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terça-feira, 29 de maio de 2012

PESQUISA RELEVA ENDIVIDAMENTO DOS MILITARES DO BRASIL

PESQUISA - MILITARES MUITO ENDIVIDADOS

MILITARES MUITO ENDIVIDADOS - PESQUISA REALIZADA PELO SITE SociedadeMilitar.com - ATIVA E RESERVA - PRINCIPAIS DADOS OBTIDOSPopulação considerada – Aprox. 288.000 Ativa e 290.000 Reserva e reformados.

Amostras:  

Ativa – 0,125% da população./ Reserva/reformados – 0,04% da população (0,0395%)

Obs. 1) As amostras, além de conter participantes de todas as forças em praticamente todos os estados da federação, representam, no caso dos militares da ativa, aproximadamente 0,12% da população total (de Aprox.288.000), um número bem expressivo. Para comparação, em São Paulo, onde a população de eleitores beira os 28.000.000, normalmente o IBOPE entrevista de 1000 a 1500 pessoas, somente cerca de 0,005% da população estudada. Para uma amostra similar a da revista elet. Sociedade Militar o IBOPE teria que entrevistar mais de 30.000 pessoas.

2) Dado o bom nível da amostra podemos acreditar que as conclusões refletem bem e com pouca margem de erro a situação da população em foco.


QUESITO APRESENTADO DADOS OBTIDOS

Escolaridade

30% dos entrevistados da reserva/ref. possuem nível superior.
39,6% dos entrevistados da ativa possuem nível superior.
30% das praças possuem nível superior.

Militares da ATIVA e a Casa própria

57,14% não possuem casa própria.
Militares da RES./REFORMADOS e a casa própria
69% Declararam que não possuem casa própria.
Militares próximos da aposentadoria e a casa própria
50,5% dos militares entrevistados que tem mais de 20 anos de serviço ainda não possuem casa própria.

Principal dívida militares da ATIVA

60% têm como principal dívida empréstimo(s) para quitar dívidas anteriores.

Principal dívida militares da RESERVA E REFORMADOS
73% dos militares da RESERVA OU REFORMADOS têm como principal dívida empréstimo(s) para quitar dívidas anteriores.

Condição de saldar suas dívidas mensais. (Militares da ATIVA)
20,44% dos entrevistados têm condição de quitar normalmente suas dívidas mensais.

73% declararam que mensalmente deixam de quitar alguma conta.

Condição de saldar suas dívidas mensais. (Militares. RES e REF.)

16% declararam que sempre têm condição de quitar normalmente suas dívidas mensais.
Mais de 80% normalmente não tem condições de quitar suas dívidas mensais.

Comprometimento da atividade militar por conta de problemas sociais, econom. e psicológicos decorrentes da condição financeira

81,2% dos entrevistados acham que acontece sempre ou eventualmente.

66,8% declararam que acontece sempre.
2,5% acham pouco provável ou que nunca acontece.

Comprometimento de renda mensal do pessoal da ativa

45,6% dos militares da ATIVA têm dívidas com emp. consignado e/ou cheque especial que ultrapassam 50% da renda mensal.

Comprometimento de renda mensal do pessoal da reserva e reformados.

58,2% dos militares da RESERVA OU REFORMADOS têm dívidas com emp. consignado e/ou cheque especial que ultrapassam 50% da renda mensal.

Tempo de serviço

2,2% dos entrevistados têm menos de 5 anos de serviço ativo.
46% dos entrevistados têm até 15 anos de serviço ativo.
46,6% dos entrevistados têm de 20 a 30 anos de serviço ativo.


a)  73% dos entrevistados da ATIVA e 77% da reserva/ref. deixam mensalmente de quitar pelo menos uma conta - Em pesquisa recente, divulgada pela Fecomercio-RJ recebemos a informação que a parcela de famílias residentes na Região Metropolitana do Rio de Janeiro com alguma conta fixa em atraso em janeiro ficou em 14,8%. Outra organização, a CNC (Confederação Nacional do Comercio de bens, serviços e turismo), apurou que em fevereiro de 2012 a parcela de consumidores com contas em atraso foi de 20,5%. Diante desses números percebe-se claramente que a percentagem de 75% de entrevistados deixando de quitar pelo menos uma conta é um número que destoa. Certamente fruto da perda contínua de poder aquisitivo da categoria em análise. Vide artigo http://montedo.blogspot.com/2012/03/sobre-remuneracao-dos-militares....

