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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Coronel (que depôs na Comissão da "Verdade") é encontrado morto no Rio

Paulo Malhães durante seu depoimento à Comissão da Verdade, em março - Marcos Arcoverde/Estadão - 25.03.2014
Rio - O coronel reformado do Exército Paulo Malhães foi encontrado morto na manhã desta sexta-feira, 25, no sítio em que morava em Nova Iguaçu (cidade na Baixada Fluminense). O corpo apresentava marcas de asfixia, segundo a Polícia Civil.


Malhães prestou depoimento em março à Comissão Nacional da Verdade em que relatava ter participado de prisões e torturas durante a ditadura militar. Dias antes, à Comissão Estadual da Verdade do Rio, afirmou ter sido um dos chefes do grupo envolvido com a prisão do ex-deputado Rubens Paiva, morto sob tortura em dependências do Exército em 1971. Na ocasião, admitiu ter participado da operação de sumiço do corpo do parlamentar, mas ao falar à Comissão Nacional voltou atrás nas declarações e negou envolvimento no caso.
De acordo com o relato da viúva do coronoel Cristina Batista Malhães, três homens invadiram o sítio de Malhães na noite desta quinta-feira, 24, à procura de armas. O coronel seria colecionador de armamentos, disse a mulher aos policiais da Divisão de Homicídios da Baixada que estiveram na propriedade.
Cristina disse que ela e o caseiro foram amarrados e trancados em um cômodo, das 13h às 22h desta quinta-feira pelos invasores.
Em seu blog, o coronel reformado do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra, afirmou que Malhães foi assassinado e, no mesmo texto, lembrou a morte de outro coronel, também ex-agente da ditadura, Júlio Miguel Molina Dias, ocorrida em 2012. Ustra comandou o DOI-CODI, em São Paulo, entre 1970 e 1974. No fim de março, durante atos que lembraram os 50 anos do golpe militar, Ustra foi alvo de manifestações de grupos de direitos humanos que pedem a punição de ex-agentes da ditadura.

sábado, 9 de novembro de 2013

Testemunhas e perito acreditam que ex-presidente do Brasil, foi assassinado



Em entrevista exclusiva exibida no programa SBT Brasil na noite desta sexta-feira (8), o caminhoneiro Ademar Jahn, que testemunhou os últimos minutos de vida do ex-presidente Juscelino Kubitschek em 1976, na rodovia Presidente Dutra, em Resende (RJ), contou que, quando o carro em que JK estava atravessou o canteiro da via, o condutor do Opala já estava debruçado sobre o volante. Apesar de ter contado a versão à Polícia Rodoviária na época, ele afirma que nunca foi procurado pelas autoridades.
A versão oficial aponta que o motorista de ônibus da empresa Cometa Josias Nunes de Oliveira teria provocado o acidente que matou JK, mas ele nunca assumiu a culpa e lembra que viu o carro em que o presidente estava perder o controle em uma curva. Segundo o motorista do ônibus, ele recebeu oferta de dinheiro para mudar o depoimento na Comissão da Verdade, mas conta que não aceitou.
O perito Alberto Carlos, que reabriu o caso em 1996, diz acreditar que Juscelino foi vítima de uma trama que envolveu a participação de um atirador de elite que teria baleado o motorista de JK. O legista, que acompanhou a exumação do corpo do motorista do ex-presidente, afirma que havia uma perfuração no crânio dele.  

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Revanchistas querem usar Disposição Transitória da Constituição para tornar nula a Lei de Anistia

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net 
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Por Jorge Serrão

Tratem de se cuidar os militares (ainda vivos) que atuaram na repressão contra guerrilhas urbanas e rurais que promoveram a violenta luta armada, assaltos, seqüestros e mortes para implantar o comunismo no Brasil, nas décadas de 60 e 70. A ala ideologicamente radical do governo já inventou um jeitinho criativo de neutralizar e, tecnicamente, revogar a Lei de Anistia (Lei n° 6.683), promulgada pelo presidente João Baptista de Figueiredo, em 28 de agosto de 1979.

