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terça-feira, 16 de outubro de 2012

Rio quer capacitar policiais para atuar em cracolândias



Além do fechamento da maior cracolândia da cidade, que funcionava na Favela do Jacarezinho, ocupada pelas forças de segurança desde domingo (14), o combate ao crack no estado ganhou mais um aliado. A Secretaria de Segurança (Seseg) criou o Crack, é possível vencer, um programa para qualificar os profissionais do setor para atuação em cenas de uso da droga, facilitando a integração entre as políticas de saúde, de assistência social e de prevenção.
A ação, que prevê a participação de 200 policiais civis, militares e guardas municipais até dezembro, recebeu elogios e críticas de especialistas no assunto. Psiquiatra echefe do Programa de Álcool e Drogas da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, Analice Gigliotti comemorou a intenção da Seseg. No entanto, Analice, ex-presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead) lamentou a demora da pasta comandada por Beltrame em atentar para a preparação dos policiais para lidar com os dependentes.
"Nunca é tarde demais para abordar o crack. Mas, sem sombra de dúvidas, poderia ter ocorrido há uns três anos", analisou a médica. "Também é certo que as chances para o doente responder ao tratamento aumentam com uma abordagem amistosa, feita através da conversa. Um policial que saiba o que está acontecendo com o doente ajuda muito o trabalho dos médicos", avalia.
Psiquiatra e presidente da Associação Brasileira de Alcoolismo e Drogas (Abrad), Jorge Jaber considerou acertada a preocupação com a formação de profissionais de segurança. Segundo ele, a presença dos policiais nas ações de abordagem sempre foi condenada por conferir aspecto persecutório às iniciativas das áreas de saúde e assistência social.
"A utilização de policiais sempre foi justificável por conta da localização das cracolândias, em áreas dominadas pelo tráfico de drogas. Mas transmitia uma certa violência", opinou Jaber, que é também membro do Conselho Estadual Antidrogas. "A importância da preparação da polícia está aí. A polícia preparada reduz a rusticidade e a violência da abordagem policial. E, principalmente, o curso conscientizará o agente de segurança da importância de seu trabalho na vida de um doente".
Supervisora do Programa de Álcool e Drogas da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, a psicóloga Elizabeth Carneiro explicou em que aspectos um policial preparado pode ajudar um dependente químico em crack.
"Apesar de um tratamento para ser efetivo não precisar ser voluntário, é muito importante que não haja um registro inicial de violência, o que pode criar resistências", relatou. "Ou seja, quanto mais cuidados físicos e emocionais, e menos sequelas e violências, melhor. E o policial fluminense é preparado para lidar com o criminoso, não com o doente, escravo de seu vício. Daí a importância do curso".
O curso
As temáticas trabalhadas em sala de aula vão desde a filosofia de polícia comunitária, redes de atenção e cuidado, até a abordagem policial aos usuários do entorpecente em situação de risco. Ao todo o programa possui uma carga horária de 160 horas/aula, e previsão de término em dezembro.
"Nossa expectativa é que essa ação contribua para reflexão e para o embasamento das ações desenvolvidas pelos profissionais de segurança pública, de modo articulado com as redes de saúde e assistência social", prevê a subsecretária de Educação, Valorização e Prevenção, Juliana Barroso.  
As vagas foram destinadas aos batalhões e delegacias das regiões da cidade consideradas prioritárias definidas por Área Integrada de Segurança Pública (AISP), como a AISP 2 (Catete, Glória e Flamengo), AISP 4 (Mangueira e São Cristóvão e Praça da Bandeira), AISP 5 (Centro, Gamboa e Santo Cristo), AISP 12 (Niterói) e AISP 15 (Duque de Caxias). Além das regiões, os batalhões cujos policiais lidam rotineiramente com usuários do crack, como 3º BPM (Méier), que atua na região do Jacarezinho, também têm vagas reservadas. Continue lendo no Jornal do Brasil
Comentário nosso: A polícia vai absorvendo tudo, prevenção, psicologia, psiquiatria, educação, assistência social, trânsito, pronto socorrismo, e o salário é quase miserável. Quanta demagogia...

