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quinta-feira, 15 de maio de 2014

SECRETÁRIO DE SEGURANÇA DO RIO, BELTRAME; ACUSADO DE IMPROBIDADE E SUPERFATURAMENTO - REPERCUSSÃO









Prezados leitores, não assistimos em nenhum jornal da Rede Globo notícia sobre o escândalo que se abateu sobre a gestão do secretário de segurança Beltrame, parece que a blindagem continua, mas o fato está repercutindo.

Beltrame sempre afastou os Policiais Militares e Civis quando foram acusados de práticas criminosas, vamos ver se solicitará demissão, mantendo-se fiel ao seu modo de agir.

1) "JORNAL O DIA
14/05/2014 00:10:08 
Ministério Público acusa Beltrame de improbidade
TCE observa ‘indícios claros de superfaturamento de preços’ em contratos de aluguel e manutenção das viaturas da PM, assinados pela Secretaria de Segurança
FLAVIO ARAÚJO E JOÃO ANTONIO BARROS
Rio - Um presente de grego. No dia que completou 57 anos, o secretário de Segurança José Mariano Beltrame ganhou mais uma dor de cabeça. O Ministério Público ajuizou ação na 7ª Vara de Fazenda Pública com o pedido da condenação por improbidade administrativa do secretário e de sua ex-colaboradora Susy das Graças Almeida Avelar, além dos gestores da empresa Júlio Simões Logística S/A. 
Os dois foram os responsáveis por contratos de aluguel e manutenção das viaturas da Polícia Militar, em que técnicos do Tribunal de Contas do Estado observaram ‘indícios claros de superfaturamento de preços’. 
Além da condenação por improbidade, o promotor Rogério Pacheco Alves, da 7ª Promotoria da Tutela Coletiva, pede à Justiça o bloqueio dos bens do secretário, da ex-subsecretária de Gestão Estratégica e da empresa Julio Simões, além da invalidação de contratos e o ressarcimento dos R$ 134 milhões gastos pelo estado nos contratos. Contra Beltrame e Susy, o promotor pede a perda da função pública e da suspensão dos direitos políticos por oito anos (Leia mais)". 

2) "JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO 
Beltrame é acusado de improbidade administrativa por gasto com veículos
Segundo denúncia, contratos de aluguel e manutenção de veículos firmados em 2007 e 2008 pelo valor de R$ 134 milhões foram superfaturados
14 de maio de 2014 | 23h 27
Fábio Grellet - O Estado de S. Paulo
RIO - O secretário estadual de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, é acusado pelo Ministério Público fluminense de praticar improbidade administrativa ao firmar dois contratos de aluguel e manutenção de veículos para a Polícia Militar.
Segundo denúncia apresentada nesta quarta-feira, 14, à 7ª Vara da Fazenda Pública pelo promotor Rogério Pacheco Alves, da 7ª Promotoria da Tutela Coletiva, os contratos firmados em 2007 e 2008 pelo valor de R$ 134 milhões foram superfaturados. De acordo com a denúncia, com o dinheiro gasto com o aluguel e a manutenção de cada veículo por 30 meses seria possível comprar três carros daquele modelo. Além disso, o serviço de manutenção era pago mesmo sem haver controle sobre a realização dele, afirma a denúncia (Leia mais)".

3) "JORNAL EXTRA
Berenice Seara
Ministério Público acusa Beltrame de improbidade e pede que ele perca a função pública
Por: Fabiana Paiva em 14/05/14 15:45
No dia do seu aniversário de 57 anos, o secretário de Segurança José Mariano Beltrame ganhou um problema para resolver. O Ministério Público (MP) ajuizou ação na 7ª Vara de Fazenda Pública pedindo a condenação por improbidade administrativa dele e da sua ex-colaboradora Suzy das Graças Almeida Avelar, além dos gestores da empresa Júlio Simões Logística S/A.
O promotor Rogério Pacheco Alves, da 7ª Promotoria da Tutela Coletiva, pede ainda à Justiça o bloqueio dos bens do secretário, além da invalidação de contratos da Secretaria de Segurança e o ressarcimentos aos cofres públicos de R$ 134,8 milhões gastos pelos estado em contratos. O promotor quer ainda que o Xerife perca a função pública e que seus direitos políticos sejam suspensos por oito anos.
O MP aponta que Beltrame e Suzy foram responsáveis por contratos de aluguel e manutenção das viaturas da Polícia Militar, nos quais técnicos do Tribunal de Contas do Estado observaram "indícios claros de superfaturamento de preços".
No Plenário da Assembleia do Rio, na tarde desta quarta-feira, os deputados aproveitam a acusação do MP para criticar a política de segurança do estado ou defender Beltrame.
- Estão tratando a Segurança Pública do Rio de Janeiro como negócio, onde se faz contratos de locação de forma vergonhosa - disparou o deputado Geraldo Pudim (PR), após ler a acusação do MP (Leia mais)". 

domingo, 25 de dezembro de 2011

Desembargador liberta Ten. Coronel Beltrami e desmoraliza o delegado

“Estão brincando de investigar”. Essa foi apenas uma das frases bombásticas do desembargador Paulo Rangel, na decisão que libertou, na noite de ontem, o tenente-coronel Djalma Beltrami, comandante do 7º BPM (São Gonçalo). Cerca de 40 horas antes, o oficial havia sido preso na Operação Dezembro Negro, da Delegacia de Homicídios de Niterói, do Ministério Público e da Corregedoria Geral Unificada.

Ele era suspeito de receber propina do tráfico do Morro da Coruja, em São Gonçalo. Na decisão que concedeu o habeas corpus a Beltrami, Rangel desmoralizou tanto a investigação da DH, comandanda pelo delegado Alan Luxardo, quanto o mandado de prisão, expedido pela 2ª Vara Criminal de São Pedro da Aldeia.

Rangel afirma que o juiz que expediu o mandado de prisão contra Beltrami se deixou levar “pela maldade da autoridade policial que entendeu que ‘zero um’ só pode ser o comandante do 7º Batalhão”. Mais adiante, diz: “A versão da autoridade policial colocou, até então, um inocente na cadeia”. E pergunta, referindo-se a Beltrami: “Quem irá reparar o mal sofrido pelo paciente?”. O desembargador completa: “Investigação policial não é brinquedo de polícia”.

Quando recebeu a notícia de que o habeas corpus havia sido concedido, Beltrami estava na sala do Departamento Geral de Pessoal (DGP), dentro do Quartel-General da corporação, no Centro do Rio. Ele chorou e disse: “Espero que a Justiça seja justa até o fim”, segundo um policial que estava presente no momento.

Beltrami, então, telefonou para a mãe e o filho. No início da madrugada, ele deixou o quartel num carro particular com a defensora Cláudia Valéria Taranto, que entrou com o pedido de habeas corpus.



Fonte: Extra.globo.com