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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Homem invade quartel no RS e tenta esfaquear policial militar

Um homem de 21 anos invadiu nesta quarta-feira (20) o quartel da Brigada Militar de Coronel Bicaco, na Região Noroeste do Rio Grande do Sul, e, com uma faca, tentou atingir o policial que estava de serviço. De acordo com a polícia, os dois entraram em luta corporal. Um outro policial que estava no prédio ouviu o barulho e, com uma arma taser, disparou um choque contra o homem.
O suspeito foi encaminhado para a Polícia Civil, onde foi constatado que se tratava de um dependente químico com extensa lista criminal. Após ser ouvido, ele foi liberado. A Polícia Civil registrou na ocorrência lesão corporal.

domingo, 10 de novembro de 2013

Na terra do senador Sarney, PM é executado dentro do posto policial

Fato aconteceu após o posto policial onde o PM estava ser metralhado.

SÃO LUÍS – O policial militar Francinaldo Sousa Pereira morreu depois de o trailler, onde ele estava, ser metralhado por bandidos no Bairro Vilanova, na área Itaqui-Bacanga. A informação foi confirmada pelo delegado titular do Anjo da Guarda, Valter Vanderley. Segundo populares, a ação teria ocorrido no início da noite e, além da morte do PM, outros militares que estavam no local, além de moradores teriam sido feridos pelos criminosos.
Ainda não há informações sobre quem teria organizado o ataque ao posto. Quase ao mesmo tempo, desta vez no Bairro de Fátima, outro posto da polícia foi alvejado por bandidos, de acordo com o comandante do policiamento na região, coronel Pereira.
maranhaonews
Foto facebook
Com a morte de hoje, já chega a 12 o número de policiais mortos no Maranhão.
Em nota a secretaria de Segurança Pública informou que o Serviço de Inteligência, o Batalhão de Choque e o Grupo Tático Aéreo (GTA) fazem as buscas pelos criminosos.
Veja, a seguir, a nota:
A Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) informa que o Serviço de Inteligência, com apoio de homens do Batalhão de Choque e do helicóptero do Grupo Tático Aéreo – GTA, que está sobrevoando áreas de São Luís, está à procura dos envolvidos na morte do soldado Francinaldo Sousa Pereira, durante ataque, neste sábado (9), a um traillerda polícia, na Vila Nova.
A ação da SSP busca identificar, ainda, criminosos, que também num ataque a outro trailler da polícia, balearam o sargento Marco Antonio Correa Cutrim e uma moradora no Bairro de Fátima. Ambos foram levados para o Centro Cirúrgico do Socorrão I.
(imirante.com)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

ATAQUES CONTINUAM EM SANTA CATARINA, MESMO COM FORÇA NACIONAL

Segundo PM, Força Nacional está concentrada na atuação dos presídios (Foto:  James Tavares/Divulgação )

Mesmo após a chegada da Força Nacional de Segurança a Santa Catarina, a Polícia Militar ainda registra ataques no estado. Entre a tarde de sexta-feira (15) e a manhã desta segunda (18) foram confirmados nove atentados. Segundo a comandante do Núcleo de Comunicação, tenente-coronel Claudete Lehmkuhl, os órgãos de segurança pública já previam que a onda de ataques não cessaria imediatamente após a chegada do reforço federal.
Desde sexta-feira (15), equipes da Força Nacional apoiam as ações de combate à onda de violência em Santa Catarina que chegou ao 19º dia. Até 13h desta segunda-feira (18) foram confirmados 111 ataques em 36 municípios catarinenses. Continue lendo no G1

