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quarta-feira, 20 de março de 2013

PMs denunciam extorsão dentro de batalhão de Copacabana (quando a vida imita a arte...)


Olá amigos! Após recebermos 4 e-mail de 4 PMs diferentes do 19ºBPM (Copacabana), relatando o mesmo fato, ou seja, a mesma denuncia, além de um comentário na nossa página "FALA AÍ POLICIAL" sobre o mesmo assunto, resolvemos publicar e escrachar. As denuncias dizem respeito ao Capitão PM RAFAEL Barros de Santana (foto), mais conhecido como Capitão "RATOEL"; não precisamos dizer o porquê do apelido... Pois bem, o tal capitão que comanda uma "cia" no referido batalhão, anda exigindo altas quantias em dinheiro para que policiais continuem trabalhando em seus serviços. O capitão RAFAEL, que já serviu no 19ºBPM como tenente, voltou e já mostrou para o que veio. Acelerado e graneiro como todos sabem, o mesmo mandou a real pra tropa da sua "cia" e quer r$ 200 toda sexta-feira de cada guarnição de "RP" que estiver de serviço durante o dia; r$ 100 das cabinas onde rola uma "prata" e r$ 50 das cabines e demais serviços onde não tem nada, ou seja, que ficam no "0a0". Até policiais que não pegam nada na rua, vão ter que tirar r$50 do próprio bolso para colocar no bolso do tal capitão ladrão. Ele só pode estar de sacanagem... Acho que ele esqueceu que a area do 19ºBPM não é mais como antes, em função das 3 UPPs. É o cúmulo do absurdo, o capitão RAFAEL cobrar, extorquir dinheiro dos policiais e o comando do batalhão não fazer nada a respeito. E o que mais nos deixa putos, é o fato de que alguns policiais acharam normal e vão fazer o jogo sujo do cara e pagar o que ele quer toda sexta, tudo para não sair do setor. Ninguem grava, ninguem tira foto, todo mundo aceita; é por isso que ele faz isso. Se alguém criasse coragem e filmasse a sacanagem que ele anda fazendo, e entregasse no MP, rapidinho as asinhas dele iriam ser cortadas. Agora vos pergunto: Se ninguém pagar o que o capitão ladrão quer toda sexta, ele vai fazer o quê? Bicar do batalhão?! O capitão vai bicar uma ala toda do batalhão?! Nunca! Se ninguém der nada, ele simplesmente não vai poder fazer nada. Os policiais de batalhões por onde este bandido já passou, deram graças a Deus quando ele foi embora. Ele sai do mundo real e cobra quantias absurdas para o PM bancar algum tipo de serviço o qual esteja interessado. E tem mais amigos... Segundo a denuncia feita por comentário na nossa página "fala aí policial", até o sub-comandante do 19ºBPM, Tenenete-Coronel ALÍPIO, também perdeu a noção e esta extorquindo descaradamente policiais da APtran, exigindo a quantia de r$ 2000 por semana de cada guarnição que estiver na sexta de dia. E segundo informações dos PMs desta unidade, o tal capitão RAFAEL voltou ao batalhão a convite do sub-cmte. Muito estranho isso... Seria uma formação de quadrilha para extorquir PMs que trabalham nas ruas? 

Fonte: Blog da Verdade RJ 

Comento: Bem que o filme Tropa de Elite 1 demonstrou isso na cena em que o personagem diz: " - Se você quer rir...você que me fazer sorrir"- depois de abir a gaveta...e o pm que foi pedir para adequar suas férias....saiu frustrado da seção.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Audiência sobre assédio moral na Corregedoria da PMMG



Debate quente na tarde de hoje, 13, durante uma audiência na Assembleia Legislativa. Um capitão da PM denunciou que estava sendo perseguido por um major da corregedoria e pediu para ser ouvido pelos deputados da Comissão de Direitos Humanos.
Fonte: Tv Alterosa/Blog do Rei

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

PM que derrubou o ex-Ministro Orlando Silva, agride seguranças, joga dinheiro no chão e é preso no DF


