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quinta-feira, 31 de maio de 2012

SGT DE TUPACIGUARA-MG É ACUSADO DE VIOLENTAR MENOR COM DEFICIÊNCIA



Um policial militar do município de Tupaciguara é suspeito de ter violentado sexualmente um adolescente de 16 anos, portador de deficiência mental moderada. De acordo com o menor, o sargento o buscava em casa de bicicleta levava para a casa dele. Lá, mandava que o adolescente tirasse a roupa e fazia sexo oral nele.

Ainda segundo o menor, o filho do policial, que estuda na APAE juntamente com a vítima, presenciava tudo. “Ele não fala e ficava agressivo”, disse.

A mãe, de 42 anos, afirma que o policial não saía da porta dela. “Ele falava que era pra deixar meu filho ir para a casa dele para nadar, joga sinuca e depois traria ele. Depois que ele fez essa barbaridade com meu filho, não veio mais aqui”, disse.

O pai, de 64 anos, não se conforma. “Eu estou muito decepcionado. Nunca esperava isso. Além de ele ser autoridade, é um pai de família. Deveria amparar e proteger as pessoas. Ele é até avô”, afirma.

O caso foi publicado no Jornal “O Independente”, de Tupaciguara, no dia 28 de maio. Na reportagem consta que o sargento deixava a arma em cima da mesa durante o ato sexual, ameaçando a vítima de morte a todo momento.

O Conselho Tutelar de Tupaciguara encaminhou denúncia à 254ª Cia PM, onde o sargento está lotado, e ao Ministério Público, “para prosseguimento a um possível processo criminal”, conforme divulgou “O Independente”.

Por telefone, o capitão Ramon, da PM da cidade, disse à nossa reportagem que o departamento policial vai tomar providências, mas não deu detalhes.

Fonte: UIPI

sábado, 7 de abril de 2012

MÃE É PRESA POR COMPRAR VIBRADOR PARA FILHA DE 13 ANOS

Em Divinópolis, município do interior de Minas Gerais, Sara Silva Oliveira Rios, de 42 anos foi presa na tarde de ontem por violação do artigo 224 do Código Penal. O referido artigo trata como estupro presumido quando menores de 14 anos são expostos a situações de natureza sexual, mesmo que aja consentimento por parte do menor.

Sara é mãe da menor P.S.O.R., estudante do oitavo ano do Ensino Fundamental da Escola Presidente Itamar Franco, e atleta da seleção juvenil de futebol feminino de Divinópolis. A menor havia pedido de presente de aniversário um vibrador para a mãe, que por ser adepta da sexualidade sem tabus comentou na loja com as vendedoras que era “pra embrulhar de presente, pois ela daria a filha”.

A vendedora da Sex-Shop que é professora no turno matutino, ministra aulas de Ensino Religioso para a filha de Sara, achou aquilo um absurdo e denunciou para o conselho tutelar a intenção da mãe. O Conselho Tutelar investigou o caso e flagrou a menor levando o presente para mostrar as amigas na escola.
Sara quando perguntada na delegacia se ela não se sentia responsável pela precocidade da iniciação sexual da filha, disse que a filha já possui vida sexual ativa desde os 12 anos e que o vibrador “seria apenas um plus a que toda mulher tem direito”.

Quando o delegado insistiu em questioná-la sobre a precocidade a resposta foi ainda mais assombrosa. Dr. Carlos Almeida Sobrinho perguntou: “O que você acha da sua filha aos 12 anos já ter vivido experiências sexuais com tantos homens?” Sara se resumiu a dizer: “Que bom que ela gosta do babado, né? Deus me livre ter uma filha que gosta de ‘lamber bife’. Deus me livre”.

Sara pode ser condenada a quatro anos de detenção e perder a guarda da filha. O pai preferiu não se manifestar sobre o caso. Disse apenas que não sabia sobre a vida sexual da filha e que acha estranho “uma menina que ainda brinca de bonecas pedir um presente tão estranho para a própria mãe”.

