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sábado, 1 de junho de 2013

Escândalo na PM demite capitão e coronel



Um escândalo envolvendo a Polícia Militar do Estado da Bahia veio à tona após um registro no Diário Oficial do Estado da Bahia no último dia 29 informar a demissão de um capitão e um tenente-coronel. Fora publicado a demissão das fileiras da corporação da Polícia Militar dos seguintes oficiais, Tenente Coronel PM RENATO SALES DE OLIVEIRA, matrícula funcional 30.064.515-4 e o Capitão PM JORGE LIMA ROCHA, matrícula funcional 30.073.156-5.

O comando não divulgou as ações específicas que levaram às duas demissões e nem a quais batalhões os dois policiais pertenciam. De acordo com a publicação, a demissão teve como fundamento os artigos 189, no qual o Oficial pode perder o posto e a patente se tiver conduta incompatível com a permanência na corporação, e 190, que permite a demissão do Oficial que houver perdido o posto e a patente sem direito a qualquer remuneração.



Mas, segundo fontes ligadas ao site Bocão News, o tenente-coronel Renato Sales de Oliveira e o capitão Jorge Lima Rocha, pertencentes ao departamento de finanças da PM, foram investigados no ano de 2001, por uma comissão sob a presidência do secretário da fazenda do Governo Paulo Souto, Albérico Mascarenhas. A comissão descobriu um desfalque de R$ 547.651,23 na corporação, mas a fraude se estendeu para mais de R$ 700 mil. Na fraude participou também a funcionária civil Lúcia Maria Barreto de Oliveira, que já foi demitida.

O tenente coronel Sales e o Capitão Lima Rocha foram submetidos ao plenário do Tribunal de Justiça da Bahia, que julgou os oficiais indignos ao oficialato da PM BA. Com a decisão, que é inédita na PM da Bahia, serão cassados os proventos dos policiais. Renato Sales já tinha sido posto na reserva desde 2007 e recebia como Coronel.

O esquema consistia mediante o recebimento de créditos em contas bancárias cadastradas de forma fraudulenta para receber pagamentos pelo Sistema de Informações Contábeis e Financeiras do Estado.


quarta-feira, 27 de março de 2013

VERGONHA NA POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS


ESCÂNDALO NA POLÍCIA MILITAR DEIXA OFICIAIS E PRAÇAS PERPLEXOS.
Cinco militares foram acusados de receber da empresa São Gonçalo propina para intensificarem a abordagem aos perueiros em Contagem.

Após interceptação telefônica ficou comprovado a participação do então Major Adailton Geraldo de Assis que nos grampos telefônicos conversava com os militares.

RESULTADO:

O Major foi promovido a Tenente Coronel e reformou.
Os praças foram excluidos hoje conforme BGPM nº 23.
E AGORA CORREGEDOR?

O QUE VAI EXPLICAR AO SEU TRAVESSEIRO AO DORMIR?

NÃO DEVERIAM SER TODOS EXONERADOS, OU TODOS REFORMADOS?



SHOPPING em BH, foi promovido e hoje se encontra na Corregedoria? Se lembra de outro determinado oficial que teve a arma da corporação furtada dentro do veiculo "oficial" enquanto ele se encontrava em um motel? Se lembra de outro oficial que foi encontrado na zona com um travesti usando crack, o que aconteceu com ele? Se lembra de um determinado oficial que bulinava praças principalmente recrutas em um batalhão da capital, o mesmo foi até alvo de uma audiência pública da C.D.H da ALMG, o que aconteceu com ele, "nada"? Enfim são vários casos escusos envolvendo oficiais superiores que em vez de punição, receberam promoções.