A não concessão de anistia e reparação financeira ao “Cabo” Anselmo pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça foi apenas o primeiro teste para uma nova tese que invalida a Lei de Anistia promulgada no governo dos presidentes militares. Para anulá-la de uma vez, permitindo a punição unilateral de agentes do Estado (e não dos militantes que cometeram crimes hediondos), os criativos revanchistas apelam para uma manobra pseudo-constitucional.

Os membros da Comissão de Anistia, da Comissão da Verdade e os autoproclamados promotores da tal “Justiça de Transição” (transição para quê (?), ninguém ainda explicou) defendem a questionável ideia de que a Lei de Anistia de Figueiredo de nada vale. Para derrubá-la, alegam que ela foi superada e anulada pela regra de anistia escrita nas disposições transitórias da Constituição de 1988, que foi regulamentada pela Lei nº 10.559, de 13 de novembro de 2002. Malandramente, a regra não fala em anistia aos militares da ativa. É esta brecha que os revanchistas querem usar para passar por cima da Lei de Anistia de 1979.

O Artigo 8º das disposições transitórias prescreve: “É concedida anistia aos que, no período de 18 de setembro de 1946 até a data da promulgação da Constituição, foram atingidos, em decorrência de motivação exclusivamente política, por atos de exceção, institucionais ou complementares, aos que foram abrangidos pelo Decreto Legislativo nº 18, de 15 de dezembro de 1961, e aos atingidos pelo Decreto-Lei nº 864, de 12 de setembro de 1969, asseguradas as promoções, na inatividade, ao cargo, emprego, posto ou graduação a que teriam direito se estivessem em serviço ativo, obedecidos os prazos de permanência em atividade previstos nas leis e regulamentos vigentes, respeitadas as características e peculiaridades das carreiras dos servidores públicos civis e militares e observados os respectivos regimes jurídicos. Continue lendo no ALERTA TOTAL

terça-feira, 22 de maio de 2012

Comissão da "Verdade" versus CPI do Cachoeirinha

   O PT é a marca da incoerência, quando tenta ludibriar o povo escondendo da imprensa documentos e alguns trabalhos da CPI, quando protege a DELTA, quando blinda governadores, (aliás, todos da base), Sérgio Cabral do Rio, Marcone Perillo-GO e Agnelo Queiros-DF. Por quê não se instala a comissão da verdade e de verdade contra o manancial de corrupção? Muitos esquerdistas poderiam dizer que não houve mortes...e quantos morrem nas filas dos hospitais esperando atendimento?

  Muitos se camuflam sob o manto do heroísmo, de que lutaram pela pátria ao tentar introduzir o modelo comunista no Brasil. Esses mesmos "heróis" é que fazem de tudo para esconder a verdade da corrupção em que o brasileiro está submetido, e por outro lado, fazem  a comissão que irá investigar apenas um lado da história, assim como a CPI irá investigar uma parte do rombo, e maioria dos culpados ficarão impunes, e a maioria dos terroristas ficarão anônimos...
           
     Por Marcelo Anastácio - Blog No Q.A.P

PT e PMDB blindam Cavendish para esconder corrupção no PAC

Não demorou muito para se dissipar a expectativa positiva de que a CPI do Cachoeira poderia resultar em algum avanço no combate à corrupção. Às críticas à noticiada intenção do governo e partidos alinhados de limitar as investigações sobre a teia montada pelo contraventor goiano nos três poderes, o relator da comissão, deputado Odair Cunha (PT-MG), reagiu com veemência. Em artigo publicado no GLOBO, garantiu que as investigações seriam as necessárias para desvendar as relações (de Cachoeira) "com esferas de governo e seus mandatários, parlamentares, corporações empresariais e funcionários de tais corporações".

