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sábado, 5 de maio de 2012

DELTA TAMBÉM FINANCIOU A CAMPANHA DA PRESIDENTE DILMA

SITE 247. 
Delta também financiou a campanha de Dilma. 

Jornalista Claudio Humberto revela que a empresa de Fernando Cavendish doou oficialmente R$ 1,150 milhão ao PT em 2010, segundo a Justiça Eleitoral.

247 – Nem mesmo a presidente Dilma Rousseff parece estar imune contra a lamaceira política que o esquema ilegal de Carlinhos Cachoeira e da Delta tem causado. O PT já se tornara alvo da oposição por uma suposta doação de R$ 1 milhão à campanha presidencial de Lula em 2002 de "empresários dos jogos". Ao que parece, Dilma também foi beneficiada por uma generosa doação. Desta vez, da Delta. Segundo registrou a Justiça Eleitoral, a empresa de Fernando Cavendish doou oficialmente R$ 1,150 milhão à campanha de Dilma Rousseff à presidência, em 2010. 

A Delta se transformou na empresa que mais recebeu recursos para tocar obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Estima-se que esses valores podem ter chegado a R$ 4 bilhões. As informações são do jornalista Claudio Humberto. Há duas semanas, o ex-assessor e amigo de Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda do governo passado, Rogério Buratti apontou o angolano Roberto Kurzweil como intermediário da suposta doação de R$ 1 milhão à campanha presidencial em 2002, sob o compromisso de o presidente legalizar os bingos. O doador, disse Buratti, foi o bicheiro Carlinhos Cachoeira. "A doação de Cachoeira, que revelou Rogério Buratti à CPI dos Bingos, seria para o caixa dois (“recursos não contabilizados”) da campanha. 

Na operação Xeque-Mate da PF, até Vavá, irmão de Lula, se enrolou nos bingos de Dario Morelli Filho, compadre preso do ex-presidente." Incentivador da CPI do Cachoeira, Lula pode virar um dos focos da comissão de inquérito. A oposição quer trazer à tona a revelação feita pelo advogado Rogério Buratti à CPI dos Bingos, em 2005. Ele afirmou que o senhor Waldomiro Diniz, representando José Dirceu, arrecadou R$ 1 milhão de "empresários dos jogos" do Rio e de São Paulo para a campanha de Lula em 2002.
Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 10 de abril de 2012

Soberania de porre: EUA reconhecem cachaça brasileira, mas querem mesmo é tomar nosso pré-sal

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Leia mais artigos no site Fique Alerta – www.fiquealerta.net 
Por Jorge Serrão

Dilma Rousseff matou seu ex Lula da Silva. De inveja! A Presidenta ganhará o título distintivo de Melhor Amiga da Cachaça. Mesmo que não tome um gole sequer ou se resolver tomar todas. Ela assinou ontem, em Washington, com o Presidente Barack Obama, um acordo bilateral com os EUA para o reconhecimento da cachaça como produto tipicamente brasileiro. É a soberania do goró. 

O Brasil produz cerca de 1,3 bilhão de litros de cachaça por ano. Mas só exporta 1% da produção nacional. Os maiores compradores da nossa cachaça prime são Alemanha e Inglaterra. As exportações para os EUA são insignificantes. Até o acordo, nosso produto genuinamente nacional só entrava lá classificado como “rum”. Uma injustiça com a cachaça de alta qualidade produzida pelos 30 mil produtores tupiniquins – a maioria em pequenos alambiques - que ostentam cerca de 5 mil marcas de caninha.

Cachaceiros do mundo, uni-vos para bebemorar! O governo petralha – que é um porre – mostrou “Atitude” (famosa marca de cachaça mineira). Dilma tomou uma correta “Providência” (outra marca mineira). Há cerca de 40 anos que o “Tratado da Cachaça” fazia parte de tentativas de acordos entre Brasil e EUA. 

Agora que os EUA nos abriram o mercado para a matéria-prima da caipirinha, governo do Brasil fica à vontade para lhes dar uma contrapartida justa. Tio Sam compra nosso líquido ouro branquinho, e nós também facilitamos a exploração do ouro negro do pré-sal para as petrolíferas deles. Funcionando como garoto propaganda da Oligarquia Financeira Transnacional, que domina o setor de óleo & gás, Obama pediu a Dilma mais facilidades para as petroleiras norte-americanas trabalharem no Brasil.

