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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Três homens são presos com 1.600 pedras de crack em Uberlândia




Fonte: UIPI

Parabéns ao Cabo Cristiano e aos demais militares belo trabalho. Para os que rotulam, os fofoqueiros e puxa-sacos, a resposta do Cabo Cristiano fala por si só...

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Governo investirá R$ 4 bi, para combater o crack até 2014

Ações estão estruturadas nos eixos cuidado, prevenção e autoridade, e serão desenvolvidas de forma integrada com estados e municípios


ROBERTO STUCKERT FILHO/PR
dilma crack
Dilma: 'Os verbos prevenir, cuidar e reprimir refletem a conjugação correta que pretendemos fazer'

O governo federal lançou nesta quarta-feira (7) um conjunto de ações para o enfrentamento ao crack, com previsão de investimento de R$ 4 bilhões até 2014. As ações estão estruturadas em três eixos - cuidado, prevenção e autoridade - e serão desenvolvidas de forma integrada com estados e municípios. As informações são da Agência Brasil.

Durante a cerimônia de lançamento, Dilma se referiu ao problema das drogas no país como uma tragédia humana que leva a pessoa a perder o sentido da própria existência, em uma ação autodestrutiva.

“Acredito que estes três verbos – prevenir, cuidar e reprimir – refletem a conjugação correta que pretendemos fazer por meio desse programa”, disse, ao se referir aos três eixos de atuação propostos pelo governo. O objetivo é aumentar a oferta de tratamento de saúde aos usuários de drogas, enfrentar o tráfico e as organizações criminosas, além de ampliar ações de prevenção.


No eixo cuidado estão previstas iniciativas para ampliar a oferta de tratamento de saúde aos usuários de drogas e a qualificação de profissionais. Será criada a rede de atendimento Conte com a Gente, com estrutura diferenciada para atender pacientes em diferentes situações e auxiliar dependentes químicos na superação do vício e na reinserção social.

Outra ação na área de cuidado será a criação de enfermarias especializadas nos hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS), com investimentos de R$ 670,6 milhões para a criação de 2.462 leitos exclusivos para usuário de drogas.

Esses leitos serão usados para atendimentos e internações de curta duração durante crises de abstinência e em casos de intoxicações graves. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para estimular a implantação desses espaços, o valor da diária de internação repassado pela Pasta aos Estados e municípios poderá ser quatro vezes maior - de R$ 57 para até R$ 200.

Ministro vê epidemia


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Drogas estão em 90% do Estado

Atendimento aos usuários é oferecido em apenas 3,9% das cidades mineiras
Municípios de Minas apontam impacto na saúde pública como maior problema do consumo de crack pelos usuários no Estado
A presença das drogas é um problema enfrentado por 90% dos municípios mineiros entre os 752 que responderam ao levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), divulgado ontem, em Brasília. O crack aparece na pesquisa como o principal entorpecente consumido em 75% das cidades do Estado, que está em 12º no ranking nacional em relação à penetração das drogas em seu território. O estudo foi realizado em 4.400 das 5.563 prefeituras do país.
O impacto direto do crack na saúde pública foi o campeão das respostas entre as prefeituras mineiras. Das cidades ouvidas, 44,5% disseram que o consumo de drogas tem provocado problemas na rede de atendimento.
Enquanto os números relacionados ao crack demonstram a escalada do problema, as políticas públicas de enfrentamento aparecem com dados desanimadores. Apenas 30 cidades mineiras (3,9%) afirmaram oferecer os serviços dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), programa responsável pelo tratamento de usuários de drogas. Entre as cidades entrevistadas, 219 não possuem o programa (29%) e 503 não responderam (66,8%).

Extraído de: Associação do Ministério Público de Minas Gerais  


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Bolsa Crack revolta cidadão!!!

QUE PAÍS É ESSE? BOLSA CRACK O FINANCIAMENTO AO CRIME ORGANIZADO !!!

"O governo estadual MINEIRO lançou DIA 03/10/2011 o cartão Aliança pela Vida, que vai auxiliar famílias de dependentes químicos. O programa, que já ganhou o apelido de ´bolsa-crack´, vai liberar R$ 900 para internações e transporte. Serão beneficiadasfamílias com renda mensal menor que dois salários mínimos.




AGORA O DESGOVERNO FEDERAL PRETENDE IMPLANTAR NO PAÍS INTEIRO !!!

ISSO QUE PODEMOS  DE REPASSE DIRETO DE VERBA PUBLICA  AO CRIME ORGANIZADO !!!

PROFESSOR  QUE SE DEDICA AO SEU FILHO GANHA MESMO QUE 750 REAIS !!!


Bolsa-crack (auxílio aos usuários de crack) = R$900,00

Professor com ensino médio = R$ 712,20
Professor com licenciatura curta =R$ 712,20
Professor com licenciatura Plena = R$ 712,20
Professor com pós graduação = R$ 712,20
Professor com mestrado = R$ 712,20
"
e a bolsa pra quem é do bem? bolsa pra quem paga os impostos? e a bolsa pra quem trabalha?" Estas eles não criam para o povo...


Os servidores públicos de Minas, se quiserem ganhar um "qualquer", um extra, o melhor caminho é se declarar usuário de drogas, pois só assim teriam os R$900,OO por mês...ou seja, o usuário ganha para não trabalhar e o servidor trabalha para não ganhar...aliás, servidor público se tivesse um codinome, seria: pastel de vento...só promessa, enquanto o Prêmio Produtividade não vem...