b) 45,6% dos entrevistados da ATIVA devem no cheque especial e/ou empréstimo consignado mais de 50% de seus pagamentos – A CNC divulgou dados em fevereiro de 2012 informando que o percentual médio de comprometimento de salário do brasileiro foi de 29,9%. Levando-se em consideração ainda que a CNC considerou em sua pesquisa o endividamento com Cheque pré-datado, cartões de crédito, carnês de lojas, empréstimos pessoal, prestações de carro e seguros mais uma vez percebe-se que a sociedade aqui estudada se encontra em situação economicamente bem pior já que consideramos somente cheque especial e consignado.

c) 60% dos entrevistados da ATIVA e 73% da res./ref. responderam que sua principal dívida é um empréstimo (s) para quitar dívidas anteriores acumuladas. Esse dado é dos mais preocupantes, diante da perda de poder aquisitivo a família militar tenta se recompor apelando para empréstimos, dívidas atrasadas com escola, casa própria e saúde são quitadas geralmente com empréstimos consignados, na esperança de que em um futuro próximo ocorra um reajuste salarial.
d)Mais da metade dos militares da reserva e reformados (69%)Declararam na pesquisa que não possuem casa própria.

e) Observa-se que a defasagem salarial parece ter alcançado primeiro e com mais força os militares da reserva e reformados.
Mais informações por meio do email socmilitar@gmail.comou rasrio@yahoo.com.br

Agradecimentos aos Blogs: montedo.blogspot.com, militar.com.br, aperoladomamore.net e militaresunidos.blogspot.com 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

CARTA ABERTA AO GOVERNO DA BAHIA FEITA POR UM CIDADÃO BAIANO

COMERCIANTES BAIANOS, APÓS A GREVE DA PM, VÃO PEDIR ANISTIA NO PAGAMENTO DO ICMS. PORQUE? Hoje á noite, dia 06.02.2012, fui com a minha esposa ao Salvador shopping passear e fazer compras, uma vez que queria aproveitar as ofertas da liquidação anual. Lá chegando, observei que era muito pequena a quantidade de pessoas a circular pelos corredores e nas próprias lojas estavam apenas os vendedores tristes e desanimados. Fiquei estarrecido com a ausência dos freqüentadores de shopping ávidos por boas liquidações. Ao retornar para minha casa, pois moro no bairro Stella Maris vi a Avenida Paralela semi deserta, o que não é tão comum antes das vinte horas. Realmente, a greve do PM está tendo uma repercussão inusitada. O comércio da capital e do interior está parado e sofrendo com a diminuição das vendas. Como a população está com medo de sair as ruas, face a FALTA DE SEGURANÇA, o comércio fica sem a sua principal força propulsora: a clientela. Sem vendas não há recursos financeiros para pagar empregados, impostos etc. Observo, também, que se o governo não conseguir negociar e terminar a greve nos próximos oito dias ela vai adentrar no período de Carnaval, e quem vai garantir a segurança do folião? Será que o exercito vai para a avenida? Ou a Força Nacional? É claro que não, pois eles não foram preparados para isso. Sem policia militar não tem carnaval, essa é a verdade. Sem carnaval quem vai paga o ônus político nas próximas eleições? Efetivamente, se o governo não acabar essa greve, através das negociações(Se usar a violência vai ser uma tragédia social e política para nós baianos, mas sobretudo para o PT), os possíveis candidatos do PT na Bahia nas próximas eleições podem enterrar os seus pleitos e esperar um futuro bem distante para colocarem suas caras na telinha. Por isso, o momento político e social que passa a Bahia é extremamente grave, a sociedade civil está amedrontada, como nunca vi acontecer por essas bandas, e merece do governo mais respeito devendo, imediatamente, encontrar uma solução pacifica para a greve da PM. Mas o pior ainda pode acontecer. Imaginem se numa dessas prisões de PM, ou reintegração na Assembléia Legislativa, , ou nas passeatas um dos grevistas no enfrentamento com a Policia do Exercito venha a sofrer lesões ou até mortes, que vai ser o responsável político? Que Deus não deixe o pior acontecer, pois, o pior será lembrado por muitas gerações, como fruto da incompetência e da irracionalidade humana. Como cidadão brasileiro e baiano desejo poder voltar o mais rápido possível a andar sem medo pelas ruas da cidade do Salvador. Por favor senhor governador use a sua autoridade, sua racionalidade e o seu bom senso e acabe, sem violência, essa greve da PM, e tenha certeza que o povo baiano se lembrará num futuro bem próximo, obrigado! 

