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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Projeto prevê acompanhamento regular de policiais expulsos de corporações.


Projeto prevê acompanhamento regular de policiais expulsos de corporações
Projeto (5752/13) em análise na Câmara dos Deputados define procedimentos para que as Forças Armadas e as polícias estaduais e a federal acompanhem ex-policiais e ex-servidores expulsos dessas corporações.
O autor da proposta, deputado Otávio Leite, do PSDB do Rio de Janeiro, explica que a expulsão de maus policiais vem sendo umas das estratégias das secretarias de Segurança dos estados para lidar com a corrupção dentro das polícias militar e civil.
Segundo o parlamentar, a quantidade de policiais expulsos é preocupante. Só na PM do estado do Rio de Janeiro, em 2011, foram desligados 143 policiais. Em 2012, o número chegou a 317, um aumento de 143%.
Pela proposta, independentemente dos procedimentos criminais que estiverem em curso depois da expulsão, o ex-integrante da corporação deverá informar com regularidade a sua atual moradia e ocupação profissional ao órgão a que era vinculado, durante um período de pelo menos seis anos.
Se a regra não for obedecida, o ex-integrante poderá ter o CPF suspenso, além de ficar proibido de fazer concurso público, de ser contratado para trabalhar nos governos estaduais, municipais e federal, e de trabalhar como segurança privado.
O deputado Otávio Leite explica por que apresentou o projeto:
“A gente sabe que, na grande maioria das vezes, esses indivíduos, ao serem expulsos das corporações, eles findam por ser presas fáceis para organizações criminosas, que passa a utilizar essa mão-de-obra com finalidades nocivas à sociedade. Então, obrigar a todos, anualmente, a informar onde trabalha e onde mora depois de expulso da corporação é uma regra que vai me parecer muito importante.
O projeto determina que as Forças Armadas e outros órgãos de segurança criem um formulário para ser assinado junto com termo de posse do servidor no qual ele concorde a se submeter à obrigatoriedade de informar dados atualizados sobre o seu domicílio e da sua vida profissional, com regularidade, à sua antiga corporação, no caso de uma eventual expulsão.
O texto também autoriza o Ministério da Justiça a criar cadastro nacional desses profissionais, em caráter reservado, a ser administrado pela Polícia Federal.
O projeto está em análise na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional. Depois, tem que ser votado por mais duas comissões e pelo Plenário.
Fonte:: policialbr.com/ amigosdecaserna.com.br
Comento: Projeto ridículo, preconceituoso, descabido. Onde já se viu, agora o sujeito vai carregar o carma de ter sido excluído eternamente. Porque não fazem isso com os políticos. Se a corporação exclui, tem que checar se houve o devido processo legal, se as provas foram contundentes, se de fato o cidadão resolveu virar marginal usando farda, que seja excluído. Agora acompanhá-lo depois disso além de ridículo é utópico. As corporação sequer tem efetivo para ficalizar quem está na ativa...isso é proselitismo polítco, blá - blá - blá em ano de eleição.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Ajude os PMs excluídos do RIO



 COMUNIDADE DO ORKUT - PMERJ

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OS POLICIAIS ABAIXO PRECISAM DE SUA AJUDA!

Leandro Azevedo Magalhães
Carlos Alberto Campos de Oliveira
Marcos Vinicius da Cruz Silva
Diego Barbosa Ferreira
Edenilson da Silva Gonzaga
Eberson Junior Batista
Elson Guimarães Rosa Filho
Sueder Alves dos santos
Augusto Felipe dos Santos Ferreira
Sirlei José Ribeiro
Juliano Gonçalves de Oliveira Raposo
Samuel Gonçalves de Albuquerque Junior
Alan Alves Ricardo
Juan Hudson dos Santos Avelar
Thiago Rodrigues dos Reis
Lindomar Alcantara 


"Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". 
RUI BARBOSA

domingo, 22 de abril de 2012

PMs corruptos viram consultores do crime

Segurança Pública
WILLIAM CARDOSO

O crime organizado criou um novo bico para PMs de São Paulo: o de consultores de risco. Nessa função, policiais fazem o papel de olheiros de quadrilhas especializadas em arrastões a condomínios e roubos a caixas eletrônicos. Usam o acesso aos equipamentos de rádio da PM para avisar os bandidos, por celular, quando algum policial fora do esquema se aproxima do prédio ou do banco durante a ação dos criminosos.