A promessa, porém, não será cumprida na primeira fase da CPI, definida na semana passada. As atenções estarão voltadas apenas à atuação do esquema na Região Centro-Oeste. Cachoeira está na relação dos depoentes, mas dela não consta um elo que parece chave no esquema, Fernando Cavendish, dono da Construtora Delta, ligada à máfia de Cachoeira.

Há indícios de que Congresso e Executivo temem um depoimento franco de Cavendish. Afinal, alguém que diz, em conversa gravada, que põe milhões de reais nas mãos de político para conseguir o que quer deve ter sido protagonista de muitas cenas picantes nos bastidores das finanças da baixa política. Também por ter sido a Delta a maior empreiteira do PAC, o empresário frequentou com assiduidade gabinetes brasilienses. 

Talvez pelo bom relacionamento no poder, o empreiteiro tenha recebido o tratamento VIP de ter sua construtora absorvida pela holding J&S, beneficiária de crédito subsidiado do BNDES, acionista da principal empresa do grupo, o frigorífico JBS. A investigação sobre Cavendish se justifica pela conexão entre ele e Cachoeira, por meio de remessas milionárias para empresas laranjas do contraventor. Nenhum governador consta dos depoimentos desta fase da CPI, nem Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, localizado no Centro-Oeste. 

Já Sérgio Cabral continua um assunto fora de pauta, pois, até agora, não surgiu qualquer evidência de operações suspeitas da dupla Cachoeira/empreiteiro com o governo fluminense. Por enquanto, o que há são registros da amizade do governador com Cavendish. Se novos fatos surgirem, que se convoque Cabral, assim como precisam ser chamados Perillo e Agnelo Queiroz (PT-DF).

A preocupação com o que pode revelar Fernando Cavendish parece ter arrefecido até mesmo os radicais do PT, interessados em manipular a CPI para constranger a imprensa profissional e dar um troco em "Veja", pelas reportagens sobre corrupção com o envolvimento de militantes graduados da legenda. E como também o PMDB não aceita participar desta aventura, ao lado de Collor, outro interessado, por razões conhecidas, a investir contra a imprensa, a manobra parece se frustrar. Assim como a tentativa de criar embaraços ao procurador-geral Roberto Gurgel, por ser ele quem encaminhará a denúncia contra os mensaleiros no STF.

O fracasso de tentativas de uso espúrio da CPI merece comemoração. Mas, infelizmente, ela pode frustrar quem a considerava chance rara de se mapear a infiltração de um braço do crime organizado no Estado. Os temores parecem tantos que há o risco de um acordão para tratar o escândalo como um caso regional. Será lamentável. (Editorial de O Globo intitulado Temor de Políticos ameaça a CPI)

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Ministro da Justiça ataca militares

Hoje o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, dá entrevista ao Estadão, onde fala sobre a Comissão da Verdade. Vale destacar apenas uma pergunta e uma resposta, quando o mesmo se refere às declarações de militares da reserva, que se organizam no Clube Naval para reagir a uma eventual parcialidade nas investigações.

Estadão: Mas há insatisfações. O Clube Naval, por exemplo, anunciou a criação de uma "comissão paralela" para acompanhar os trabalhos da Comissão da Verdade.

Ministro da Justiça: Nós vivemos numa democracia. Então, mesmo aqueles que no passado foram contra essa democracia hoje podem se valer dela para expressar suas opiniões. Talvez um dia, quem sabe, eles se convençam de que a democracia é bem-vinda.

Para este ministro, a história já está reescrita. Os terroristas, guerrilheiros e assassinos que mataram mais de 100  inocentes, roubaram bancos e atacaram instalações militares, queriam tomar o poder para implantar uma democracia. Para isso, eles eram treinados em Cuba, uma democracia que já dura mais de 50 anos. Para isso, eles tinham um manual escrito pelo seu maior líder, que orientava para o justiçamento sumário companheiros suspeitos como forma de dar exemplo. Esta é a Justiça democrática que o ministro da Justiça do PT não quer investigar. Não surpreende. O PT quer acabar com a liberdade de imprensa. Quer implantar o kit gay em escolas. Quer acabar com a Lei da Anistia, para colocar o Brasil em conflito. E que ao mesmo tempo enfrentará, em semanas, o julgamento pelos crimes do Mensalão, que mostrou que a sofistica organização criminosa dos tempos do regime militar apenas sofisticou os seus métodos. Mas continuou assaltando bancos. 

