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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Pezão é apontado como um dos líderes do PCC Mineiro e Quem-Quem já matou 10 pessoas, diz PC


Dois dos criminosos mais perigosos de Minas Gerais foram apresentados pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (7) no Departamento de Investigações (DI), na Lagoinha, região Noroeste de Belo Horizonte.

De acordo com o delegado Edson Moreira, Ângelo Gonçalves de Miranda Filho, 29, o Pezão, era um dos líderes do PCC Mineiro e foi recebido com bastante respeito pelo colegas de cela da prisão onde ficou detido em São Vicente, em São Paulo.

Segundo o delegado, o criminoso foi preso sozinho em um apartamento de luxo de Santos. A prisão de Pezão ocorreu um dia antes da de Bruno Rodrigues de Souza, 22, o Quem-Quem, que foi preso na orla da Praia Grande e na companhia da mulher e do filho.
Conforme Edson Moreira, na hora da abordagem, Quem-Quem chorou e chegou a colocar o filho na frente do seu corpo e pedir misericórdia. De acordo com a Polícia Civil, o criminoso já matou em torno de 10 pessoas.

Em 2010, ele assassinou uma mulher com dez tiros na boca no bairro Califórnia, na região Noroeste da capital mineira, por motivos relacionados a um acerto de contas devido à dívidas de tráfico de drogas. Além desse crime, Quem-Quem também foi indiciado pela morte do agente penitenciário Ronaldo Miranda de Paula, de 43 anos, executado com 11 disparos após uma troca de tiros ocorrida no bairro Guarani, na região Norte de Belo Horizonte, no dia 26 de agosto deste ano.



Atuação do PCC Mineiro

De acordo com a Polícia Civil, a facção criminosa em que Pezão era um dos líderes atua nas seguintes cidades mineiras: Teófilo Otoni, Prudente de Moraes, Caetanópolis, Sete Lagoas e Lagoa Santa. Também foi descoberto ações do grupo em diferentes bairros de Belo Horizonte: Primeiro de Maio, Califórnia, Mantiqueira, Castelo, Caiçara e Favela Sovaco das Cobras, onde Quem-Quem agia.





ABATA MARTINS/KARINA ALVES
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Somente 8% dos presos no Brasil vão à escola, revela pesquisa


Estados não estão preparados para aplicar nova lei que diminui a pena de quem estuda na prisão

SÃO PAULO - Desde junho, os presos brasileiros têm direito a reduzir um dia da sua pena a cada três dias dedicados ao estudo. O objetivo é ajudar os detentos a conseguir emprego quando forem soltos e diminuir a reincidência, mas a medida corre risco de não sair do papel. Dos cerca de 500 mil presos no Brasil, apenas 8% estudam, segundo pesquisa. A demanda por ensino é muito maior - 64% dos presos não completaram o ensino fundamental - mas faltam recursos para levar as salas de aula para dentro dos presídios. Quem ganha com isso, segundo especialistas, é a escola do crime.

Bruno Lupion e Ricardo Chapola, do estadão.com.br

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