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

OAB pede que advogados presos por ataques sejam transferidos para PM


O presidente da OAB/SC, Tullo Cavallazzi Filho, encaminhou neste domingo (17) um ofício ao comandante-geral da PM, Coronel Nazareno Marcineiro, pedindo que os advogados Simone Vissoto, Francine Bruggemann, Gustavo Gasparino Becker e João de Souza Barros sejam transferidos para uma das unidades da PM em Santa Catarina. Os advogados foram presos suspeitos de envolvimento nos atentados que ocorrem no estado deste o dia 30 de janeiro.
Segundo o Departamento de Administração Prisional, por serem advogados, eles têm direito ao benefício da Sala de Estado Maior, e podem cumprir a prisão em uma unidade especial, neste caso, um Batalhão de Polícia Militar. O Comandante da PM e o Diretor do DEAP disseram que irão se empenhar na remoção dos presos para salas de Estado Maior tão logo as vagas sejam disponibilizadas, como determina o Estatuto da Advocacia.
De acordo com o conselheiro estadual da OAB, Leonardo Pereima, as advogadas Simone Vissoto e Francine Bruggemann foram transferidas para o presídio de Jaraguá do Sul no sábado (16), no Norte do estado. Já os advogados Gustavo Gasparino Becker e João de Souza Barros, até as 1740 deste domingo (17), estavam no Centro de Triagem do Estreito, em Florianópolis.
Desde o início dos atentados em Santa Catarina, a entidade ja emitiu três notas oficiais. Na primeira delas, repudiou os atos criminosos, cobrou a transferência de presos ligados aos atentados para presídios federais e exigiu a observância das prerrogativas profissionais. Em outra nota, criticou o Diretor do DEAP, Leandro Lima, que fez declarações genéricas em relação ao envolvimento de advogados com facções criminosas. A nota provocou a retratação do Diretor em carta dirigida à OAB/SC. No último sábado (16), num comunicado, a entidade voltou a reconhecer a legitimidade da intervenção do governo e da Força Nacional de Segurança, mas exigiu novamente respeito às prerrogativas dos advogados. O G1 não conseguiu contato com quem está defendendo os advogados presos.
G1-Santa Catarina

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Homens disparam contra helicóptero da PM em Florianópolis


Criminosos atiraram contra um helicóptero da Polícia Militar de Santa Catarina, na tarde desta quarta-feira de Cinzas, em Florianópolis. O ataque ocorreu quando o helicóptero Águia sobrevoava a região de Carianos, bairro localizado próximo ao Aeroporto Internacional Hercílio Luz, no sul da capital catarinense.
De acordo com as primeiras informações repassadas pela PM, a aeronave não foi atingida. Dois homens foram detidos instantes depois munidos de uma pistola, em um matagal próximo do local do atentado.
As autoridades de segurança ainda não informaram se o episódio está relacionado à onda de ataques registrada no Estado há duas semanas. Até a tarde desta quarta, já haviam sido contabilizados 97 atentados em Santa Catarina.
Comentário: O Brasil está em estado de guerra faz tempo...pena que os governos estão se lixando pra isso. Querem apenas terceirizar o Estado, como forma de desviar dinheiro de maneira mais legalizada...viaturas, presídios...o povo? é um detalhe...ninguém quer saber de nada...só da Copa e Olimpíadas...e seus estádios superfaturados, inclusive alguns, como o do Corinthians  construído com dinheiro público. Precisamos de reformas...a começar na consciência do povo brasileiro...esse país é festa o ano inteiro, feriados...acorda alienados!!!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Base da PM é incendiada em Santa Catarina (no país da copa)


Base da PM de Canasvieiras é incendiada na madrugada desta sexta.


Por volta da 5h da madrugada desta sexta-feira (1), a Base Operacional da Polícia Militar da de Canasvieiras, no Norte de Florianópolis, foi incendiada. Segundo informações a PM, este foi o quinto atentado registrado entre a noite de quinta-feira e o início desta manhã.


O incêndio foi controlado pelos policiais com o extintor da própria viatura. De acordo com a Polícia Militar, quatro homens teriam arremessado algum artefato que deu origem às chamas. Em Camboriú, um artefato foi atirado em direção a uma delegacia na noite de quinta-feira, de acordo com a polícia local.

