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sábado, 3 de novembro de 2012

Revista diz que Lula estaria envolvido em Homicidio de Prefeito de seu partido



Revista "Veja" traz reportagem sobre depoimento de Valério (Foto: Reprodução)
Uma reportagem publicada na revista "Veja" deste fim de semana relata trechos de um novo depoimento de Marcos Valério, condenado pelo Supremo Tribunal Federal como operador do mensalão, ao Ministério Público Federal. Segundo a reportagem, "Valério afirma que o PT lhe pediu dinheiro para calar um empresário" que ameaçava envolver o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu chefe de gabinete, Gilberto Carvalho, no assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, em 2002. Valério diz que negou dar o dinheiro, mas que o empresário acabou sendo pago por um amigo pessoal do ex-presidente.
Esse novo depoimento foi dado em setembro, quando Valério já havia sido condenado no julgamento do mensalão. Segundo reportagem publicada na quinta (1º) no jornal “O Estado de São Paulo”, que revelou a existência do depoimento, Valério marcou espontaneamente uma audiência com o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e pediu para ser incluído no programa de proteção à testemunha em troca de mais detalhes das acusações sobre o esquema do mensalão. O jornal afirma que o depoimento está sob sigilo.
A revista "Veja" traz pontos do que seria o depoimento. Valério, na condição de responsável por arrecadar dinheiro para financiar ações clandestinas do PT, diz que testemunhou uma cena de chantagem contra Lula e Carvalho, extorquidos por pessoas envolvidas na corrupção do governo Celso Daniel, entre eles, o empresário Ronan Maria Pinto, segundo a reportagem.
Ainda conforme a revista, Valério relata que foi chamado para resolver o problema e, durante reunião com o então secretário-geral do partido, Silvio Pereira, e Ronan Maria Pinto, disse: "Nisso aí eu não me meto, não". Valério diz, conforme "Veja", que Ronan obteve a propina e que o pagamento foi feito por um amigo pessoal de Lula. "Envolve um banco que não faz parte do mensalão", segundo ele disse.
Celso Daniel era prefeito de Santo André (SP) pelo PT quando foi sequestrado em 18 janeiro de 2002 na Zona Sul de São Paulo. Seu corpo foi encontrado dois dias depois numa estrada em Juquitiba, na região metropolitana. A investigação da polícia concluiu que ele foi vítima de um crime comum. Mas promotores dizem que ele foi morto a mando de um grupo que comandava um esquema de propina em Santo André, do qual Ronan Maria Pinto faria parte.
O Instituto Lula, que representa o ex-presidente, e o procurador-geral da República informaram ao G1 que não vão se pronunciar sobre a reportagem.
Procurada pelo G1, a assessoria do ministro Gilberto Carvalho informou, por meio de nota, que ele "desconhece" a denúncia publicada por "Veja" e que "nunca teve conhecimento de qualquer ameaça ou chantagem feita pelo senhor Ronan Maria Pinto, diretamente ou por terceiros". Carvalho, segundo a nota, afirma que "nunca teve qualquer contato com Marcos Valério, nem pessoalmente, nem por email, telefone ou outro meio".
Segundo a revista "Veja", Silvio Pereira não foi localizado. O G1 tentou contato e não conseguiu.
Valério diz que tem mais revelaçõesSegundo a reportagem da revista "Veja", Valério afirmou ter mais para contar sobre o esquema, ter como provar que Lula "sabia de tudo" e que passaram pelos caixas do mensalão R$ 350 milhões, mais do que o valor rastreado pelas investigações.
Valério, de acordo com a revista, também teria o que revelar sobre o escândalo dos aloprados, ocorrido em 2006, quando militantes petistas foram presos em um hotel de São Paulo com R$ 1,7 milhão em dinheiro, que seria usado para comprar um falso dossiê contra adversários do partido. Segundo a revista, Valério afirmou saber o nome do empresário que arrumou o dinheiro.
Acusado pelo Ministério Público de ser o operador do mensalão, Valério foi considerado culpado pelo Supremo por cinco crimes (corrupção ativa, evasão de divisas, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e peculato) e condenado a 40 anos, 1 mês e 6 dias de prisão - até o final do julgamento o tamanho da pena ainda pode mudar. As penas de prisão e multa ainda serão ajustadas e podem aumentar ou diminuir a depender da "coerência" e do papel de cada um no esquema, segundo ministros do Supremo.
Valério responde a cerca de dez processos pelo país, como a ação sobre o mensalão tucano e suposta fraude em empréstimo no BMG, que tramitam em Minas Gerais.
Segundo o procurador-geral da República, eventuais informações que Marcos Valério pudesse fornecer por meio de um acordo de delação premiada não poderiam mais ser utilizadas no processo do mensalão, em fase final de julgamento no STF (leia: "Informação resultante de delação não poderia mais ser usada, diz Gurg

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Polícia não quis investigar a fundo morte de Celso Daniel, diz promotor do caso


Guilherme Balza Do UOL, em São Paulo

O júri de cinco acusados pela morte de Celso Daniel, um dos crimes mais misteriosos da história recente do país, será realizado nesta quinta-feira (10), no Fórum de Itapecerica da Serra (Grande São Paulo). Até agora, o único condenado pela morte do ex-prefeito de Santo André  foi Marcos Bispo dos Santos, que pegou 18 anos de prisão após condenação do júri em novembro de 2010.