Moral de um encontro sem maior importância prática: os norte-americanos tomam a nossa cachaça e tomarão ainda mais o nosso petróleo. E a gente vai tomando...


domingo, 8 de abril de 2012

Alguns motivos provam a farsa do alto ibope da presidente Dilma Rousseff...



Além do vídeo comentário inteligente de Daniel Fraga, podemos elencar vários outros motivos:

Os índices de homicídios aumentaram em todo o país;

As obras do PAC estão paradas e a maioria denuncia por superfaturamento pelo Tribunal de Contas da União;

Avalanche de denuncias de corrupção de membros do governo federal. As últimas envolvendo até policiais federais como no caso do "Cachoeirinha".

A saúde continua um caos;

A educação mergulhada na falência de sempre;

O transporte público um fiasco, com ônibus, trens e metro superlotados, e continuam com o discurso estelionatário de que as obras da Copa 2014 farão bem ao Brasil,

A justiça atrelada ao poder político, que amarra qualquer possibilidade de se buscar igualdade nas relações, desmentindo a falácia da democracia,

E os militares, será que foram consultados nessa pesquisa? 

O Brasil é um país de tolos...sem cidadania, mas, repleto de analfabetos, miseráveis de um lado e corruptos do outro...

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Senador Demóstenes x Cachoeirinha: O alvo deles era Dilma...

Como qualquer empresa, as organizações criminosas têm seus planos de sobrevivência e expansão. O grupo do empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, inovou em muita coisa, mas não nesse aspecto. Cachoeira tinha negócios escusos e planos de novos empreendimentos em Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Tocantins, onde contava com a ajuda de políticos e agentes públicos, de acordo com as investigações da Polícia Federal. Mas Cachoeira queria mais. Conversas telefônicas entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (ex-DEM, agora sem partido), gravadas com autorização judicial e obtidas com exclusividade por ÉPOCA (ouça os áudios ao fim desta reportagem), mostram que os dois planejavam se aproximar de alguma forma do Palácio do Planalto. Numa das ligações captadas, Cachoeira orienta Demóstenes a aproveitar um convite para trocar o DEM pelo PMDB, com o propósito de se juntar à base de apoio do governo e se aproximar da presidente, Dilma Rousseff. “E fica bom demais se você for pro PMDB... Ela quer falar com você? A Dilma? A Dilma quer falar com você, não?”, pergunta Cachoeira. Demóstenes responde: “Por debaixo, mas se eu decidir ela fala. Ela quer sentar comigo se eu for mesmo. Não é pra enrolar”. Cachoeira se empolga: “Ah, então vai, uai, fala que vai, ela te chama lá”. Como se fosse um bom subordinado, Demóstenes acata a recomendação.

Quando esse diálogo ocorreu, no final de abril de 2011, Demóstenes estava em plena negociação com caciques do PMDB, como os senadores Renan Calheiros e José Sarney, para mudar de legenda. Um dos maiores opositores do governo – e carrasco de petistas acusados de corrupção – tencionava aderir ao governo do PT. Segundo dirigentes do PMDB, àquela altura a mudança de partido já tinha o aval do Palácio do Planalto. Tudo nos bastidores, porque em público Demóstenes continuava oposicionista. As gravações mostram agora que um dos objetivos da radical troca de lado era estar mais bem situado para ajudar o esquema de Cachoeira. Continue lendo na Revista Época

