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domingo, 22 de julho de 2012

O DESABAFO DE UM CAPITÃO DO EXÉRCITO BRASILEIRO

Presidente Dilma, veja meu contracheque de Capitão do Exército Brasileiro, em anexo.
MEU SALÁRIO LÍQUIDO: 5.299,00.
- Comando 48 homens (imagino o salário deles... bem menor que o meu).
- Trabalho cerca de 50 horas por semana, mas estou há 15 anos de prontidão, pronto para ser acionado (em caso de garantia da lei e da ordem, ou outro motivo julgado necessário por meu comando).
- Por lei, não posso fazer greve. Mas faço operações de fronteira com colegas da Polícia Federal que ganham 3 vezes mais que eu. Eles podem fazer greve.
- Vários Natais, Carnavais e aniversários de minha filhinha, hoje com 6 aninhos, e do meu guri, com 8, passei na selva, em treinamento.
- O armamento que uso, Presidente, é ultrapassado.
- Minha esposa até tinha conseguido um trabalho com artesanato, que dava um ganho de uns 200,00 a cada mês e meio, + ou -. Mas desde nossa última transferência, ela está meio deprimida, e não consegue ajudar aqui no sustento da casa.
- Jurei que não colocarei meus filhos em escola pública. Só consigo mantê-los atualmente na escola particular graças à ajuda do diretor do colégio (fez um "pacote" mensal para mim, pra 2012, de R$ 1.620,00).
- Tento economizar em outras coisas... O carro, por exemplo, é o mesmo há 6 anos. E já me dá um trabalhão de oficina.
- As crianças e minha esposa usam as mesmas roupas do ano passado. Sim. Estamos em julho; e a última roupa comprada para os três foi no Natal.
A próxima roupa? Se Deus quiser, no Natal.
- Mês passado, tomei uma decisão (pena que minhas crianças é quem mais vão sofrer): cortei a TV por assinatura (eu tinha um pacote básico).
- Agora nosso tormento vai ser tirá-los da TV aberta. Leitura? É o que eu e minha esposa gostaríamos de incentivar neles. Mas... Presidente... Como livro é caro, viu!
- Moro na Vila Militar. Não consigo sequer planejar a compra de um imovelzinho... um apartamento pequeno, para que quando a reserva chegar, não pegue de surpresa um "Coronel desavisado" (como já vi acontecer com dois conhecidos).
- Bem, Presidente:
Como não posso economizar na Amoxilina e outras medicações, que de vez em quando meus filhos tomam;
Como não posso economizar no composto feito em farmácia de manipulação, que a endócrino prescreveu para minha esposa (ainda bem que a minha saúde ainda é muito boa);
Como não posso economizar com a gasolina, nem com limpeza (a quantidade de sabão em pó, detergente, etc, é fixa);
Como a conta de luz e telefone já chegou a um mínimo, de onde não dá mais para economizar; e Como o meu filho sabe que não posso pagar a ele os passeios (meio caros) que a escola propõe para a turma...Para fugir dos empréstimos, passei a economizar comprando menos comida. Isso, Presidente. Jurei não recorrer mais às financeiras... a muito custo estou abolindo cartão de crédito. Mas para isso digo que estou cada vez comprando menos comida.
Há quatro anos me "sobra", para o supermercado e a feira do mês, de 1200 a 1300 reais.
Só que as coisas sobem. A inflação está baixa... mas as coisas sobem.
Pode parecer ridículo, mas passei a comer menos vegetais... até mesmo menos arroz e feijão.
Pelo menos tenho o café da manhã e o almoço no quartel, onde posso até repetir o prato, de vez em quando, quando a comida tá boa...A sra viu quanto está o preço da couve? do brócolis? Eu queria ter esses vegetais todos os dias na mesa de casa... mas atualmente, só dá 1 vez na semana. E o que dizer do leite? E do acém? E o preço do quilo do peixe?
Há dois anos, comíamos peixe a cada duas semanas, pelo menos. Hoje não dá. Em casa, hoje em dia, substitui-se legumes por pão, em algumas ocasiões. É menos saudável, eu sei.
Mas enche mais a barriga. É barato. Já faz um tempão que não usamos azeite de oliva. Puxa, presidente, como o azeite é saboroso! Lembra minha infância. Hoje, consigo comprá-lo muito raramente. Muito caro, Presidente! Eu não tomo mais iogurte em casa, nem minha esposa. O litro que consigo comprar, semana sim, semana não, fica para as crianças. Minha esposa adorava um chocolate. Não come mais. E os guris ficam com o que consigo comprar. Adianto, Presidente, que faz três anos que o chocolate não é mais Nestlé, Garoto ou Lacta.
Compro uma barra, semana sim, semana não, da marca mais barata. Comer fora? Consigo levar minha família ao McDonald's a cada seis meses. A cada dois meses, um Habib's. Duas esfihas p/ cada. Sim! Precisamos economizar. Ainda por cima, já faz quase cinco anos que mando 150,00 por mês para meus sogros. Eles bem que precisariam de mais, mas não consigo aumentar essa quantia... Tenho uma esposa que, graças a Deus, me compreende.
O chato, Presidente, é que tem coisas que não dá para fugir. Por exemplo: eu tenho que economizar para dar a minha filha, no Natal, a boneca que não pude dar em seu aniversário.
Aniversário que, diga-se de passagem, foi na lanchonete, com mais duas amiguinhas... e não numa casinha de festa, como ela queria, com todas as amiguinhas da sala...O chato, Presidente, é que AMO meu Brasil e meu Exército...Agora pergunto a V.EXA: é justo isso, Presidente?...Por que outras carreiras do Executivo são tão bem pagas??...



