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quarta-feira, 13 de março de 2013

Policiais Civis que mataram Sargento do GATE são denunciados



O deputado Sargento Rodrigues informou, durante a reunião da Comissão de Direitos Humanos desta quarta-feira, 13/02, que o inquérito policial instaurado pela polícia civil para apurar as circunstâncias da morte do ex-sargento do Gate, Rafael Augusto Reis de Rezende, em janeiro do ano passado, já foi concluído e remetido à Justiça Pública em setembro de 2012.


A resposta foi encaminhada ao deputado pelo chefe do Departamento de Investigação de Homicídio e Proteção à Pessoa, Wagner Pinto de Souza.


Rodrigues lembrou a barbaridade cometida pelos policias civis denunciada na Comissão de Direitos Humanos. Segundo ele, David Thiago dos Santos e Allan Cézar Ribeiro só foram indiciados devido ao acompanhamento firme da Comissão, que esteve a todo momento cobrando a Polícia Civil para que o caso não ficasse impune.

Afirmou, também, ser uma vitória da Comissão mesmo percebendo, a princípio, uma enorme dificuldade em obter informações sobre o andamento do inquérito. Pois neste caso, os policiais envolvidos na apuração se fecharam.

O Sargento do Gate, Rafael Augusto Reis de Rezende, 23, foi executado no dia 15 de janeiro de 2012, ao sair de uma festa realizada em um clube de Esmeraldas por quatro policiais civis depois de uma discussão. O policial militar que estava de folga foi atingido por sete tiros.

Fonte: facebook.com/dep. sgt rodrigues




sexta-feira, 15 de junho de 2012

Denuncia: viatura do Gate é usada para comprar cerveja e carne


fonte:Blog Guerreiros de Uberaba



 A Assembleia Legislativa de Minas Gerais recebe novas denúncias contra o Grupo de Operações Táticas Especiais (Gate) que envolvem o uso de viatura até para comprar carne e cerveja. A tropa de elite da polícia já vem sendo investigada por assédio sexual. 

Os documentos mostram que o major Ledwan Salgado Cota comprou 30 microfones para rádio transmissor. A quantia de R$ 23.299.99 foi paga, mas os equipamentos, segundo a denúncia, nunca apareceram. A nota fiscal em nome do Gate é clara. Ela foi emitida com o objetivo de receber o dinheiro com antecedência. O pagamento foi autorizado pelo subcomandante.

Em um boletim reservado da Polícia Militar, militares acusam o major de usar viaturas do Gate para resolver problemas particulares. O major teria dado ordem para que a guarnição fosse buscar documentos na casa de um tio e ainda para levar o parente dele à Polícia Federal para resolver problemas sobre armamento. O subcomandante justificou dizendo que é papel da PM a segurança pública diante da irregularidade em que se encontrava o tio de 79 anos. 

Seria também costume o uso da viatura para comprar cerveja, carnes e refrigerante para encontros de última hora na unidade. Militares do próprio Gate fizeram uma outra denúncia à Comissão de Segurança Pública da Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Eles disseram que o major escalou uma guarnição para fazer a segurança em uma festa particular na cidade de Nova Lima.

Os militares tiveram que fazer passagens periódicas e permanecer por 20 minutos. Na ordem de serviço, o subcomandante explicou que o responsável pela empresa onde a festa aconteceu também é dono de um lote que foi cedido gratuitamente para servir de estacionamento do Gate. 

Ledwan Salgado Cota chegou a participar de uma audiência na ALMG em setembro do ano passado. Na época, dois PMs subordinados dele, fizeram inclusive acusações de assédio sexual. Ele se negou a comentar as declarações. A Corregedoria também foi acionada, mas, segundo o deputado que acompanha o caso, Sargento Rodrigues, até hoje, não houve resposta.

FONTE: TV ALTEROSA

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Policial do Gate reage a suposta tentativa de assalto, mata um e fere outros dois na Savassi

Suspeitos teriam tentado roubar carro do policial, que estava à paisana e acompanhava os pais no momento do crime


Tiros em plena Savassi assustaram moradores da região e transeuntes que passavam pelo local (Jackson Romanelli/EM/D.A Press)
Tiros em plena Savassi assustaram moradores da região e transeuntes que passavam pelo local

Uma suposta tentativa de assalto terminou com um homem morto e dois baleados na noite desta terça-feira, em Belo Horizonte. Quem atirou foi um soldado do Grupamento de Ações Táticas Especiais (Gate), que teria reagido à abordagem de quatro homens no cruzamento das ruas Santa Rita Durão e Rio Grande do Norte, na Savassi.

De acordo com a polícia, o policial estava com os pais quando foi surpreendido pelos quatro homens, que estavam em duas motos. Uma pessoa que passou pelo local disse que o soldado conseguiu se soltar de uma 'gravata' aplicada por um dos suspeitos e tomou a arma dele, atirando contra os quatro. No entanto, um policial afirmou que a pistola calibre 40 pertence ao próprio soldado. A polícia também não informou quantas e quais armas foram apreendidas.

Segundo informações do 1º Batalhão da Polícia Militar, um dos homens morreu no local e outro ficou gravemente ferido, sendo levado para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII. O terceiro suspeito, mesmo baleado, conseguiu fugir com o quarto comparsa. No fim da noite havia informação de que um homem baleado deu entrada no HPS, mas a polícia não soube informar se ele seria o terceiro baleado pelo militar.

No prédio em frente ao local do crime, moradores e funcionários disseram que apenas ouviram os tiros e não viram a ação. A polícia não informou se há imagens da ocorrência registradas por câmeras de segurança dos imóveis próximos.

O estudante A., de 23 anos, disse que subia a Rua Santa Rita Durão, em direção à Avenida Getúlio Vargas, quando passou por um dos motociclistas rodando em baixa velocidade em atitude suspeita. “Continuei andando e, ao ouvir os tiros, percebi uma confusão, com pessoas correndo. Retornei e uma senhora que estava num carro disse que alguns homens agrediram seu marido, o que levou seu filho, que é policial, a reagir a tiros”.

Publicação: 18/10/2011

EM.COM.BR

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Abuso: Comando do Gate é suspeito de desvios

Considerado o grupo de elite da Polícia Militar de Minas, o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) é alvo de graves denúncias de improbidade administrativa e assédio sexual. As suspeitas recaem sobre o comandante do Gate, o tenente-coronel Marcelo Vladimir Correia, e o subcomandante major Ledwan Salgado Cotta.

Os dois foram ouvidos na manhã de ontem durante uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas. De acordo com o deputado sargento Rodrigues (PDT), que convocou a reunião, as ações de improbidade teriam sido praticadas por Cotta e incluem a contratação da obra de reforma de um banheiro e da cozinha do Gate no valor de R$ 50 mil. A reforma, no entanto, não teria sido realizada. Outra suspeita é de que os militares tenham feito a transferência irregular de 14 homens para outras unidades, além de terem assediado sexualmente outros dois militares.

Na audiência, foi aprovado um requerimento pedindo o afastamento de Cotta. O documento foi encaminhado ao Ministério Público Estadual. Os militares não foram encontrados para comentar o caso. O corregedor da Polícia Militar, coronel Hebert Fernandes Souto Silva, prometeu apurar as denúncias.
 
RICARDO VASCONCELOS
OTEMPO em 23/09/2011