Ônibus foi incendiado no bairro João Paulo (Foto: Reprodução/RBS TV)
Ônibus foi incendiado no bairro João Paulo

(Foto: Reprodução/RBS TV)
Os ataques começaram na noite de quarta-feira (30), no Vale do Itajaí. Em cerca de três horas, três ônibus e uma viatura da Coordenadoria de Trânsito foram incendiados nas cidades de Balneário Camboriú, Gaspar e Itajaí. Na noite desta quinta-feira (31), mais quatro veículos foram incendiados na Grande Florianópolis.
Segundo os Bombeiros, por volta das 22h30, um ônibus da empresa Transol foi incendiado na Rodovia João Paulo, a estrada geral do bairro João Paulo, na área insular da capital catarinense, e um micro-ônibus da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), com placas de Balneário Camboriú, foi parcialmente queimado em Palhoça, na Grande Florianópolis. De acordo com a Polícia, o incêndio no micro-ônibus foi superficial e uma garrafa pet com restos de combustíveis foi encontrada próximo ao local.
Por volta da 0h20, mais dois ataques foram registrados pela Polícia. Ambos na região Norte da Ilha. Um ônibus foi incendiado na rua Dário Manoel Cardoso, no bairro Ingleses, e outro na Rodovia SC-401, entre a rótula dos Ingleses e o bairro Canasvieiras. De acordo com a PM, havia poucas pessoas dentro do veículo e dois menores atacaram o motorista e o cobrador com coronhadas. O ônibus ficou completamente destruído.
G1 SP

domingo, 2 de dezembro de 2012

"O QUE ESTÁ MATANDO A POLÍCIA DO BRASIL"? Jornal The New York Times

São Paulo, a maior cidade da América Latina, continua a descer em um feudo de sangue violentos entre a polícia e um grupo de crime organizado, o Primeiro Comando da Capital, conhecida por seu Português iniciais PCC Em 2012, 94 policiais foram mortos na cidade - o dobro do que em todo o 2011. Entre julho e setembro, os agentes policiais em serviço mataram 119 pessoas na região metropolitana. Nos três primeiros dias de novembro, 31 pessoas foram assassinadas na cidade. Estas estatísticas escondem uma história mais profunda sobre as cidades latino-americanas, as forças policiais e da guerra contra as drogas.

Único erro Sra. da Silva foi a de que ela vivia em uma comunidade pobre. E, como um policial, que não estava sozinha. Quase todos os assassinatos de oficiais de polícia de São Paulo em 2012 aconteceu enquanto estavam de folga. Os assassinatos foram concentrados em partes mais pobres da cidade, muitas vezes ocorrendo em doorsteps oficiais. Os mortos tendem a ser conhecido em suas comunidades e viviam em bairros controlados pelo crime organizado, longe da protecção nas partes ricas da cidade.


Em cidades como São Paulo, os policiais mal pagos muitas vezes vivem lado a lado com os membros do crime organizado na alastrando periferias urbanas que foram negligenciadas pelo governo. Eles são muitas vezes designados para trabalhar em áreas distantes de suas casas. Quando em serviço, eles estão bem protegidos, mas quando fora de serviço, eles têm praticamente nenhuma segurança.


Na década de 1990, grupos criminosos como o P.C.C. emergiu de prisões violentas e começou a competir para o relvado urbana. Fraco controlo de armas de fogo, fronteiras porosas e um comércio lucrativo de drogas agravou a situação.


"Nós jogamos futebol juntos crescer", disse um policial chamado Andre disse-me recentemente de traficantes locais ", mas eu consegui ir para o caminho certo". André cresceu no Jardim Ângela, um bairro de São Paulo, que já foi chamado o mais perigoso do mundo pela Organização das Nações Unidas.


Sua infância se assemelhava a de muitas crianças pobres. Ele morava em uma casa construída por seus avós imigrantes e foi para uma escola pública. Quando adolescente, ele evadiu traficantes rivais, assim como os esquadrões de extermínio itinerantes de policiais fora de serviço da polícia. Comum em muitas cidades brasileiras, esses esquadrões anti-crime variam de vigilantes locais a grupos paramilitares, conhecidos como milícias.


