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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Homem invade escola e mata 26 nos EUA


Clique aqui e leia no G1


 Infelizmente é recorrente esse tipo de notícia nos Estados Unidos, onde é comum que as famílias tenham armas em casa. Na maioria dos estados é permitido o porte e geralmente se compram armas com a mesma facilidade com que se compra bananas. 

  As famílias estão sofrendo nesse momento, e o mais importante é enxergar que o problema é cultural. Essa megalomania, essa cultura de caça, esse espírito deve ser literalmente desarmado, sob pena de outras famílias e gerações, continuarem eternamente reféns dos tiros psicóticos de cidadãos que não poderiam estar nas ruas, muito menos armados. 

  A nação que se diz desenvolvida, politizada, deveria encarar esse problema de frente. Chorar em frente as câmeras, soa como hipocrisia...

   De que adianta ter o nível de homicídios baixos, se a probabilidade de acontecer novas tragédias é tremenda, diante das quantidades de armas que os cidadãos têm ou podem ter, dependendo do estado? Qual é o valor da vida? Quem determina esse valor, os homens ou as fábricas de armas?

sábado, 6 de agosto de 2011

Rio compra 1.000 armas com defeito para policiais de UPPs

A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro comprou cerca de mil carabinas para serem distribuídas aos policiais que trabalham nas novas UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora). Entretanto, as armas apresentaram defeito.

Enquanto esse armamento não vai para a tropa, os policiais trabalham com pistolas e armas não letais. Policiais reclamam que as armas fornecidas a eles são velhas e dizem se sentir inseguros, porque os criminosos usam fuzis e granadas.

Por Evelyn Moraes e Carolina Farias

Fonte: R7