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quinta-feira, 6 de março de 2014

Usuário denuncia fraude do Carnaval Carioca via Twitter

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Uma conta no Twitter revelou momentos antes da apuração do Carnaval do Rio de Janeiro, o nome da escola campeã e da escola rebaixada. Segundo o perfil @FraudeCarnaval, ele foi demitido da Liesa e resolveu expor a fraude da apuração, veja abaixo:
1 – 16h07m, 14 minutos antes do início da apuração, o dono da conta diz que campeã e rebaixada já estão definidas:
2 – 16h12m, é revelado o nome da escola campeã:
3 – 16h13m, é revelado o nome da escola rebaixada:

terça-feira, 2 de abril de 2013

Denúncia de fraudes na aposentadoria da PM do Rio de Janeiro

DENUNCIA: Boa tarde. Não se iludam com a PMERJ, me ajudem, compartilhando para o maior número de pesoas, ou vão me matar e meu marido, para calar estas denúncias, preciso de contato com imprensa, estamos em endereço desconhecido da cúpúla da pmerj, meu marido fazendo quimioterapia por causa de hepatite c cronica, e fazem esta covardia conosco.

Por favor veja os videos abaixo, onde provamos tudo que digo! contra a cúpula da PM, e meu marido denúnciou aposentadoria com fraude diversos coronéis da PMERJ, meu marido fez, há quatro anos atrás, uma auditoria em aposentadorias fraudulentas de Coronéis da PM,(todas com mais de 38 anos de serviço, estranho né? o PM sonha em se aposentar com 30 anos de serviço e eles, os coronéis, permanessem mais 8 ou 10 anos) depois disso ele virou alvo de diversas transferências sem causa...forjaram provas e operações com denúncias falsas contra ele e eu, fomos agredidos, ameaçados por miliciano "luis testão" com propósito de nos fazer calar! tudo com apoio de autoridades, o atual comando da corporação, finge que não sabe de nada, e não apura nossas denúncias arquivando-as e ignorando-as( todas por escrito) pessoas que eram nossas testemunhas estão mudando de endereço, com destino igorado, se eu for para imprensa confirmo tudo!!!! omo se vê, tendo provas documentais de tudo que digo, preciso de espaço na midia, AJUDEM-ME!!!, ou vão matar-me! 

recentemente o comandante geral mandou meu marido ser avaliado pelo setor de psiquiatria da corporação, ainda não foi!!!, estão com claro propósito de desacreditar estas denúncias com um laudo de psiquiatra " deles"! fomos a psiquiatra particular ele esta bem lúcido de suas ações e sabe do perigo que corremos, estamos em endereço desconhecido por eles.

veja as denúncias:
http://www.youtube.com/watch?v=5pwMRWsRrUg
http://www.youtube.com/watch?v=aFK_hD6hXlU 
http://www.youtube.com/watch?v=KMbs7BoITRo
http://www.youtube.com/watch?v=ce7GEMYNix8

Fonte:http://www.facebook.com/messages/leonisiamaria.dossantoscardoso

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Polícia Civil indicia 59 pessoas por fraude em carteira de motorista em Alfenas


15 de maio de 2012 — A Polícia Civil indiciou 59 pessoas suspeitas de envolvimento em uma fraude de carteiras de motoristas em Alfenas, no Sul de Minas Gerais. Entre os envolvidos no esquema que facilitava a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) estaria um policial civil, 10 funcionários de autoescolas e 48 candidatos que compraram o documento de forma fraudulenta. De acordo com o delegado Carlos Camargo, o funcionamento de sete autoescolas está provisoriamente suspenso.


O delegado afirma que o policial civil é suspeito de conceder a carteira por valores que variam entre R$ 500 e R$ 2.000. Alguns inabilitados nem chegavam a fazer o exame de direção e o policial lançava no sistema do Detran como aprovado. Ainda de acordo com o delegado, o esquema vem sendo investigado desde outubro de 2011, quando uma auditoria interna revelou irregularidades no sistema de digitação. 

O inquérito foi encerrado nesta terça-feira e encaminhado para a a Justiça Criminal da Comarca de Alfenas. Os candidatos e funcionários das autoescolas devem responder por corrupção ativa e passiva e formação de quadrilha. O policial civil está afastado da função desde o início das investigações, mas continua trabalhando no setor administrativo até que o caso seja analisado pela Corregedoria da Polícia Civil. Ele vai responder por favorecimento pessoal, corrupção e formação de quadrilha. Clique aqui e veja a entrevista do delegado que apura>>>

segunda-feira, 19 de março de 2012

É pra isso que servirá a EMENDA 29 e a volta da CPMF?

Em uma reportagem especial feita por Eduardo Faustini e André Luiz Azevedo, o Fantástico mostra como funciona um esquema para fraudar licitações de saúde pública, feito entre empresas fornecedoras e funcionários públicos.
Com o conhecimento do diretor e do vice-diretor do hospital pediátrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o repórter Eduardo Faustini fingiu ser o novo gestor de compras da instituição. Todos os outros funcionários acreditavam que ele era mesmo o responsável pelo setor de compras, onde pôde acompanhar livremente todas as negociações e contratações de serviços.


Duas das empresas apresentadas na reportagem não se manifestaram. Outra afirmou que afastou o diretor, que é investigado e que negou ao Fantástico conhecimento das fraudes. Eles não sabiam que estavam sendo filmados.

“Todo comprador de hospital, a princípio, é visto como desonesto. Acaba que essa associação do fornecedor desonesto com o comprador desonesto acaba lesando os cofres públicos. E a gente quer mostrar que isso não é assim, em alguns hospitais não é assim que funciona”, disse Edmilson Migowski, diretor do hospital.
As negociações foram todas filmadas de três ângulos diferentes e levadas até o último momento antes da liberação do pagamento. Nenhum negócio foi concretizado, nenhum centavo do dinheiro do contribuinte foi gasto.
O delegado Victor Poubel, titular da delegacia de repressão a crimes financeiros da Polícia Federal do Rio de Janeiro, informou que vai abrir um inquérito para investigar a denúncia do Fantástico. Segundo ele, todas as pessoas que aparecem na reportagem serão intimadas a prestar depoimento e todos os contratos serão investigados.


A  fraude
A lei brasileira prevê que toda empresa que vá fazer um serviço para um hospital público dispute uma licitação, com outras que oferecem o mesmo serviço. É uma maneira de tentar garantir que o dinheiro público não vai ser desperdiçado.