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Frase de Ruy Barbosa

Mostrando postagens com marcador democracia. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Vivemos numa democracia?



Este documentário traz um questionamento sobre os regimes políticos atuais, baseados na representação política, que se autodenominam de democracias. 

Será que esses modelos funcionam da maneira que se propõem? Será que os deputados e demais políticos verdadeiramente representam o povo? Será que realmente vivemos numa democracia?

A proposta é estabelecer uma visão esclarecedora sobre a política dos tempos modernos, desvendando conceitos ultrapassados que ainda vigoram em nossa sociedade.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Guerra aos militares e “Justiça de transição” contra nossa soberania ameaçam democracia no Brasil

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Leia mais artigos no site Fique Alerta – www.fiquealerta.net 
Por Jorge Serrão

Os filhotes da ditadura na Era Nazipetralha deram um espetáculo dantesco ontem à tarde, atentando violentamente contra a liberdade de oficiais na reserva que foram celebrar, antecipadamente, os 48 anos do movimento civil-militar de 31 de março de 1964. Mais grave que a arruaça anti-democrática promovida por uns 350 jovens inocentes-inúteis em frente à sede do Clube Militar, no Rio de Janeiro, é a motivação internacionalista de todo um movimento para desmoralizar e enfraquecer o poder militar brasileiro.

Pregando a questionável tese da “Justiça de Transição” (aliás, pergunte-se: transição para quê? Para uma ditadura globalitária?) -, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos abriu, oficialmente, uma investigação para apurar por que o Brasil não investigou e puniu os responsáveis pelo assassinato, sob tortura, do jornalista Vladimir Herzog, em 1975. A Advocacia Geral da União terá de analisar a petição número P-859-09 que recebida, de bom grado, pelos revanchistas da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

A tal “Justiça de Transição”, promovida pelos esquemas globalitários contra a soberania do Brasil, pretende que a Comissão da OEA atropele até o Supremo Tribunal Federal Brasileiro – que já reafirmou a validade da Lei de Anistia de 1979 – que perdoou crimes praticados pelos dois lados ideológicos de nossa mal contada história. Atualmente sob hegemonia de ministros indicados pelo governo petista, o STF terá de reiterar que a Anistia vale. Se fizer o contrário, as conseqüências institucionais podem ser gravíssimas para o frágil projeto de consolidação democrática no Brasil. Continue lendo no Alerta Total:>>>

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

AMAN, democracia de guetos e a Caverna de Platão

            Editorial do blog "No Q.A.P"
            Marcelo Anastácio

           É muita tristeza e perplexidade que publicamos a notícia da morte cerebral do cadete Gama, que cursava o terceiro ano no curso da AMAM-Academia de Militares Agulhas Negras. Fico imaginando a sensação dos pais, que se dedicam para formar o filho, dar-lhe dignidade, profissão condizente, entrega o filho são, lúcido, cheio de vida e o recebe morto, num caixão decorado. Ainda no campo da emoção como fica a cabeça daqueles que sobreviveram ao assédio moral e a tortura psicológica e física, pratica pelo instrutor? E as esperanças do Gama, a juventude, os planos de vida, pra onde vão? Nem um trilhão de libras-esterlinas hão de pagar.

          Racionalmente, tentando analisar o caso, vemos um enorme esforço da senhora ministra da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, senhora Maria do Rosário, em obter apoio dos ex-ministros desta secretaria, na tentativa de se criar a "Comissão da Verdade", visando "dar nomes aos bois", sobre os acontecidos durante a ditadura militar. Muitos morreram, muitos são idosos, e muitos ainda têm as costas largas. Por isso, a tentativa é inócua. 

        O que o ministério deve apurar são os vários abusos, comuns dentro dos quartéis e que resultam em mortes, principalmente nos cursos de formação, onde o candidato se submete ao instrutor, almejando a formatura, e sob condições desumanas acaba morto. Daí sempre aparecem alguns dinossauros que dizem: "ninguém foi te chamar em casa, você é que veio até o quartel, então tem que se enquadrar dentro das ordens". Essa pedagogia militar está errada, falida e deveria ser desmoralizada pelos órgãos de fiscalização. Mas, afinal, quem conhece a rotina de um quartel, principalmente no curso de formação? OAB, Direitos Humanos, Imprensa? Nem a família do militar, pois, se conhecessem não deixariam o filho ou parente se submeter aos abusos. Uma coisa é instruir, educar, orientar, a outra é exigir algo que o ser humano não é capaz de resistir, e se o aluno militar não resiste, imagine o militar formado adotando o mesmo procedimento com o civil?

         As instituições são maiores que os homens ou deveria ser o contrário? Em nome de um suposto status de rigor vão matar mais quantos alunos militares nos cursos de formação?
          
          A democracia tem que ser plena e comum, não privilégios de alguns. Não podemos ver os militares com o resquício da época da ditadura. Os antropólogos, as ong's tem que fazer parte das comissões pedagógicas, juntamente com o Ministério Público, OAB, órgãos da imprensa. Afinal, se não há nada de errado na condução do curso, então não há o que se esconder.  

           Os militares em curso vivem a "Caverna de Platão", no sentido inverso, pois saem da luz, do aconchego familiar e descobrem o terror, o assédio, o crime, o medo, a morte. Essa é a "democracia de guetos", AMAN tem a sua, o Congresso outra, o judiciário, a igreja...e por ai vai...

            Marcelo Anastácio