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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Tropa do Bope canta grito de guerra que faz apologia à violência

Uma tropa do Batalhão de Operações Especiais, o Bope, foi flagrada cantando um grito de guerra que faz apologia à violência durante um exercício de corrida nas ruas do Rio. O vídeo foi gravado na semana passada, no parque Eduardo Guinle, que fica logo abaixo da sede do Bope, ao lado do Palácio Laranjeiras, a residência oficial do governador, na Zona Sul da cidade.
Os soldados aparecem correndo sem camisa e gritam respondendo a um líder, que entoa os seguintes versos: ‘É o Bope preparando a incursão / E na incursão / Não tem negociação / O tiro é na cabeça / E o agressor no chão. / E volta pro quartel / pra comemoração’.
O parque possui brinquedos e é muito frequentado por crianças. Uma moradora, que pede para não ser identificada, costuma brincar com as filhas no local e discorda do repertório do Bope. “Eu acho errado que uma corporação do estado, que está aí para prover a segurança para o cidadão, espalhe uma cultura extremamente violenta, pesada, de guerra. Acorda as pessoas às 7h, falando que a missão é entrar pela favela e deixar corpo no chão”, reclama. Outros moradores, porém, apoiam os soldados: “Acho até bacana. É um incentivo. Sinceramente, não me afeta em nada. Acho tranquilo. Para mim, não tem o menor problema”.Continue lendo no G1
Comento: É mais uma grande hipocrisia querer exigir do BOPE, a tropa de elite da PM, que deixem de cantar suas músicas de incentivo, para cantar músicas de ninar, ou com letras do tipo: "Eu vou respeitar o direito do mano, se ele atirar eu não vou revidar". Pára de palhaçada, visitem os quartéis e saberão como eles são tratados. Participem de incursões junto com eles, e verão como eles são recebidos. Esses homens e mulheres vivem numa situação de guerra faz tempo...e só essas corolas é que não sabem disso? Não assistiram aos filmes Tropa de Elite 1 e 2? Enquanto não vivemos os Direitos Humanos na caserna, nunca seremos agentes dele, no trato com o cidadão.

sábado, 23 de março de 2013

PARAÍBA: Policiais ameaçam deixar o BOPE após proibição de uso da caveira em uniforme


A polêmica sobre a caveira do pelotão especial da Polícia Militar BOPE continua rendendo. Após o símbolo ser proibido pelo comandante da PM, coronel Euller Chaves, devido a reação de militantes e políticos ligados aos Direitos Humanos, policiais que integram o pelotão estão ameaçando deixar o grupo especial da PM.

O próprio comandante do BOPE, major Bisneto, teria entregado o cargo ao secretário de Segurança, Claudio Lima, mas teve o pedido recusado e continua no cargo.
A maioria dos policiais do pelotão são contrários a proibição, mas evitam falar sobre o assunto publicamente por conta do respeito a hierarquia militar, já que a decisão de retirar a caveira da farda do grupo partiu do comando geral da PM. Em contato com alguns, eles confirmam que muitos estão até pensando em deixar o Pelotão do BOPE.
O major Souza Neto, comandante do Batalhão da PM em Campina Grande, é um dos que fizeram o curso do BOPE no Rio de Janeiro, mas disse que não iria se posicionar sobre o caso. “Tenho minhas convicções, mas como foi uma decisão de comando, não devo fazer declarações”.
O comandante da PM, coronel Euller Chaves, disse em entrevista ao programa Correio Verdade da 98 FM, que a Polícia não visa entrar em polêmica e que a mensagem e atuação da Instituição é muito maior que um símbolo.
O secretário de Segurança, Claudio Lima, também colocou panos quentes no assunto e disse que o assunto ganhou mais repercussão do que deveria. Ele explicou que existe uma determinação ministerial que solicita que se evite elementos que remetam a violência.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Entrevista: Comandante do Bope fala sobre UPPs, corrupção, COE, Copa de 2014 e terrorismo



Em entrevista, o Comandante do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Coronel Rene Alonso, fala sobre a condução de incursões em favelas não-pacificadas e para instalação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPP); corrupção; a mudança da Unidade para o Complexo de Favelas da Maré, para compor o Centro de Operações Especiais (COE); Copa de 2014, terrosrismo e novas tecnologias que serão usadas pela tropa.

‎Fala ainda do investimento de R$ 250 milhões no COE e aumento da tropa de 400 homens, para algo em torno de 700 a 800 soldados, a partir desta mudança.

O vídeo é uma produção do pesquisador Andrew Fishman, doRio Radar, em parceria com Cecília Olliveira, jornalista e editora deste Blog.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

"BATON NO BOPE"...

Batom na caveira: uma conversa exclusiva com as únicas quatro mulheres do Bope.