Fonte: Jornal Estado de Tocantins
Blog da Força Tática 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

MP denuncia Major do Exército por exploração sexual de aluna do Colégio Militar

Major do Exército é denunciado pelo Ministério Público. Militar, de 41 anos, é suspeito de exploração sexual contra aluna de 14 anos que estudava na instituição em que ele estava lotado

O Ministério Público ofereceu denúncia contra um major do Exército por crime de exploração sexual e por divulgação e armazenamento de fotografia, vídeo ou outro registro de cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente. O oficial de 41 anos, que trabalhava no setor administrativo de uma instituição militar de Juiz de Fora, é suspeito de envolver-se sexualmente com uma estudante de 14 anos que estudava no local onde ele estava lotado. Indiciado pela Polícia Civil, ele agora é réu na Justiça comum, em processo que tramita na 1ª Vara Criminal no município. O fato ocorreu em 2010, quando o major, com mais de 20 anos na corporação, teria levado a menina para motéis da cidade em três ocasiões. O pai da adolescente registrou boletim de ocorrência ao encontrar, no celular da filha, mensagens românticas supostamente enviadas pelo major. Após o episódio vir à tona, o militar, que é casado, foi transferido para Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, embora o Exército negue qualquer relação entre o caso e a saída do oficial de Juiz de Fora. Ele poderá ser chamado a responder pelos crimes 218-B do Código Penal e 242-A e B do Estatuto da Criança e do Adolescente, que preveem pena de até dez anos em caso de condenação.

Procurado pela Tribuna, o 1º promotor de justiça, Marcelo Coutinho, disse que não poderia fornecer nenhum tipo de informação a respeito do processo, alegando que a ação tramita em segredo de Justiça. No entanto, no boletim de ocorrência registrado contra o major, no ano passado, o pai da adolescente revelou ter sido alertado sobre o envolvimento da filha com o militar por meio de uma amiga da estudante. De acordo com o histórico da ocorrência, o pai telefonou para o número registrado no aparelho celular da filha, e o major teria atendido à chamada, dirigindo-se à aluna de maneira íntima. Questionada pelos familiares, a garota confirmou aos pais que o relacionamento teria se iniciado em julho de 2010. Ainda de acordo com a informação dada por ela, as conversas entre eles teriam começado pela internet. Porém, após um dia de aula, o major teria beijado a menina. A aluna ainda relata que foi levada pelo major a motéis da cidade. O relacionamento teria sido mantido por cerca de cinco meses. Conduzida ao HPS, onde ela foi examinada, uma perícia médica constatou que a adolescente já havia mantido relações sexuais.

O Exército afirmou, ontem, que ainda não foi notificado da denúncia. No entanto, o relações públicas da 4ª Brigada de Infantaria Motorizada, tenente-coronel Carlos Henrique da Mota Couto, disse que, somente após a conclusão do processo, é que a instituição poderá agir. "Se o major for condenado em período superior a dois anos e a aplicação da pena for a restritiva de liberdade, o comando instaura um processo que poderá resultar na perda do posto e da patente. Mas isso só pode ser feito após a conclusão do processo na Justiça", explicou.

Tribuna de Minas/montedo.com/Blog Notícia da Caserna

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Cabo da PM é preso suspeito de cinco estupros em Campina Grande

Um cabo da Polícia Militar suspeito de praticar cinco estupros foi preso na terça-feira (20) em Campina Grande. O mandado de prisão preventiva foi expedido pelo juiz Brancio Barreto Suassuna, da 3ª Vara Criminal da cidade, a pedido da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Criança e o Adolescente, que investiga as denúncias. Desde o momento da prisão, ele permanece detido na carceragem do quartel do 2º Batalhão da Polícia Militar.

De acordo com a delegada da Polícia Civil Alba Tânia Abrantes, as investigações contra o cabo começaram após a denúncia de uma adolescente de 16 anos, que disse ter sido sequestrada por ele nas proximidades de casa, no Centro de Campina Grande. Conforme o relato da suposta vítima, o policial a teria obrigado a entrar em um carro e a dopado com uma droga semelhante à do do golpe conhecido como 'boa noite, Cinderela'.Continue lendo no G1/Paraíba:>>>>>>>>>>

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Universitária de Minas sofre tentativa de estupro e preso é quase linchado



Uma estudante sofreu uma tentativa de estupro na noite desta quinta-feira dentro da Universidade Fumec, no Bairro Cruzeiro, Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Segundo informações de um aluno da faculdade, que preferiu não se identificar, o crime teria acontecido no banheiro da instituição. 


