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segunda-feira, 20 de maio de 2013

DELEGADO É EXPULSO DA POLÍCIA



O delegado de Polícia Civil Delmiro Baturité Queiroz Zamenhof foi expulso da instituição por decisão do Governo do Estado. Ele vinha sendo investigado pela Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário (CGD), sob a acusação de transgressão disciplinar de natureza gravíssima.

Conforme a CGD, o delegado, utilizava um cartão com senha para abastecimento exclusivo da viatura da delegacia do 9ºDP (Dunas) de forma indevida, pois a viatura já havia entrado em desuso e estava recolhida para leilão no Departamento de Transportes da Polícia Civil.

Outro cartão, para o abastecimento da viatura da Delegacia Municipal de Santana do Acaraú, também foi utilizado indevidamente pelo delegado. Assim, conforme a investigação da CGD, Delmiro abastecia seu carro particular com combustível pago pelo Estado.

A denúncia sobre o caso gerou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) em outubro do ano passado.

Expulsão

O ato de demissão do servidor dos quadros da Polícia Civil foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), na última sexta-feira. O delegado se envolveu, recentemente, em outro polêmico episódio, quando teria liberado do plantão do 34º DP (Centro), um grupo de pessoas detidas por PMs do BPRaio com drogas. Ele nega a acusação.

Fonte: DN
Blog Combate Policial

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Estado demite ex-agente penitenciário acusado de homicídio em Uberlândia

Decisão foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (24)
Tiago Lucas Ferreira, indiciado por homicídio doloso (quando há intenção de matar), foi demitido de suas funções como agente penitenciário contratado. A extinção do contrato dele com o Estado foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (24). Segundo a assessoria de imprensa, não há interesse do Estado não em manter um funcionário que tenha problemas com a Justiça, principalmente dessa gravidade.


Na noite de Reveillon, 31 de dezembro de 2010, por volta das 23h, o ex-agente penitenciário teria matado o jovem Rafael Marques de Oliveira, 16 anos, com um tiro no abdômen, disparado de sua arma particular de dentro do presídio. A vítima estava com amigos soltando bombinhas na rua do Desafio, bairro São Francisco, em Uberlândia, próximo ao presídio Professor Jacy de Assis.

Por Ronaldo Pedroso/UIPI

sexta-feira, 30 de março de 2012

CAPITÃO PM É CONDENADO E EXPULSO POR DESVIO DE COMBUSTÍVEL

Denúncias de desvio de combustível na Polícia Militar resultam em condenação e expulsão de capitão e abertura de processo contra major

A Justiça do Espírito Santo acaba de condenar a quatro anos de reclusão e à expulsão o capitão da Polícia Militar Ezequiel Ferreira dos Santos pela acusação de desvio de combustível. Ao mesmo tempo, a Corregedoria Geral da PM indiciou outros dois oficiais – um major e um capitão – pela acusação da prática do mesmo crime.

O capitão Ezequiel foi condenado pela Vara da Auditoria Militar. Segundo o Ministério Público Estadual, o capitão teria desviado, em proveito próprio, combustível destinado ao abastecimento de duas viaturas quando era o comandante da 2ª Companhia do 6º Batalhão da Polícia Militar (Serra).

O crime, de acordo com o processo, foi repetido ao longo de quatro meses, entre o final de 2006 e início de 2007, resultando num prejuízo de R$ 12.366,34 para os cofres públicos.

O capitão Ezequiel Ferreira já havia sido condenado por ato de improbidade administrativa, pelo juiz Manoel Cruz Doval, da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Vitória, nos autos do processo 024080352438, ao ressarcimento do dano ao erário, devidamente corrigido, bem como a multa civil no mesmo montante, afastamento preventivo de suas funções e à perda do cargo e da patente.

A ação penal militar correu na Justiça Militar após denúncia do Ministério Público e o processo 024070284062 foi julgado na sessão, presidida pelo juiz Getúlio Marcos Pereira Neves, realizada no último dia 12 de março, quando o Conselho Especial de Justiça Militar condenou o capitão à prisão.

Recentemente, a Corregedoria Geral da PM concluiu Inquérito Policial Militar (IPM) em que indicia, também pela acusação de desvio de combustíveis da corporação, o major Aléx Voney de Almeida e o capitão Leonides Cardoso Pacheco. Na ocasião do suposto desvio, os dois oficiais estavam lotados no 5° Batalhão (Aracruz).

Em janeiro de 2011, um IPM, presidido pelo tenente-coronel Ilton Borges Correia, foi aberto para investigar a denúncia contra o major Aléx e o capitão Pacheco, a fim de apurar possíveis desvios de combustíveis doados para a PM por uma empresa particular sediada na Barra do riacho, em Aracruz.

De acordo com a conclusão do IPM, os combustíveis teriam sido doados para uso em viaturas operacionais, “mas parte significativa teria sido desviada para abastecimentos de veículos particulares pertencentes ao major Aléx e ao capitão Pacheco, fatos ocorridos, em princípio, no período aferido de 14 de fevereiro de 2009 a 7 de julho de 2010”.

O encarregado do IPM registra que no dia 8 de novembro de 2005, o então capitão Aléx – mais tarde ele foi promovido a major –, como comandante da 3ª Companhia (Barra do Riacho) do 5° BPM, solicitou à empresa, por meio de ofício, a doação de combustíveis.

A partir de meados de 2006 e 2007, entretanto, a PM regularizou a situação e passou a não depender mais de doações. “Contudo, tais práticas (doação) permaneceram” em Aracruz, afirma o IPM.

