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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Paradoxo entre direita e esquerda: o melhor é o povo seguir em frente!

         
       Em 1964 o Brasil viveu a contra - revolução lutando contra a onda comunista que rondava a América do Sul. O país viveu vinte um anos de ditadura militar, até que o povo foi às ruas lutando por eleições no que ficou conhecido como Diretas Já. Vem o período (dito) democrático, com a promulgação de uma nova constituição e a ascensão da então esquerda ao poder em 2002, através do candidato que representava na época, os trabalhadores chegando ao poder.

       Nesses quase onze anos de poder, o país viveu vários escândalos de corrupção, ao mesmo tempo em que absolveu a maioria dos acusados e aqueles que foram condenados ainda continuam impunes. Como se não bastasse, as reformas de base tão propaladas pelo governo (tido como) progressista, não aconteceram e demandas e reformas na saúde, segurança, educação, tributária, política, transportes dentre outros sequer saíram do papel. Com a receita "mágica" de distribuição de bolsas, sob o pretexto de redistribuir renda aos miseráveis, o "Partido dos Trabalhadores" fomentou o parasitismo, ao invés de criar uma política econômica que pudesse fortalecer as regiões com menor potencial, levando empresas, fábricas etc.

       Diante da ressaca moral, da enorme decepção com a expectativa criada em torno dos "trabalhadores" no poder, que antes de conquistá-lo ostentavam a bandeira da ética; o povo começou a protestar à princípio nas urnas, com votações nulas ou embranco, que chegaram a trinta por cento do todo. Por conta desse desgosto, alguns segmentos pedem a volta dos militares ao poder.

       Militares no poder? Como assim? Que paradoxo é esse? Se há quase trinta anos o povo lutou para tirá-los, querendo o voto direto? Os próprios militares reclamam do militarismo, da forma arrogante como as coisas são colocadas, a rigidez, disciplina, organização, planejamento e até mesmo a violência de alguns setores mais radicais.
       
       O importante é que temos que defender a liberdade, a democracia e qualquer tentativa de atacar esses direitos está fora de qualquer cogitação. Se os militares querem o poder, conquistem através do voto, assim como fizeram os terroristas comandado pela atual presidente Dilma Rousseff. Portanto se os militares chegarem ao poder via sufrágio universal, jamais poderão ser chamados de ditadores.

       Os que são contra a volta dos militares, alegam que estes estão à serviço das elites. Eis que surge mais um paradoxo, pois o "Partido dos Trabalhadores", (as aspas são inevitáveis), para chegar ao poder, se aliou a grandes figurões que representam as elites ruralista, e são renomados na política nacional, como ACM - Antônio Carlos Magalhães na Bahia, José Sarney no Maranhão, Paulo Maluf em São Paulo. Aliás, esses mesmos figurões apoiavam a ditadura que o PT tanto combateu. A mais recente aliança foi do PT de Lula, pedindo apoio de Maluf para vencer a prefeitura de São Paulo. Fique a pergunta no ar, depois de 10 anos de poder, sem fazer nenhuma reforma, e aliado a esses políticos tradicionais e conhecidamente contumazes na arte de corromper, quem está à serviço das elites, os militares ou o "Partido dos Trabalhadores"? O Brasil pode até não ganhar a Copa das Confederações, mas, está liderando a Copa das Manifestações.
        
         Por Anastácio Blog No Q.A.P

sábado, 8 de setembro de 2012

QUE É DEMOCRACIA?

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net 
Por Arlindo Montenegro


Pois me ensinaram que é o governo feito pelo povo, através de seus representantes eleitos que criam as leis, que obrigam igualmente a todos. Assim ninguém pode passar a perna no outro. Principalmente se for eleito prá atuar no congresso, assembleias estaduais, vereadores municipais, eleitos para trabalhar em benefício dos eleitores, nunca para enganá-los ou roubá-los.

É bem diferente de uma ditadura, quando um partido coloca um sujeitinho representando um partido, dita leis que todos devem obedecer, sem tugir nem mugir. Ai de quem manifestar desconfiança! Ai dos que ousem ser contrários. Os dissidentes são impiedosamente exterminados. As liberdades duramente conquistadas são atiradas ao lixo. 

O ditador e sua corte, os membros e apoiadores do partido podem deitar e rolar. Estão acima das leis que valem para todos, menos para eles. As safadezas dos ditadores e seus asseclas são mantidas em segredo. E atingem perversamente o povo que cria a riqueza da nação. 