Elas são as únicas mulheres entre os 400 homens do Bope, tropa de elite da Polícia Militar. Assim como os rapazes, sobem o morro, pegam em armas e negociam com traficantes. Mas, ao contrário deles, são vaidosas, adoram um esmalte colorido e não pedem para sair

Da esq. para a dir.: soldado Ana Paula, capitão Bianca, tenente Marlisa e sargento Ana Ana da Silva, 43 anos, foi a primeira mulher a entrar no Bope, em 2001, depois de dez anos servindo no Batalhão de Choque da Polícia Militar. Casada há sete com um colega de farda, atua nos morros cariocas e no departamento de disciplina da corporação. Bianca Cirillo, 40, está na tropa há três, é psicóloga, casada e expert em negociação de liberação de reféns. Ana Paula Monteiro, 29, chegou há dois anos e meio, namora há seis com um dentista e cursa o terceiro ano de Engenharia Civil. Marlisa Neves, 29, é formada em Jornalismo, entrou na polícia há oito anos, no Bope há seis meses e cuida da assessoria de imprensa do grupo. Nenhuma delas fez o desumano Curso de Operações Especiais (aquele que aparece no "Tropa de elite I"), mas todas sobem o morro, sabem atirar e negociar com bandidos. Foram submetidas a duros testes de resistência física e psicológica até serem condecoradas sargento, capitão, tenente e soldado — assim mesmo, no masculino. É que, ao contrário da presidenta Dilma, elas não podem adotar o feminino nas patentes. Devem respeitar a regra oficial das Forças Armadas.

Mas, se fardadas Ana, Bianca, Marlisa e Ana Paula são tão sisudas quanto os caveiras (como se chamam os homens do Bope), off duty são extremamente femininas. Preocupam-se com a maquiagem, o corte de cabelo, a roupa que melhor veste. E, claro, com os filhos. A única mãe entre as quatro pediu para não ser identificada como tal para proteger a filha de 4 anos. “Ela é a minha prioridade máxima. Já saí no meio de uma missão importante porque me ligaram da escola avisando que ela estava passando mal”, disse. São posturas como essa que fazem com que o jeitinho feminino, muitas vezes, funcione melhor que a truculência masculina.
Marie Claire Por que resolveram entrar para o Bope?

Sargento Ana Assaltaram minha casa quando eu tinha 12 anos. Os ladrões se esconderam lá dentro e os policiais entraram para rendê-los. Um deles me colocou nas costas, para me proteger dos criminosos. Ali, vi que queria ser policial. Aos 18, tentei entrar na PM, mas não fui aceita porque o limite de altura era 1,70 m e eu só tenho 1,65 m. Anos depois, baixaram o limite e pude fazer a prova escrita e o teste físico — com corrida, salto, barra e flexão. Comecei no Batalhão de Choque, numa sala em cima da antiga sede do Bope. Um dia, o coronel me perguntou se eu queria trabalhar lá. Como sabia que era uma tropa unida, que prezava por um serviço sem corrupção, achei ótimo.

Soldado Ana Paula Quando terminei o segundo grau, vi que havia um concurso aberto para a PM. Nunca tinha pensado naquilo, mas resolvi tentar. Não é simples. Passei em tudo superbem, mas demorei quase dois anos para ser convocada. Acho que chamaram todos os homens da lista primeiro [risos]. Uma vez dentro da polícia, ouvi os colegas dizerem que a melhor unidade da PM era o Batalhão [além da fama de incorruptíveis, os caveiras ganham R$ 1.500 a mais que outros colegas de farda]. Quando tive a oportunidade, não pensei duas vezes.

Tenente Marlisa Meu irmão era oficial do Corpo de Bombeiros e me incentivou a fazer a prova para a PM. Tranquei o curso de jornalismo na UFRJ e fui para o de formação da polícia. Três anos depois, retomei e concluí a faculdade. Passei a fazer assessoria de imprensa para a PM e, quando o oficial que cuidava da comunicação do Bope se afastou, fui indicada para o lugar dele. Topei porque adoro desafios.

Capitão Bianca Nunca pensei em ser policial, mas achei o desafio interessante quando abriram a vaga para psicólogos. Depois do sequestro do ônibus 174, em 2000 [em que a refém foi morta com um tiro acidental do Bope] a unidade percebeu que precisava reformular sua atuação, com a ajuda de um profissional especializado em gerenciamento de conflitos. Como sou formada em psicologia e tenho pós-graduação em psicologia aplicada à negociação de reféns, fui convidada para entrar no grupo.

MC Qual é sua missão? Negocia direto com o sequestrador?

Capitão Bianca Em primeiro lugar, motivo a equipe. Quando eles descem de uma comunidade, pergunto como foi, o que estão sentindo. Provoco a fala para ajudá-los a diminuir o stress. Quando há reféns, atuo como coaching, treino os negociadores e vou com eles para o combate. Não posso ficar cara a cara com o criminoso, porque preciso analisar a situação de fora, de uma posição estratégica. O negociador, no calor do momento, não tem o distanciamento crítico necessário. Por isso, vou ao local e o apoio [por meio de uma escuta, como no Tropa de elite 2]. Enquanto ele dialoga com o tomador de refém, eu monitoro a conversa e o ajudo a potencializar o efeito persuasivo. Meu objetivo é resolver a crise sem partir para a violência.