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Militares na reserva lançam hoje a Comissão Paralela da Verdade, já que CV da Dilma não pretende apurar 119 atentados e assassinatos da esquerda



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Por Jorge Serrão

A pretensa Comissão da Verdade já recebeu uma lista de 119 atentados e assassinatos que teriam sido praticados por militantes da esquerda. No entanto, a maioria dos 7 membros da CV não pretendem priorizar tais casos. A CV só pretende se debruçar sobre as sempre pregadas “violações de direitos humanos” que teriam sido praticadas por agentes do Estado entre 1964 e 1985. A intenção velada é criar pré-condições políticas para uma revisão da Lei de Anistia de 1979.

Militares não aceitam tal golpe dos militantes ideológicos. Por isso, logo mais, vão instituir, no Clube Naval, a "Comissão Paralela da Verdade". O trabalho extraoficial tem apoio, direto, dos militares na reserva e, discreto, dos oficiais na ativa. A intenção é oferecer uma alternativa aos membros da CV e à turma de esquerda no Ministério Público que defendem a contraditória “Justiça de Transição” (para quê, ninguém diz?). Osmilitares não aceitam as manobras para driblar ou anular a Lei de Anistia – já sacramentada pelo STF.

O ato de posse dos componentes da CV, que receberão R$ 12 mil mensais pelo trabalho, foi uma cerimônia simbolicamente patética, no Palácio do Planalto. Além de parentes de presos políticos desaparecidos, a cerimônia misturou a Presidenta Dilma Rousseff com os ex-Presidentes José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique e Lula da Silva. No mesmo balaio de gatos, estavam os notórios os mensaleiros José Dirceu e José Genoino junto com os ministros do Supremo Tribunal Federal que vão julgá-los e o Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, que vai acusá-los pelos crimes no mensalão.

No evento também estavam os Comandantes Militares. Juniti Saito (Aeronáutica), Enzo Peri (Exército) e Júlio Moura (Marinha) aplaudiram os discursos, mas sem muito entusiasmo. Assim que o evento acabou, saíram o mais depressa possível do Palácio. Nos bastidores, a maior bronca dos militares da ativa seria com a indicação de Rosa Maria Cardoso da Cunha. A advogada que defendeu a ex-guerrilheira e hoje Presidenta Dilma Rousseff, nos tempos da “dita-dura”, ficou de filme queimado depois que manifestou, publicamente, que a CV não vai apurar os crimes cometidos por militantes de esquerda. Continue lendo no ALERTA TOTAL

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Uma Comissão da Verdade para fazer "desaparecer" um lado da História?

Uma das coisas mais insanas que vem ocorrendo no mundo é o surgimento de "historiadores" que querem revisar o Holocausto, reduzindo a importância  daqueles crimes hediondos e até mesmo negando que havia um plano de extinção em massa contra os judeus. Hitler não teria feito nada mais do que implementar um plano de imigração dos judeus para o Leste Europeu e a "escala" de milhões assassinados em campos de concentração teria sido um episódio menor. 

Aqui no Brasil, a Comissão da Verdade, que surge para dar ao povo o direito à sua História, não quer investigar os assassinatos, os atos de terrorismos, os assaltos a bancos, as mais de 100 mortes cometidas por gente que, hoje, está no poder. Na verdade, quer revisar a História e apagar estes crimes. Dilma, por exemplo, estava lutando para implantar uma ditadura comunista no país, no modelo de Cuba, de quem recebeu treinamento militar. Sua organização assaltou, matou, torturou, justiçou. Dilma foi presa, condenada, cumpriu pena por suas atividades terroristas. Não deve nada. Mas muitos, como José Dirceu, o chefe da sofisticada organização criminosa do Mensalão, fugiu do país. O mesmo ocorreu com Franklin Martins, que lidera um movimento para acabar com a liberdade de imprensa. Ou com Aloysio Nunes, amigo dileto de FHC, que é contra investigar os seus amigos. 