Andre recentemente teve que fugir Jardim Ângela depois de membros de gangues pensou que ele tinha delatado-los. Agora, a fim de viver em relativo anonimato em outra parte da cidade, ele tem luar trabalhar três ou quatro outros trabalhos.


Muitos policiais atuais eram amigos de infância e colegas de membros atuais do crime organizado. Oficiais têm muitas vezes membros da família que são casadas com os criminosos e às vezes eles continuam a viver ao lado ou em frente um do outro. Polícia do Brasil a entrada tipo exames recruta por níveis de ensino, e criar barreiras à progressão na carreira e de mobilidade econômica. Sem deixar o trabalho para estudar para vários anos, não há maneira de subir a escada profissional em vigor no Brasil a polícia.


COM algumas maneiras para fora das comunidades pobres, os policiais encontrar outras maneiras de sobreviver. Alguns deixam suas armas e distintivos na estação de evitar ser identificado como policial. Outros assumem diferentes identidades em seus bairros - como professores de história, motoristas de táxi ou guardas de segurança privada - ou voar sob o radar de grupos criminosos por não socializar a todos. E há oficiais corruptos na folha de pagamento de grupos do crime organizado, bem como aqueles que optam por se tornar vigilantes.


Em junho, antes da atual crise, um policial me disse que coexistindo com o PCC teve a dinâmica de dissuasão de uma guerra fria e as consequências da vida real de destruição mutuamente assegurada.


Embora tentem, os líderes políticos não podem evitar a responsabilidade. Governador do estado, Geraldo Alckmin, tem visto este tipo de violência antes. Sr. Alckmin governou o estado antes de uma série de PCC ataques em 2006. E enquanto ele elevou os salários da polícia modestamente nos últimos anos, ele tem feito muito pouco para aliviar a exposição de baixo nível oficiais.Existe um abismo enorme entre o que os políticos acham que deve acontecer e as conseqüências de suas ações para policiais em áreas pobres. Na verdade, prometendo bater gangues em sua apresentação, como o Sr. Alckmin prometeu, stokes os fogos de retaliação. Sua afirmação recente de que "qualquer um que não tenha resistido à prisão está viva", uma frase também utilizada por um ex-governador para descrever o massacre de 1992 de 111 detentos na prisão de Carandiru, tem inflamado do PCC, enviou a contagem de corpos subindo e voltou São Paulo a uma era de repressão policial. E as vítimas são muitas vezes os alvos mais próximos e mais fácil - as pessoas como a Sra. da Silva.


Os policiais não podem viver até as expectativas do público quando eles estão preocupados em esconder suas identidades. Abordagens para a segurança pública precisa refletir esta realidade. Aumento dos salários e remoção de barreiras de carreira seria útil. Em última análise, porém, o Brasil e outros governos latino-americanos devem encontrar maneiras de tornar os policiais mais valorizados e respeitados em suas próprias comunidades, apresentando uma imagem mais simpática da força policial. Uma forma possível é tê-los oferecer outros serviços respeitados da comunidade como um segundo ou terceiro trabalho.


Anúncio na semana passada de que o São Paulo de segurança pública secretário e da região dois chefes de polícia foram disparados é promissor. Abertura a novas idéias e um cômputo frio com deficiências do sistema são desesperadamente necessários.De fato, sem uma nova perspectiva, a violência nunca pode realmente diminuir.


Graham Denyer Willis é doutorando em Estudos e Planejamento Urbano no Instituto de Tecnologia de Massachusetts.


Uma versão deste artigo de opinião apareceu na imprensa em 02 de dezembro de 2012, na página SR5 da edição nacional com o título: o que está matando Polícia do Brasil?.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

PM é baleado em emboscada na frente da esposa e do filho em Santos


Policial é baleado na frente da esposa e do filho em Santos, SP (Foto: Jonatas Oliveira/G1)
Um policial militar foi baleado na manhã desta terça-feira (27) em Santos, no litoral de São Paulo, quando chegava em casa. Ele não estava com farda. O crime aconteceu por volta das 7h, na frente da esposa e do filho do policial. Até o momento ninguém foi preso.