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Câmara aumenta pena para tráfico de crack


O plenário da Câmara dos Deputados aprovou hoje (8) projeto de lei que aumenta de dois terços até o dobro a pena por tráfico de crack. A Casa também aprovou outros dois projetos de lei: um que aumenta a pena para quem vender ou fornecer produto que cause dependência para criança ou adolescente, e outro que retira a vadiagem e a mendicância da Lei de Contravenções Penais, passíveis de punição de 15 dias a três meses de reclusão. Os três projetos seguem para análise do Senado.Continue lendo no Congresso em Foco 

domingo, 1 de julho de 2012

MG terá R$ 476 milhões no combate ao crack

O estado de Minas Gerais e a prefeitura de Belo Horizonte assinaram, nesta sexta-feira (29), o termo de cooperação para aderir ao programa do governo federal Crack, é possível vencer. Com o pacto, começam e são fortalecidas ações para aumentar a oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários drogas, para enfrentar o tráfico e as organizações criminosas e para ampliar atividades de prevenção. Serão investidos em Minas Gerais R$ 476,7 milhões até 2014.

Pelo governo federal, participam o ministro da Saúde Alexandre Padilha e a secretária Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Regina Miki. O governador Antonio Anastasia e o prefeito Márcio Lacerda assinam pelo estado e pelo município.
Minas Gerais é a quinta unidade da Federação a aderir ao programa lançado pela presidenta Dilma Rousseff em dezembro de 2011. Pernambuco, Alagoas, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul já assinaram termo de cooperação. Já estão em fase de pactuação para adesão Bahia, Acre, Santa Catarina e o Distrito Federal.
Belo Horizonte terá três Centros de Atenção Psicossocial (CAPS-AD) para atendimento 24 horas em 2012, chegando a cinco em 2014, seis Consultórios nas Ruas, 12 leitos em enfermarias especializadas em álcool e drogas. Além disso, até o final do ano serão criados duas novas Unidades de Acolhimento Adulto, sendo uma para atendimento adulto e uma para atendimento de crianças e adolescentes. Para implantar essas melhorias na capital mineira, o Ministério da Saúde investirá R$ 3,17 milhões neste ano. Até 2014, serão investidos R$ 18,5 milhões.Continue lendo no UIPI

terça-feira, 19 de junho de 2012

Tráfico proíbe a venda de crack em favelas do Rio



Boca de fumo na favela Mandela põe aviso de que vai proibir a venda de crack: é como uma farmácia anunciando que não vai vender mais remédios de tarja preta

O tráfico de drogas vai proibir a venda de crack nas favelas do Jacarezinho, Mandela e de Manguinhos. A informação foi publicada na coluna de Ancelmo Gois de hoje com a foto acima. A medida, decidida pela maior facção do tráfico no Rio, ocorre dois meses depois de lançado no Rio o programa "Crack, é possível vencer" -- do governo federal.

A ordem de proibir a venda de crack partiu de chefes do tráfico, que estão presos. A informação vinha circulando pelas comunidades, mas ontem pela primeira vez apareceu o cartaz anunciando a proibição, "em breve", ao lado da cracolândia da favela Mandela, na Rua Leopoldo Bulhões, na chamada Faixa de Gaza. Os traficantes ainda têm ali cerca de dez quilos de crack. Cada pedra custa R$ 10,00. Há informações de que os criminosos temem que a Força Nacional de Segurança ocupe aquelas favelas, como ocorreu na comunidade Santo Amaro, no Catete, onde está há um mês e já apreendeu 1.513 pedras.

-- Gostaria que essa decisão se espalhasse por todas as favelas do Rio porque o crack é uma droga devastadora e tem produzido só dor e sofrimento --  diz o líder do Rio de Paz, Antônio Carlos Costa, que desde 2009 faz trabalhos sociais na Mandela.

Durante muito tempo o crack era vendido apenas em São Paulo. Dizia a lenda que os traficantes do Rio não queriam produzir "zumbis". Dependentes de crack vivem nas imediações das bocas de fumo, atraindo a atenção da mídia e de operações do poder público. O tráfico no Rio alegava que a clientela de crack -- miserável -- traria problemas à venda de maconha e cocaína, mas capitulou após supostas alianças com a facção paulista, e começaram a oferecer o entorpecente vendido junto com a cocaína.