As primeiras informações são de que o agressor também seria aluno da Fumec, mas ninguém da universidade foi encontrado para comentar o caso. 

Um vídeo postado no Youtube mostra o momento em que o agressor deixa o campus acompanhado por policiais do 22º Batalhão da Polícia Militar




EM.COM.BR

Comentário do Blog: E depois ainda me aparece alguns retardados querendo restringir o  serviço da PM em áreas universitárias. Eles querem o quê? Que a PM distribua para esses alunos, pirulito de maconha?

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Médico é preso suspeito de assediar grávida em Uberlândia

Preso nessa quarta-feira (25) em Uberlândia um médico radiologista suspeito de ter assediado uma paciente, grávida de sete meses, depois de ter feito o exame de ultrassonografia. A polícia foi chamada para registrar o Boletim de Ocorrência.

O caso aconteceu em uma clínica no Centro de Uberlândia. A vítima, que preferiu não se identificar, está grávida de sete meses e foi pela primeira vez à clínica. Ela contou que o abuso aconteceu logo após a assistente do médico sair da sala e disse para a equipe de reportagem do MGTV da TV Integração que procurou a orientação de um advogado. Testemunhas afirmam que a mulher estava muito assustada. 

A mulher fez o exame de corpo delito e foram contatados hematomas pelo corpo. O delegado do Conselho Regional de Medicina (CRM), Melicégenes Ambrósio, disse que irá se informar do caso para tomar as providências. Até o momento nenhuma reclamação contra o radiologista havia sido registrada no Conselho. A produção do MGTV entrou em contato com os responsáveis pela clínica, que não deram retorno até o fechamento do MGTV1ªEdição. O radiologista suspeito do abuso, Waines Rodrigues, ligou na redação da TV Integração ainda nessa terça-feira (25) e informou que não daria entrevista antes de falar com os advogados dele, mas negou que teria cometido qualquer tipo de violência contra a paciente. Ele está preso na colônia penal Jacy de Assis.



Megaminas.com

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Segurança falida: Menina de 14 anos denuncia ter sido estuprada em uma colônia penal no Pará

Quase quatro anos depois de uma adolescente ser presa em uma cela com 30 homens que a estupraram por 26 dias, em Abaetetuba (PA), outro caso de barbárie pode ter se repetido no sistema penitenciário paraense. Uma menina de 14 anos teria passado cinco dias sendo abusada sexualmente e espancada por detentos da Colônia Agrícola Heleno Fragoso, unidade penal de regime semiaberto, em Santa Izabel do Pará, a 50km de Belém. Os relatos foram colhidos pelo conselho tutelar do município, depois que a Polícia Militar foi procurada pela garota, às margens da BR-316, no fim da madrugada de sábado. Em seguida, ela foi levada ao conselho de Belém e à Delegacia de Atendimento ao Adolescente (Data), onde prestou depoimento e submeteu-se a exames de lesão corporal e de conjunção carnal, cujos resultados devem sair em dois dias.

A menina, que fugiu de casa em julho e não tem contato com a mãe, foi levada para um abrigo. Segundo a conselheira Helennice Rocha, ela está muito abalada e relatou ter sido aliciada por uma mulher de 25 anos, na Praia do Outeiro, distrito de Belém, que se apresentou como Ana. A aliciadora teria intermediado o contato da jovem com um detento identificado como Faísca, na segunda-feira passada. A jovem contou que entrou, por conta própria, na unidade penal para encontrar Faísca com outras duas adolescentes, seguindo uma trilha no meio de um matagal. Chegando lá, as três teriam sido drogadas, alcoolizadas, espancadas e obrigadas a manter relações sexuais com vários detentos. Depois de cinco dias, a garota conseguiu fugir.