Segundo testemunhas, o PM André França estava voltando do trabalho quando foi abordado por três homens na porta de casa. Os criminosos alegaram que era um assalto e levaram o policial para dentro da residência. Ainda de acordo com as testemunhas, os criminosos teriam visto o colete do policial que estava dentro da casa. Em seguida, o PM teria reagido ao assalto e acabou sendo baleado com três tiros, na axila, na clavícula e no abdômen. A esposa do policial e o filho da vítima, um bebê, presenciaram o crime.

O crime aconteceu na Rua Francisco Costa Pires, no bairro Vila São Jorge, limite de município com a cidade de São Vicente. A vítima foi levada para o Crei e já passou por uma cirurgia. O estado do policial é grave. Nas próximas horas ele deve ser submetido a outra cirurgia. Fonte: G1 Santos

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

SP: Secretaria da Segurança troca comando da Polícia Civil e PM


Após mais um fim de semana de violência, em que pelo menos 22 pessoas foram mortas na capital e na Grande São Paulo, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) anunciou oficialmente nesta segunda-feira (26) mudanças nos comandos das polícias Civil e Militar do estado. A decisão é do secretário da Segurança Pública, Fernando Grella, que assumiu a pasta na quinta-feira (22) no lugar de Antonio Ferreira Pinto, exonerado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB).
O novo delegado-geral da Polícia Civil será Luiz Mauricio Blazeck, que assumirá o posto no lugar de Marcos Carneiro Lima. Já o novo comandante-geral da Polícia Militar será Benedito Roberto Meira, que entrará no lugar de Roberval França. Na sexta-feira (23), a jornalista  Renata Lo Prete, no Jornal das Dez, da Globo News, havia antecipado os novos nomes. Continue lendo no G1 SP

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Homicídios em São Paulo aumentam 92%

SÃO PAULO - Dados divulgados pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo nesta quarta-feira mostram que a capital paulista registrou 150 homicídios em outubro deste ano, um aumento de 92% em relação aos 78 cometidos no mesmo período do ano passado.

Há pelo menos dois meses, a Grande São Paulo vive uma onda de violência, com execuções, chacinas e mortes de policiais. Nesta quarta-feira, o governo de São Paulo anunciou a troca no comando da Secretaria.

Também houve aumento no número de homicídios registrados nos municípios da região metropolitana. Foram 136 homicídios em outubro, ante 95 no mesmo período do ano passado, um aumento de 43%. Os casos não incluem a capital.
Levando em conta todo o estado, o aumento foi de 37%, com 505 homicídios registrados em 2012, ante 366 em 2011.

Cruzes pelo chão marcam protesto contra morte de policiais no RN



Ato foi realizado na manhã desta terça (20), na calçada do Midway Mall. Manifesto aderiu à 'Caminhada Nacional em Defesa da Vida dos Policiais'. Rafael Barbosa Do G1 RN

O número de policiais assassinados no Rio Grande do Norte é, proporcionalmente, maior que a quantidade de policiais que perderam suas vidas em São Paulo ao logo do ano, segundo informação do Conselho Estadual de Direitos Humanos. De acordo com Marcos Dionísio, presidente do Conselho, somente em 2012, nove policiais militares e dois policiais civis foram mortos no RN, além de outros 12 PMs que sofreram atentados ao longo deste ano. No estado paulista foram 98 assassinatos. Apesar da diferença, a taxa de mortandade no RN é um pouco maior que a registrada em São Paulo, é o que relata Dionísio.