O combate ao crack virou uma questão de honra para o governo Dilma, que anunciou investimentos da ordem de R$ 4 bilhões no programa lançado em dezembro do ano passado. A grande dificuldade, segundo o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, é a falta de pessoal capacitado para lidar com os dependentes de crack em todo o país. No Rio o programa foi implantado em abril, com a participação do governo do estado e da prefeitura. Só no Estado do Rio, a previsão de verbas da União é de R$ 240 milhões.




O líder do Rio de Paz, Antônio Carlos Costa, entrevista dona Veruska, usuária de crack que vive na comunidade Mandela, no Rio.
TV ANCELMO GOIS


Comentário: A coisa do jeito que anda, "tamanha evolução", qualquer dia os traficantes terão controle de qualidade, vão criar o SAC - SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO CLIENTE. O capitalismo tem como sua meta principal, o consumidor...se este morrer, no caso do crack...vender pra quem? Os traficantes do Rio são "tão" bonzinhos...

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Major da PM MG é pego fumando crack


Num quarto com menos de 10 m² em um motel localizado em um dos principais pontos de prostituição do centro de Belo Horizonte, um escândalo revelou que uma das drogas mais disseminadas no século XXI não escolhe vítimas ou classes sociais.

Na tarde de anteontem, um major com 25 anos de serviço na Polícia Militar de Minas Gerais e que trabalhava na Secretaria da Copa do Mundo - pasta criada para organizar e planejar o evento de futebol de 2014 no Brasil - foi flagrado no cômodo da hospedagem por outros PMs, fumando crack com um travesti.

Segundo uma funcionária do motel, que pediu para não ter seu nome revelado, o militar de 44 anos chegou ao local na companhia de um travesti. Os dois alugaram um quarto por R$ 15, para um período de uma hora. Pouco tempo depois que entraram, os funcionários e hóspedes começaram a sentir um cheiro forte vindo do quarto.

"Nunca passou pela minha cabeça que uma pessoa desse nível social estaria num local como esse usando uma droga dessa. Foi algo lamentável", disse a testemunha. Uma equipe do 1º Batalhão da Polícia Militar (BPM) fazia uma patrulha pela região e foi acionada até o local.

O major foi detido em flagrante e encaminhado para a Delegacia Adjunta do Juizado Especial Criminal. Depois de ouvido, ele foi liberado. A PM informou que a família providenciou a internação do militar, ontem, em uma clínica de reabilitação em Juiz de Fora, na Zona da Mata.

Dependência

O chefe da assessoria de comunicação da PM, Major Marcone de Freitas Cabral, não soube dizer há quanto tempo o militar é usuário de crack. No entanto, ele disse que o caso se tornou de conhecimento da corporação há seis meses. "Desde então, ele buscou tratamento em três clínicas para desintoxicação. Infelizmente, na quarta-feira, ele teve uma recaída", lamentou Freitas.

Segundo ele, o caso do militar está sendo analisado pela cúpula da PM para saber que medida será tomada. Caso o major consiga abandonar o vício, ele poderá reassumir suas funções. No contrário, será reformado por tempo de serviço. "Ele é um bom oficial e estava lutando para abandonar o vício. Enquanto isso não acontecer, fica incompatível o exercício da sua função", afirmou.

LEIA O REDS 2012-001165454
 
Por RICARDO VASCONCELOS
Fonte: Publicado no Super Notícia em 08/06/2012

Comento: Será considerado doença ou decoro da classe?

domingo, 3 de junho de 2012

O Crack da segurança pública

Jornal do Brasil
Paulo Rosenbaum*



Os direitos constitucionais dos cidadãos estão todos lá, redigidos na carta, no entanto eles se parecem um pouco com o código de direito do consumidor: vai lá tentar receber teu dinheiro de volta!