Fonte: Blog do Coronel Paúl

domingo, 3 de junho de 2012

Brasil vive o caos na saúde...e enquanto sonha com a COPA...




Uma médica do Hospital Rocha Faria, em Campo Grande, zona oeste do Rio de Janeiro, desabafou sobre a situação precária em que se encontra a saúde do Estado. Angela Tenório afirma estar sobrecarregada e cansada do descaso com os pacientes.

— Estou sozinha nessa porcaria aqui. Não posso fazer nada pelo excesso de pacientes doentes. E a secretaria [de Saúde] e o governador [Sérgio Cabral] não fazem nada. Cadê o Pedro II [hospital estadual]? Nós somos sobrecarregados. Eu sou diabética e hipertensa. O Pedro II está lá, com médicos que não atendem porque não tem cama. Eu já estou de saco cheio. Eu vou ser punida por uma boa causa.

Para saber mais veja a materia no r7 http://migre.me/9jkd9

sexta-feira, 25 de maio de 2012

MAIS UM DELEGADO QUE SOLTA O VERBO

Delegado Cristiano Santos responde sobre denúncias contra delegacias

Quem está “fora-da-lei” é a imprensa que, sob o escudo constitucional da “liberdade de imprensa” pode divulgar o que quiser e contra quem quiser, basta cair no desgosto de algum editor, que não precisará prestar contas daquilo que divulgou. Isto, num estado monopolizado nas notícias como o Estado do Paraná, é deveras preocupante. Já a Polícia Civil presta contas à própria Polícia, ao Tribunal de Contas, ao Ministério Público e ao Poder Judiciário. 
Das duas, Polícia e Imprensa, quem pode ser mais irresponsável?
A Gazeta do Povo não mente, MAS OMITE!!! Faltou a reportagem (“Dinheiro real para delegacias fantasmas”, veiculada na edição de Domingo, dia 20 de maio de 2012, em matéria de capa, na versão impressa) mencionar que, apesar de os prédios das delegacias dos municípios estarem fechados, os serviços de Polícia Judiciária continuam sendo prestados pela Polícia Civil nas cidades próximas (Delegacias Regionais e Subdivisões), ou será que a população daquele local também sumiu??? 
Ou será que ninguém pratica crimes naquelas cidades (meu deus, quero morar lá)??? 
Será que ninguém ali vai preso??? 
E, sendo preso, onde fica ele recolhido??? 
E o inquérito policial relativo aos crimes cometidos ali, e as diligências ínsitas a todos os inquéritos policiais???

