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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

As 10 profissões mais e menos estressantes para 2013


Militares na ativa ocupam o emprego mais estressante (Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
Você está satisfeito com a sua profissão? Pensa em mudar? Ou ainda não escolheu? O site americano ABC News listou os empregos que prometem ser os mais estressantes e os mais “relaxados” em 2013, nos Estados Unidos. Contrapondo realidade do Brasil, a carreira de professor universitário de tempo integral é a profissão menos estressante no país norte-americano, seguido de costureiro e auxiliar médico.

Já a mais exaustiva, é a carreira militar, seguida da profissão de bombeiro. Para tais resultados, o site avaliou mais de 200 carreiras sob 11 fatores de estresse, como os intervalos das férias, viagens corporativas, perspectivas no emprego, pressão, prazos, competitividade, entre outros.

Além do ranking de profissões, o site também divulgou os respectivos salários por ano. Veja:

Mais estressantes:
1. Militares (Alistados): US$ 45.528 dólares
2. Militar (Geral): US$ 196.300
3. Bombeiro: US$ 42.250
4. Piloto de avião comercial: US$ 92.060
5. Executivo de Relações Públicas: US$ 57.550
6. Executivo Corporativo Sênior: US$ 101.250
7. Fotojornalista: US$ 29.130
8. Repórter de jornal: US$ 36.000
9. Taxista: US$ 22.440
10. Policial: US$ 55.010

Menos estressantes:
1. Professor Universitário: US$ 62.050
2. Costureiro / Alfaiate: US$ 25.850
3. Auxiliar Médico: US$ 32.350
4. Joalheiro: US$ 35.170
5. Técnico de Laboratório Médico: US$ 46.680
6. Audiologista: US$ 66.660
7. Nutricionista: US$ 53.250
8. Hair Stylist: US$ 22.500
9. Bibliotecário: US$ 54.500
10. Operador de prensa: US$ 31.910


sábado, 3 de dezembro de 2011

Cães no serviço militar continuam a exibir sinais de transtorno de estresse pós-traumático

The New York Times
James Dao 


Os especialistas em comportamento daqui receberam um chamado de um médico no Afeganistão. Seu paciente tinha enfrentado um tiroteio e agora estava encolhido sob uma cama, se recusando a sair. 



Aparentemente, nem mesmo os brinquedos para mastigar funcionavam. 



Transtorno de estresse pó 
s-traumático, pensou o dr. Walter F. Burghardt Jr., chefe de medicina comportamental do Hospital Militar Daniel E. Holland para Cães Trabalhadores da Base Lackland da Força Aérea. Especificamente, TEPT canino. 



Se alguém precisava de evidência do papel exercido pelos cães na linha de frente da guerra atualmente, aqui está a mais recente: os soldados de quatro patas e focinho úmido, usados para farejar minas, rastrear combatentes inimigos e evacuar prédios, estão sofrendo problemas mentais causados pelo combate tanto quanto seus pares humanos.