segunda-feira, 19 de março de 2012

Manifesto de militares critica colegas que atacaram ministras

Marcelo Godoy - O Estado de S.Paulo
Um grupo de militares da reserva lançou um manifesto contra o documento feito pelos colegas que criticaram as ministras Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Eleonora Menicucci (Mulheres), favoráveis à revogação da Lei da Anistia, e contra o ministro Celso Amorim (Defesa), que tentou enquadrar os Clubes Militares pelas censuras feitas à presidente Dilma Rousseff.
Articulado pelos capitães de mar e guerra Luiz Carlos de Souza e Fernando Santa Rosa, o documento obteve apoio de militares como o brigadeiro Rui Moreira Lima, que, aos 93 anos, tem uma história incomum. Herói da Segunda Guerra, é um dos dois únicos pilotos sobreviventes que participaram do 1.º Grupo de Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira (FAB). Na teatro de operações da Itália, cumpriu 94 missões de combate e recebeu a Cruz de Combate (Brasil), a Croix de Guerre avec Palmes (França) e a Distinguished Flying Cross (EUA) por heroísmo.
Lima evita críticas ao presidente de seu clube - o da Aeronáutica -, o brigadeiro Carlos Almeida Batista. "Ele é um companheiro nobre e só deve ter assinado em solidariedade aos demais". Mas diz apoiar a Comissão da Verdade. "Ela é necessária não para punir, mas para dar satisfação ao mundo e aos brasileiros sobre atos de pessoas que, pela prática da tortura, descumpriram normas e os mais altos valores militares", diz Lima.
Intervenção. Lima e outros militares não concordam com a intervenção do governo nos Clubes Militares. Dizem que a reserva tem direito de se manifestar, mas nenhum deles se sente à vontade em assinar um manifesto na companhia de torturadores. "Eles citam o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra", diz o professor da Unesp Paulo Cunha, pesquisador da caserna.

domingo, 18 de março de 2012

Brasil entre as chantagens políticas e a megalomania da Copa, enquanto 200 milhões assistem no picadeiro...

          O Brasil está na encruzilhada política que poderá marcar o avanço ou a permanência no atraso de um sistema político famoso, conhecido por "toma lá-dá-cá". Neste país não se discute programa de governo, eles discutem loteamento dos cargos. Não se discute políticas com p maiúsculo, sequer de curto prazo quanto mais de médio e longo. Parece uma classe de salva-vidas (coitado dos salva-vidas...), onde os políticos nunca se preocupam com as causas, sempre trabalham nas consequências, lucram muito com elas...lembram das verbas desviadas das tragédias do Morro do Bumba e de Nova Friburgo?

    A nossa presidente, ex-terrorista acha que pode tratar o Congresso como fazia com seus "cumpanheiros", ou com os militares que ela matou, ou seja, que pode fazer tudo na marra. Mal sabe ela que nem tudo é a ferro e fogo, nem tudo é o que está escrito, nem tudo se resolve na base da força. Sua habilidade como política é a mesma se tivesse uma bola no pé, para usar um exemplo bem brasileiro. Herdou a presidência sem herdar as artimanhas políticas de seu padrinho Lula, daí acredita que pode resolver tudo com sua cara sisuda. No primeiro ano de mandato trocou sete ministros, seis desses por envolvimento com corrupção ou atos de improbidade. Muitos tem o descaramento de dizer que "Dilma é refém do Congresso". Como assim? Se elas escolheu os ministros ou aceitou que estes indicados pelos partidos da base aliada assumissem os ministérios?

    Falta projeto consistente e duradouro, falta coragem política, (essa sim), para propor e fazer reformas estruturais capaz de mudar a lógica se de construir mais vagas para presídios do que para escolas, reformas no judiciário com leis anacrônicas, investimento em mão de obra qualificada para as tecnologias, transformando o Brasil oligárquico num país de fato industrializado, que somente vende matéria-prima.

   A classe política está chantageando a presidente, que está enganando e mentido para o povo, com promessas que vem desde a campanha presidencial:

  "Vou apoiar a PEC 300, aumentando o salário dos profissionais da segurança pública";

        " Vou tratar a todos com igualdade", e pede punição para os militares, além de distorcer a lei da anistia, querendo incriminar os militares da geração da ditadura, e criando a Comissão da Mentira, pois, não foram apenas os militares que mataram...muitos morreram, inclusive pelas mãos dela...
        "País rico é país sem miséria"

  Qual a grande obra do governo Dilma? As obras superfaturadas do PAC - Programa de Aceleração do Crescimento?  Aliás, 40% dessas obras não foram concluídas,((LEIA...), enquanto muitas outras estão embargadas por denúncias do TCU-Tribunal de Contas da União.

