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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

SP estabelece metas de redução de criminalidade para premiar policiais


Fabio Leite e Carla Araújo - O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou nesta segunda-feira, 20, que vai pagar bônus de até R$ 2 mil aos policiais se os números de roubos e de furto e roubo de veículos não aumentarem e o de homicídios dolosos e latrocínios (roubos seguidos de morte) caírem 7% no primeiro trimestre deste ano. A bonificação faz parte do plano de metas para reduzir os três principais índices de criminalidade do Estado, que ainda precisa ser aprovado na Assembleia Legislativa.
"Queremos buscar a redução dos principais indicadores de criminalidade e premiar os policiais que vão além do cumprimento do seu trabalho. São crimes que tiram vida e abalam demais a sensação de segurança", disse o secretário estadual da Segurança, Fernando Grella Vieira. As metas serão avaliadas a definidas a cada trimestre.
Segundo ele, a meta é que os roubos entre janeiro e março não passem de 57.384 ocorrências, mesmo índice do primeiro trimestre de 2013. Já o número de roubos e furtos de veículos não devem passar de 50.710, igual a estatística do mesmo período do ano passado, e as mortes violentas (homicídio doloso e latrocínio) devem ter teto de 1.277, o que representa redução de 7% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado.
As metas foram apresentadas em evento na manhã desta segunda feira para 2.200 policiais que ocupam postos de comando. Por ano, um policial militar, que recebe R$ 3 mil em média, pode ganhar bônus de até R$ 8 mil. "Se todas as metas forem cumpridas, vamos pagar R$ 700 milhões em bonificação", disse Alckmin. "Quem vai ganhar com isso é a sociedade", completou o governador.
Só no terceiro trimestre de 2013, os roubos subiram 13,5% na comparação com o mesmo período em 2012, de 57.226 ocorrências para 64.990. Já os roubos e furtos de veículos saltaram 14,9%, de 48.248 casos entre julho e setembro de 2012 para 55.445 em igual período do ano passado. Os estatísticas do último trimestre de 2013 ainda não foram divulgadas.
O governo Geraldo Alckmin informou que vai aprimorar o controle e a transparência das estatísticas de criminalidade para evitar que policiais manipulem os números de ocorrências para conseguirem atingir as metas. "Estamos promovendo a automatização do controle de dados para que haja uma participação pessoal mínima e com isso limitar a ocorrência de erros", disse Grella Vieira. "Se o policial deixar de registrar ele incorrerá em infração disciplinar, será investigado e pode ser punido", completou. 

Comento: Se o governador de São Paulo tem esse dinheiro todo para premiar as reduções nos índices, porque não deu um reajuste maior para os policiais militares? Além do mais, sabemos que a redução criminal não é consequência apenas do serviço operacional. Há toda uma conjuntura complexa que vai desde de educação de qualidade, acesso a oportunidade de emprego, moradia...isso mas, parece um neon eleitoreiro do que propriamente uma proposta exequível. Enquanto isso policiais militares ou são caçados pelo crime organizado ou sucumbem diante a pressão interna e externa e cometem suicídio...até quando?

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

POR QUE SERÁ QUE OS GOVERNOS REJEITAM AS TROPAS FEDERAIS?

  Por Rúbia Kele - Editora do Blog No Q.A.P

  Porquê será que o governador de São Paulo está dispensando a ajuda do Exército, no apoio contra o crime organizado? Apesar dos quase noventa homicídios contra os policiais, principalmente no horário de folga; da matança generalizada dos civis, os governos medem forças para se mostrar forte perante ao eleitor. 

  O governo paulista rejeita o apoio do Exército, que todos sabem é uma tropa federal, e essa ostensividade nas ruas de São Paulo (aos olhos míopes do governador Geraldo Alckimim), seria assumir a fraqueza do governo na "política de segurança pública", se é que podemos chamar aquilo de plano, etc e tal. Por outro lado, o mesmo governo que dispensa as tropas federais, fez pedidos de verbas para compras de equipamentos, viaturas, as quais se forem compradas dariam a impressão para o cidadão desinformado de que os investimentos foram feitos pelo governo de São Paulo e não pela ajuda da União.

  Por outro lado, vemos o governo federal demonstrando toda a "solidariedade" junto aos paulistas, como se no âmbito federal nossas fronteiras estivessem guarnecidas, como se houvesse de fato um plano nacional de combate ao crime organizado, ao tráfico, contrabando e por aí vai. Na verdade a pergunta que não quer calar: quem precisa mais de ajuda, São Paulo ou o governo federal? Não só para as fronteiras, mas, também na reforma das leis, na criação de um fundo nacional da segurança pública, valorização salarial das tropas federais, bem como seus respectivos reaparelhamentos.

  Então, está mais do que provado que os políticos não pensam na população, muito menos nas matanças, seja de civis ou militares. O importante é fazer o jogo de cena, o faz de conta, enquanto pessoas vão morrendo, seja pelo ataque dos criminosos, seja pela leniência do Estado. E o cidadão que deveria se manter informado, politizado, esclarecido para cobrar com efetividade as demandas da sociedade, permanece fingindo que não é com ele, enquanto os governos fazem o mesmo. Como alguém já disse: "Brasil um país de tolos".

  Rúbia Kele - Editora Blog No Q.A.P

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Secretário suspende compras de antenas e softwares da PM de SP

Governador Geraldo Alckmin usa tablet que deveria auxiliar o trabalho da Polícia Militar de São Paulo
O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto, determinou a suspensão de todas as compras da PM na área de Tecnologia de Informação feitas desde dezembro de 2011.

PM de SP paga R$ 25 milhões por tablets que funcionam mal

Segundo o secretário, a decisão ocorreu após "uma série de comentários" e de um relatório apontar direcionamento para compra das antenas e dos tablets. Na lista de compras atingidas estão duas das maiores licitações da PM, que envolvem compras de antenas repetidoras de rádio e de 36 softwares para a inteligência.

A determinação não atinge a compra dos 11.750 tablets por R$ 25 milhões --ela foi feita em 2010. A Folha revelou ontem que os aparelhos não funcionam direito e que chegaram a ser usados sem autorização da Agência Nacional de Telecomunicações.

A PM não se manifestou oficialmente ontem sobre as declarações do secretário.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Procurador pede prisão de Geraldo Alckmin e Naji Nahas por crimes no Pinheirinho

Alckmin Nahas Sartori Pinheirinho PrisãoO procurador do Estado de São Paulo Marcio Sotelo Felippe afirma que o governador Geraldo Alckmin, o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ivan Sartori, e Naji Nahas devem ser presos pelos crimes cometidos contra a humanidade no Pinheirinho, em São José dos Campos, interior de São Paulo

Durante quinze dias, o jurista Márcio Sotero  se debruçou na documentação da área do Pinheirinho, onde foram expulsas pela tropa de choque da Polícia Militar, no dia 22 de janeiro, milhares de pessoas pobres.
A reintegração de posse foi requerida pela massa falida da Selecta, empresa do especulador Naji Nahas. Ao pesquisar toda a papelada do processo de falência o procurado do Estado fez algumas descobertas até agora não divulgadas por autoridades que tinham este conhecimento.
Márcio Sotero Felipe também é professor de Filosofia do Direito da Escola Superior da Procuradoria Geral do Estado de São Paulo e exerceu o cargo de Procurador Geral do Estado na gestão Mário Covas.