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terça-feira, 9 de abril de 2013

Operação caça-níqueis derruba coronel comandante do 10 º BPM


O comandante do 10º BPM/I (Batalhão da Polícia Militar do Interior),  um tenente-coronel , na sexta-feira, 5 de abril ,  pela manhã, foi afastado de suas funções em Piracicaba e  escoltado pela Corregedoria da PM para São Paulo.
Ele está sendo investigado pelo órgão porque foi alvo de denúncias  levadas ao Ministério Público quando da operação contra os caça-níqueis realizada no início do mês de março, parcialmente frustrada em razão de quebra de sigilo.
Mandados de busca solicitados pelo MP e entregues ao comando da PM para cumprimento resultaram improfícuos.
A jogatina na cidade de Piracicaba conta com o suporte de políticos , das Polícias Civil , Militar e GCM; quem não acompanha o esquema perde o cargo,  como aconteceu, em dezembro de 2012,  com o  ex-delegado  seccional,  Dr.  João José Dutra ,  classe especial , inimigo ferrenho da jogatina  ilegal e dos desmanches de veículos.
A corporação militar , como sempre , para poupar a imagem do oficialato,  não dá detalhes sobre os fatos que fundamentaram o afastamento do comandante do batalhão.
Ah, se fosse  Praça !

terça-feira, 5 de junho de 2012

Capitão da PMMG sob suspeita de enriquecimento ilícito

Militar integraria máfia da contravenção ligada ao jogo do bicho e caça-níqueis na Zona da Mata


A Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Assembleia Legislativa investiga suspeita de enriquecimento ilícito por parte do capitão da PM Yoshio Luiz Yamagushi, que estaria ligado à máfia da contravenção em Juiz de Fora. Nesta segunda-feira (4), o deputado estadual Sargento Rodrigues (PDT), que é membro da comissão, apresentou fotos tiradas na última sexta-feira, que mostram cinco imóveis, avaliados em R$ 135 mil cada um, que pertenceriam ao capitão. “Além disso, ele mora em uma casa de alto padrão no bairro Bom Pastor,em Juiz de Fora, o que é incompatível com o seu salário, que gira em torno de R$ 4 mil”, revelou.


A CDH se reuniu nesta segunda-feira (4), em sessão secreta, para dar continuidade à discussão sobre denúncias, divulgadas com exclusividade pelo Hoje em Dia, relativas à existência de crime organizado em Juiz de Fora, relacionadas à exploração de máquinas caça-níqueis e jogo do bicho. Foram convocados a prestar depoimento os delegado Fernando Camarota Filho, acusado de receber propina, Alexandre Soares e Eduardo da Silva. Além de mais 13 pessoas entre policiais, procurador e promotor. Era aguardada a presença do capitão Yamagushi que não compareceu, assim como outros cinco convocados.

Outra apuração em curso se refere à informação da Polícia Federal que comprova a participação de um promotor de Justiça que teria conhecimento do pagamento de propina no valor de R$ 10 mil a um delegado e a um investigador da Polícia Civil de Juiz de Fora. Os nomes dos envolvidos não foram revelados. “Esse promotor nada fez por causa da amizade que tinha com o delegado que estaria recebendo propina”, explicou o parlamentar.

Sobre Yamagushi, sargento Rodrigues declarou que será verificado se houve recebimento de herança que justificaria a obtenção dos imóveis. “Sou conhecedor dos salários dos policiais, soldados e coronéis e sei que o capitão recebe cerca de R$ 4 mil, porque paga duas pensões alimentícias. Por isso o fato dele ter essas cinco casas é um forte indício de que estaria recebendo dinheiro dos caça-níqueis”, acusou.

A CDH pretende ir a Juiz de Fora para ouvir duas testemunhas que foram convocadas e não participaram. O promotor suspeito de acobertar o pagamento de propina também será convidado para falar.

Segundo o presidente da comissão, deputado Durval Ângelo, os fatos também indicam suposto envolvimento de agentes públicos da administração municipal em atividades criminosas na cidade, especialmente as relacionadas a jogos de azar.

Na reunião, Sargento Rodrigues questionou os presentes sobre denúncias relativas à violação de noteiros de máquinas caça-níqueis por peritos da Polícia Civil, durante uma operação para apreensão desses equipamentos. Durval Ângelo chamou a atenção para o fato de que máquinas apreendidas estariam retornando para as casas de jogos de azar.

Para Rodrigues, ficou claro que a exploração do jogo de bicho e caça-níqueis em Juiz de Fora tem ligação com o esquema de Carlos Cachoeira, em Goiânia. “Os aparelhos onde hoje se faz os jogos de bicho foram encomendados e vieram de Goiânia”, explicou.

Dados da Polícia Federal apontam que Juiz de Fora possui, proporcionalmente, um número muito maior de máquinas caça-níqueis e vídeo bingo do que o Rio. Além disso, nos últimos quatro anos em BH foram apreendidos 3 mil máquinas, enquanto que em JF, no mesmo período, foram encontrados 4 mil aparelhos.

Hoje em Dia

domingo, 22 de abril de 2012

Policiais também seriam donos de caça-níqueis

Policiais civis e militares são suspeitos de participar do esquema de corrupção envolvendo jogo do bicho e caça-níqueis não apenas recebendo propina, mas também como proprietários de máquinas espalhadas pela cidade. A denúncia deverá ser investigada pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) protocolada esta semana na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. A suspeita foi apontada por um militar ouvido durante Inquérito Policial Militar (IPM) aberto pela PM de Juiz de Fora. A venda da escala de serviço de PMs para bicheiros é outra acusação presente no mesmo documento. Os horários das operações contra a contravenção estariam sendo vendidos aos donos dos estabelecimentos ilegais, que pagariam pela informação, com o objetivo de escapar de um flagrante. 
Na cópia do depoimento obtida pela Tribuna, o denunciante afirma que, em conversa com um comandante e capitães sobre o êxito das operações de combate aos jogos de azar, ele teria indagado se o grupo de oficiais sabia onde estava mexendo, uma vez que esta questão de caça-níqueis seria uma máfia, com o envolvimento de policiais militares e civis, de todos os níveis, sendo alguns deles donos destes equipamentos. Segundo o policial, o comandante teria dito que tinha o conhecimento dos fatos e que era para ele continuar com o "excelente trabalho". 
Sobre a venda da escala de serviço de PMs para bicheiros, a suspeita teria surgido em um período de grande número de apreensões de caça-níqueis e dinheiro, com pessoas detidas. O denunciante afirmou ter notado que, quando a equipe comandada por ele entrava em serviço, os endereços a serem fiscalizados eram encontrados fechados. Diante dessa situação, ele entendeu que sua escala estava sendo comercializada. Ele teria comunicado o problema ao capitão a quem era subordinado. Sua equipe passou a trabalhar em horário diferente e, com a mudança, os militares sob seu comando passaram a localizar os pontos de jogos abertos, resultando em diversas apreensões e prisões. 

Comandante geral Continue lendo na TRIBUNA DE MINAS