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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Google é condenado a indenizar bombeiro por exibir fotos de nudez

A 10º Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio condenou o Google Brasil a pagar R$ 10 mil de indenização por danos morais a José Albucacys Castro Júnior. O bombeiro teve fotos praticando atos obscenos veiculadas em um blogger que é de propriedade da ré e alegou que isso vinha lhe causando prejuízos de ordem moral e material.

O militar alegou que entrou em contato com o Google para solicitar a retirada das fotografias do ar, porém o site limitou-se apenas a colocar um aviso, o que não impedia o acesso às mesmas.

Em primeira instância, o autor conseguiu que a empresa fosse condenada a excluir as fotos do blogger, o que não foi feito, e a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 20 mil. Em sua defesa, o réu alegou que Albucacys tornou-se um militar muito conhecido publicamente e, por isto, existem milhares de publicações referentes a ele na internet, o que tornaria impossível monitorar e fiscalizar os conteúdos disponibilizados por seus usuários.

Além disso, afirmou ainda que o conteúdo obsceno ou pornográfico não era ilegal. Para os desembargadores, as regras de experiência comum impõem considerar que a imagem do autor, bombeiro militar, despido e praticando atos obscenos e sem autorização, violaria a intimidade, respeitabilidade e, consequentemente, a honra dele.
 
Jornal do Brasil

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Bombeiro é morto a tiros no subúrbio do Rio, diz PM

Sargento reformado foi assassinado em rua de Vaz Lobo. Polícia ainda não tem informações sobre o que motivou o crime.

Um sargento reformado do Corpo de Bombeiros foi morto a tiros na noite deste domingo (18) em Vaz Lobo, no subúrbio do Rio. As informações são do 9º BPM (Rocha Miranda).

O bombeiro foi morto na Rua Anajás. De acordo com o batalhão, a polícia foi chamada por volta das 20h, pouco depois que o crime aconteceu.

Ainda não há informações sobre as causas do crime. As investigações serão feitas pela Divisão de Homicídios (DH).

Do G1 RJ

sábado, 17 de setembro de 2011

Em defesa de melhores salários, bombeiros se revezam em acampamento em frente à Alerj



Rio de Janeiro – Um grupo de 50 bombeiros militares se reveza diariamente em um acampamento improvisado com barracas de campanha em frente às escadarias da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), reivindicando melhores condições de trabalho e piso salarial líquido de R$ 2 mil.
Os bombeiros também defendem o fim das gratificações, que podem ser retiradas a qualquer momento e não incidem sobre o salário, no momento da reforma do militar. Além disso, os inativos, reformados, pensionistas e os afastados por licenças médicas não recebem a gratificação.
Segundo o governo do estado, hoje o valor do piso salarial de um bombeiro militar é R$ 1.935 reais. Um dos líderes do movimento SOS Bombeiros, o cabo Adhemar Baltar, que está acampado nas escadarias da Alerj, diz que o governo incluiu nesse total, “o pagamento de R$ 100 de auxílio transporte e de R$ 350 de gratificação.”
Segundo ele, as duas vantagens podem ser retiradas a qualquer momento do contracheque pois não são consideradas salário real.
O cabo Baltar disse que os 22 mil bombeiros militares ativos e inativos de todo o estado vão se reunir em uma assembleia geral na próxima sexta-feira (23), no Clube dos Portuários, para definir os próximos passos do movimento.
A reivindicação dos bombeiros por melhores salários e condições de trabalho começou no dia 3 de junho, quando cerca de 2 mil militares invadiram o Quartel Central da corporação, no centro da capital fluminense. A ação resultou na prisão de 439 deles no dia seguinte, por tropas do Batalhão de Choque e do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar, para acabar com a ocupação do pátio do quartel.
Agência Brasil
Douglas Corrêa
Edição: Juliana Andrade

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Bombeiros líderes do movimento foram presos


Rio - O capitão Alexandre Marchesine e o cabo Benevenuto Dacciolo, líderes do movimento grevista do Corpo de Bombeiros, foram presos na madrugada desta quarta-feira na porta do Palácio Guanabara, em Laranjeiras, Zona Sul do Rio. Os detidos foram levados para o batalhão do Grupamento Especial de Policiamento (Gepe), em São Cristóvão, Zona Norte do Rio. Uma nova manifestação está marcada para às 11h desta quarta-feira em frente à Alerj, no Centro do Rio.