Segundo o conselheiro tutelar Benilson da Silva, que recebeu a menina em Belém, ela perdeu a conta de quantos homens a violentaram. Ele informa ainda que as relações foram mantidas sem preservativos e que hoje a garota deverá ser submetida a mais exames e que tomará vacinas contra doenças venéreas. “Elas iam para lá servir como prostitutas, não entendo como não há vigilância para impedir isso”, lamenta Helennice Rocha. Ela afirma que o conselho tutelar vai apresentar denúncia no Ministério Público hoje sobre o caso.

O delegado Fabiano Amazonas, da Data, afirma que as outras adolescentes não foram encontradas e que o caso está sendo investigado sob segredo de Justiça. Ariel de Castro Alves, vice-presidente da Comissão Nacional da Criança e do Adolescente da Ordem dos Advogados do Brasil, critica a falta de controle nas unidades penitenciárias. “É um caso abominável. Uma adolescente de 14 anos não poderia ter sido autorizada a entrar e é mais grave ainda que tenha entrado escondida, porque mostra que o local não tem o mínimo de vigilância e controle.” Ele acredita tratar-se de um caso de exploração sexual, hipótese levantada também pelos conselheiros tutelares.

Superintendente do Sistema Penitenciário do Pará, o major Francisco Bernardes disse que haverá um reforço na segurança do Complexo Penal de Americano que abriga, além da colônia, mais cinco unidades penais abertas. Vinte homens são responsáveis pela vigilância dos 341 detentos da Colônia Agrícola, que tem 120 hectares. “É difícil manter uma fiscalização muito efetiva por conta da dimensão”, diz o major. Ontem, o governador do Pará, Simão Jatene (PSDB), exonerou o diretor da instituição penal, Andrés de Albuquerque Nunes, e outros funcionários por negligência. Jatene pediu um estudo para construir um muro de contenção ao redor da área.
 
Foto: Tarso Sarraf/O Liberal

Fonte: Júnia Gama /Correio Braziliense

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Militar australiano diz ter filmado estupro ‘para ser aceito por colegas’

Um cadete australiano da Marinha que filmou a si mesmo enquanto estuprava uma mulher afirmou diante de um tribunal nesta segunda-feira que cometeu o crime para ser aceito pelos seus companheiros.

O militar Keith Calvert, de 24 anos, foi considerado culpado no mês passado de duas acusações de estupro contra uma colega, em 2009. Sua sentença deve ser divulgada nesta sexta-feira.

O advogado do cadete, David Sexton, afirmou durante uma audiência que se vangloriar de aventuras sexuais e filmá-las com telefones celulares era algo corriqueiro na base militar em que ele servia.

Calvert teria se filmado estuprando a colega enquanto ela dormia e exibindo os polegares em sinal de ''ok'', após uma noite de bebedeira na cidade de Melbourne, em 2009, juntamente com outros colegas do sexo masculino.
A vítima só veio a saber do ocorrido após ter sido alertada, meses depois, por outras pessoas que haviam visto a filmagem.
'Trabalho duro e diversão pesada'

O advogado de Calvert afirmou que a base militar Cerberus, no sul de Melbourne, era regida por uma cultura de ''trabalho duro e diversão pesada''.

''Existe uma cultura de relatar, se vangloriar, de conquistas sexuais, que se estende a revelar as aventuras de alguém com a exibição de imagens filmadas com celulares'', afirmou David Sexton.

Segundo o advogado, seu cliente estava ''desesperado para se encaixar no estilo de vida da Marinha e abraçou esse estilo com muita vontade''.

As declarações foram feitas pouco antes da divulgação de um inquérito sobre casos de abuso sexual nas Forças Armadas australianas.

Um outro escândalo sexual está atualmente sendo investigado envolvendo integrantes da Academia da Força de Defesa Australiana.

Dois cadetes foram condenados por ter filmado secretamente uma novata tendo relações sexuais e por ter postado a filmagem na internet.

Os diferentes episódios vêm despertando questões sobre o tratamento de mulheres dentro das Forças Armadas australianas.

Devido a um alto número de alegações de abuso, o prazo para a publicação das conclusões do inquérito foi prolongado até o dia 30 de setembro, um mês depois da data originalmente prevista.

BBC