Neste ano, duas investigações já flagraram a participação de três policiais militares acusados de dar cobertura a ladrões durante os assaltos, mas existe a suspeita de que outros também estejam envolvidos. No ano passado, 20 PMs foram detidos por colaborar com quadrilhas que furtavam caixas eletrônicos – apenas dez continuam presos. “O crime está apelando cada vez mais para a informação e depende, também cada vez mais, das dicas de quem está por dentro. É necessário fortalecer os grupos que combatem o crime organizado dentro das instituições policiais”, afirma o coordenador do Observatório de Segurança Pública da Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho (Unesp), Luís Antônio Francisco de Souza.

Desde 2008, a PM tem usado rádios comunicadores digitais, que dificilmente seriam interceptados por ladrões. Por isso, as quadrilhas passaram a aliciar PMs corruptos, que as mantêm informadas. São eles que avisam quando o roubo é descoberto porque um vizinho ligou para o 190, por exemplo. Também avaliam os riscos de um assalto ser malsucedido e alertam sobre o patrulhamento na área do roubo. Um PM bem informado poupa o trabalho que caberia a pelo menos quatro bandidos: o de contenção durante eventual fuga. Também sai mais barato, porque são três a menos para dividir o que foi roubado.

Em março, por exemplo, um protesto de professores nas proximidades do Palácio dos Bandeirantes deslocou o efetivo para o Morumbi e obrigou o PM envolvido com a quadrilha a sugerir que os ladrões abortassem o assalto a uma residência porque a área estava cheia de viaturas.


Investigação Neste ano, duas investigações levaram a PMs suspeitos de cooperar com quadrilhas. Na 5.ª Delegacia do Patrimônio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), o cabo Dario Roberto do Carmo, do 26.º BPM, foi flagrado em escutas sugerindo a uma quadrilha o nome do soldado Alexandre Siqueira, do 45.º BPM, para um “bico” na Chácara Klabin. O trabalho era monitorar o arrastão a um prédio na Rua Pedro Pomponazzi, que terminou com a prisão de 15 pessoas em uma operação da Polícia Civil no dia 7, horas antes do assalto. 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

"Conheci o Sd Marco Prisco, um líder convicto!"

* José Luiz Barbosa 

Conheci o Sd PM Marco Prisco nos idos de 2002, ou o então ex-soldado, pois já fora demitido dos quadros da Polícia Militar da Bahia, pela sua destacada, corajosa e ousada participação no movimento dos praças da Polícia Militar em 2001, e cuja história deveria ser contada para todos os praças ( soldado, cabo, sargentos, e subtenentes) brasileiros, para que saibam que lutar é a única resposta possível para erradicar os abusos, injustiças, ilegalidades, arbitrariedades,  e humilhações a que são submetidos por não terem minimamente respeitado seus direitos de cidadania e sua dignidade, como profissionais e cidadãos.

Me chamou atenção, tamanho os absurdos sofridos pelo Sd Prisco, após o movimento dos praças bahianos, mas ainda sim não havia se demitido da luta, porque estava estampado em sua face, o sentimento mais profundo de indignação e revolta por haver sentido na pele, na família, e em sua dignidade humana, todo tipo de tortura psicológica,  tratamento desumano, degradante e vexatório, que o poder estatal e político podem inflingir a um cidadão, policial militar e chefe de família, por lutar pelo direito básico e fundamental à dignidade profissional e salarial, e por expressar pelos meios de que dispõe sua insatisfação e descontentamento com sua valorização, já que não há e nem nunca houve nenhum canal de discussão e negociação com o governo nem com o comando da instituição, que vive de joelhos para o governador.