A verdade é que o estado tem cada vez mais leis, mas cada vez menos poder para aplicá-las. Quando aplicada, tem sido de modo seletivo. Há razões diretas e indiretas para que não se promova segurança para a maioria da população. Vamos a algumas delas:

-O estado representado pela atual administração federal ainda conserva na memória primitiva e automática a correlação que havia no regime militar entre polícia e repressão política. Ou seja, a repressão tem sempre uma conotação de “direita” enquanto a marginalidade ainda pode ter uma coloração revolucionária. Junte-se a isso, a ingenua  consideração de que a correção do problema criminal depende exclusivamente de justiça social.  

-É grave saber que o estado não acredita que a ameaça aos seus cidadãos e os insustentáveis índices de violência sejam motivos de preocupação real. Já se ouviu em Brasília gente graúda afirmando com ironia que isso era “medo de burguesia”. O povo mesmo não está ameaçado.

-O estado imagina que a manutenção da ameaça pode, de alguma forma, aumentar o poder de barganha ao se outorgar a primazia da oferta de proteção. Tudo na base do paternalismo tosco que tem caracterizado o populismo latino americano e sua rasteira psicologia para as massas que coloniza.

-A educação formal das novas gerações têm sido pouco criativa, baseada em competição e instiga a agressividade. Tudo sob a fluída evocação do direito de escolha. Ninguém quer a volta das aulas de “moral e cívica”, mas – já que através dos exemplos daqueles que governam não chegaremos a lugar nenhum -- um pouco de filosofia e aulas de ética pública e privada não seria má idéia.   

-Leniência e assimetrias da lei. Na reforma do código penal legisladores vem descriminalizando  pequenos delitos e chamando-os de bagatelas. Mas o que poderia ser um avanço, transforma-se em autorização tácita ao crime se não houver a promoção de medidas sócio-educativas simultâneas ao ressarcimento que o ladrão terá que oferecer à vítima. Agora como é que pode ser que violadores de e-mail de atriz famosa possam ser apenados em até 12 anos de reclusão e os assassinos confessos, violentadores e ladrões do erário, se apenados, se safem com menos de um terço do tempo? Não sou da área, mas isso é desnecessário para enxergar distorções. 

-As prisões brasileiras estão entre as mais despreparadas e superlotadas do mundo. As taxas de reincidência e de reinserção social dos egressos demonstram isso amplamente.

--A política de segurança prisional se sofistica muito lentamente. Por exemplo, ainda não se conseguiu um acordo – pasmem, são quase 10 anos de discussão -- para que as operadoras de telefonia móvel bloqueiem chips dos celulares que entram aos milhares no sistema prisional. Depois de investimento milionários as salas de telejulgamentos estão ociosas porque não há acordo sobre a constitucionalidade de audiências virtuais. Pode ser até que estejamos na frente em Internet para todos, mas a mentalidade geral persiste retrógrada.

--A política de remuneração de policiais no País (acrescente-se bombeiros) é ridícula e degradante  Não porque estas pessoas mereçam privilégios especiais, mas, o exercício de uma profissão que mistura insalubridade com riscos muito reais, merece ter a política de salários completamente revista e reestruturada. Provavelmente a corrupção policial desceria ao patamar administrável.   

-Faltam investimentos mais efetivos em inteligência policial, controle de armas nas fronteiras e aprimorar a integração entre as comunidades e a segurança pública.

- Toda policia deveria prevenir e pacificar.

O primeiro golpe nos direitos civis é a ausência de segurança. Mas estamos sem tempo para discutir medidas objetivas. A fofoca política e o bate boca vem em primeiro lugar na audiência. Desde a redemocratização não testemunhávamos impasses institucionais tão graves entre os poderes republicanos: à mercê de gangues, a população pede socorro!

Para quem?

Ps - Estaríamos todos agradecidos com apenas 1% da consideração que os chefes de estado terão  durante a RIO+20. 

* Paulo Rosenbaum é médico e escritor.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Três homens são presos com 1.600 pedras de crack em Uberlândia




Fonte: UIPI

Parabéns ao Cabo Cristiano e aos demais militares belo trabalho. Para os que rotulam, os fofoqueiros e puxa-sacos, a resposta do Cabo Cristiano fala por si só...

