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segunda-feira, 25 de maio de 2015

Saúde Mental dos policiais é grave no Brasil, e gera surto homicida

Segundo informação da própria corporação, o policial teria procurado ajuda psicológica dois dias antes, após ter reagido a um assalto, quando matou o meliante. A Corporação se limitou a remanejá-lo de serviço, colocando-o numa base comunitária. Sua arma particular havia sido apreendida quando do fato, mas de posse de arma da Corporação, cometeu o crime.

Como imaginam o estado de uma pessoa que se vê obrigada a tirar a vida de outra em defesa da sua? Ele ficará em seu estado normal para dar continuidade ao seu serviço, que não é sem risco? A Esposa do moto boy morto se apressou em dizer que a fisionomia do policial aparentava a de um drogado, e uma profissional afirma que a pessoas em surto psicótico aparenta olhos esbugalhados como os de um drogado.
Episódios com este não são raros, fazem parte do cotidiano da policia, inúmeros casos são expostos na mídia, inclusive de policial que comete suicídio.


Depois de um surto psicótico, policial se mata dentro do próprio carro em SP
O policial teria parado o carro no meio de uma avenida da zona norte e efetuado seguidos disparos para o alto. Em seguida, teria retornado ao veículo e disparado contra a própria cabeça. 


terça-feira, 23 de outubro de 2012

Relatório irá avaliar condições psíquicas dos PM’s do RN


A professora Ana Augusta Moreira, da Universidade Potiguar, irá fazer um trabalho social junto aos policiais militares do Rio Grande do Norte, para mapear e apontar soluções para problemas psicológicos que atingem a categoria. A ideia partiu da Associação dos Cabos e Soldados (ACS-PM), em virtude do alto índice de policiais que sofrem algum tipo de alteração na sua rotina e não encontram estrutura no Estado.

“Fui procurada pelo soldado Roberto Campos, presidente da Associação, para realizar esse trabalho. Vamos reunir o maior número possível de policiais para que eles possam responder a um questionário, que abordará desde a rotina de trabalho bem como familiar. A ideia é reunir todo esse estudo e criar um relatório com sugestões a serem apresentadas as autoridades competentes”, afirma Ana Augusta Moreira.
De acordo com a professora, a pesquisa deve ter início ainda no final deste mês de outubro. Ana Augusta lembra que o trabalho de policial é um dos mais estressantes em todo mundo, tendo em vista o risco e a tensão constante a que eles são submetidos. Por esse motivo, o Estado precisa oferecer acompanhamento psicológico para evitar que os problemas de saúde atinjam níveis extremos. Continue lendo no Blog da Soldado Glaucia>>>

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Transtorno mental afasta 151 Policiais Militares


O suboficial Marcos Alexandre Moura Tavares, que atirou no comandante do Policiamento Metropolitano, coronel PM Wellington Alves, está afastado das atividades policiais por causa de problema psiquiátrico. Ele faz parte do grupo de 151 policiais que estão fora do serviço na Polícia Militar do Rio Grande do Norte para tratamento de saúde de patologia da mesma natureza.

Diretor geral do Hospital Pedro Germano Filho, o coronel médico Kleber Cavalcanti informa que de acordo com último boletim expedido em 17 de setembro deste ano, havia 280 praças e oficiais afastados dos serviços, sendo que 42,4% dos homens estão em tratamento de saúde por causa de transtornos mentais, o que corresponde pela maior parte das licenças médicas.
Kleber Cavalcanti disse que o segundo maior motivo de licenças médicas são patologias da área de ortopedia, com 83 pacientes ou 39,4% dos casos de afastamento do serviço, “o que é inerente a profissão de militar,” por causa de ferimentos recebidos em serviço, devido tiros, pancadas, quedas e acidentes.
Para Cavalcanti, o número de policiais afastados por doenças “é considerado baixo”, diante de um efetivo atual de 9.600 praças, suboficiais e oficiais da Polícia Militar do RN, tanto que apenas 46 homens (18,1%) estão de licença por causa de problemas clínicos.
No caso do suboficial Marcos Alexandre Taveira que é lotado no 3º Batalhão da Polícia Militar (BPM), em Parnamirim e atirou no superior hierárquico devido a um surto psicótico, o comandante da PM, coronel Francisco Canindé de Araújo Silva informou que a junta médica da corporação o afastou das atividades policiais para tratamento de saúde já em fevereiro deste ano. Portanto, o subtenente, que é considerado também “uma vítima” pelo seu comandante, tinha passado pela perícia de um psiquiatra da equipe multidisciplinar da junta médica, como também já tinha sido atendido pelo psiquiatra Franklin Capistrano. “O policial pode ser atendido por qualquer outro profissional”, disse Araújo Silva.
O presidente da junta médica da PM, major Paulo e Eduardo Cavalcanti que vai se pronunciar depois que conversar com a família de seu paciente. O subtenente Tavares passou por exame de corpo de delito no Instituto Técnico e Científico de Polícia (Itep) e depois de ficar preso até pela manha de ontem no Comando do Policiamento Metropolitano, foi transferido para o Batalhão do BP Choque, em Lagoa Nova. O subtenente deverá passar por outra da junta médica e e em seguida transferido para um hospital psiquiátrico.
fonte: Blog Soldado Glaucia