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Frase de Ruy Barbosa

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terça-feira, 22 de maio de 2012

Falta de efetivo no Triângulo Mineiro: Militares da reserva convocados

                 
A falta de efetivo de policiais e a criminalidade em Uberaba, no Triângulo, vão fazer o Estado reconvocar 40 policiais militares da reserva para o trabalho ostensivo nas ruas da cidade e da região. A decisão, anunciada pelo comandante da 5ª Região da Polícia Militar, coronel Laércio dos Reis Gomes, ontem, visa suprir a demanda do efetivo da corporação, composta por 900 homens. Segundo ele, o processo de reconvocação está em andamento.

Já a Polícia Civil de Uberaba irá celebrar convênios com universidades para a contratação de estagiários para o serviço administrativo, liberando os homens para o trabalho investigativo. 

sexta-feira, 30 de março de 2012

Falta de Policiais: grávida vítima de assalto fica horas dentro de viatura para registrar ocorrência

767Grávida vítima de assalto fica horas dentro de viatura para registrar ocorrência.

A falta de estrutura da Polícia Civil em várias cidades do estado está deixando a população à mercê de criminosos e dificultando o trabalho a Polícia Militar. Militares prendem bandidos e não conseguem registrar as ocorrências em delegacias.

Nessa quarta-feira, uma grávida de 28 anos, vítima de assalto passou por uma situação vexatória. Além de ter sofrido violência do roubo, teve que esperar por horas dentro da viatura para que a ocorrência fosse registrada. O caso foi em Esmeraldas.Fonte: Blog do Experidião Porto

sexta-feira, 2 de março de 2012

Falta de investigadores agrava criminalidade (numa das cidades sedes da Copa 2014)

Para especialista, polícia fica sem ter como reprimir as ações de bandidos


CARLOS ROBERTO
investigador
Investigador Garofalo, da Seccion al Leste, afirma que a falta de agentes prejudica atuação


O déficit de policiais civis em Minas Gerais, sobretudo de investigadores, e a falta de um planejamento financeiro mais eficiente, voltado para a segurança pública, são apontados pelo sociólogo Luís Flávio Sapori, ex-secretário de Estado de Defesa Social, como responsáveis pelo avanço da criminalidade no Estado. De acordo com a Polícia Civil do Estado de Minas Gerais, atualmente, 6.818 investigadores atendem aos 853 municípios mineiros. O déficit é, segundo a diretoria do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais (Sindpol-MG), de 3.500 profissionais.
 
José Maria de Paula Cachimbinho, um dos diretores do Sindpol, reforça que os altos índices de criminalidade no Estado são reflexo do baixo número de profissionais atuando na Polícia Civil. Segundo ele, seriam necessários pelo menos mais 9 mil profissionais para qualificar o efetivo. Enquanto faltam investigadores, o agente Garofalo, da Seccional Leste, afirma que os bandidos aproveitam para dificultar os trabalhos de investigação. “Na saidinha de banco, por exemplo, eles usam capacete. Sem reconhecer de imediato, ficamos sem efetivo suficiente para dar resposta rápida à sociedade”, diz.
 
Luís Sapori argumenta que, com um número insuficiente de agentes, a Polícia Civil fica impossibilitada de reprimir os crimes e de identificar criminosos, ocasionando o avanço da impunidade e, consequentemente, dos crimes violentos. Dados divulgados na última quarta-feira, pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), apontam um crescimento, entre 2010 e 2011, de 7,4% no número de crimes violentos em Minas. O aumento em Belo Horizonte foi ainda maior, de 11,5%.
 
A solução apontada pelo sociólogo, para coibir a ação de criminosos e, dessa forma, reduzir os índices nos municípios mineiros é a melhor gestão pública dos recursos destinados à segurança. “A exemplo do Estado de Alagoas, que registrou a maior taxa de homicídios em 2010, apesar do mais alto investimento em segurança pública, de nada adianta se o valor gasto não for devidamente empregado. A questão é saber para onde os recursos estão indo”, enfatiza. Sapori reforça, ainda, que é preciso unir os esforços entre as polícias Civil e Militar.
 
Atualmente, Minas Gerais é, proporcionalmente ao orçamento, o Estado que mais investe em segurança pública, ao lado de Alagoas: 13,4% do total dos recursos. Os dados foram publicados no Anuário Brasileiro de Segurança Pública, em novembro de 2011. “Resta saber se os recursos estão sendo destinados para melhorar concretamente a área. Na prática, a segurança pública em Minas está sendo abandonada pelo governo. Se o Estado não voltar a controlar a situação, imagino que este ano será bem pior do que 2011”, opina Sapori.
 
A Seds informou, por meio da assessoria, que se pronunciaria por meio de nota. Porém, até o fechamento desta edição, não havia se posicionado.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Detentos rendem policial e fogem de delegacia em Fortaleza



G1


Nota do blog: Como pode haver apenas um policial para cuidar das celas? Isso expõe não só o agente, mas, toda a população. O sujeito é preso, desarmado e foge com espingarda, etc. A polícia precisa ser autônoma, gerir a própria verba, para contratar mais, administrar melhor, sempre sob o controle social da imprensa, da justiça e da população. Enquanto for dependente dos farelos da política, dá nisso que vocês viram: ineficiência, falta de efetivo, planejamento...caos.

domingo, 9 de outubro de 2011

Absurdo no país da copa: Por falta de delegados, ocorrências agora poderão ser analisadas por telefone ou e-mail

"Esse é o país que vai sediar uma copa do mundo e olimpíada"...


A Polícia Civil precisou improvisar para amenizar a situação da falta de delegados no estado. Para que o cidadão não saia da delegacia sem conseguir registrar a ocorrência, por falta de autoridade policial, agora os delegados estão autorizados a analisar crimes menos graves, como furtos a residências, por telefone ou e-mail.


De acordo com o corregedor interno da Polícia Civil, Gilson Emiliano, a medida vai amenizar o impacto do baixo efetivo de delegados na instituição e impedir que os cidadão sejam obrigados a percorrer várias delegacias para registra uma ocorrência.
— Não se tratando de um flagrante delito ou uma medida cautelar judicial, o comissário deve entrar em contato com a autoridade para que ele tipifique o crime e dê as orientações de como proceder — explicou.
O estado do Rio tem 1.022 delegados, sendo 655 na ativa e 467 aposentados, o que dá uma média de 5,7 por município.
O presidente da Associação de Delegados do Rio de Janeiro, Wladimir Reale, acredita que o corregedor somente tornou oficial algo que já é feito.
— O quadro de delegados está reduzido pela metade, então a adaptação é necessária e momentânea. O delegado no fim de semana, por exemplo, está em uma central. Se ele for procurado vai analisar a ocorrência e, se for necessário, ele terá que se deslocar — acrescentou Reale.
Hieros Vasconcelos
extra.globo.com