galho que não tem jeito, no caso desse capitão do 4º Btl que abandonou o serviço, a punição que lhe deram foi uma transferencia de batalhão, daqui a uns sei meses ou um ano ele volta para a mesma unidade promovido a major, é assim e sempre será assim na PM. Conforme a publicação do recorte de jornal, o referido capitão estaria em horário de serviço e foi flagrado dentro de um motel imaginem por quem? pela corregedoria da PM, em um coloquio amoroso com uma subordinada casada. Primeiro ele cometeu um abandono de serviço e depois se envolveu com uma subordinada, cometeu também bigamia, pois também é casado. Possivelmente com esse ato, dois lares serão desfeito, o dele e o da amante dele. É pena que eu não tenho o nome desse capitão para postar aqui e mostrar para todos que a nossa gloriosa PMMG esta sendo desmantelada por alguns oficiais e que a organização tem penalidades diferentes, UMA BRANDA PARA OFICIAIS & PENA MÁXIMA PARA PRAÇAS.