O policial militar João Dias Ferreira, pivô do escândalo que derrubou o ex-ministro do Esporte Orlando Silva (PCdoB-BA), foi preso na tarde de ontem (07) no Palácio do Buriti após ter agredido dois servidores e jogado R$ 159 mil no chão (!?). Notícia daFolha.com:
O policial militar João Dias Ferreira, que acusou um esquema de desvio de dinheiro no Ministério do Esporte, foi solto na noite desta quarta-feira após pagar fiança. Ele havia sido detido horas antes após ter agredido dois servidores do governo do Distrito Federal e ter jogado R$ 159 mil no chão, dinheiro que diz ser de propina de pessoas ligadas ao governador Agnelo Queiroz (PT), ex-chefe da pasta.
Segundo o advogado de Ferreira, ele recebeu “inúmeras” propostas de pessoas ligadas a Agnelo e, ontem, teria decidido aceitar para poder filmar a entrega do dinheiro.
O pagamento seria um “cala-boca” para que o policial não falasse das irregularidades no Ministério do Esporte e os desdobramentos do caso.
“Ele recebeu ontem esse dinheiro na casa dele de pessoas que ele entende que sejam do governo, como forma de ‘cala-boca’. Ele resolveu então ir devolver o dinheiro e foi na secretaria de Paulo Tadeu, que é quem ele entende que foi a origem do dinheiro”, disse o advogado de Ferreira, André Cardoso.
O policial foi preso em flagrante na tarde desta quarta-feira, na sede do governo do DF, o Palácio do Buriti. Ele foi detido após agredir uma assessora da secretaria de governo, comandada por Paulo Tadeu –um dos principais aliados de Agnelo.Continue lendo no blog Implicante:>>>>>>

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Policial é acusado de matar comerciante em briga no RJ

O policial militar Allan Coelho Monteiro, que trabalha na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade da Formiga, na zona norte do Rio de Janeiro, é acusado de matar o comerciante Rafael Antonio Cesar Dias Pereira, na madrugada de ontem, durante uma briga de trânsito na Rodovia Washington Luiz.
A Corregedoria da Polícia Militar (PM) informou na manhã de hoje que já obteve junto ao plantão judiciário, às 3h da madrugada, o mandado de prisão preventiva do policial militar.
O corregedor da PM, coronel Waldyr Soares Filho, informou que o policial ainda não foi preso, mas seus familiares já disseram que ele se apresentará na tarde de hoje. "A corregedoria agiu proativamente e obteve o mandado porque o caso é muito grave", disse o corregedor.
Por Solange Spigliatti | Agência Estado 

G1

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Policial depõe na PF e diz que apresentou provas sobre corrupção nos Esportes

 Em depoimento de mais de sete horas à Polícia Federal, o  policial militar João Dias Ferreira, que fez denúncias sobre a existência de um esquema de corrupção no Ministério do Esporte envolvendo o ministro Orlando Silva, disse ao deixar o prédio da PF que confirmou as acusações e apresentou parte das provas que comprovam a participação do ministro e de funcionários do primeiro e segundo escalões no esquema de desvio de dinheiro público.



Em reportagem publicada pela revista Veja no último sábado, Ferreira denunciou um esquema de corrupção noPrograma  Segundo Tempo, que repassa recursos para incentivar a prática de esportes entre crianças de baixa renda. Segundo a denúncia, o próprio ministro teria recebido dinheiro desviado do programa, em troca da liberação de recursos para organizações não governamentais. O esquema teria movimentado mais de R$ 40 milhões em oito anos.

Ferreira adiantou que novos documentos e áudios que comprovam o esquema de corrupção serão entregues na segunda-feira 
Ferreira adiantou que novos documentos e áudios que comprovam o esquema de corrupção serão entregues na segunda-feira 

Ferreira não detalhou as provas que foram apresentadas à Polícia Federal, mas adiantou que novos documentos e áudios que comprovam o esquema de corrupção serão entregues na próxima segunda-feira (24). “Vai ser o nocaute”, declarou. Segundo ele, entre as provas estariam gravações, prestações de contas e relatórios de fiscalização fraudados e com datas falsas.  
O policial disse ainda ter apresentado à PF uma lista com pelo menos 15 pessoas envolvidas no esquema que podem ajudar a comprovar as acusações de desvios do Programa Segundo Tempo. Na lista, estão funcionários do Ministério do Esporte e dirigentes de organizações que recebiam os repasses. Os citados serão convocados a prestar depoimento, segundo Ferreira. A PF não se manifestou sobre o depoimento.
Em entrevistas e depoimentos a parlamentares desde domingo (16), Orlando Silva tem negado as acusações e tentado desqualificar o denunciante. Na terça-feira (18) na Câmara, o ministro chamou Ferreira de “desqualificado”, “criminoso” e “bandido”.
“O ministro diz que eu não tenho provas, mas eu estou muito tranquilo. Quem tem que passar a se preocupar a partir de agora é ele, porque eu estou entregando as provas aqui na Polícia Federal e também vou à Procuradoria-Geral da República”.
Ferreira declarou que pediu proteção policial, mas que não houve negociação de delação premiada. O policial foi preso ano passado pela Operação Shaolin, da Polícia Civil do Distrito Federal, que investigava fraudes no repasse de recursos do Programa Segundo Tempo. Ferreira, que dirigia uma associação de kung-fu é acusado de desviar R$ 2 milhões do programa.
Luana Lourenço
Agência Brasil