Simião Sousa Campos é advogado militante e professor na cidade do Salvador.
Comentário feito neste blog.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Greve da PM: 278 carros roubados em Salvador e RMS

Desde a assembleia realizada por parte dos policiais militares na Bahia, na última terça-feira (31) até a tarde desta segunda-feira (06), 278 carros foram roubados em Salvador e região metropolitana, de acordo com informações divulgadas pela Secretaria da Segurança Pública. Ainda segundo os dados do órgão, destes carros roubados, 43 veículos já foram recuperados.

População aguarda solução
 
Ainda não há previsão para o final da greve dos militares. Mas na tarde de hoje, representantes de quatro associações da Polícia Militar encontram-se reunidos com o arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger. Com objetivo de intermediar a greve parcial policiais militares na Bahia que dura quase uma semana. O arcebispo convidou as associações para uma reunião na residência episcopal, na Federação.
 
Membros da Associação dos Praças da Polícia Militar da Bahia (APPM), Associação dos Subtenentes, Sargentos e Oficiais da Polícia Militar da Bahia (ABSSO), Associação de Policiais e Bombeiros da Bahia (ASPOJER) e Associação dos Oficiais da Polícia Militar da Bahia (AOPMBA) vão participar do encontro.
 
Ainda na tade desta segunda deve ocorrer um encontro com o comandante geral da Polícia Militar, coronel Alfredo Castro, no Quartel do Comando Geral dos Aflitos, no Campo Grande. 

Fonte: Bocão News

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Maioria dos brasileiros está insatisfeita com a segurança pública do País



Pesquisa CNI-Ibope aponta que 51% da população considera a segurança "ruim" ou "péssima". Congresso Nacional é visto como a instituição mais ineficiente

Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo CNI-Ibope sobre a segurança pública do Brasil revelou que 51% da população a considera "ruim" ou "péssima". Além disso, apenas 15% dos entrevistados percebem melhora na segurança no País nos últimos três anos. O estudo foi realizado com 2.002 entrevistados a partir de 16 anos em 141 cidades. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Dentre os entrevistados, 36% consideram a segurança pública “regular” e apenas 12% avaliaram como “ótima” ou “boa”. O percentual de entrevistados que avaliaram a situação da segurança pública como “ruim” ou “péssima”, como já citado, chega a 58% entre o Nordeste e 57% entre periferias das capitais brasileiras.

Durante a execução da pesquisa, foi apresentada uma lista de 23 problemas que o País estaria enfrentando. Com os resultados finais, foi montado o ranking problemático e a "saúde" foi apontada por 52% da população como o maior desafio do Brasil. Em segundo lugar, a "segurança pública" seguida pelas "drogas" com, respectivamente, 33% e 29% de escolha.

Sendo o estudo focado na percepção dos brasileiros sobre a segurança pública, nos desdobramentos da pesquisa, pode-se descobrir que as Forças Armadas e a Polícia Federal são reconhecidas pela população como as instituições mais eficientes em assuntos de segurança; o Congresso Nacional e o Poder Judiciário são considerados os mais ineficientes.

Violência e a criminalidade

O estudo revelou ainda que 30% dos entrevistados já sofreram diretamente com a violência no último ano. Entre os participantes, 9% foram furtados, assaltados ou agredidos, 19% possuem um parente que sofreu algum desse tipo de violência e em 2% os dois sofreram diretamente com o tema. A causa principal da violência no País é o uso de drogas, segundo os entrevistados. Outro ponto interessante é a afirmação de que 80% dos brasileiros já mudaram seus hábitos devido à violência. A mudança mais frequente relatada pelos entrevistados é o ato de evitar andar com dinheiro nas ruas.

Para mudar a realidade do País, a população acredita que o caminho seria o combate direto ao tráfico de drogas. A sociedade também defende punições mais duras contra o crime, sobretudo mais violentos. Porém, os participantes da pesquisa se mostraram incertos sobre a execução da pena de morte no País. Entre as conclusões do estudo, pode-se dizer que os brasileiros não acreditam que a legalização da maconha não irá reduzir a criminalidade.