Por Mariana Kneipp e Marina Caruso. Fotos Daryan Dornelles
http://revistamarieclaire.globo.com/Revista/Common/0,,EMI259459-17737,00-BATOM+NA+CAVEIRA+UMA+CONVERSA+EXCLUSIVA+COM+AS+UNICAS+QUATRO+MULHERES+DO+BO.html

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Lutadores do BOPE vencem argentinos em evento de MMA no Rio de Janeiro


Na última quinta-feira, Dia do Soldado, o Batalhão de Operações Especiais (BOPE) mostrou a razão de sua fama e saiu invicto do primeiro evento de MMA realizado num quartel. No "Shooto Lutando no Bope", os dois soldados do famoso batalhão que subiram ao ringue saíram vitoriosos de suas lutas. O público, formado majoritariamente por membros do batalhão, foi ao delírio com as vitórias. O evento foi realizado no quartel da unidade, em Laranjeiras, e contou com um público de 700 pessoas.

Os vencedores do BOPE foram o soldado Gonçalvez e o cabo Félix, que derrotaram os argentinos Guillermo Alejandro e Juan Pablo Cordoba. Celebridades da MMA como José Aldo, Royce Gracie e Urijah Faber prestigiaram o evento na plateia.

Blog Faixa Preta/Jornal do Brasil

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

UNIFORMIDADE DAS GRATIFICAÇÕES JÁ ! O PM Convencional é o Que Mais Trabalha e Não Pode Ganhar Menos Do Que Os Outros.

Olá amigos seguidores ou apenas leitores do BlogDaVerdade !

Antes de começar a escrachada de hoje,gostariamos de fazê-los uma pergunta :

São 03:00 hs da madrugada,você está em casa com sua família,derrepente algo acontece ao redor,e você imediatamente liga para polícia através do 190. Qual policial baterá a sua porta: o BOPE ,o BPChoq ,ou o PM Convencional da Viatura Azul e Branca?

Com absoluta certeza,o PM CONVENCIONAL. Que o governo do estado trata como animais,através desta política desigual de gratificações,onde os que mais tratabalham nesta merda de polícia,que são os convencionais,também são os menos valorizados.

Que igualdade é esta governador?

O PM Convencional,que está 24 Hs ao lado da população,atendendo aos mais diversos tipos de ocorrências,deveria receber uma gratificação maior,ou igual à que esta sendo paga ao BOPE e BPChoq,mas,não é isso que está acontecendo.

Esta política de gratificações não tem nada de uniforme.Os PMs de batalhões operacionais,que trocam tiros à todo o momento,estão ganhando menos do que um PM de UPP.

Onde já se viu isso?

Como é que o governador quer uma polícia de qualidade nas ruas,se os policiais que estão nas ruas o tempo todo,estão sendo mal tratados,e recebendo uma gratificação menor do que os policiais que ficam aquartelados?

Ou dá uma gratificação igual para todos,ou não dá porra nenhuma pra ninguém!

Se é para o BOPE ou BPChoq ganhar mais,que coloquem eles para fazer o trabalho dos convencionais também porra!

Coloque o BOPE e BPChoq para atender ocorrências do 190 também : 631,632,513,721,711,714,etc.

Ué,nada mais justo porra!

Não estão ganhando mais que os convencionais? Então,nada mais justo do que trabalharem mais.

Aí o PM Convencional se fóde direto,todos os dias atendendo diversos tipos de ocorrências,e na hora de ganhar uma boa gratificação,não leva porra nehuma,É só os r$350 e mais nada.

Enquanto o BOPE leva r$ 1500 e o BPChoq agora vai levar r$ 1000.

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sexta-feira, 29 de julho de 2011

POLICIAL DO BOPE DENUNCIA ABANDONO APÓS SER ATINGIDO POR TIRO

Cabo do Bope (Batalhão de Operações Especais) da Polícia Militar, denunciou que se sente desprezado pela corporação. Ele lamenta que não tem apoio para o tratamento médico que precisa. Bope (Batalhão de O
Um ano e meio depois de ter perdido os movimentos das pernas por causa de um único tiro de fuzil, o cabo M. Dias contou que não tem dinheiro para pagar o tratamento fisioterápico e que já acumulou R$ 80 mil em dívidas, por conta dos remédios que precisa tomar. Todos os meses ele gasta R$ 1 mil reais com medicamentos e faz sozinho, em casa, os exercícios para aliviar a dores.

Além de estar de licença da PM, o militar também teve que desistir da carreira de professor de educação física por causa dos ferimentos.

Cabo Dias trabalhava na PM há 13 anos quando foi baleado durante uma operação em Madureira, na zona norte do Rio, em janeiro de 2.010. Ele disse que estava dando apoio a operação quando foi surpreendido pelo tiro, que atravessou as duas pernas de uma só vez.

- Eu tava na retaguarda, protegendo a guarnição e protegendo alguns elementos e indivíduos que estavam próximos. Porque tinha muita gente na rua. Quando fui ver tomei um tiro por trás.

A Polícia Militar informou que o seguro de acidentes pessoais já foi pago e que a diretoria de assistência social vai agendar uma visita para ver as necessidades do policial.