Cabo Daciolo ao centro


Lideranças do movimento informaram que a ordem de prisão partiu do corregedor-geral, coronel Marcos Tadeu e do sub-comandante do Estado-Maior do Corpo de Bombeiros, coronel Jorge Alcântara, que acompanhou a manifestação da categoria desde o começo da noite de terça-feira na porta do Palácio Guanabara.


Greve de fome


A prisão interrompeu a greve de fome que os líderes pretendiam fazer até às 11h desta quarta-feira, quando haveria outra manifestação no mesmo lugar. Daciolo e Marchesine tinham decidido acampar em frente ao Palácio Guanabara, do outro lado da Rua Pinheiro Machado, onde montaram uma pequena barraca para passar a noite. A prisão dos líderes surpreendeu os grevistas, que saíram da porta do Palácio após um acordo com o comando da corporação.


"Nosso líder é Jesus Cristo. Nós temos vários porta-vozes e exigimos ser tratados com dignidade. A arbitrariedade da prisão de Daciolo e Marchesine não significa que daremos um passo para trás. Como o governador disse, o funcionalismo público não é um peso para a folha de pagamento. Portanto, eu pergunto que país é esse?", disse o sargento Pedro Ivo, um dos porta-vozes do grupo.


Área de segurança


Antes de a prisão dos líderes do movimento grevista dos bombeiros, o corregedor do Corpo de Bombeiros, coronel Marcos Tadeu, classificou o movimento como estranho porque as reivindicações já foram atendidas pelo comandante-geral. Ele afirmou que os grevistas transgrediram o código militar e disse que eles foram orientados a abandonar a área, considerada de segurança do governo do estado.


"Eles foram orientados a abandonar a área e fazer a manifestação na Alerj ou em outro lugar qualquer. Pedimos que não montassem barracas. Aqui é uma área de segurança do governo. É preciso garantir a segurança do palácio do governo. O fato de permanecer aqui não é uma infração, mas é uma área de segurança do estado, que não pode ficar fragilizada", explicou.


Segundo Marcos Tadeu, os grevistas transgrediram o regulamento disciplinar e o código militar. "O movimento é feito por militares, regidos por um estatuto que é bem claro nos direitos e deveres que nós possuímos. Eles sabem perfeitamente o que transgridem, embora se prendam à constituição, o que é válido, é justo porque reivindicar não é um crime. Mas em vários momentos transgridem o regulamento disciplinar e ferem o código militar, quando ofendem o governo, quando ofendem o comandante geral, quando incitam outros militares, quando convocam militares para a greve. Claramente é um crime militar, indiscutível", disse.


'Ninguém foi enganado'


Para o coronel, as reinvidicações já foram atendidas. "O comandante tem feito todo o esforço para atende-los. Gostaria de chamar atenção que quando o movimento começou eles pediam exatamente o que eles recusam hoje. O movimento era de guarda vidas, que é um trabalho penoso o que é verdade a gente não nega, mas hoje eles têm a gratificação igual à do Bope. Realmente não tenho ideia de qual e o parâmetro deles, por isso esse movimento é estranho porque várias reivindicações foram atendidas. O movimento para nós está muito estranho", disse.


Marcos Tadeu criticou a postura dos bombeiros que participam do movimento. "Nós somos militares e nos propusemos a trabalhar com o sálario que sabíamos que receberíamos. Ninguém veio para a corporação enganado. Veio porque quis. Ninguém entrou enganado. Se eu estivesse insatisfeito teria saído há 30 anos. A minha corporação não pode ser maculada porque ninguém entrou aqui enganado. São pessoas que não tem comportamento coerente com aquilo a que se propuseram a fazer. Ninguém entrou aqui para receber R$ 2 mil reais e passou a receber R$ 1mil. Ninguém foi enganado", concluiu.


POR RICARDO ALBUQUERQUE
ODIA