Destaco que, como delegado de polícia atuando já há quase 10 anos no interior, por diversas vezes tive de acumular a função de Delegado de Polícia de várias cidades ao mesmo tempo, cidades estas que, segundo critério da administração naquela época, não “justificavam” a nomeação de servidor policial civil exclusivo para aquela cidade, diante da maior carga de serviços em cidades maiores, onde, aí sim, se concentravam os trabalhos.

Contudo, assim como aconteceu comigo, há sim policiais civis lotados ali, mas acumulando vários municípios, e desempenhando suas funções nas sedes de Subdivisão.

E, se a prestação de serviço continua, também continua a necessidade de destinação de recursos e a demanda por investimentos. Vale ressaltar que, nestes casos, os gastos são ainda maiores, pela falta da presença física de policiais naquelas delegacias: o deslocamento semanal para rotinas burocráticas, para a realização de operações, para o cumprimento de intimações e para o cumprimento de mandados de busca e de prisão. Ressalte-se que, quanto a tais deslocamentos, o policial que acumula diversas cidades não recebe “diárias”, e tem de arcar pessoalmente com os gastos de alimentação e hospedagem, quando necessária.
Todo esse serviço de Polícia Judiciária, que continua sendo prestado, exige dedicação e exige recursos que, geralmente, são insuficientes.

Aliás, a tendenciosa reportagem precisou somar os recursos enviados em 08 anos para chegar a um número expressivo, a um número que “dê reportagem de capa” (e por aí já se vê a real intenção da reportagem). 
Ficando com o exemplo apenas de Guaraqueçaba, foi mencionado na reportagem que aquele município recebera R$153.000,00 em oito anos, o que totaliza aproximadamente R$1.600,00 reais mensais, quantia esta irrisória para os cofres públicos e que nem de longe são suficientes para a manutenção do serviço de Polícia Judiciária relativamente àquela cidade, ainda que prestado na sede da Subdivisão.
Haveria uma nítida intenção de enxovalhar a Polícia Civil? Haveria um projeto para “derrubar” o Delegado Geral, e até mesmo o Secretário de Segurança (que também é delegado)? Prefiro acreditar que isto seja uma mera “mania de perseguição”.

Digo isto porque, assim como a Polícia Civil, a Polícia Militar também recebe o malfadado (e insuficiente) Fundo Rotativo (assim como também o recebem os Diretores de Escolas Estaduais). 
E, relativamente às contas da Polícia Militar não houve sequer uma nota relativo aos gastos do Fundo Rotativo. Foram ouvidos diversos policiais militares na reportagem, mas não foram ouvidos os delegados responsáveis por aquelas delegacias supostamente abandonadas. Se o objetivo é divulgar a verdade, então, que se vá atrás da verdade. Se a equipe teve o trabalho, durante 5 meses, de visitar aqueles lugares, por que não procuraram os delegados responsáveis por aquelas unidades, que estavam nas sedes de Subdivisão, não muito distantes dali? 

Ficaram apenas as informações passadas por praças militares locais, que não sabem quanto, quando e nem onde são aplicados os recursos.

Bem, diante de tais fatos, não sei se deixo de ler a Gazeta do Povo, ou se procuro um psiquiatra, para cuidar da minha “mania de perseguição”. Acho que a primeira opção será mais eficaz.