Penas mais rigorosas

A população brasileira defende penas mais rigorosas para os crimes violentos. Dentre os entrevistados, 79% concordam total ou parcialmente que penas mais rigorosas reduzem a criminalidade. Por maior rigor nas penas, 69% da população é favorável à prisão perpétua. No entanto, 15% são totalmente contra essa medida. No caso de crimes leves, 82% dos entrevistados são a favor total ou parcialmente da aplicação de penas alternativas à prisão como, por exemplo, trabalho comunitário.

De acordo com a pesquisa CNI-Ibope, a população está rigorosamente dividida sobre a aplicação da pena de morte no Brasil: 46% são favoráveis (31% totalmente e 15% parcialmente) e 46% são contrários (34% totalmente e 12% parcialmente). O gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, que divulgou o estudo, enfatizou que tais dados demonstram haver grande vontade da sociedade no combate à violência.

Do Ig/blog arma branca

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Estados que não informarem dados de criminalidade terão verba cortada, afirma Ministro


O governo federal deixará de repassar verbas destinadas à área de segurança pública aos estados que não informarem corretamente as estatísticas sobre a criminalidade, disse nesta segunda-feira (10) o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Segundo ele, a decisão constará de medida provisória que será assinada pela presidenta Dilma Rousseff criando o sistema nacional de estatística e informação em segurança pública.

“Obrigaremos os estados a repassarem informações dentro de um padrão metodológico que nos permita termos ciência, o mais próximo do tempo real, da ocorrência da criminalidade. Os estados que não repassarem essas informações não receberão do governo federal verbas da segurança pública”, disse Cardozo.

Segundo o ministro, o país não dispõe de dados nacionais confiáveis para saber “onde e com que intensidade” ocorrem os crimes. Por isso, o Ministério da Justiça precisa recorrer a estatísticas do Ministério da Saúde, que não são ideais para trabalhar em segurança pública - não distinguem, por exemplo, homicídios culposos e dolosos (quando há a intenção de matar) e não mostram roubos). Além disso, eles são divulgados com defasagem de mais de dois anos. Os dados consolidados mais recentes, por exemplo, são de 2008.

Em evento na cidade do Rio de Janeiro, o ministro disse ainda que é preciso investir nas polícias técnicas, para melhorar as investigações de homicídios e outros crimes. Ele também destacou a necessidade de combater a corrupção em todas as instâncias estatais, em especial na polícia e no Judiciário. Em relação à corrupção na polícia, Cardozo ressaltou que as corregedorias precisam perder seu “espírito corporativo” e punir os maus policiais.
AGÊNCIA BRASIL

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Brasil tem taxa de homicídios maior que quatro países árabes juntos (no país da copa)

De acordo com a pesquisa, o crime organizado e as gangues de rua estão diretamente relacionadas ao número de mortes nas Américas. Ainda, assim, a maior parte dos assassinatos ocorre em países da África, 36% do número total de mortes estimadas por ano pelo Unodc (468 mil).

O Estudo Global de Homicídios 2011 divulgado nesta quinta-feira coloca o Brasil entre os três primeiros países da América do Sul com a maior taxa de assassinatos nos últimos anos, mas não é só isso. O levantamento mostra, ainda, que o País tem índice maior de homicídios que Egito, Iraque, Jordânia e Líbia juntos.
 
A pesquisa, realizada pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc), mostrou que o Brasil tem taxa de 22,7 assassinatos para cada 100 mil habitantes. A Líbia, por outro lado, recente palco de conflitos entre exército e civis, tem apenas 2,9 assassinatos para cada 100 mil habitantes.

Nos demais países árabes esse índice é ainda menor: 2 no Iraque; 1,8 na Jordânia e 1,2 no Egito. Ao todo, os países somaram 7,9 homicídios para cada 100 mil habitantes, 14,8 a mais que no Brasil.

Os dados divulgados nesta sexta foram cedidos por instituições dos próprios países. No caso de Brasil e Egito os levantamentos são de 2009, Iraque e Líbia têm levantamentos de 2008 e na Jordânia os dados são de 2006.

Cenário mundial

O relatório revela ainda que, na contramão da maioria dos países da Ásia, Europa e América do Norte, que desde 1995 vêm registrando uma redução nas taxas de homicídio, a América Central e o Caribe têm verificado um aumento nesses índices e hoje se aproximam de um cenário de "crise".

Jornal do Brasil