Para chegar a esta conclusão, Marcos Dionísio dividiu o número de agentes da segurança pública pela população total dos estados do RN e de São Paulo. Depois, ele multiplicou o resultado por 100 mil habitantes, o que representa o número de agrupamento de cidadãos utilizado como parâmetro pela Organização das Nações Unidas, a ONU.  De acordo com Dionísio, o resultado aponta para uma taxa de mortandade de 0,3% no Rio Grande Norte; em São Paulo, a taxa é de 0,2%.

Para demostrar a preocupação com estes índices de violência, policiais potiguares aderiram, na manhã desta terça-feira (20), ao protesto nacional batizado de 'Caminhada Nacional em Defesa da Vida dos Policiais' . O ato contou com a participação de policiais baianos.

Aconteceu em frente ao shopping Midway Mall, na avenida Senador Salgado Filho, no bairro do Tirol, zona Leste da capital. No local, representantes de associações militares e sindicatos de classe se uniram a ativistas dos direitos humanos e estiraram várias cruzes sobre a calçada para simbolizar os policiais mortos no estado.

O sargento Eliabe Marques, presidente da Associação de Subtenentes e Sargentos Policiais Militares e Bombeiros Militares do RN (ASSPMBM), criticou a forma como é tratada a morte dos policiais. "Dizem que os que foram assassinados e estavam de folga eram envolvidos com o crime, mas isso não é verdade. Só serve para esconder a crítica realidade da polícia", disse o sindicalista.

Ainda de acordo com o sargento Eliabe, a Polícia Militar do Rio Grande do Norte tem 9.400 homens à disposição da companhia, quando a corporação possui somente 2 mil coletes à prova de bala. "Tem muito policial trabalhando sem colete", afirmou Eliabe.

O comando da PM diz que vem fazendo esforços junto ao Governo do Estado para melhorar a qualidade do trabalho dos policiais. O coronel Francisco Araújo, comandante geral da corporação, afirma que este ano foram entregues 1.200 novos coletes à corporação, além de novos veículos, capacetes e escudos balísticos, munição e pistolas. "Tudo isso para melhorar o trabalho e protegê-los", declarou o comandante.
Araújo também afirma que todos os policiais estão sendo treinados para tomarem cautela no trabalho diário e durante as folgas. “Além dos coletes entregues em 2012, a PM possui outros 2 mil coletes balísticos”, acrescentou o comendante. Segundo ele, alguns dos equipamentos estão vencidos, mas já foram solicitados outros 2 mil novos coletes.

Por fim, o comando geral da PM reconhece que o número ainda não é suficiente. "O ideal seria que todos os PMs tivessem seu colete", declarou Francisco Araújo. O coronel informou ainda que, no início do mês de dezembro, haverá um treinamento de tiro para capacitação dos policiais. "Organizamos também uma reunião para ministrar cursos aos nossos homens e mulheres sobre medidas de segurança a serem adotadas", reforçou Araújo.

domingo, 18 de novembro de 2012

ALERTA DE ATAQUES A PM ERA RARO, VIROU ROTINA...


        O Brasil é o país do improviso, do jeitinho, do momento, e justamente por não ter o hábito de planejar, paga um preço alto pelo atraso nas políticas de educação, saúde e principalmente na segurança pública. O governo nunca está em sintonia com os anseios da sociedade, pois, as ambições políticas sempre estão distantes das demandas sociais. Somos jurassicamente atrasados. E ainda me vem a presidente Dilma, criticar o sistema fiscal europeu...o BRASIL vive a maior crise na história da segurança pública, instituições ameaçadas pelo crime organizado e ninguém fala nada? Cadê a Secretária Especial dos Direitos Humanos, Maria do Rosário? Essas matanças de civis e militares são normais, pontuais como disse o secretário de Segurança Pública de São Paulo?

         Turistas, espero muito sinceramente que os senhores tenham uma boa Copa, contudo sugiro que compre um kit anti terror, composto por colete à prova de balas, gps para não se perder em alguma favela supostamente facificada, e por aí vai...

           Antigamente o estado de alerta para alguma calamidade eminente, eram raros, hoje estão se tornando rotineiros...e ninguém faz nada, sem a classe política do executivo, legisladores, população...parece que está tudo normal...