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Governo investirá R$ 4 bi, para combater o crack até 2014

Ações estão estruturadas nos eixos cuidado, prevenção e autoridade, e serão desenvolvidas de forma integrada com estados e municípios


ROBERTO STUCKERT FILHO/PR
dilma crack
Dilma: 'Os verbos prevenir, cuidar e reprimir refletem a conjugação correta que pretendemos fazer'

O governo federal lançou nesta quarta-feira (7) um conjunto de ações para o enfrentamento ao crack, com previsão de investimento de R$ 4 bilhões até 2014. As ações estão estruturadas em três eixos - cuidado, prevenção e autoridade - e serão desenvolvidas de forma integrada com estados e municípios. As informações são da Agência Brasil.

Durante a cerimônia de lançamento, Dilma se referiu ao problema das drogas no país como uma tragédia humana que leva a pessoa a perder o sentido da própria existência, em uma ação autodestrutiva.

“Acredito que estes três verbos – prevenir, cuidar e reprimir – refletem a conjugação correta que pretendemos fazer por meio desse programa”, disse, ao se referir aos três eixos de atuação propostos pelo governo. O objetivo é aumentar a oferta de tratamento de saúde aos usuários de drogas, enfrentar o tráfico e as organizações criminosas, além de ampliar ações de prevenção.


No eixo cuidado estão previstas iniciativas para ampliar a oferta de tratamento de saúde aos usuários de drogas e a qualificação de profissionais. Será criada a rede de atendimento Conte com a Gente, com estrutura diferenciada para atender pacientes em diferentes situações e auxiliar dependentes químicos na superação do vício e na reinserção social.

Outra ação na área de cuidado será a criação de enfermarias especializadas nos hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS), com investimentos de R$ 670,6 milhões para a criação de 2.462 leitos exclusivos para usuário de drogas.

Esses leitos serão usados para atendimentos e internações de curta duração durante crises de abstinência e em casos de intoxicações graves. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para estimular a implantação desses espaços, o valor da diária de internação repassado pela Pasta aos Estados e municípios poderá ser quatro vezes maior - de R$ 57 para até R$ 200.

Ministro vê epidemia


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Drogas estão em 90% do Estado

Atendimento aos usuários é oferecido em apenas 3,9% das cidades mineiras
Municípios de Minas apontam impacto na saúde pública como maior problema do consumo de crack pelos usuários no Estado
A presença das drogas é um problema enfrentado por 90% dos municípios mineiros entre os 752 que responderam ao levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), divulgado ontem, em Brasília. O crack aparece na pesquisa como o principal entorpecente consumido em 75% das cidades do Estado, que está em 12º no ranking nacional em relação à penetração das drogas em seu território. O estudo foi realizado em 4.400 das 5.563 prefeituras do país.
O impacto direto do crack na saúde pública foi o campeão das respostas entre as prefeituras mineiras. Das cidades ouvidas, 44,5% disseram que o consumo de drogas tem provocado problemas na rede de atendimento.
Enquanto os números relacionados ao crack demonstram a escalada do problema, as políticas públicas de enfrentamento aparecem com dados desanimadores. Apenas 30 cidades mineiras (3,9%) afirmaram oferecer os serviços dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), programa responsável pelo tratamento de usuários de drogas. Entre as cidades entrevistadas, 219 não possuem o programa (29%) e 503 não responderam (66,8%).

Extraído de: Associação do Ministério Público de Minas Gerais  


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Bolsa Crack revolta cidadão!!!

QUE PAÍS É ESSE? BOLSA CRACK O FINANCIAMENTO AO CRIME ORGANIZADO !!!

"O governo estadual MINEIRO lançou DIA 03/10/2011 o cartão Aliança pela Vida, que vai auxiliar famílias de dependentes químicos. O programa, que já ganhou o apelido de ´bolsa-crack´, vai liberar R$ 900 para internações e transporte. Serão beneficiadasfamílias com renda mensal menor que dois salários mínimos.




AGORA O DESGOVERNO FEDERAL PRETENDE IMPLANTAR NO PAÍS INTEIRO !!!

ISSO QUE PODEMOS  DE REPASSE DIRETO DE VERBA PUBLICA  AO CRIME ORGANIZADO !!!