Fonte: BLOG DA CLAUDIA WASILEWSKI/Blog do Ronald Coelho

domingo, 22 de abril de 2012

Desabafo de Sub Tenente Bombeiro excluído arbitrariamente no Rio

Diário Oficial de hoje: 18/04/2012
Secretaria de Estado de Defesa Civil
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ATOS DO COMANDANTE-GERAL DE 17.04.2012, EXCLUI, ex-oficio, do serviço ativo deste Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, a contar de 12 de março de 2012, face o que consta na Nota CI/JD 218/12, publicada no Boletim da SEDEC/CBMERJ nº 049, de 12.03.2012, o Subtenente BM Q10/81 VALDELEI DUARTE, RG CBMERJ nº 06.933, de acordo com o que preceitua o art. 123, inciso III, e art. 124, ambos da Lei Estadual nº 880,de 25.07.1985 (EBMERJ), § 2º do art. 31, do Decreto nº 3.767, de 04.12.1980 (RDCBMERJ), e inciso IV, letra “a”, do art. 13 do Decreto nº 2.155, de 13.10.1978, e o que consta no Processo nº E-27/0030/11161/2012.

Bom tarde à todos, como podem ver na nota acima fui excluído do CBMERJ, junto com mais 13 BOMBEIROS, e quero deixar bem claro que não  estou arrependindo em nada do que fiz, quem me conhece e acompanha a minha trajetória de luta sabe que eu jamais ficaria de fora deste processo. Desde de 1989 já começava a me manifestar contra algumas situações erradas que comecei a observar no GMar, já desta data em diante os nossos serviços começavam a ficar estagnado, não se investiam mais em material humano e muito menos no operacional, e já começavam a faltar quase tudo, não tínhamos mais se quer nadadeiras suficientes para efetuar os nossos socorros, a alimentação era péssimamente servida e precária, além de chegar muito tarde aos postos, e até hoje ainda existem reclamações quanto a este item que deve ser tratado com uma atenção especial. Em 1990 quando houve o concurso a coisa foi de mal a pior, jamais poderiam realizar o concurso daquela forma, 500 ALUNOS de uma única vez, ainda não tínhamos INTRUTORES  e MUNITORES preparados para aquele números de ALUNOS, já aconteciam fraudes, peixadas, indicação (QI) e outras coisas a mais, fato é que " DOIS ALUNOS MORRERAM AFOGADOS ". Uma verdadeira vergonha e demonstração de incompetência, o número de INSTRUTORES eram ínfimos, e eu já enxergava que poderia acontecer uma tragédia, e infelizmente foi ela foi consumada. Sempre alertava aos meus antigos ALUNOS DO CURSO DE APOIO que eu criei juntamente com o falecido SGT.BM PASSOS em 1989, eu na Barra de Guaratiba e ele na Barra da Tijuca, para que todos ficassem de olho nos demais ALUNOS, e tomarem conta dos outros ALUNOS, porque eles foram para aquele CSMar já com algumas experiências no SERVIÇO DE SALVAMENTO, é porque eles já como APOIO trabalharam voluntariamente conosco no verão anterior ao curso como GUARDA-VIDAS. E depois de 1990 somente houve outro concurso em 1997, outro erro gravíssimo ao SERVIÇO DE SALVAMENTO MARÍTIMO, fato este que o CMS (corpo marítimo de salvamento) da POLÍCIA CIVIL, entrou em extinção também por este erro de administração.

 Depois houve concursos em 1998,1999, 2000, 2001 e 2002, e não diferente os GUARDA-VIDAS se formavam e os seus destinos eram os mais adversos e não eram inerentes aos SERVIÇOS DE SALVAMENTO NO MAR, trazendo com isso a precariedade também ao serviço. Depois desses cursos somente em 2008 houve outro concurso, com várias denúncias também e de todas as formas, como não podia provar somente acompanhei o final deste CSMar, que foi o mais longo de todos, a última turma destes que eram 300, se formaram após 13 meses de curso. Também nos meados de 1990, instituíram a primeira gratificação que viria a dividir e desmotivar todo CBMERJ, as famosas " PECÚNIAS". Era a Lei da farinha pouca, meu pirão primeiro, não diferente como acontece agora neste Governo, com as famosas e tão sonhadas BRAVURAS e as gratificações. Meus companheiros estamos passando por uma das piores fases no CBMERJ, falo isso com propriedade, passei 31anos (trinta e um) aqui no CBMERJ, se pudesse contar tudo o que vi e vivi no CBMERJ, muitos de vocês não acreditariam ou iriam se indignar, mais quem sabe um dia eu venha narrar tudo isso em forma de livro ou auto biografia.

