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terça-feira, 5 de junho de 2012

SGT PM E POLICIAL CIVIL SÃO ENCONTRADOS MORTOS


Suspeita é de que crime em Monte Belo do Sul teve motivação passional


O final de um relacionamento amoroso é a hipótese investigada pela Polícia Civil para explicar as mortes do sargento da Brigada Militar (BM) Sérgio Luis de Campos Chagas, 35 anos, e da inspetora Varinia Bedina, 31 anos, ontem em Monte Belo do Sul, na Serra. Os corpos foram encontrados em uma sala da casa ocupada pelas duas corporações no centro do município de cerca de 3 mil habitantes.

Por volta das 13h30min, uma sequência de estampidos apavorou moradores da cidade. Em um primeiro momento, quem seguia para o trabalho pelas calçadas da Rua João Salvador, no Centro, pensou que se tratava de um assalto a banco. Foi o caso de um agricultor de 42 anos que naquele instante deixava a mulher no serviço, perto da praça central, e dali levaria a filha para o colégio.

– Escutei um tiro de pistola atrás do outro. Mandei minha mulher entrar logo onde ela trabalha. Mas quando passava de carro pela frente da Brigada Militar e da Polícia Civil, percebi que o barulho vinha lá de dentro. Fui embora ligeiro, levando minha filha – conta o produtor rural, que prefere não ser identificado.

Poucos minutos depois, a origem dos disparos atraía dezenas de curiosos para os arredores da casa onde funcionam as duas repartições e o Conselho Tutelar. Dois PMs correram para a sede policial, que estava fechada, o que não é comum. Após arrombar uma janela dos fundos, um policial militar encontrou um cenário assustador. Na sala da Polícia Civil, os corpos dos dois policiais – ele, comandante da BM na cidade. Perto das pernas do PM havia uma pistola .40. Sobre uma mesa estava outra pistola do mesmo calibre.

A dupla de PMs logo acionou colegas de farda, policiais civis e peritos. Quando o grupo de servidores chegou à sede das repartições, uma especulação sobre a tragédia já corria pelas ruas de Monte Belo do Sul: o sargento teria matado a inspetora, com quem manteria um relacionamento amoroso, e se suicidado.Continue lendo no Blog Mazelas Policiais

foto: ZERO HORA, 05 de junho de 2012 | N° 17091.

sexta-feira, 9 de março de 2012

JUSTA HOMENAGEM DE PESO: MICHELE OBAMA E HILLARY CLINTON PRESTARAM HOMENAGEM A UMA PM DO RIO

O Departamento de Estado americano premiou nesta quinta-feira (8) "a liderança e a coragem excepcional" da major da Polícia Militar Pricilla de Oliveira Azevedo, primeira mulher a comandar uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) no Rio de Janeiro.
Por conta do Dia Internacional da Mulher, a secretária de Estado, Hillary Clinton, presidiu em Washington a entrega anual dos prêmios com os quais os Estados Unidos distinguem mulheres com coragem ao redor do mundo.
A major Pricila chora ao ser homenageada durante cerimônia nesta quinta-feira (8) (Foto: Alex Wong/Getty Images/AFP)Ao lado de Michelle Obama, a major Pricila chora ao ser homenageada durante cerimônia nesta quinta-feira (8) (Foto: Alex Wong/Getty Images/AFP)
O Departamento de Estado louvou o papel de Pricilla na pacificação das favelas do Rio, onde enfrentou traficantes perigosos e chegou a sofrer um sequestro-relâmpago em 2007.
"Seu trabalho criou não apenas um programa modelo, também representou uma melhoria das condições das pessoas que vivem nessas circunstâncias", apontou um porta-voz do Departamento de Estado.
A major se emocionou e chorou durante a cerimônia. Ela foi uma das dez vencedoras do prêmio e recebeu o troféu das mãos da primeira-dama dos EUA, Michelle Obama.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Parada gay homenageia comandante de batalhão da PM

Tenente-coronel recebe honraria por dar apoio aos eventos LGBT em Madureira

Rio - A Parada Gay de Madureira surpreendeu ontem ao escolher um policial militar para homenagear. A honraria, que é novidade nos 11 anos do evento, foi concedida ao comandante do 9º BPM (Rocha Miranda), o tenente-coronel Cláudio dos Santos. O motivo é o apoio que ele sempre dá aos eventos LGBT do bairro.

A homenagem foi feita pela organizadora do evento, Loren Alexander, em cima do trio elétrico: “O comandante age de igual para igual sempre”. Santos foi efusivamente aplaudido pela multidão que tomou as ruas de Madureira. Fardado, o militar destacou em seu agradecimento que seu papel é garantir a segurança, independente do evento: “Os frequentadores da Parada podem contar com a Polícia Militar. Qualquer problema que tiverem em relação à segurança, não hesitem em chamar um de nós”. Santos recebeu a homenagem no único dos 10 trios elétricos em que não havia drag queens, dançarinos, jogo de luz e bolas coloridas.
O tema da festa era por um Rio de Janeiro sem preconceito. E preconceito era o que não se via. Para Adriana Barbosa, 25 anos, a Parada é fundamental para mostrar o apoio dos heterossexuais à causa: “Venho com a minha família todo o ano para lutar contra a homofobia”.

Em maio, o governador Sérgio Cabral avisou que militares homossexuais do estado poderiam desfilar fardados na Parada Gay, o que não se viu em Madureira. Dia 9 de outubro, o mesmo evento acontece na orla de Copacabana.

ODIA