Qual o problema destes senhores deporem na Comissão da Verdade e pedirem perdão pelos seus crimes contra pessoas, gente, jovens, sem considerar que havia um Estado ou não envolvido? A Comissão da Verdade assumirá feições neonazistas se quiser fazer "desaparecer" uma parte da História. Justamente a História suja e criminosa da esquerda brasileira que, depois de tentar pelas armas e pelo crime, chegou ao poder pelo voto. Que submetam-se à Comissão da Verdade para contar a História completa, inteira, pacificando o país. Fonte: Blog Coturno Noturno

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Exército censura artigo de general sobre Comissão da Verdade

Um artigo publicado pelo Estado de São Paulo no sábado, assinado pelo general de Exército Rômulo Bini, pede o fim do silêncio pelos militares. O texto do general Bini – que convoca os militares da reserva e até os chefes para suspenderem o silêncio que se impuseram, para questionarem a Comissão da Verdade, que chama de revanchista, e pede que reajam aos insultos que a categoria vem recebendo – desagradou ao comandante do Exécito, general Enzo Peri. Há preocupação de que um artigo de um oficial general como Bini, que sempre esteve longe de qualquer radicalismo, sirva de incentivo para outros oficiais, até mesmo da ativa, se manifestem, desencadeando um problema interno com várias vertentes, que começa com a Comissão da Verdade e passa, obrigatoriamente, pela insatisfação salarial, que é imensa. Justamente para evitar a propagação das ideias do general Bini, o artigo dele não foi incluído na resenha do Exército, nem de sábado, nem de domingo, que chega a todas as unidades militares do País. (Com informações do Estadão)

sábado, 31 de março de 2012

31 DE MARÇO DIA DE REFLEXÃO E PATRIOTISMO

       Hoje é uma data diferente, 31 de março, dia comemorativo da tomada do poder pelo Exército Brasileiro, que foi financiado pelos EUA, contra o avanço do comunismo. Me lembro quando criança que não pudíamos fazer comentários em público, contra os militares. Mas, em casa sempre ouvia lamúrias, relatos que desaprovavam o golpe de 64, e criança que sempre repete tudo, então repetíamos na ruas o que ouvíamos dentro de casa...e hoje tenho a noção exata do risco que trazia para minha mãe, ao reproduzir tais comentários.

         Historicamente sempre ouvimos que os militares estavam para o povo brasileiro o mesmo que lobo-mau estava para vovozinha. Minha geração cresceu ouvindo que era preciso democracia, liberdade, etc. Hoje infelizmente continuamos a clamar por tudo isso, e mais, pedimos o fim da corrupção, liberdade de imprensa, proteção as nossas fronteiras, apoio as nossas indústrias. 

          Então a pergunta é óbvia: - Se os militares eram tão ruins, assassinos, perversos, então porque as perguntas continuam sendo feitas até hoje? Já imaginaram se Dilma e seu bando tivesse tomado o poder naquela época, o que seria do Brasil? Quantos José Dirceu, José Genuíno, Palocci, filhos de LULA teríamos? Talvez estivéssemos pior que a Etiópia...então vemos alguns esquerdistas citar o único exemplo, e péssimo aliás, que o modelo de CUBA? As perguntas são as mesmas: porque existe protestos, porque existem refugiados, porque só o FIDEL é rico? Ele defende CUBA do quê, defende seu povo pra quê?
                    
              Atualmente se fala em comissão da verdade, uma grande balela, pois se matou para coibir a entrada do comunismo, muitos militares também morreram por essa causa, muitos inclusive assassinados pela presidente Dilma Rousseff. E mais, se os militares ficaram mais de vinte anos no poder, com certeza tiveram o apoio popular.