Mas o que quero ressaltar e relembrar, é que testemunhei, que nem passando fome, se valendo da caridade alheia, dormindo de favor, e andando de carona muitas vezes, jamais abandonou ou desanimou de perseguir lutando, e esteve presente em momentos importantes da luta de muitos outros companheiros de outros estados, até os mais longiquos, em que se travavam batalhas pelo mesmo direito, o de exercer a cidadania política e reivindicar melhores salários e condições de trabalho.  

Mas ao que parece, os metódos e estratégias políticas, antes condenadas pelo petista Jacques Wagner, governador da Bahia, e diria até pelo PT, são ressucitadas dos porões do terror com armas que vão desde a criminalização de movimentos e lideranças, até a difusão inverídica de propaganda ideológica e política com o único objetivo de linchar moralmente e aniquilar com a dignidade dos que ousam levantar sua voz para lutar e defender direitos, que são  negados por sucessivos governos com a covarde e muda anuência de parlamentares estaduais e federais, que foram eleitos para representar o cidadão, e entre estes os policiais e bombeiros militares.

Preferem como sempre o uso da força e do poder de repressão para amordarçar e enquadrar os "recalcitrantes", diga-se policiais e bombeiros militares, cidadãos cujos direitos políticos e civis, são limitados e restringidos, com repercussão e efeitos no exercício do direito de expressar sua opinião e pensamentos, que é reconhecimendamente um princípio consagrado para e pelo estado democrático de direito, com fundamento no livre exercício da cidadania, que deveria ser garantido pelo estado.

Devemos neste momento dedicar especial atenção e mobilizar toda rede da blogosfera para dar ampla publicidade e divulgação ao movimento dos policiais e bombeiros militares bahianos, prestando-lhe apoio e solidariedade e encaminhando pedidos aos parlamentares da Baia para que exerçam seu papel de representar os interesses da segurança pública e pressionem o governador para que abra o canal de negociação e dialógo, como o caminho natural e pacifíco de ser resolver controvérsias, ainda mais se a outra parte está apresentando uma justa e legitíma reivindicação.

E para concluir, conheço bem o Sd MARCO PRISCO, e posso afirmar com absoluta certeza, jamais se acovardará ou se intimidará, e se ganhou status de liderança do movimento, o melhor que o governo e o comando devem fazer é dialogar e negociar, porque a legitimidade para exercer a liderança do movimento lhe foi outorgada pelos próprios policiais e bombeiros militares, que com o resultado de negociações de movimentos passados, se viram vendidos, traídos e aviltados por lideranças, e o pior também praças, que diziam representar seus interesses.   

A convicção e a firmeza de propósito, são características inerentes ao Sd Marco Prisco, daí a crença no que defende, e sua fé inabalável na luta pela cidadania que contagia e move os que assim como ele, sabem que não há conquista sem luta . 

Presidente da Associação Mineira de Defesa e Promoção da Cidadania e Dignidade, bacharel em direito, ativista de direitos humanos e garantias fundamentais, Sgt PM / MG.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Rio: Comandante da PM anuncia nova unidade prisional, mais segura

Decisão foi tomada após divulgação de imagens de festa dentro do BEP

Rio - O comandante da PM, coronel Mário Sérgio Duarte, anunciou nesta quinta-feira que será construída nova Unidade Prisional (UP) — conhecida antes como Batalhão Especial Prisional (BEP) —, com equipamentos como câmeras e raio-x, para impedir novas fugas e garantir o monitoramento dos internos. Atualmente, há 280 PMs e 40 ex-PMs lá.

O anúncio foi feito após o oficial classificar como inaceitável a festa bancada pelo ex-PM Carlos Ari Ribeiro, o Carlão, na unidade. A meta é a de que o novo presídio seja semelhante ao de segurança máxima Romão Gomes, em São Paulo.
 
