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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Delegado de trânsito de Uberlândia é preso por embriaguez ao volante e agride PM


Delegado de trânsito de Uberlândia é preso por suspeita de embriaguez ao volante
O delegado de trânsito de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, Ademar Carvalho Leite, foi preso na noite de quarta-feira (20) após se envolver em um acidente de trânsito. Segundo a Polícia Militar (PM) ele bateu seu veículo Fox em uma Saveiro, que estava estacionada num posto de combustíveis na Avenida Marcos de Freitas Costa. De acordo com o B.O., o delegado ainda teria agredido um policial militar com um tapa no rosto.

No boletim de ocorrência consta que Ademar Carvalho apresentava sintomas de emabriaguez e a mesma foi comprovada no teste de alcoolemia.
O delegado conversou com o repórter da TV Vitoriosa e disse ter saído da delegacia, indo para casa, quando o pneu dianteiro estourou, mas não terminou de explicar o que houve. Ele nega ter batido na Saveiro.
A PM não quis gravar entrevista, sob a alegação de que a Polícia Civil é quem deverá se manifestar sobre o caso.
Um boletim de ocorrência foi registrado e o delegado foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos.
Ademar Carvalho pagou fiança e foi liberado. O delegado-chefe do 9º Departamento da PC, Samuel Barreto, informou que concederá entrevista coletiva com a imprensa nesta quinta-feira (21), às 14h30, para informar detalhes do fato e sobre os próximos procedimentos a serem tomados.
UIPI

O sargento responsável pela confecção do REDS: 0167476, ainda levou tapa no rosto, pela ira do delegado embriagado.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

DELEGADO É EXPULSO DA POLÍCIA



O delegado de Polícia Civil Delmiro Baturité Queiroz Zamenhof foi expulso da instituição por decisão do Governo do Estado. Ele vinha sendo investigado pela Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário (CGD), sob a acusação de transgressão disciplinar de natureza gravíssima.

Conforme a CGD, o delegado, utilizava um cartão com senha para abastecimento exclusivo da viatura da delegacia do 9ºDP (Dunas) de forma indevida, pois a viatura já havia entrado em desuso e estava recolhida para leilão no Departamento de Transportes da Polícia Civil.

Outro cartão, para o abastecimento da viatura da Delegacia Municipal de Santana do Acaraú, também foi utilizado indevidamente pelo delegado. Assim, conforme a investigação da CGD, Delmiro abastecia seu carro particular com combustível pago pelo Estado.

A denúncia sobre o caso gerou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) em outubro do ano passado.

Expulsão

O ato de demissão do servidor dos quadros da Polícia Civil foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), na última sexta-feira. O delegado se envolveu, recentemente, em outro polêmico episódio, quando teria liberado do plantão do 34º DP (Centro), um grupo de pessoas detidas por PMs do BPRaio com drogas. Ele nega a acusação.

Fonte: DN
Blog Combate Policial

sábado, 26 de janeiro de 2013

MAJOR USANDO CRACK COM TRAVESTI É DOENTE, SGT ALCOOLIZADA É BANDIDA


SGT DO 18º BPM É PRESA ACUSADA DE EMBRIAGUEZ
Hoje pela manhã a Corregedoria da Polícia Militar esteve em Nova Contagem e prendeu uma Sargento (FEM) acusada de estar com sintomas de haver ingerido bebida alcoólica durante o serviço. A militar foi presa pela patrulha da corregedoria e levada para a sede so 18º BPM, autuada em flagrante.
A militar vinha a tempos fazendo tratamento contra o alcoolismo, fato considerado pela OMS - Organização Mundial de Saude, como doença. A militar precisa de tratamento e não de prisão.
Me revolta a covardia da Polícia Militar contra a sargento. Ninguém é a favor obviamente de que um militar se apresente com sintomas de alcool no serviço, pois tal fato alem de colocar em risco a vidas dos militares e da própria sociedade, denigre o nome da corporação.
O que me revolta neste caso, e a forma como a Polícia Militar trata diferenciadamente casos envolvendo oficiais superiores e praças.
A poucos dias atrás, um Major foi pego em um hotel na zona boêmia da capital na companhia de um travesti usando crack. O fato foi matéria de capa de jornal com ampla repercussão negativa para a Polícia Militar. O militar foi tratado como doente e recebeu apoio de todos, inclusive minha solidariedade para se tratar. O nome da PM foi jogado na lama, e como é um doente, pois dependência quimica é doença, e precisa de tratamento, nada aconteceu com o Major e ele foi internado.
Mas, agora quando o caso aconteceu com uma sargento, comprovadamente doente de alcoolismo, ela foi presa em flagrante. E o caso da sargento nao teve nenhuma repercussão externa.
Vergonhoso isso!
CORREGEDORIA COVARDE, DEVIAM TER VERGONHA DE SITUAÇÕES COMO ESTA.
MAJOR USANDO DROGAS COM TRAVESTI É DOENTE, SARGENTO ALCOOLIZADA É TRATADA COMO BANDIDA.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Projeto em Minas quer Polícia Militar com poder para atestar embriaguez

A exigência de que o motorista precisa passar pelo teste do bafômetro para que seja atestado se ele bebeu ou não ao assumir a direção é um dos principais entraves para que a polícia ponha atrás das grades aqueles que insistem em colocar em risco suas vidas e a de outras pessoas. É com base nessa avaliação que o autor da Lei Seca, em vigor no Brasil desde 2008, deputado federal Hugo Leal (PSC-RJ), propõe mudanças nas normas. A ideia não é eliminar de vez o teste, mas permitir que a avaliação do policial de trânsito sobre as condições do motorista seja considerada no julgamento do infrator.

Em Minas, os números mostram que, ao contrário dos vizinhos do Rio de Janeiro e São Paulo, os motoristas têm se mostrado menos resistentes ao aparelho. Enquanto entre julho e agosto deste ano, primeiro mês das blitze da Lei Seca em Belo Horizonte, 912 dos 1.999 (45%) abordados se negaram a passar pelo teste, entre 5 de agosto e o último fim de semana de outubro, apenas 194 dos 5.160 condutores (3,7%) não sopraram o equipamento. No Rio de Janeiro, o índice de recusa ao teste chega a 7%. Em São Paulo, 702 motoristas se negaram a passar pelo teste até 18 de outubro deste ano - 18% a mais que os 593 contrários ao bafômetro em 2010.

TÂMARA TEIXEIRA/OTempo online