            Hoje não sei se temos motivos para comemorar, até porque sejam militares, sem pró-comunistas, essa luta insana pelo poder em nada melhorou o nosso país, que continua convivendo com fome, analfabetos e corruptos. Muito nos queixamos dos piratas, dos estrangeiros que exploram o povo, da escravidão, mas, afinal o que fazemos para o Brasil? Copa do Mundo ou Olimpíadas...isso é um aluguel de luxo, alugaremos para a FIFA e Comitê Olímpico. Quantas melhorias poderiam ser feitas com esse dinheiro? Construir estádio no Amazonas...é sacanagem mesmo...nem futebol tem...será a copa do mundo dos corruptos...

             Esse 31 de março deve ser um dia de reflexão, nem esquerda nem direita, todos temos que ser brasileiros, nos atos, nas práticas, e cobrarmos do Congresso como cobramos dos jogadores que perdem um pênalti. Essa data deveria servir de reflexão para nos enxergarmos atrasados e ludibriados pela megalomania de querer ser grande. Não são obras que nos levarão para o primeiro mundo, é o nosso povo educado, com dentes na boca, com mão de obra qualificada. Chega de ser cavalos das elites políticas, financeiras ou qualquer outra que não tenha como objetivo o povo brasileiro.


        Marcelo Anastácio, um brasileiro acima de tudo!
        

sexta-feira, 30 de março de 2012

Guerra aos militares e “Justiça de transição” contra nossa soberania ameaçam democracia no Brasil

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Por Jorge Serrão

Os filhotes da ditadura na Era Nazipetralha deram um espetáculo dantesco ontem à tarde, atentando violentamente contra a liberdade de oficiais na reserva que foram celebrar, antecipadamente, os 48 anos do movimento civil-militar de 31 de março de 1964. Mais grave que a arruaça anti-democrática promovida por uns 350 jovens inocentes-inúteis em frente à sede do Clube Militar, no Rio de Janeiro, é a motivação internacionalista de todo um movimento para desmoralizar e enfraquecer o poder militar brasileiro.

Pregando a questionável tese da “Justiça de Transição” (aliás, pergunte-se: transição para quê? Para uma ditadura globalitária?) -, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos abriu, oficialmente, uma investigação para apurar por que o Brasil não investigou e puniu os responsáveis pelo assassinato, sob tortura, do jornalista Vladimir Herzog, em 1975. A Advocacia Geral da União terá de analisar a petição número P-859-09 que recebida, de bom grado, pelos revanchistas da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

A tal “Justiça de Transição”, promovida pelos esquemas globalitários contra a soberania do Brasil, pretende que a Comissão da OEA atropele até o Supremo Tribunal Federal Brasileiro – que já reafirmou a validade da Lei de Anistia de 1979 – que perdoou crimes praticados pelos dois lados ideológicos de nossa mal contada história. Atualmente sob hegemonia de ministros indicados pelo governo petista, o STF terá de reiterar que a Anistia vale. Se fizer o contrário, as conseqüências institucionais podem ser gravíssimas para o frágil projeto de consolidação democrática no Brasil. Continue lendo no Alerta Total:>>>

Rio tem ato contra comemoração de aniversário de golpe militar de 1964


Os participantes reclamaram de uma palestra realizada hoje no Clube para lembrar o golpe, que ocorreu no dia 31 de março de 1964.

Os manifestantes tentaram fechar a Rio Branco e foram contidos pela PM que precisou usar gás de pimenta e bombas de efeito moral para conter os participantes do movimento.

A situação voltou a ficar tensa quando militares da reserva que participaram do evento no Clube deixavam o local. Eles chegaram a ser cercados pelos manifestantes que, aos gritos, os chamaram de "covardes" e "assassinos".

Os militares tiveram que contar com a ajuda de PMs para irem embora. Os policiais fizeram um corredor para que eles caminhassem do prédio até a entrada do metrô, na estação Cinelândia. Durante o tumulto, uma pessoa foi detida.