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

PM apreende 5 mil pedras de crack em Uberlândia (eles contaram?)

Quatro adolescentes, com idades entre 15 e 16 anos, foram apreendidos na manhã desta segunda-feira (31) após serem flagrados com 5 mil pedras de crack em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. O grupo foi abordado em um casa do bairro Prosperidade.


Segundo a Polícia Militar, a movimentação dos jovens já estava sendo observada. Nesta manhã, quando os militares entraram na residência, encontraram os suspeitos preparando os entorpecentes.

Além da grande quantidade de crack, no local ainda foram apreendidos 56 pinos plásticos contendo cocaína. O material estava escondido em um sofá.

Os adolescentes foram levados para a Delegacia de Polícia Civil.

 O TEMPO
blog Notícia da Caserna

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Desembargador lança projeto inédito e pioneiro para o combate ao crack, com apoio do Rotary, em São Paulo

www.fiquealerta.net
Por Jorge Serrão em 06/10/11


O desembargador Antonio Carlos Malheiros colocará em prática, na região conhecida como Cracolândia, um posto de atendimento para definir a internação compulsória de crianças e adolescentes viciados. Coordenador da Infância e Juventude do TJ-SP e professor das Faculdades Integradas Rio Branco, Malheiros promete que, nas próximas semanas, a cidade de São Paulo conhecerá um projeto inédito e pioneiro para o combate ao crack.

Idealizador do projeto, que tem o apoio da Fundação de Rotarianos de São Paulo, o professor e desembargador Malheiros explica que a iniciativa foi baseada nos princípios de solidariedade e é amparada legalmente pelo ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente): “A proposta é conhecer a situação da criança. Ela será beneficiada porque vamos procurar os dois lados dessa questão, do menor e da família. Com isso, teremos condições de decidir se encaminhamos a criança para um abrigo, para uma clínica, ou até se tem condições de voltar para casa”.


O posto de atendimento deverá entrar em funcionamento ainda esta semana na terrível Cracolândia que serve de cenário para mortos-vivos que se viciam e, na maioria dos casos, praticam outros crimes para financiar a compra de drogas. O professor Malheiros aposta no sucesso da iniciativa: “Estaremos em contato com essa realidade e contaremos com o apoio de profissionais especializados, como assistentes sociais e médicos, e ainda contaremos com o apoio do Poder Público”.

sábado, 10 de setembro de 2011

Homem é preso com drogas e arma no bairro Martins


Um homem de 28 anos foi preso na madrugada desta sexta-feira (9) com dois revólveres carregados após ser denunciado por moradores do bairro Martins, setor central de Uberlândia, como chefe do tráfico local. Com ele, também estavam quatro pedras grandes de crack, que, segundo a Polícia Militar (PM), poderiam ser fracionadas em 500 pequenas pedras.
O rapaz foi pego quando passava no carro dele pela rua David Melazzo. Durante revista, as armas, um calibre 38 e o outro 32, e a droga foram encontradas escondidas no banco do passageiro do veículo. Segundo os moradores, ele circulava pelo bairro com as armas em mãos, assustando a população.
Fernando BoenteRepórter
Correio de Uberlândia

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Policial larga arma por crack

                         
Eles trabalham com segurança pública e ajudam no combate ao tráfico de drogas. No entanto, casos de policiais dependentes químicos são mais comuns do que apontam as estatísticas. "Junto de advogados e médicos, eles compõem o grupo de profissionais com maiores índices de uso de drogas", informa o psiquiatra Bruno de Castro Costa, especialista em dependência química. Segundo ele, o alto nível de estresse dessas carreiras os coloca ainda mais vulneráveis.

O assunto é delicado e desagrada a cúpula das polícias, que guarda segredo sobre os números de viciados em crack nas corporações. A Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) não diz quantos são os profissionais afastados ou em recuperação. A Polícia Civil conta com um programa específico para prevenção e tratamento, o Programa de Acompanhamento Psicossocial (PAPS), que também mantém sob sigilo. Um vídeo em seu site apresenta a iniciativa como "acompanhamento psicossocial com visitas hospitalares e visitas nos domicílios de profissionais afastados, com o objetivo de diagnosticar os problemas que acometem os policiais".

De condições precárias de trabalho a problemas familiares, os motivos apontados pelos policiais para começar a usar o crack são inúmeros. Para alguns deles, a convivência com usuários e criminosos, o consumo de drogas legalizadas, como a cerveja, e a proximidade com as drogas por força da profissão são pontos fundamentais para entender como um policial se rende ao crack.

Foi o caso de Fabrício (nome fictício), um ex-agente de polícia de 42 anos, que é dependente químico e foi usuário de crack e cocaína por dez anos. O uso galopante da droga lhe trouxe inúmeros problemas e grandes perdas. "Comecei na cocaína e passei para o crack, que é o fundo do poço. Já gastei todo o meu salário em drogas, e quando não tinha mais grana, passei a vender coisas minhas. Chegava em casa sem celular, tênis e jaqueta; eu trocava tudo em pedra", relata. Internado mais de uma vez, disse que conheceu vários policiais dependentes químicos. "A polícia já perdeu um monte de profissionais que ficaram doentes (por causa da droga), vários bons policiais morreram de overdose. Conheci um viciado em crack que me disse que estava apenas aguardando a morte".
 
Reportagem: Rafael Rocha
Foto: Cristiano Trad
Jornal OTempo

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