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domingo, 23 de fevereiro de 2014

"ÁGUAS DE JUNHO" paródia do clássico Águas de Março de Tom Jobim



É Black, é Bloc, é o PT no caminho
É o caos planejado, é o fogo amiguinho
É a quebra do vidro, é mais um coquetel
É agência bancária, surra até em coronel
É um braço do Foro, é guerrilha urbana
José Dirceu black bloc bacana
É o Estado crescendo, cheio de mensaleiro
Mídia ninja fingindo que isto é ser brasileiro
É a rua fechada, é o fim do trabalho
É a polícia de quatro, é o Gilberto Carvalho
É a mídia afagando, é conversa rasteira
Das trevas da Globo, é mais uma parceira
É a Dilma, é o Lula, é a marcha do crime
Barricadas no chão, todos do mesmo time...
É um tributo a Fidel, é um apoio ao Irã
É o MPL, é o Brasil de amanhã...
É o fundo do poço, é o fim do caminho
Lula-lá deu palestra pro Irineu Marinho
É Farc, é USP, é uma boca de fumo 
É filhinho de papai, é gigante sem rumo
É dia da criança, dia dos animais
É a figura oculta, é um cachorro atrás
Luiz Nassif, Paulo Henrique Amorim
É blog progressista 
de onde é que vem o dindim?
É o projeto do PAC, é o Barak Obama 
Tá tudo dominado é só lama, é so lama.
É um estádio é uma ponte a copa vem aí
Superfaturamento até no açaí
São revolucionários fazendo um Cubão
É a certeza de morte da população...
É Leandra Leal, de Abreu, é José
É a cultura na mão do Pablo Capilé
São revolucionários fazendo um Cubão
É a certeza de morte da população...
É Black, é Bloc, é o PT no caminho
É o caos planejado, é o fogo amiguinho
É um estádio é uma ponte é o maracanã
É dinheiro de monte pras ilhas Cayman
São bolivarianos na revolução
É a certeza de morte da população...

EIKE PEC BLOG PAC UBA PIG JEG FARC 
ÓPA IFA FUT BOL ONU ONG USP PSOL

São Petistas ilustres roubando a nação
Esse ano o peru vai rolar na prisão.

Esta é uma peça de humor. A música que originou essa paródia chama-se "Aguas de Março" e é de autoria de Antônio Carlos Jobim. O autor ou sua família não têm nenhuma relação com a letra da paródia que foi feita por Felipe Moura Brasil e Filipe Trielli. Os autores da paródia se isentam de qualquer remuneração sobre os direitos autorais da mesma.

domingo, 27 de outubro de 2013

Entrevista com o coronel que foi espancado em São Paulo


Datena conversou ao vivo com o Coronel da Polícia Militar de São Paulo que foi espancado por manifestantes durante ato na noite desta sexta-feira. O policial disse que foi apenas mais uma das vítimas de vândalos que se infiltram em manifestações legítimas.

Vídeo Band, foto G1

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Os "Black Blocs", para quem servem?

As cenas de vandalismo que tomaram as ruas das principais capitais nacionais desde as manifestações de junho, praticadas por grupos autointitulados "Black Blocs", tinham como propósito criticar a administração pública estadual, mas os seus efeitos foram contrários e acabaram por desacreditar os atos legítimos de categorias sociais e profissionais que revindicavam por melhores condições de vida e trabalho. Mais do que em outros estados, no Rio de Janeiro as depredações que marcaram os desfechos dos protestos, abriram uma porta para as violentas ações policiais autorizadas pelo governo de Sérgio Cabral e levaram a violência urbana para o eixo dos manifestos populares. O cenário foi favorável somente ao governo do Estado, que procurava uma forma de desmoralizar as manifestações às vésperas de grandes eventos internacionais, além da proximidade do período eleitoral.
Na sua pesquisa Movimentos Londres / Paris, com o perfil de grandes protestos em massa mundiais, o especialista e professor de História Moderna e Contemporânea da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Francisco Carlos Teixeira, identifica a tática black bloc no Brasil, que teve a sua primeira aparição no dia 19 de março de 2011, durante o protesto contra a visita do presidente norte-americano Barack Obama ao Rio de Janeiro. Um pequeno grupo de manifestantes atirou uma bomba contra a embaixada americana na cidade. Analisando as manifestações que estão acontecendo atualmente na cidade, Teixeira chama a atenção para um processo que ele classifica de "Criminalização do Movimento Social", que consiste no sufocamento das reivindicações populares pelos atos violentos cometidos por uma minoria. "É o que está acontecendo neste momento com os atos promovidos pelos professores. As demandas da Educação não podem ser menos expressivas do que os atos de vandalismo. Mas a opinião pública e, principalmente o governo, estão colocando a violência em primeiro plano e não dando a necessária importância às revindicações das classes sociais. Isso é grave!", destacou Teixeira. Continue lendo no Jornal do Brasil

Outras informações no G1