 Companheiros o ano de 2011 foi um ano que já entrou para história, em março de deste ano um grupo de GUARDA-VIDAS, e quero destacar que os da nova geração, começaram também a observar que o GMAr começava a declinar de uma forma ameaçadora ao serviço de salvamento, fato este que eles resolveram se reunirem e discutirem este assunto, e os primeiros eram somente 06(seis) GUARDA-VIDAS, e vou preservar os seus nomes para protege los das covardias que todos estão vendo acontecer, e estes sabendo da minha trajetórias no GMAr me convidaram a participar, e já em março realizamos as primeiras reuniões, logo em seguida um deles lançou o Blog SOS GUARDAVIDAS, que depois se tornou SOS BOMBEIROS, e no dia 17 de abril realizamos o primeiro ato na ZONA SUL, e começamos a denúnciar as nossas mazelas, inclusive apresentando a população os nossos contra cheques, e a grande maioria ficavam surpresos quando viam o valor tão baixo que recebemos pelo nobre serviço que realizamos, não quero dizer com isso que uma vida tem preço, e muito menos e da mesma forma, a nossa também não tem preço, mais o que o Governo nos paga, é irrisório para não dizer humilhante, porque os nossos serviços são valorosos e muito honrado, prova disso é demonstração de carinho e confiança que toda a população tem por nós BOMBEIROS.

 Quero que todos saibam que nós os 14 BOMBEIROS excluídos até o momento, digo isso porque infelizmente tem mais dois companheiros que ainda serão julgados pelo tribunal de justiça, estamos UNIDOS e não desistiremos de lutar e continuar lutando para que todos do CBMERJ alcanse a valorização merecida, OFICIAIS E PRAÇAS, ATIVOS, INATIVOS, REFORMADOS E AS PENSIONISTAS, mais para que isso aconteça precisamos estar unidos, e continuar a respeitar os nossos superiores e chefes, mais não deixar de cobrar deles o mesmo, porque essa atitude tem que ser recíproca, para que todos nós avance cada vez mais nessa valorização e que chegue de igual para todos.

 Agora me dirijo aos companheiros de TODO O CBMERJ, principalmente os que acreditam na nossa luta e na nossa causa, é fato que estamos excluídos do CBMERJ, alguns de nós já estão sofrendo com este processo, e com toda a certeza nenhum de nós queria este final, mais como disse antes, é um processo, e hoje vejo isso como um escolhido de Deus para essa causa, estamos em oração e peçam também que orem por todos nós, como no significado real " ORAÇÃO " (orar e agir), e é o que todos nós devemos fazer, tenham fé e acreditem, nós vamos conquistar o que almejamos, e a vitória virá com toda certeza.

 Estamos também na fase final da fundação da nossa ASSOCIAÇÃO BOMBEIROS DO RIO DE JANEIRO, é importante neste momento que " TODOS " se filiem a essa ASSOCIAÇÃO, será através dela que ficaremos mais forte e unidos, não para confronto com ninguém, mais para todos os tipos de adversidades que possa a nos acontecer, e de imediato essa exclusão que veio acontecer conosco, se um grande números de BOMBEIROS, OFICIAIS E PRAÇAS, ATIVOS, INATIVOS, REFORMADOS E AS PENSIONISTAS se associarem a nova ASSOCIAÇÃO BOMBEIROS RJ. Essa já seria uma grande demonstração de união e ajuda para com nós os EXCLUÍDOS, porque será através da ASSOCIAÇÃO que receberemos suporte financeiro até reveter toda a situação e processo que estamos passando.

Valdelei Duarte.