PROFESSOR  QUE SE DEDICA AO SEU FILHO GANHA MESMO QUE 750 REAIS !!!


Bolsa-crack (auxílio aos usuários de crack) = R$900,00

Professor com ensino médio = R$ 712,20
Professor com licenciatura curta =R$ 712,20
Professor com licenciatura Plena = R$ 712,20
Professor com pós graduação = R$ 712,20
Professor com mestrado = R$ 712,20
"
e a bolsa pra quem é do bem? bolsa pra quem paga os impostos? e a bolsa pra quem trabalha?" Estas eles não criam para o povo...


Os servidores públicos de Minas, se quiserem ganhar um "qualquer", um extra, o melhor caminho é se declarar usuário de drogas, pois só assim teriam os R$900,OO por mês...ou seja, o usuário ganha para não trabalhar e o servidor trabalha para não ganhar...aliás, servidor público se tivesse um codinome, seria: pastel de vento...só promessa, enquanto o Prêmio Produtividade não vem...

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

PM apreende 5 mil pedras de crack em Uberlândia (eles contaram?)

Quatro adolescentes, com idades entre 15 e 16 anos, foram apreendidos na manhã desta segunda-feira (31) após serem flagrados com 5 mil pedras de crack em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. O grupo foi abordado em um casa do bairro Prosperidade.


Segundo a Polícia Militar, a movimentação dos jovens já estava sendo observada. Nesta manhã, quando os militares entraram na residência, encontraram os suspeitos preparando os entorpecentes.

Além da grande quantidade de crack, no local ainda foram apreendidos 56 pinos plásticos contendo cocaína. O material estava escondido em um sofá.

Os adolescentes foram levados para a Delegacia de Polícia Civil.

 O TEMPO
blog Notícia da Caserna

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Desembargador lança projeto inédito e pioneiro para o combate ao crack, com apoio do Rotary, em São Paulo

www.fiquealerta.net
Por Jorge Serrão em 06/10/11


O desembargador Antonio Carlos Malheiros colocará em prática, na região conhecida como Cracolândia, um posto de atendimento para definir a internação compulsória de crianças e adolescentes viciados. Coordenador da Infância e Juventude do TJ-SP e professor das Faculdades Integradas Rio Branco, Malheiros promete que, nas próximas semanas, a cidade de São Paulo conhecerá um projeto inédito e pioneiro para o combate ao crack.

Idealizador do projeto, que tem o apoio da Fundação de Rotarianos de São Paulo, o professor e desembargador Malheiros explica que a iniciativa foi baseada nos princípios de solidariedade e é amparada legalmente pelo ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente): “A proposta é conhecer a situação da criança. Ela será beneficiada porque vamos procurar os dois lados dessa questão, do menor e da família. Com isso, teremos condições de decidir se encaminhamos a criança para um abrigo, para uma clínica, ou até se tem condições de voltar para casa”.


O posto de atendimento deverá entrar em funcionamento ainda esta semana na terrível Cracolândia que serve de cenário para mortos-vivos que se viciam e, na maioria dos casos, praticam outros crimes para financiar a compra de drogas. O professor Malheiros aposta no sucesso da iniciativa: “Estaremos em contato com essa realidade e contaremos com o apoio de profissionais especializados, como assistentes sociais e médicos, e ainda contaremos com o apoio do Poder Público”.

sábado, 10 de setembro de 2011

Homem é preso com drogas e arma no bairro Martins


Um homem de 28 anos foi preso na madrugada desta sexta-feira (9) com dois revólveres carregados após ser denunciado por moradores do bairro Martins, setor central de Uberlândia, como chefe do tráfico local. Com ele, também estavam quatro pedras grandes de crack, que, segundo a Polícia Militar (PM), poderiam ser fracionadas em 500 pequenas pedras.
O rapaz foi pego quando passava no carro dele pela rua David Melazzo. Durante revista, as armas, um calibre 38 e o outro 32, e a droga foram encontradas escondidas no banco do passageiro do veículo. Segundo os moradores, ele circulava pelo bairro com as armas em mãos, assustando a população.
Fernando BoenteRepórter
Correio de Uberlândia