A bola da vez esta com você Cabo Julio e com o Sgt Rodrigues, voces se quiserem podem mudar esta situação através de uma emenda no EPPM, para que as nossas corporações cumpram o que diz o art. 5º da Constituição Federal que é: " Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:"

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Exército apura denúncia de corrupção envolvendo oficiais

Em junho do ano passado, a presidente Dilma Rousseff lançou um programa bilionário com o objetivo de modernizar o aparelho estatal e, de quebra, estimular a economia, que já caminhava a passos lentos àquela altura. Batizado de PAC Equipamentos, esse pacote previa a liberação de 8,4 bilhões de reais para a compra de materiais e maquinário pelos ministérios – incluindo a pasta da Defesa e as forças militares a ela vinculadas, sempre queixosas de um quadro de sucateamento a que estariam submetidas. Ao contrário do que ocorre em outras modalidades do PAC, o novo projeto saiu do papel. Só o Exército gastou 1,8 bilhão de reais em caminhões, veículos blindados e até lançadores de mísseis. Mas, como é, infelizmente, praxe nas empreitadas civis, a corrupção parece ter encontrado uma brecha na esfera militar. Oficiais do Exército estão sendo investigados por terem sido acusados de achacar empresários que venceram licitações para fornecer equipamento à força terrestre. Eles teriam exigido propina em troca da assinatura dos contratos. Reproduziram, assim, um modelo de desvio de verba pública que foi consagrado recentemente nos ministérios dos Transportes e do Trabalho. Resta saber se, como os ministros demitidos daquelas duas pastas, os oficiais corruptos serão responsabilizados. A presidente Dilma Rousseff já determinou a abertura de uma sindicância para apurar o caso, que está sendo investigado sigilosamente pelo alto-comando do Exército.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Hacker chantageia Lula em US$ 25 milhões para não divulgar na internet dados comprometedores



Luiz Inácio Lula da Silva é vítima de uma milionária chantagem cibernética. Um hacker está cobrando a bagatela de US$ 25 milhões, em troca da não divulgação pública de informações financeiras supostamente comprometedoras do ex-Presidente da República Sindicalista do Brazil. O escândalo está providencialmente abafado por aqui – como de costume. Mas pode vazar na imprensa internacional.

A ordem do chantagista é que os milhões de dólares para o “silêncio” fossem depositados em uma conta bancária na Chechênia – de onde opera uma das mais famosas máfias da Federação Russa. O bandido do mundo virtual fez sua ameaça em uma carta (com dados criptografados). Não se sabe por qual motivo específico, o material com a ameaça endereçada a Lula foi entregue no consulado do Brasil, no Chile.

O criminoso invasor de computadores garante ter em seu poder os códigos de segurança de duas caixas de segurança que Lula teria em dois bancos na França. O hacker também assegura ter outras informações pessoais e sigilosas sobre Lula, seus familiares, além de políticos e empresários parceiros em negócios. O certo é que a temporada de dossiês contra o governo e políticos está mais que escancarada no Brasil.

O pirata chantagista seria o mesmo que divulgou criminosamente, no Twitter, o número do CPF, telefone, empresas e propriedades supostamente em nome de Lula e de outros condenados no processo do Mensalão. Até a chantagem ainda não tornada pública, o hacker alegara que divulgava os dados como um protesto contra a Justiça brasileira, apostando que toda a onda de corrupção denunciada no governo Lula “acabaria em nada”. 

Em férias em Angra dos Reis, curtindo as mordomias na mansão do bilionário José Seripieri Júnior (controlador da Qualicorp, a maior gestora de planos de saúde do Brasil), Lula permanece providencialmente calado sobre todos os escândalos que afetam seu nome e reputação. Lula já sabe que é o alvo de um grande esquema ilegal de espionagem para acabar com sua carreira política. Só não consegue identificar, com precisão, quem é o mandante principal dos ataques que vem sofrendo desde que estourou a Operação Porto Seguro, da Polícia Federal.

Lula já não sabe como lidar com o desgaste de ser convocado, a qualquer momento, pelo Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, para “prestar esclarecimentos” sobre a atuação de sua apadrinhada Rosemary Nóvoa Noronha em grandes esquemas de corrupção e tráfico de influência. Gurgel já tem em seu poder documentos que comprometem Rose e confirmam sua relação de muita intimidade e ligações permanentes com Lula. São vídeos, fotografias e notas fiscais de gastos acima do padrão salarial de uma mera servidora pública que ocupava o cargo de confiança de Secretária da Presidência da República em São Paulo.

O começo de ano com final 13 (o número do PT) parece azarento para Lula – que não conta mais com foro privilegiado ou qualquer tipo de imunidade para se blindar em investigações ou processos de investigação abertos a pedido do Ministério Público Federal.


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net 
Por Jorge Serrão – serrao@alertatotal.net