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quarta-feira, 11 de julho de 2012

Demóstenes é cassado, perde direitos políticos e 48 mil por mês

O Senado cassou hoje o mandato do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) . Foram 56 votos a favor da cassação, 19 contrários e 5 abstenções..

Ele ficará inelegível até 2027, quando terá 66 anos. A reportagem da Folha.com analisou as perdas de
Demóstenes, além do mandato.

A cassação implica na perda de seus direitos políticos por oito anos, tempo em que fica impedido de concorrer a cargos públicos. O ex-líder do DEM ficará inelegível até 2027 (oito após o término da legislatura para o qual foi eleito), quando terá 66 anos.

Demóstenes também perde cerca de R$ 48 mil em benefícios que recebia mensalmente como senador.
O valor calculado pela Folha desconsidera os valores da cota semanal de combustível de 125 litros de gasolina ou 180 litros de álcool, o valor de cinco passagens aéreas por mês, de ida e volta entre Brasília e o Estado de origem do Senador, e o valor ilimitado de gastos com telefone celular e despesas médicas.

Benefícios recebidos em dinheiro:

Salário - R$ 26.723,13
Auxílio-Moradia - R$ 3.800,00
Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar dos Senadores - R$ 15.000,00
Atendimento odontológico e psicoterápico - R$ 25.998,96 por ano
Telefone fixo - R$ 500,00
Gráfica - R$ 8.500 por ano
Telefone celular - ilimitado
Correios - verba mínima para 4 mil correspondências
Passagens áreas - valor de cinco passagens aéreas por mês, de ida e volta entre Brasília e a cidade de origem do senador. O valor pode variar de R$ 6 mil a R$ 23 mil

Outros benefícios
Passaporte especial diplomático
Revistas e jornais - assinatura de duas revistas e quatro jornais

Folha.com

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Senadores devem se ausentar para evitar cassação de Demóstenes


BRASÍLIA - Um grupo de senadores começou a se mobilizar nesta quinta-feira para evitar que o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) se livre da cassação do mandato no plenário da Casa. O temor de que o caso acabe em pizza cresceu desde o depoimento técnico que Demóstenes prestou terça-feira no Conselho de Ética, quando começou a aumentar o número de senadores que, reservadamente, afirmam que os delitos do goiano são menores do que pareciam e que, por isso, podem absolvê-lo. A estratégia desse grupo não é votar contra a cassação, mas se ausentar.



Nesta quinta-feira, os senadores Ana Amélia Lemos (PP-RS), Pedro Taques (PDT-MT), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e o relator do caso Demóstenes, Humberto Costa (PT-PE), reuniram-se no plenário do Senado para definir estratégias para evitar a pizza.

O grupo tem duas metas fundamentais: tentar uma alternativa que force os senadores a abrirem seus votos e combater as ausências no dia da votação em plenário. O voto para cassação de mandato é aberto no Conselho de Ética e fechado no plenário. Continue lendo no O GLOBO

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Demóstenes já ameaça nos bastidores que, se cair, arrastará outros políticos ligados a Cachoeira

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Leia mais artigos no site Fique Alerta – www.fiquealerta.net
Por Jorge Serrão

Os desdobramentos do escândalo Demóstenes Torres (alvo certo da Comissão de Ética do Senado e quase certo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito) têm tudo para ser o estopim de uma ruptura institucional sem precedentes. Nos bastidores, o senador já mandou um recado ameaçador para quem deseja sua cabeça. Se cair, promete arrastar outros figurões com estreitas ligações com o bicheiro goiano Carlinhos Cachoeira. Quem conhece bem Demóstenes sabe que sua tática não é um blefe e que pode custar muito cara para quem se acha “poderoso” – seja político ou empresário.

Até o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode estar cometendo um “harakiri” ao incentivar sua base de apoio para promover uma CPI mista do Congresso contra Demóstenes. Na verdade, $talinácio deseja não só atingir o senador oposicionista, mas também derrubar ou cortar as asas de petistas que também têm ligações e negócios com Carlinhos Cachoeira. Lula só está subestimando o perigo de uma CPI – que todo mundo sabe como começa, mas nem sempre imagina como termina (muito mal). A instabilidade gerada por tal comissão pode afetar o governo Dilma. Será que Lula quer isto? Ele sabe...

Amigão de Lula, o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, tentou ontem minimizar ao máximo uma outra denúncia de envolvimento de um grande amigo pessoal com Carlinhos Cachoeira. Carvalho até comentou que a suposta ligação do subchefe de Assuntos Federativos da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Olavo Noleto, com o esquema do bicheiro Carlos Augusto Ramos é "página virada". Gilberto encenou que o governo não teme que a possível relação de Noleto com o ex-presidente da Câmara de Vereadores de Goiânia Wladimir Garcez, o segundo de Carlinhos Cachoeira, respingue no Planalto.