            Existe um plano nacional para desenvolver ações a médio e longo prazo na segurança? Existe um fundo nacional para custear esse plano na segurança pública? Será que as autoridades só irão reagir quando começar a matar os políticos e seus familiares, para só assim deixar de ser "um caso isolado"?

Agora é a vez do Rio protestar contra a violência


CAMINHADA - SOS PMERJ
Dia 25/11/12, na Praia de Copacabana, em frente ao Hotel Copacabana Palace, a família militar e a população carioca de bem, irão as ruas protestar contra a violência seja dos civis, seja contra os profissionais da segurança pública. O evento é pacífico, ordeiro e cívico. Cidadania a gente não ganha, a gente constrói...COMPAREÇA!!!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Santa Catarina vive mais uma madrugada de terror



Santa Catarina viveu mais uma madrugada violenta nesta quarta-feira. Ataques foram realizados em várias cidades como Criciúma, Navegantes e Florianópolis. Esses atentados se somam aos registrados entre a noite de segunda e a madrugada dessa terça-feira, quando três ônibus e uma viatura foram incendiados.

Em Blumenau, o atentado aconteceu no local conhecido como Portal da Saxônia, no bairro Ponta Aguda. Após o desembarque dos passageiros de um coletivo, dois homens que estavam em uma moto alvejaram o veículo, forçando a saída do motorista e do cobrador. Em seguida atearam fogo. Eles chegaram a trocar tiros com policiais.

Em Florianópolis, outros três ônibus e uma viatura foram alvos de criminosos. Em um dos ataques, um homem armado invadiu e incendiou um coletivo da linha Tican-Lamin. Pouco depois, quatro homens abordaram um ônibus e ordenaram que os passageiros descessem. O terceiro atentado foi contra um ônibus que fazia a linha Canasvieiras-Cachoeira, na SC 401. Uma viatura da Polícia Civil, estacionada em frente à 2 DP, no bairro Saco dos Limões, foi incendiada por ocupantes de um Corsa. Com ajuda de vizinhos, agentes conseguiram controlar as chamas. Na perícia foi encontrada uma bucha encharcada de gasolina em cima do banco do passageiro. A DP teve a segurança reforçada. No sábado passado, um posto da PM em Palhoça, na Grande Florianópolis, foi alvejado a tiros.

Ontem à tarde, o governo do Estado anunciou medidas para evitar novos ataques. O policiamento será reforçado, haverá ações conjuntas de unidades especiais das polícias Militar e Civil em áreas consideradas críticas e o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) vai investigar e acompanhar essas ocorrências. Linhas de ônibus que foram alvo das investidas de criminosos terão escoltas durante a madrugada.

O secretário da Segurança de SC, César Augusto Grubba, disse que a polícia apura se os atentados têm relação entre si. Negou, porém, que o Estado vá solicitar auxílio do governo federal. Grubba disse não falar em sigla de facção criminosa para "não espetacularizar o crime".

"Reconhecemos que podem haver ações típicas do crime organizado com origem dentro do sistema prisional. No entanto, sabemos que muitas ações são praticadas por indivíduos e grupos que se aproveitam do contexto para realizar seus objetivos e interesses,"  disse o secretário. Ontem, foi anunciada a captura de dois suspeitos de alvejarem o presídio de Blumenau.

Fonte: Correio do Povo/blog do Capitão Assumção

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

SECRETÁRIO DE SEGURANÇA DE SÃO PAULO TINHA QUE SER DENUNCIADO

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Comentário nosso: Esse secretário de Segurança Pública de São Paulo deveria ser denunciado no Ministério Público e na Corte Interamericana de Direitos Humanos. Essa conta absurda de 90 policiais mortos, é responsabilidade desse senhor. Se ele que teve acesso não é o responsável, então quem seria? O detalhe é que a reportagem em nenhum momento entrevistou o secretário de segurança de São Paulo, será por quê?