Ainda de acordo com o IPM, os dois oficiais confirmaram os abastecimentos feitos em seus veículos particulares, argumentando, porém, pela não existência de irregularidades no fato, “pois, em suma, as doações teriam sido passado a ser pessoais para os mesmos”.

No entanto, as testemunhas arroladas negaram, afirmando que as doações eram para a PM de Aracruz.

“Para piorar a questão”, informa o IPM, “verificou-se na oitiva do próprio major Aléx Voney que o mesmo passou a fazer tal tipo de prática quando ainda era lotado em outra Unidade, no caso o 1° BPM (Vitória), possivelmente de 2006 a 2007”.

O encarregado pelo IPM conclui que o major Aléx e o capitão Pacheco teriam desviado 2.587,347 litros de combustíveis. Assim, o tenente-coronel Ilton Borges, em seu IPM,concluiu que os dois oficiais teriam cometido crimes de natureza militar, bem como a Transgressão da Disciplinar Militar. Na visão do encarregado do IPM, “esse tipo de conduta dos mencionados oficiais, em suma, afeta a honra pessoal e o decoro da classe”.

Restou ao corregedor geral da PM, coronel Carlos Alberto Liberato, concordar com o parecer do presidente do IPM e enviar cópia para a Vara da Auditoria Militar, além de determinar a abertura de um Processo Administrativo Disciplinar contra o major Aléx e o capitão Pacheco.

Os dois oficiais, agora, não poderão ser promovidos, pois passarão à condição de subjúdice perante à Justiça. Poderão ser promovidos somente após o julgamento do processo, caso sejam absolvidos.

FONTE - BLOG DO ELIMAR CORTES/SITE PEC300.COM

quarta-feira, 28 de março de 2012

AJUDEM OS BMs e PMs EXCLUÍDOS DO RIO


Como ajudar? 


DOAÇÕES

Senhores, o movimento tem muitos gastos com transporte, ônibus, fitas, faixas e outros custos. Estamos em um momento em que a colaboração de todos é fundamental. Doações podem ser feitas no Banco Itaú, Ag. 5.665 Conta Poupança 23.608-8/500, em nome de Úrsula Dias Madeira, companheira esposa de um dos 439 presos e que cedeu o nome para a abertura da conta.


segunda-feira, 26 de março de 2012

URGENTE!: DIVULGAÇÃO DE CONTA CORRENTE PARA OS PMs e BMs EXCLUÍDOS NO RIO

DIVULGAÇÃO DA CONTA - CORRENTE!

AMIGOS,

ENQUANTO NÃO TEMOS, UMA CONTA DE PESSOA JURÍDICA PARA ARRECADAR DOAÇÕES EM BENEFÍCIO DOS POLICIAIS MILITARES, QUE FORAM EXCLUÍDOS DA PMERJ, ESTAMOS USANDO ESTA CONTA DE UM DOS POLICIAIS EXCLUÍDOS. 

 BANCO ITAÚ

AGENCIA: 0337

C/CORRENTE: 618318

THYAGO RODRIGUES DOS REIS

 OBRIGADA, DESDE JÁ, NÃO ESTPULAMOS VALORES, FAÇA O QUANTO VOCE PUDER E TIVER DISPONÍVEL.

 Mari Torres!

quarta-feira, 14 de março de 2012

Após expulsão, líder grevista dos bombeiros fala em injustiça e diz que vai recorrer

Expulso do Corpo de Bombeiros ao lado de mais doze companheiros grevistas, sob acusação de “articulação em manifestações de caráter político-partidário”, o cabo Benevenuto Daciolo se sente injustiçado pelo comando-geral da corporação. Embora a notícia ainda não tenha sido integralmente digerida, ele já iniciou o processo para entrar com recurso e acredita que a decisão possa ser revista.
- Tenho provas de que não tive envolvimento com partidos políticos e que também não incitei a violência em nenhuma ocasião. Nós temos um prazo de cinco dias para recorrer e vamos fazer isso. Acredito que posso voltar para a corporação.
Apesar da esperança, Daciolo tem plena consciência de que o caso não é simples. Por isso, caso a posição inicial seja mantida, ele ameaça abandonar a esfera militar.
- Se isso [reversão da decisão] não aconteça, vou recorrer na Justiça comum. Só vai restar esse caminho.
Daciolo foi preso dia 9 de fevereiro, depois de ser flagrado em escutas telefônicas supostamente negociando estratégias grevistas com líderes do movimento na Bahia e no Rio. A paralisação, que englobava bombeiros, policiais militares e civis, foi anunciada oficialmente no dia seguinte, em uma assembleia na Cinelândia, no centro da capital fluminense. O movimento exigia melhores salários e condições de trabalhos para as categorias.
- Não anexaram todas as escutas ao processo. Se fossem ouvidas na íntegra, o processo não teria terminado com a expulsão. Na verdade, eu fui até a Bahia para negociar a rendição do líder de lá [Marcos Prisco, presidente da Associação dos Policiais, Bombeiros e dos seus Familiares do Estado Bahia].
Daciolo explicou ainda que sua visita à Bahia tinha como um dos objetivos evitar que a greve no Rio tomasse rumos violentos.
- Temia que esse movimento radical da Bahia se instalasse da mesma forma no Rio. Por isso, procurei encher o nosso movimento de legalidade, com apoio de parlamentares, magistrados.
Corpo de Bombeiros diz ter provas indiscutíveis
O Comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Sérgio Simões, disse nesta terça-feira (13) que a decisão sobre a expulsão foi tomada com base em documentos, gravações telefônica, vídeos e fotografias que comprovam o intuito do grupo em paralisar o serviço e incitar a greve de forma violenta na semana que antecedeu o Carnaval.