E o povo nem conta com os funcionários do poder judiciário que também obedecem e defendem os interesses das políticas de submissão às ordens de organismos externos, controlados pelos interesses de mega empresas e banqueiros controladores do mundo.



Esta nossa democracia mutilada, está submetida a uma rede de altas finanças, política, grupos fechados em crenças, ideologias e atividades secretas, que ditam as regras. Lidando com isto as pessoas desenvolvam um sentimento de impotência, sem saber por que é tão difícil e perigoso sobreviver dignamente. 

Os jovens tendem a abraçar o ambiente do presente sem futuro. Estão descerebrados pelos mecanismos de alta tecnologia que espalham mensagens subliminares a torto e a direito. Os mais velhos compartilham a perplexidade ou buscam meios para desafiar a insanidade coletiva. 

A ausência de uma sólida base moral individual, lastreada em crenças e valores familiares mais próximos da lógica e da razão, resulta em anarquismo, ressaltando as imperfeições humanas é resultado das políticas totalitárias. Este é um dos mecanismos mais destruidores, que atinge a mente, confunde o espírito, bagunça os costumes, enterra a cultura. 

A corrupção internacional exercida pelos controladores e seus bancos é sistêmica. É resultado das estruturas políticas, sociais e da economia de submissão, que concentra em mãos de oligopólios estrangeiros a direção das indústrias, da agronomia, da pecuária, da extração de minérios estratégicos, dos serviços e o que é pior: do próprio governo! Este que controla a informação e as escolas em todos os níveis.

Nestes dias alastra-se pelo Brasil, seguindo as ordens da ONU, dos clubes que nem Bilderberger e similares, o modismo da inversão todos os conceitos e valores, embaralhando a percepção. Impõe-se a obediência cega à hierarquia do poder, cujo princípio basilar impede o livre pensamento e sua expressão, pra seguir que nem carneirinho o que diz o governo, a escola, a ideologia, a crença. Isto é: seguir a ordem que vem de cima. É proibido formar a opinião própria. 

Entre nós são poucos com a sabedoria de A. Benayon, que cita o empobrecimento da população, estatisticamente mascarado quando os governantes propagam uma pretensa “distribuição de riqueza, considerando como “classe média em expansão”, núcleos familiares com disponibilidade mensal de pouco mais que 1 mil Reais. 

Pouco mais que o “salário mínimo”, que mal cobre as despesas de alimentação mensal de uma pessoa desnutrida, “apesar do Brasil ser extremamente rico em terras férteis, matas, biodiversidade, água, mares litorâneos, minérios preciosos e estratégicos” e gente teimosa que nem percebe a corrupção pública e privada, escondida pela seletividade da informação, que jamais cita com clareza as safadezas do crime empresarial e bancário 

T.S. Elliot diz que “não existem causas perdidas, porque não existem causas ganhas -- de geração em geração o homem trava as mesmas batalhas, em trajes diferentes, e assim deverá ser até o fim dos tempos”. Prefiro acreditar nas possibilidades humanas e nos ganhos intrínsecos aportados pelo saber: “Buscai a verdade e a verdade vos libertará”. E noutra regra que indica esquecer o combate ao mal e lutar pelo bem. Com os olhos abertos. Bem informado. Com capacidade crítica.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Vivemos numa democracia?



Este documentário traz um questionamento sobre os regimes políticos atuais, baseados na representação política, que se autodenominam de democracias. 

Será que esses modelos funcionam da maneira que se propõem? Será que os deputados e demais políticos verdadeiramente representam o povo? Será que realmente vivemos numa democracia?

A proposta é estabelecer uma visão esclarecedora sobre a política dos tempos modernos, desvendando conceitos ultrapassados que ainda vigoram em nossa sociedade.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Guerra aos militares e “Justiça de transição” contra nossa soberania ameaçam democracia no Brasil

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Leia mais artigos no site Fique Alerta – www.fiquealerta.net 
Por Jorge Serrão

Os filhotes da ditadura na Era Nazipetralha deram um espetáculo dantesco ontem à tarde, atentando violentamente contra a liberdade de oficiais na reserva que foram celebrar, antecipadamente, os 48 anos do movimento civil-militar de 31 de março de 1964. Mais grave que a arruaça anti-democrática promovida por uns 350 jovens inocentes-inúteis em frente à sede do Clube Militar, no Rio de Janeiro, é a motivação internacionalista de todo um movimento para desmoralizar e enfraquecer o poder militar brasileiro.

