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quarta-feira, 27 de maio de 2015

Tenente-coronel é preso suspeito de desviar dinheiro


REYNALDO TUROLLO JR.
DE SÃO PAULO
Ex-capelão da Polícia Militar de São Paulo, padre da Igreja Católica e tenente-coronel, Osvaldo Palópito foi preso nesta segunda-feira (25) sob suspeita de improbidade administrativa e prática de crimes militares.
Osvaldo Palópito, em celebração na Luz (centro de SP)Palópito foi capelão da PM até o início deste ano, quando solicitou sua passagem para a reserva. Ele foi responsável pela paróquia Santo Expedito, na Luz (centro), onde funcionava a capelania.
A prisão preventiva, determinada pela Justiça Militar, foi pedida pelo coronel Levi Anastácio Félix, corregedor da PM e responsável pelo inquérito policial militar que investigava o oficial.
A informação de que o ex-capelão era alvo de investigações na Corregedoria da PM foi revelada em fevereiro pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. Segundo a reportagem, Palópito era então suspeito de enriquecimento ilícito e de ter desviado até R$ 2 milhões da Capelania Militar.
As suspeitas teriam surgido em 2009, mas apenas em 2014 a polícia entendeu haver indícios suficientes para a abertura de inquérito.
Durante a investigação, foram quebrados os sigilos bancário e telefônico do padre. Também foi cumprido um mandado de busca e apreensão em um imóvel no litoral norte de São Paulo. Continue lendo no blog flitparalisante

sábado, 9 de fevereiro de 2013

PADRE MILITAR que desviava dinheiro da IGREJA foi condenado.


padre cheregato condenado
   Segundo denúncia do Ministério Público Militar, além de ignorar procedimentos de registro dos valores, o capelão creditava em sua conta pessoal o dinheiro que recebia dos fiéis. A perícia contábil constatou, no período de 1997 a 2005, que o padre movimentou, em sua conta corrente, cerca de R$ 300 mil provenientes de dízimos e celebração de eventos como casamentos, batizados e doações da comunidade. O padre confirmou em juízo que deixou de registrar em livro, centenas de casamentos entre outras cerimônias religiosas.
 
Segundo artigo da Associação cearense do Ministério Público, o padre declarou que sentia a necessidade de um tratamento psiquiátrico, após serem apreendidas em sua resideência fotografias de jovens em poses eróticas ou se masturbando, alguns usavam fardamento da aeronáutica.
Segundo o STM José Severino Cheregato será penalizado em 3 anos de reclusão.
A defesa do acusado afirmou que o padre não cometeu o crime de peculato, pois os valores não eram bens da Aeronáutica e portanto não pertenciam à União, mas à Igreja Católica e que o capelão poderia dar o destino que quisesse às doações recebidas, inclusive arcar com seus custos pessoais.
capela militar aeronautica fortaleza   O advogado declarou que os valores apontados como sendo de origem ilícita, R$ 106 mil foram destinados a reformas e os outros R$ 200 mil eram provenientes do recebimento de doações e trabalhos externos realizados pelo religioso durante oito anos, o que daria uma renda média de R$ 2.400 reais por mês.  Em sede de preliminar, a defesa suscitou a incompetência da Justiça Militar para julgar o feito, sob o argumento de que os valores não eram bens públicos.  E no mérito pediu a reforma do acórdão.
Ao analisar a preliminar, o ministro relator Olympio Pereira da Silva Junior negou o pedido, assim como negou outra preliminar suscitada pelo Ministério Público Militar, com o argumento que o recurso tinha sido interposto fora do prazo.
No mérito dos embargos infringentes, o ministro negou provimento, afirmando que, mesmo sendo as doações dinheiro privado, o capelão estava na condição de militar e tinha o dever de zelar e dar boa destinação aos valores e não se apropriar, como fez. “Trata-se de desvio de bens que estavam sob a guarda da Aeronáutica e, portanto, da Administração Militar”, argumentou. Por maioria, os demais ministros da Corte acompanharam o voto do relator e mantiveram a condenação.