O papo furado oficial é o de costume. Petistas nos governos sempre posam de inocentes. Trabalham no inferno, demonizam a vida dos opositores, mas juram por Deus que não têm qualquer ligação com o Diabo. Pura petralhice... 

terça-feira, 10 de abril de 2012

CACHOEIRINHA, A VERSÃO MODERNA DE MARCOS VALÉRIO? QUANTOS EXISTEM?

     
      É incrível o nosso potencial para produzir mafiosos, assim como jogador de futebol, ou seja, isso está enraizado na cultura brasileira. Há cinco anos o Brasil era apresentado ao Marcos Valério, o escudo de um mega esquema de corrupção, que evolvida bancos, deputados e muita, muita propina, que deram o codinome de mensalão. Agora surge o Cachoeirinha, igualmente grande empresário e com profundo relacionamento com políticos renomados. Se Marcos Valério injetou dinheiro na campanha do ex-governador mineiro Eduardo Azeredo, Cachoeirinha demonstra o mesmo talento para com o senador Demóstenes Torres. Inclusive há um movimento no Congresso, para que tais denúncias fiquem apenas no senador, e porque se for investigado suas relações com os deputados federais...vai virar bola de neve ou efeito dominó. Até a PM de Goiás tinha um acordo velado com Cachoeirinha, e quem fizesse vista grossa era promovido mais rápido. A pergunta que não quer calar: quantos Marcos Valérios e Cachoeirinhas ainda existem na república brasileira? 

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Jornalista se demite ao vivo alegando interferência do governo




O jornalista Paulo Beringhs, apresentador de um programa de notícias na TV Brasil Central, mantida pelo governo de Goiás, declarou que estava sendo censurado pelo governador Alcides Rodrigues (PP). A declaração foi feita ao vivo, durante a transmissão do Jornal "Brasil Central", na noite de quarta-feira (20).

"Estamos sendo censurados. Estamos sob intervenção", disse o jornalista.

Beringhs se referia ao veto à entrevista com o senador e candidato ao governo de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), adversário político de Rodrigues. Perillo disputa o segundo turno com Iris Rezende (PMDB), que tem o apoio do governador e que não compareceu ao programa para a entrevista.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Senador Demóstenes x Cachoeirinha: O alvo deles era Dilma...

Como qualquer empresa, as organizações criminosas têm seus planos de sobrevivência e expansão. O grupo do empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, inovou em muita coisa, mas não nesse aspecto. Cachoeira tinha negócios escusos e planos de novos empreendimentos em Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Tocantins, onde contava com a ajuda de políticos e agentes públicos, de acordo com as investigações da Polícia Federal. Mas Cachoeira queria mais. Conversas telefônicas entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (ex-DEM, agora sem partido), gravadas com autorização judicial e obtidas com exclusividade por ÉPOCA (ouça os áudios ao fim desta reportagem), mostram que os dois planejavam se aproximar de alguma forma do Palácio do Planalto. Numa das ligações captadas, Cachoeira orienta Demóstenes a aproveitar um convite para trocar o DEM pelo PMDB, com o propósito de se juntar à base de apoio do governo e se aproximar da presidente, Dilma Rousseff. “E fica bom demais se você for pro PMDB... Ela quer falar com você? A Dilma? A Dilma quer falar com você, não?”, pergunta Cachoeira. Demóstenes responde: “Por debaixo, mas se eu decidir ela fala. Ela quer sentar comigo se eu for mesmo. Não é pra enrolar”. Cachoeira se empolga: “Ah, então vai, uai, fala que vai, ela te chama lá”. Como se fosse um bom subordinado, Demóstenes acata a recomendação.

Quando esse diálogo ocorreu, no final de abril de 2011, Demóstenes estava em plena negociação com caciques do PMDB, como os senadores Renan Calheiros e José Sarney, para mudar de legenda. Um dos maiores opositores do governo – e carrasco de petistas acusados de corrupção – tencionava aderir ao governo do PT. Segundo dirigentes do PMDB, àquela altura a mudança de partido já tinha o aval do Palácio do Planalto. Tudo nos bastidores, porque em público Demóstenes continuava oposicionista. As gravações mostram agora que um dos objetivos da radical troca de lado era estar mais bem situado para ajudar o esquema de Cachoeira. Continue lendo na Revista Época