Agora, serão julgados Elcyd Oliveira Brito, Itamar Messias da Silva Santos, Ivan Rodrigues da Silva, José Edison da Silva e Rodolfo Rodrigo dos Santos Oliveira. Todos faziam parte de uma quadrilha da favela Pantanal, na divisa da capital com Diadema. Eles são acusados de homicídio duplamente qualificado e podem ser condenados de 12 a 30 anos de prisão.

O inquérito policial que levou os acusados ao banco dos réus concluiu que a morte do ex-prefeito de Santo André (SP), em 18 de janeiro de 2002, no município de Juquitiba (também na Grande SP) foi um crime comum, resultado de um sequestro mal executado pela quadrilha.

O promotor de Justiça Roberto Wider Filho, que investigou a morte de Daniel, contesta a versão da polícia e afirma que o assassinato do ex-prefeito foi encomendado por uma quadrilha responsável por um esquema de corrupção na Prefeitura de Santo André, cujo objetivo era levantar recursos para financiar campanhas eleitorais do PT (Partido dos Trabalhadores). Para ele, a investigação policial foi “incompleta” e deixou de apurar as “verdadeiras razões da morte”.

QUEM FOI CELSO DANIEL
Celso Daniel nasceu em 16 de abril de 1951 em Santo André. Foi professor de economia e ciências sociais da FGV e PUC e participou da fundação do PT. Foi eleito prefeito de Santo André em 1989, 1997 e 2000, um ano antes de sua morte.
Em 1994, elegeu-se deputado federal com 97 mil votos. Pouco antes de morrer, havia sido escolhido para coordenar a campanha Lula à Presidência. Era cotado para ser um dos ministros do primeiro escalão do governo de Lula. Continue lendo no Blog FLIT PARALISANTE

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

O que todos deveriam saber...


PAULO BERNARDO – MINISTRO DAS COMUNICAÇÕES
É MARIDO  DA SENADORA GLEISI HOFFMANN
– CHEFE DA CASA CIVIL.

GILBERTO CARVALHO – SECRETÁRIO GERAL DA PRESIDÊNCIA É IRMÃO DA MIRIAN BELCHIOR, MINISTRA DO PLANEJAMENTO.

ESSA MIRIAN BELCHIOR JÁ FOI CASADA COM O CELSO DANIEL, EX PREFEITO DE SANTO ANDRÉ, QUE MORREU ASSASSINADO.


A doutora Elizabete Sato, delegada que foi escalada para investigar o processo sobre o assassinato do Prefeito de Santo André, Celso Daniel, é tia de Marcelo Sato, marido da Lurian, que, apenas por coincidência, é filha do ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva (aquela que o Collor denunciou o Lula).

Exatamente: Marcelo Sato, o genro do presidente da República, é sobrinho da Delegada Elisabete Sato, Titular do 78º DP, que demorou séculos para concluir que o caso Celso Daniel foi um "crime comum", sem motivação política.

Também apenas por coincidência, Marcelo Sato é dono de uma empresa de assessoria que presta serviços ao BESC - Banco de Santa Catarina - BESC (federalizado), no qual é dirigente Jorge Lorenzetti (churrasqueiro oficial do presidente Lula e um dos petistas envolvidos no escândalo da compra de dossiês).

E ainda, por outra incrível coincidência,
o marido da senadora Ideli Salvatti (PT) é o Presidente do BESC.

CONCLUSÃO:

"OS POVO TÁ DORMINDO. NÓIS TÁ ACORDADO. NÓIS CUMPANHERO SOMO VERDADEIRAMENTE UNIDO PRA FAZÊ O QUE NUNCA ANTES FOI FEITO NESSE PAÍS"

Finalmente,  pergunto:  Tudo isso é coincidência ou FORMAÇÃO DE QUADRILHA?

Ah.. não se esqueçam que, enquanto a ex mulher de Celso Daniel faz parte desse grupo (que coisa, heim?), o irmão e a cunhada do Celso estão "asilados" na França, vivendo e convivendo muito mal, como asilados políticos, para não serem assassinados, tal qual o irmão...

E, ah mais uma vez: Celso Daniel morreu assassinado, após sequestro...

E, sabe porque?

porque "abriu" a boca em relação à corrupção na Prefeitura PETISTA de Santo André,onde ele era prefeito e o "cumpadi" do ex presidente Lula (o hoje "todo poderoso" Gilberto Carvalho) era um dos "secretários/assessores/chefe de campanha".

fernando - ctce - uberlândia"