    A última coisa que os políticos pensam é no povo, sem moradia, sem saúde, sem educação, sem segurança, sem emprego, salário, previdência, justiça...mas, com a megalomania de querer fazer Copa do Mundo, Olimpíada...sendo que não tem estrutura nem para o seu povo...quanto mais para receber turistas nesses eventos mundiais.

     Entre a chantagem da classe política e as mentiras e atos arrogantes da presidente Dilma, está a massa, querendo sambar, beber...e viva o "pão e circo"...ora mais pão, ora mais circo...mas, palhaço é o que não falta...somos quase 200 milhões...

MILITARES INSUBORDINADOS - FESTA PARA COMEMORAR O GOLPE DE 64

Insubordinados, militares farão festa pelo golpe de 64




247 – Se não bastasse a rebelião da base aliada no Congresso Nacional, a presidente Dilma Rousseff agora tem mais um abacaxi para descascar. Desta vez, entre os militares, que já vinham dando sinais de insubordinação assinando um manifesto contra a Comissão da Verdade. Desta vez, o que os militares preparam já pode ser considerado provocação. Dilma havia proibido comemorações, entre os representas da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, em relação ao aniversário do golpe de 31 de março de 1964, que os militares chamam de “Revolução”. Pois o Clube Militar antecipou a festa para o dia 29, daqui a 12 dias, e começou a distribuir os convites para a comemoração, que exige traje esporte fino.

A informação foi publicada neste sábado na coluna Panorama Político, assinada pelo jornalista Ilimar Franco, no jornal O Globo. Desde a demissão de Nelson Jobim, que praticamente pediu para sair, com comentários agressivos em relação a Dilma e algumas de suas ministras, o governo vem administrando focos de crise entre os militares, que ainda não engoliram completamente a escolha de Celso Amorim. Formado nos quadros mais à esquerda do Itamaraty, Amorim imaginava que conquistaria a confiança dos militares, renovando a compra de equipamentos – por isso mesmo, anunciou a retomada da compra dos caças Rafale, da França.

No entanto, não conseguiu conter a insatisfação dos militares da reserva, que prepararam um manifesto contra a Comissão da Verdade e recolheram mais de 500 assinaturas. Os militares também demonstram preocupação com a tentativa de alguns promotores de rever a Lei de Anistia. Nesta semana, houve a tentativa, frustrada, de reabrir o julgamento de Sebastião Curió, que foi responsável pelo massacre dos guerrilheiros do Araguaia.


Agora, uma festa no Clube Militar, em comemoração aos 48 anos do golpe militar que foi combatido pela jovem guerrilheira Dilma Rousseff, hoje presidente da República, tem potencial explosivo.


Opinião: Grandes mudanças no Brasil começaram pelas forças armadas; a expulsão dos holandeses, as revoluções praieira, tenentista, a republicana, a abolição da escravatura, a guerra do Paraguai e as guerras mundiais, mas não me lembro de uma época em que uma instituição federal estivesse em um nível de desvalorização tão grande como as forças armadas.
E todas as medidas do governo atual apresentadas são apenas uma especie de vingativa de conter enfraquecer os militares, que alias não tem nada a ver com a ditadura de iniciada em 1964.

terça-feira, 13 de março de 2012

Maldição da PEC 300: Dilma destitui Vaccarezza da liderança do governo na Câmara


 Isabel Braga Cristiane Jungblut - O Globo
Dilma comunicou a decisão ao líder nesta manhã desta terça-feira (13) - DivulgaçãoBRASÍLIA – O petista Cândido Vaccarezza (SP) foi destituído do cargo. Ele foi comunicado pessoalmente na manhã desta terça-feira pela presidente Dilma Rousseff sobre a mudança na liderança do governo na Câmara.

Ela só me disse que não sou mais eu. Mas não me disse quem será o novo líder - disse Vaccarezza.

Ele teve uma conversa com a presidente às 9h, e mesmo demitido fez questão de participar da sessão do Congresso em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Vaccarezza ficou sentado ao lado do senador Romero Jucá (PMDB-RR), que sai também da liderança do governo no Senado. O petista deixou a sessão para dar uma coletiva ainda quando a presidente Dilma discursava.