Pregando a questionável tese da “Justiça de Transição” (aliás, pergunte-se: transição para quê? Para uma ditadura globalitária?) -, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos abriu, oficialmente, uma investigação para apurar por que o Brasil não investigou e puniu os responsáveis pelo assassinato, sob tortura, do jornalista Vladimir Herzog, em 1975. A Advocacia Geral da União terá de analisar a petição número P-859-09 que recebida, de bom grado, pelos revanchistas da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

A tal “Justiça de Transição”, promovida pelos esquemas globalitários contra a soberania do Brasil, pretende que a Comissão da OEA atropele até o Supremo Tribunal Federal Brasileiro – que já reafirmou a validade da Lei de Anistia de 1979 – que perdoou crimes praticados pelos dois lados ideológicos de nossa mal contada história. Atualmente sob hegemonia de ministros indicados pelo governo petista, o STF terá de reiterar que a Anistia vale. Se fizer o contrário, as conseqüências institucionais podem ser gravíssimas para o frágil projeto de consolidação democrática no Brasil. Continue lendo no Alerta Total:>>>

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

AMAN, democracia de guetos e a Caverna de Platão

            Editorial do blog "No Q.A.P"
            Marcelo Anastácio

           É muita tristeza e perplexidade que publicamos a notícia da morte cerebral do cadete Gama, que cursava o terceiro ano no curso da AMAM-Academia de Militares Agulhas Negras. Fico imaginando a sensação dos pais, que se dedicam para formar o filho, dar-lhe dignidade, profissão condizente, entrega o filho são, lúcido, cheio de vida e o recebe morto, num caixão decorado. Ainda no campo da emoção como fica a cabeça daqueles que sobreviveram ao assédio moral e a tortura psicológica e física, pratica pelo instrutor? E as esperanças do Gama, a juventude, os planos de vida, pra onde vão? Nem um trilhão de libras-esterlinas hão de pagar.

          Racionalmente, tentando analisar o caso, vemos um enorme esforço da senhora ministra da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, senhora Maria do Rosário, em obter apoio dos ex-ministros desta secretaria, na tentativa de se criar a "Comissão da Verdade", visando "dar nomes aos bois", sobre os acontecidos durante a ditadura militar. Muitos morreram, muitos são idosos, e muitos ainda têm as costas largas. Por isso, a tentativa é inócua. 

        O que o ministério deve apurar são os vários abusos, comuns dentro dos quartéis e que resultam em mortes, principalmente nos cursos de formação, onde o candidato se submete ao instrutor, almejando a formatura, e sob condições desumanas acaba morto. Daí sempre aparecem alguns dinossauros que dizem: "ninguém foi te chamar em casa, você é que veio até o quartel, então tem que se enquadrar dentro das ordens". Essa pedagogia militar está errada, falida e deveria ser desmoralizada pelos órgãos de fiscalização. Mas, afinal, quem conhece a rotina de um quartel, principalmente no curso de formação? OAB, Direitos Humanos, Imprensa? Nem a família do militar, pois, se conhecessem não deixariam o filho ou parente se submeter aos abusos. Uma coisa é instruir, educar, orientar, a outra é exigir algo que o ser humano não é capaz de resistir, e se o aluno militar não resiste, imagine o militar formado adotando o mesmo procedimento com o civil?

         As instituições são maiores que os homens ou deveria ser o contrário? Em nome de um suposto status de rigor vão matar mais quantos alunos militares nos cursos de formação?
          
          A democracia tem que ser plena e comum, não privilégios de alguns. Não podemos ver os militares com o resquício da época da ditadura. Os antropólogos, as ong's tem que fazer parte das comissões pedagógicas, juntamente com o Ministério Público, OAB, órgãos da imprensa. Afinal, se não há nada de errado na condução do curso, então não há o que se esconder.  

           Os militares em curso vivem a "Caverna de Platão", no sentido inverso, pois saem da luz, do aconchego familiar e descobrem o terror, o assédio, o crime, o medo, a morte. Essa é a "democracia de guetos", AMAN tem a sua, o Congresso outra, o judiciário, a igreja...e por ai vai...

            Marcelo Anastácio