POR ADRIANA CRUZ

ODIA

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Policial brasileiro foge dos EUA como criminoso e cria tensão diplomática

Incidente pode ser o primeiro desafio diplomático de Dilma Rousseff

Um policial brasileiro flagrado com 500 gramas de metanfetamina no estado americano da Florida pode ser o primeiro grande desafio diplomático do governo Dilma Rousseff. Eleito policial do ano na cidade de Boynton Beach, David Britto ganhou destaque na mídia local quando as autoridades descobriram sua ligação com o tráfico de drogas. O grande problema é: ele fugiu de sua prisão domiciliar e, segundo o FBI, conseguiu pegar um avião direto para o Brasil, cuja Constituição barra completamente a extradição de brasileiros.

Batata fervendo

O caso poderia ter caído no esquecimento se não tivesse recebido atenção nacional nos Estados Unidos. Não é só a história de David Britto que é cinematográfica, sua fuga também foi. O brasileiro estava preso em casa com uma pulseira que indicava sua localização e, inesperadamente, desapareceu. Os federais americanos ainda estão batendo cabeça para saber como ele conseguiu fugir e pegar um avião e isso tudo só fez o caso ganhar mais notoriedade no país, que já tem um pé atrás quando o assunto é extraditar brasileiro.

Velha rusga

Autoridades americanas ainda não sabem explicar como David saiu do paísA restrição da Constituição sobre a extradição de brasileiros fez o político americano Timothy Ryan, um democrata da Câmara dos Representantes (equivalente a um deputado federal no Brasil), tentar barrar uma ajuda financeira anual de US$ 14 milhões (R$ 23 milhões) que os Estados Unidos concedem ao Brasil.

O assunto é polêmico e até hoje os americanos se ressentem da morte do piloto condecorado da Força Aérea Americana, Karl Hoerig, em 2009. Considerado um herói nacional, ele foi morto pela esposa brasileira, Claudia Hoerig. Hoje, Claudia vive em liberdade no Brasil graças à Constituição. Se David Britto realmente estiver no país, provavelmente terá o mesmo privilégio.

Jornal do Brasil/Jorge Lourenço

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Policial larga arma por crack

                         
Eles trabalham com segurança pública e ajudam no combate ao tráfico de drogas. No entanto, casos de policiais dependentes químicos são mais comuns do que apontam as estatísticas. "Junto de advogados e médicos, eles compõem o grupo de profissionais com maiores índices de uso de drogas", informa o psiquiatra Bruno de Castro Costa, especialista em dependência química. Segundo ele, o alto nível de estresse dessas carreiras os coloca ainda mais vulneráveis.

O assunto é delicado e desagrada a cúpula das polícias, que guarda segredo sobre os números de viciados em crack nas corporações. A Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) não diz quantos são os profissionais afastados ou em recuperação. A Polícia Civil conta com um programa específico para prevenção e tratamento, o Programa de Acompanhamento Psicossocial (PAPS), que também mantém sob sigilo. Um vídeo em seu site apresenta a iniciativa como "acompanhamento psicossocial com visitas hospitalares e visitas nos domicílios de profissionais afastados, com o objetivo de diagnosticar os problemas que acometem os policiais".

De condições precárias de trabalho a problemas familiares, os motivos apontados pelos policiais para começar a usar o crack são inúmeros. Para alguns deles, a convivência com usuários e criminosos, o consumo de drogas legalizadas, como a cerveja, e a proximidade com as drogas por força da profissão são pontos fundamentais para entender como um policial se rende ao crack.

Foi o caso de Fabrício (nome fictício), um ex-agente de polícia de 42 anos, que é dependente químico e foi usuário de crack e cocaína por dez anos. O uso galopante da droga lhe trouxe inúmeros problemas e grandes perdas. "Comecei na cocaína e passei para o crack, que é o fundo do poço. Já gastei todo o meu salário em drogas, e quando não tinha mais grana, passei a vender coisas minhas. Chegava em casa sem celular, tênis e jaqueta; eu trocava tudo em pedra", relata. Internado mais de uma vez, disse que conheceu vários policiais dependentes químicos. "A polícia já perdeu um monte de profissionais que ficaram doentes (por causa da droga), vários bons policiais morreram de overdose. Conheci um viciado em crack que me disse que estava apenas aguardando a morte".
 
Reportagem: Rafael Rocha
Foto: Cristiano Trad
Jornal OTempo

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