Fonte: extra/globo 

terça-feira, 6 de março de 2012

Militares têm versão de que José Dirceu insuflou ministras a atacarem militares para retaliar Dilma

Nos bastidores da inteligência militar, surge uma versão para a manobra desastrada do governo que resultou na mais grave crise militar desde 1985, quando o General João Batista de Figueiredo deixou o Palácio do Planalto pela garagem. Um movimento de bastidores promovido pelo ex-ministro José Dirceu, em retaliação à Presidenta Dilma Rousseff, teria motivado as declarações de duas ministras pela revogação da lei de anistia e em favor da ação revanchista da Comissão da Verdade.

Na versão que circula no serviço reservado das Forças Armadas, José Dirceu teria procurado Dilma para lhe pedir que fizesse uma pressão sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal, para livrá-lo de uma quase certa condenação no julgamento do Mensalão. Dilma teria lhe respondido que não cabia a ela e nem teria a menor condição política de atender a tal pedido descabido. Contrariado, Dirceu teria bolado uma maneira de dar um troco político à companheira, desgastando-a.

Na versão do serviço reservado de uma das forças – que é comentada, nos bastidores empresariais, por donos de uma grande rede de comunicação que não têm interesse (ainda) em divulgá-la -, Dirceu teria insuflado as ministras Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Eleonora Menicucci (Secretaria da Mulher) a criticarem os militares. O problema é que, se realmente foi planejada, tal manobra saiu do controle. As bobagens ditas pelas ministras geraram o Manifesto Interclubes Militares, divulgado dia 16 de fevereiro. O governo cometeu a bobagem de mandar censurá-lo, escalando o General Enzo Peri, comandante do EB, para negociar a retirada do texto do site do Clube Militar.

Em resposta, Generais na Reserva reagiram com o “Alerta à Nação”. O ministro da Defesa, Celso Amorim, se sentiu atingido em sua autoridade e prometeu punir quem assinou o texto. Para aumentar a temperatura do inferno institucional, em reportagem de Miriam Leitão na Globo News e no jornal O Globo, o General de Divisão na reserva, Luiz Eduardo da Rocha Paiva, cometeu a ironia de recomendar que Dilma Rousseff também seja convocada pela Comissão da Verdade para explicar sua participação no plano terrorista que assassinou, barbaramente, com a explosão de uma bomba, o soldado Mário Kozel Filho, no Quartel do Ibirapuera, em 26 de junho de 1968.

Se tal versão militar for mesmo verdadeira, a autofagia petista deve doer bem mais que a queda de uma barra de metal no pé (como ocorreu ontem com Dilma, na Alemanha). Uma pista de que a retaliação de Dirceu tem tudo para realmente ter ocorrido foi a súbita demissão do ministro Luiz Sérgio. Ligadíssimo a Dirceu, ele foi tirado do ministério da Pesca para a entrada do senador Marcelo Crivella. A versão oficial de que a troca era para acomodar o PRB no governo começa a perder sustentação. 

Lista crescendo...

sexta-feira, 2 de março de 2012

Comissão da Verdade? Programa Espaço Aberto

Marketeiros temem desgaste de imagem de Dilma pintada como organizadora de ações de terror contra militares

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Leia mais artigos no site Fique Alerta – www.fiquealerta.net
Por Jorge Serrão

Estrategistas de imagem da Presidenta da República estão preocupados com uma quase certa “transmissão viral”, via internet, de um recente programa da Globo News que pinta a verdadeira imagem de Dilma Vana Rousseff como organizadora direta e indireta de ações terroristas que mataram inocentes nos tempos do governo dos presidentes militares (que a esquerda batizou de “ditadura”- termo que vira uma grande piada diante da democradura que vivemos há muito tempo no Brasil).