Os manifestantes trouxeram fotos de pessoas que teriam desaparecido durante o regime militar e pediram a reabertura dos arquivos da ditadura.

Fonte: Agência Estado/ig

quarta-feira, 28 de março de 2012

MANIFESTO EM APOIO AOS CLUBES MILITARES - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA POLÍCIA MILITAR DE SÃO PAULO

ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA POLÍCIA MILITAR DE SÃO PÁULO.

Manifesto Em Apoio aos Clubes Militares.

A função principal do Presidente de um país é pacificar a sua nação.

No nosso país a própria bandeira nacional conclama, imperiosamente, pela Ordem, para se conseguir o Progresso.

O Duque de Caxias notabilizou-se e ficou para a história, como o pacificador, muito mais pela habilidade e decência de evitar confrontos desnecessários que pelos seus feitos militares.
No atual governo da Presidente Dilma Rousseff assistimos a estimulações provocativas que preocupam a todos os brasileiros.

No exemplo mais recente, o Ministério Público Federal, que tem como finalidade precípua ser o órgão fiscalizador das leis, ignora a Lei da Anistia, reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal. Reabre processos contra os militares e agentes públicos que, durante o regime de exceção, participaram do triste episódio que ceifou vidas de ambos os lados.

Causa-nos preocupação, não pelos processos em si, mas pelo cenário que se reabre em questão, extremamente, intrincada, complexa, que no nosso entendimento deveria estar enterrada, até porque é ilegal: por contrariar a Lei da Anistia, a decisão do STF, a prescrição dos fatos ocorridos entre 1961 a1979, atenta contra o princípio da segurança jurídica, bem como colide frontalmente com a Lei 9.140/95 que criou a Comissão de Mortos e Desaparecidos, a qual reconheceu para todos efeitos legais a morte dos desaparecidos, necessário para que os respectivos parentes pudessem ser investidos nos direitos sucessórios. Oportuno registrar que dita Comissão foi sugerida pelos próprios banidos da época, como recurso de pacificação nacional, permitindo a volta de todos os exilados. Continue lendo: BLOG DO CORONEL PAULO PAÚL

sexta-feira, 16 de março de 2012

Globalitarismo da ONU versus Militares

Não resta a menor dúvida de que a guerra psicológica permanente contra os militares, relacionando-os sempre a “crimes de tortura e abusos contra os direitos humanos” durante o governo dos presidentes militares (1964-1985), tem o único objetivo de ferir a soberania do Brasil. A mais recente manifestação das Nações Unidas, diretamente de Genebra, comemorando a esdrúxula ação do Ministério Público Federal contra o coronel Sebastião Curió é mais uma ação comprovada do globalitarismo contra as Forças Armadas –que são as responsáveis constitucionais por nossa soberania. 

Quem é o porta-voz do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos, Rupert Colville, para se meter em assuntos internos do Brasil? Por acaso tal sujeitinho tem alguma representatividade para se meter em assuntos que dizem respeito ao nosso País. Mais grave ainda é o estrangeiro cagar sua coma lá de Genebra, para defender algo que é ilegal. A quebra da Lei de Anistia, que já foi claramente reconhecida por nosso Supremo Tribunal Federal. Só idiotas, petralhas e netos da meretriz têm a cara de pau de pregar que a Corte Interamericana de Direitos Humanos seja colocada acima de nosso STF.

A ONU e a tal Corte alegam que a nossa Lei de Anistia é inválida. Na visão dos globalitaristas, seguida por inocentes inúteis ou por agentes conscientes a serviço da Oligarquia Transnacional que mantém o Brasil eternamente colonizado, as investigações criminais e processos deveriam prosseguir. Estes inimigos internos e externos do Brasil conceberam a estúpida Comissão da Verdade – cujo presidente de honra deveria ser o boneco Pinóquio. Continue lendo no Alerta Total

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 16 de Março de 2011 
Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net 
Por Jorge Serrão