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sexta-feira, 20 de abril de 2012

DF: GOVERNADOR RECEBE MOVIMENTO UNIFICADO PM/BM


1- O Governador foi muito receptivo , elogiou a maturidade política de policiais e bombeiros e o bom senso do nosso movimento.

2-Na Segunda Feira haverá uma reunião técnica para tratar da reestruturação da lei 12.086/09 e da ISONOMIA SALARIAL.

3-Na Terça feira teremos um café da manhã com o governador e o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça.

4- O CMT GERAL DA PMDF , Cel Suamy, esteve presente e informou que as transferências seriam revogados e às promoções será aplicada a redução de 75%. A próxima turma do CHOAEM terá 50 alunos e a aula inaugural será dada por ele próprio. Informou ainda que as escalas de serviço não serão alteradas, incluidas as do expediente.

5- Estiveram presentes na reunião além dos nobres colegas do movimento unificado o chefe da Casa Militar do DF, TC LEÃO, o CMT GERAL DO CBMDF  e o Secretário de Administração Wilmar Lacerda.

Àqueles que tiverem propostas factíveis enviem para o email: rededemocraticapmdf@gmail.com ou ronergama@gmail.com. Sugiro que os associados das diversas entidades que fazem parte do movimento unificado, PM e BMs, PRAÇAS E OFICIAS, procurem suas respectivas associações para levarem suas sugestões, opiniões e criticas.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Governador do DF Agnelo Queiroz, sob nova denúncia de corrupção

Fábio Fabrini, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - Uma força-tarefa formada por Polícia Civil, Receita Estadual e Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) vai pedir à Procuradoria-Geral da República (PGR) que investigue se o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), recebeu dinheiro de um grupo farmacêutico acusado de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, formação de cartel e falsificação de medicamentos.
Segundo porta-voz de Agnelo, ‘não há envolvimento do governador com as empresas’ - Beto Barata/AE - 07/20/2011
Beto Barata/AE - 07/20/2011
Segundo porta-voz de Agnelo, ‘não há envolvimento do governador com as empresas’
Desencadeada pelos três órgãos no ano passado, a Operação Panaceia apreendeu uma agenda com registros de contabilidade da diretoria do laboratório Hipolabor. Os dados apontam supostos pagamentos ao petista em 2010, ano em que deixou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para concorrer ao Palácio do Buriti.
O material, ao qual o Estado teve acesso, foi recolhido em abril, em buscas autorizadas pela Justiça em escritórios e nas casas de proprietários do grupo, que controla também o laboratório Sanval e a distribuidora Rhamis. A página referente a 24 de maio de 2010 traz a anotação “Agnelo”, ao lado de “50.000”. No dia 30, há outra anotação, aparentemente abreviada: “Agnelo: 50.”.
A PGR já analisa um vídeo no qual Daniel Almeida Tavares, lobista de outra indústria farmacêutica, a União Química, acusa o governador de receber propina, quando diretor da Anvisa, para liberar licenças para a empresa. Segundo o denunciante, o suborno de R$ 50 mil teria sido pago em 2008 - desse valor, R$ 5 mil teriam sido depositados diretamente na conta do petista. Agnelo admite o depósito, mas nega irregularidades. Diz que a quantia foi a devolução de um empréstimo feito a Tavares.
Evidência. A agenda apreendida na Panaceia, que contou com a colaboração de agentes da própria Anvisa e do Ministério da Justiça, seria a primeira evidência documental já apresentada do suposto esquema de propina na agência. No vídeo, Daniel diz que o pagamento era para a liberação do Certificado de Boas Práticas de Fabricação (CBPF), documento exigido para o registro de medicamentos e sua consequente comercialização. Sem ele, também não é possível participar de licitações e vender produtos para o Ministério da Saúde, Estados e municípios.
Em seu mandato na Anvisa, de 24 de outubro de 2007 a 1.º de abril de 2010, Agnelo assinou ao menos oito resoluções que beneficiaram as três empresas do grupo. Pela caneta do petista, elas receberam certificados de boas práticas.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Governador do Distrito Federal tem bens bloqueados pela Justiça

Agnelo Queiroz responde a ação de improbidade administrativa por superfaturamento em aluguel de imóveis da Vila do Pan 2007

Decisão da Justiça Federal do Rio de Janeiro em junho deste ano bloqueou os bens do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz. Ele responde a uma ação de improbidade administrativa, que corre em segredo de Justiça, relativa ao suposto superfaturamento no contrato de aluguel de imóveis para a Vila dos Jogos Panamericano de 2007, realizados no Rio de Janeiro

De acordo com o Ministério Público (MP), Agnelo autorizou o pagamento de R$ 25 milhões para a empresa responsável pelos imóveis. No entando, laudos da Caixa Econômica Federal e do Tribunal de Contas da União (TCU) indicam que o aluguel por 10 meses das instalações valiam cerca de R$ 15,4 milhões – revelando um sobrepreço de 62% no contrato.

Apesar da decisão da Justiça, a assessoria de imprensa de Agnelo disse que os advogados particulares do governador conseguiram, recentemente, derrubar a sentença. A reportagem solicitou cópia do documento que anula o bloqueio dos bens, mas ele não foi apresentado.

Além de Agnelo, que foi ministro dos Esportes, respondem à ação civil pública e de improbidade Administrativa o vice-presidente do Comitê Organizador do Jogos Rio-2007 (Co-Rio) e do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), André Gustavo Richer, o ex-secretário de Esporte de Alto Rendimento André Almeida Cunha Arantes, o ex-presidente da Caixa Jorge Eduardo Mattoso, e o Co-Rio. Todos tiveram seus bens imobiliários indisponibilizados pela Justiça. A responsável pela ação é a juíza Federal Maria Alice Paim.

A pena fixada na lei de improbidade administrativa é de ressarcimento do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa e proibição de contratar temporariamente com o poder público.

Construção

Os apartamentos do Pan 2007 foram idealizados e construídos para abrigar atletas e comissões que participaram dos Jogos. Após o evento, as unidades foram vendidas a cidadãos interessados.

De acordo com o Ministério Público, a Organização do Pan teria pago R$ 25 milhões de aluguel das unidades de forma antecipada, sendo que o aluguel de cada unidade variou entre R$ 1,1 mil e R$ 3,3 mil. Ainda de acordo com o MP, a Caixa e o TCU mostraram que os valores praticados pelo mercado eram menores e variavam entre R$ 800 e R$ 1,5 mil.

fonte: iG