No programa Espaço Aberto, apresentado pela jornalista Miriam Leitão, o General de Divisão na Reserva Luiz Eduardo da Rocha Paiva praticamente desafiou a chefona-em-comando Dilma Rousseff a comparecer à Comissão da Verdade para falar de sua relação em um dos mais hediondos crimes de terror cometidos por militantes radicais da luta armada, no dia 26 de junho de 1968, no Quartel-General do II Exército, em São Paulo. Dilma era da facção VAR-Palmares que lançou o carro-bomba que matou o soldado Mario Kozel Filho. As ações criminosas de Dilma foram perdoadas pela Lei de Anistia, de 1979, que a petralhada revanchista insiste em revogar.

No programa, o ex-comandante da Escola de Comando do Estado-Maior do Exército e secretário-geral da Força teve a chance de expor algumas duras verdades aos revanchistas hoje no poder. Rocha Paiva cobrou que os crimes cometidos pelos terroristas de esquerda também sejam avaliados pela opinião pública: “A Comissão da Verdade não é imparcial. É maniqueísta. O objetivo é promover o esclarecimento de torturas, mortes, desaparecimentos forçados e ocultação de cadáveres. Por que não promover também o esclarecimento de atentados terroristas e sequestros de pessoas e aviões, e de execução e justiçamento até de companheiros da luta armada?”. Continue lendo no Alerta Total:>>>>>>>>>>

quinta-feira, 1 de março de 2012

Dilma mentiu quando prometeu criar Fundo para Segurança Pública


O deputado federal Mendonça Prado (DEM/SE), presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO), apresentou as propostas de governo indicadas no Tribunal Superior Eleitoral, em julho de 2010, quando do registro da candidatura da presidente Dilma Rousseff.
“Provo aqui que uma das diretrizes do programa 2011/2014 da atual presidente era criar o Fundo Constitucional de Segurança Pública para, progressivamente, instituir e subsidiar o piso salarial nacional dos policiais civis e militares até 2016, quando os Estados da Federação passarão a ser responsáveis integralmente pelo cumprimento do piso”, afirmou Mendonça Prado, enfatizando o embaraço criado pelo governo do PT para a votação e aprovação da PEC 300/2008.
Segundo o parlamentar apenas os estados e municípios são responsáveis pela Segurança Pública, “queremos compartilhar responsabilidades criando um Fundo Nacional para que haja transferência de recursos do Governo Federal para os Estados Membros”.
 Vanessa Franco
Assessoria de Imprensa
Dep. Federal Mendonça Prado (DEM/SE)
Tel:             (79) 3211-2510      

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Piso Nacional dos Professores versus PEC 300 versus Dilma Rousseff

      Vimos recentemente o anuncio do Piso Nacional dos Professores, feito pelo MEC - Ministério da Educação, o qual elevou o salário inicial dos docentes em R$1.451,00 (mil quatrocentos e cinqüenta reais). Portanto o conceito de piso nacional não é novo, não é inconstitucional, não é utópico como tenta propalar alguns deputados federais da base, orientados pelo governo Dilma Rousseff.

  Vários estados estão vivendo momentos de crise salarial na segurança pública, que são demonstrados nas manifestações ou em greves; justamente visando garantir um direito que os professores já conquistaram, mas, que a classe política teima em desmentir o óbvio.

  Ou o Piso Nacional dos Professores é ilegal, (o que já foi provado que não é), ou o governo federal, e os governadores que fazem lobby contra a PEC 300 estão mentindo. Qual das possibilidades é a correta? Mas, dizem que não houve mensalão, que não esconderam dinheiro na cueca, que as imagens gravadas de recebimento de propinas foram "insuficientes", que o salários dos políticos é baixo. Parece que quem descobriu o Brasil não foi o Cabral, mas, o Pinóquio...

      Marcelo Anastácio

MILITARES REAFIRMAM CRÍTICAS A DILMA E AFRONTAM CELSO AMORIM



Em nota divulgada ontem, 98 militares da reserva reafirmaram recentes ataques feitos por clubes militares à presidente Dilma Rousseff e disseram não reconhecer autoridade no ministro da Defesa, Celso Amorim, para proibi-los de expressar opiniões. 

A nota, intitulada "Eles que Venham. Por Aqui Não Passarão", também ataca a Comissão da Verdade, que apontará, sem poder de punir, responsáveis por mortes, torturas e desaparecimentos na ditadura. Aprovada no ano passado, a comissão espera só a indicação dos membros para começar a funcionar.



