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segunda-feira, 25 de maio de 2015

LIVRO "ESCRAVOS SOCIAIS E OS CAPITÃES DO MATO"


Prezados leitores, iniciamos a leitura do livro "Escravos socais e os capitães do mato" de autoria de Sérgio Cerqueira Borges (Chiado Editora), o qual pode ser adquirido na livraria Travessa.
O autor foi um dos Policiais Militares acusados de participação na denominada "Chacina de Vigário Geral".
Ele foi preso e absolvido após obter as provas que o inocentaram no interior do cárcere.
Não podemos fazer juízo de valor sobre o conteúdo do livro, pois estamos nas primeiras páginas, mas somos testemunhas que Policiais Militares são presos e condenados, sem as indispensáveis provas.

blog coronel Paulo Paúl

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

"Superando o mito do espantalho" – Uma polícia voltada p/ a resolução dos problemas

A mais nova produção do Major Martinez, juntamente com o Capitão PMSC Jorge Eduardo Tasca, é o livro “Superando o mito do espantalho – Uma polícia orientada para a resolução de problemas de segurança pública”, O site Abordagem Policial fez uma breve entrevista com o Major Martinez, que falou um pouco sobre o tema do seu livro:
Abordagem Policial - O que significa o “mito do espantalho”?
Major Martinez - Jean-Paul Brodeur chama espantalho aquela função da polícia uniformizada que busca evitar o crime pela presença. No Brasil a função é categorizada por “policiamento ostensivo”. Para os autores o mito está na crença extremamente forte no Brasil de que a razão única de atuação da PM é a função espantalho, um verdadeiro mito, crença existente não só nas polícias militares, mas em muitos juristas e mesmo na sociedade. Os autores procuram desconstruir esse mito, superá-lo, para que as polícias militares basicamente atuem segundo o previsto na Constituição Federal, qual seja, na preservação da ordem pública, atribuição muito mais ampla que a noção simples de espantalho, isto dentro de uma lógica de reforço da autoridade e possibilidades delineados pela metodologia do “Policiamento Orientado para a Resolução dos Problemas de Segurança Pública”.
Abordagem Policial - Como a militância pela implantação do Ciclo Completo de Polícia se relaciona com o conteúdo da obra?
Major Martinez - O modelo brasileiro único de meia polícia torna a atividade policial ineficiente e complexa, qunado poderia ser simples. Leva à confusão de atribuições entre as polícias estaduais, torna as polícias menos eficientes, mesmo a Polícia Rodoviária Federal. O modelo de polícias de ciclo incompleto exige muito mais policiais na função judiciária, pois são chamados a atuar mesmo naqueles casos simples com a mesma lógica burocrática dos casos complexos, tornando os policiais uniformizados meros auxiliares da polícia com função judiciária, como se fossem qualquer do povo.
Abordagem Policial - Quais fatores/princípios são fundamentais para que este ‘mito’ seja superado?
Major Martinez - O princípio fundamental, no caso do Brasil, e do ponto de vista jurídico, nos parece simples: seguir o que está na Constituição Federal reservado às polícias militares, principalmente no campo preventivo, mas também no repressivo, seja lavrando o policial militar o denominado Termo Circunstanciado de Ocorrência nas contravenções penais e nos crimes com pena máxima de dois anos, seja representando pela Busca e Apreensão ou Prisão Preventiva, seja lavrando o Auto de Prisão em Flagrante.
Abordagem Policial - Como andam as polícias brasileiras na implementação deste objetivo (a superação do mito)?
Major Martinez - Infelizmente as polícias militares brasileiras em geral andam muito mal. No caso do Termo Circunstanciado, passados mais de 15 anos da Lei 9.099/95, só 5 estados lavram o TCO, sendo eles Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Sergipe e Alagoas. Temos notícias de aplicações isoladas nos estados do Amazonas, Pará e Bahia. No campo das medidas cautelares do processo penal várias polícias militares atuam nesse campo, não sabendo precisar quantas. No âmbito administrativo Santa Catarina tem estado na vanguarda, já tendo experimentado várias situações, que são citadas na obra. Dentre elas a mais destacada foi a medida restritiva nas catástrofes naturais ocorridas no final de 2008, que imprensa denominou “Toque de Recolher”, em face da ocorrência de vários saques.
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O Abordagem Policial recomenda aos nossos leitores a aquisição do livro, que pode ser comprado na livraria Saraiva, pela internet (clique aqui!). Se estiver por Florianópolis no dia 26, próxima quinta, não deixe de participar da noite de autógrafos (veja endereço e horário no banner acima). Parabéns aos autores pelo trabalho!

terça-feira, 28 de agosto de 2012

TENENTE ESCREVE LIVRO: “MINHA VIDA NA POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS – CRIME E COVARDIA”


COMPRE O LIVRO: DEPÓSITE no BANCO DO BRASIL, AG:1001-4C/C 37610-8VALOR 25,00, e reenvie o nome e endereço completo, para o email: joaoluciodematos@gmail.com 

O FRETE É GRÁTIS

Este livro mostra a vida do 1º tenente PMMG/Reformado João Lúcio de Matos. O mesmo foi recruta em 1968. 3º sargento em 1969. Aspirante a Oficial PM em 1973. 2º Tenente PM em 1974 e 1º Tenente PM em 1982. 

Foi reformado em 1982, por problemas de saúde, com vencimentos proporcionais a treze dias de serviço, ou seja, perdendo 70% dos proventos. 

Por 26 anos acreditou que sua reforma fora ilegal, contudo conseguiu documentos que provavam o contrário. Ingressou na justiça contra o estado, cujo o processo foi jugaldo à Revelia do mesmo em novembro de 2010.

Durante sua permanencia na corporação foi alvo de perseguição, crime, corvadia, e injustiça. O motivo deste livro é levar às pessoas civis e militares que na execução de suas tarefas jamais pratiquem com seus subordinados tais atos, pois " O PLANTIO É LIVRE MAS A COLHEITA E OBRIGATÓRIA".


Leia este livro e comprove!

Encomendas:
email: joaoluciodematos@gmail.com ou pelo telefone (34) 91138359.

COMPRE O LIVRO: DEPÓSITE no BANCO DO BRASIL, AG:1001-4, C/C 37610-8, VALOR 20,00, e reenvie o nome e endereço completo, para o email: joaoluciodematos@gmail.com 

O FRETE É GRÁTIS

Comentário nosso: Excelente livro, para os que gostam de estudar, conhecer a caserna, principalmente para a nova geração de militares, que não conheceram o RDPM, não sentiram o preconceito racial, e graça a deus não passaram por isso. Pessoas como esse Oficial, que entrou como Praça, representa a luta de muitos em prol da cidadania militar, que até hoje não foi reconhecida de forma plena, justa. O Tenente João Lúcio entrou com processo, aguarda a reparação da injustiça, já que sua turma inteira foi promovida ao coronelato. Deus lhe abençoe meu amigo, e que senhor consiga uma distribuidora, consiga divulgar o seu livro e mostrar a sua história que é uma lição de vida para civis e militares. Eu li o livro, fui o primeiro a comprá-lo em Uberlândia. Eu indico, leitura imperdível!