"[A comissão é um] ato inconsequente de revanchismo explícito e de afronta à Lei da Anistia com o beneplácito, inaceitável, do atual governo", diz o texto, endossado por, entre outros, 13 generais. 

Apesar de fora da ativa, todos ainda devem, por lei, seguir a hierarquia das Forças, das quais Dilma e Amorim são os chefes máximos. 
O novo texto foi divulgado no site "A Verdade Sufocada", mantido pela mulher de Carlos Alberto Brilhante Ustra, coronel reformado do Exército e um dos que assinam o documento.
Ustra, ex-chefe do DOI-Codi (aparelho da repressão do Exército) em São Paulo, é acusado de torturar presos políticos na ditadura, motivo pelo qual é processado na Justiça. Ele nega os crimes. 
A atual nota reafirma o teor de outra, do último dia 16, na qual os clubes Militar, Naval e de Aeronáutica fizeram críticas a Dilma, dizendo que ela se afastava de seu papel de estadista ao não "expressar desacordo" sobre declarações recentes de auxiliares e do PT contra a ditadura. 

Após mal-estar e intervenção do Planalto, de Amorim e dos comandantes das Forças, os clubes tiveram de retirar o texto da internet. 
CRÍTICA A AMORIM 
"Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do manifesto do dia 16", afirma a nota de ontem, que lembra que o texto anterior foi tirado da internet "por ordem do ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo". 
Agora, os militares dizem que o "Clube Militar [da qual a maioria faz parte] não se intimida e continuará atento e vigilante". 

A primeira das três declarações que geraram a nota foi da ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos), para quem a Comissão da Verdade pode levar a punições, apesar da Lei da Anistia. 

Depois, Eleonora Menicucci (Mulheres) fez em discurso "críticas exacerbadas aos governos militares", segundo o texto. Já o PT, em uma resolução, disse que deveria priorizar o resgate de seu papel para o fim da ditadura. 



Fonte: Folha

Blog da Força Tática 

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Dilma versus militares

Queda de braço com militares Planalto cogitou punição a militares Autor(es): Júnia Gama
Correio Braziliense - 25/02/2012

Planalto teria cogitado até punir oficiais aposentados por crítica a Dilma. A nota foi considerada insubordinação à presidente, chefe suprema das Forças Armadas.

Recuo dos integrantes da reserva em relação às críticas à presidente Dilma Rousseff evitou que eles fossem enquadrados no crime de desrespeito aos superiores

O governo estudou formas de punir os líderes dos clubes militares que assinaram a nota criticando a presidente Dilma Rousseff por não ter vindo a público desmentir declarações de duas ministras sobre a ditadura. Durante a conversa que os comandantes das Forças Armadas tiveram com os oficiais da reserva na última quarta-feira para fazê-los recuar do manifesto, um dos assuntos discutidos foi a possibilidade de punição pela crítica pública à comandante suprema das Forças Armadas.

Um funcionário da cúpula jurídica do governo disse ao Correio que a atitude dos integrantes da reserva era uma demonstração de desrespeito ao superior e que, portanto, merecia uma punição. "O que eles fizeram foi um crime. Houve uma quebra clara de hierarquia", apontou.

A possível punição para o ato dos presidentes dos clubes militares está prevista no Código Penal Militar em artigo que cita penas de detenção de dois meses a um ano ao militar que criticar publicamente qualquer resolução do governo, ato de seu superior ou assunto relativo à disciplina da classe. O militar da reserva ou o reformado, como é o caso dos dirigentes dos clubes, equipara-se ao oficial em situação de atividade para efeito de aplicação da lei.

Como os dirigentes dos clubes militares recuaram na quinta-feira e excluíram a nota do site da entidade, o governo congelou as discussões sobre a punição para os oficiais da reserva. No entanto, o Palácio do Planalto e o Ministério da Defesa estão monitorando o grupo e não está descartada a hipótese de ação penal caso haja continuidade das atitudes consideradas "desrespeitosas" e "provocativas". Continue lendo no Blog do Capitão Assumção:>>>>>>>>