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terça-feira, 2 de julho de 2013

Rio: Manifestantes acampados na frente do prédio de Cabral são retirados do local

Grupo acusa PM de destruir pertencer levados para delegacia. Ator Carlos Vereza presta solidariedade e critica PM: 'Covardia inacreditável'.


Rio - Policiais do 23º BPM (Leblon) destruíram o acampamento de manifestantes do movimento "Ocupa Cabral", no Leblon, Zona Sul da cidade, na madrugada desta terça-feira. O grupo ocupava um trecho da rua onde mora o governador do Rio, Sérgio Cabral, desde 21 de junho. Um dos integrantes foi detido acusado de quebrar o vidro de uma viatura da PM.A mulher de um dos 14 bombeiros expulsos da corporação após os protestos da categoria em 2012 passou mal e teve que ser medicada. O ator Carlos Vereza esteve na 14ª DP (Leblon) prestando solidariedade aos jovens. Eles devem se reunir ainda nesta terça para decidir se voltam ao local. A Polícia Militar ainda não se se pronunciou sobre o caso.
Manifestantes foram levados à delegacia

A desocupação aconteceu menos de 24 horas após a divulgação dos números da pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada no jornal 'Folha de S. Paulo desta segunda-feira, revelando a queda acentuada de popularidade de Cabral e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, após início da onda de manifestações populares de junho.

À tarde, o secretário estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Zaqueu Teixeira, esteve no local para negociar a retirada do grupo, mas não houve acordo. O "Ocupa Cabral" reivindica uma reunião com o governador para a apresentação de uma pauta de reivindicações nas áreas da Saúde, Educação, Transporte, Segurança Pública e relativas à corrupção.
Grupo reclama de truculência da Polícia Militar

Segundo a estudante Luiza Dreyer, de 22 anos, cerca de 15 pessoas ocupavam cerca de 10 barracas na Rua Aristides Espíndola, enquanto outros tinham ido em suas residências buscar mantimentos e retornariam pela manhã. Os policiais e os agentes chegaram por volta das 2h, em cerca de 15 viaturas e vans.

Ela contou que todos já estavam dormindo quando foram surpreendidos. Barracas foram destruídas, colchões, mantimentos, cadeiras de praia, isopores, roupas de cama, material de higiene e pertences dos manifestantes foram colocados em vans da Seop e levados para a 14ª DP.

"Houve muita violência dos policiais. Não física, mas psicológica, moral. Vieram em um horário estratégico, quando todos estavam dormindo, de madrugada, chovendo e sem a presença da imprensa. Foram metendo a mão em tudo", relembrou Luiza, garantindo que o grupo não vai desistir de protestar enquanto não houver uma reunião com o governador.

Ela afirmou que o movimento já convocou nas redes sociais os manifestantes e simpatizantes que apóiam a causa. Eles devem se reunir ainda nesta terça-feira para decidir se voltam a ocupar a rua onde mora Cabral.

O ex-sargento do Corpo de Bombeiros, Paulo Nascimento, de 44 anos, afirmou que os policiais disseram que a desocupação do acampamento tinha sido ordenada pelo governador. Ele disse que conseguiu com outro colega evitar uma ação mais violenta da polícia, como a utilização de gás de pimenta. A mulher dele, Josefa Maria, de 33 anos, que o acompanhava, teve um aumento na pressão arterial. Ela foi socorrida por uma ambulãncia do Samu e medicada na Coordenação de Emergência Regional (CER) Nova Monteiro, no Leblon.

Acusado de depredar viatura paga fiança de R$ 800

"Esse é mais um 'presente' que eu ganho no Dia do Bombeiro", ironizou o ex-sargento, se referindo data comemorativa nacional da categoria, cleebrada nesta terça. Ele foi expulso da corporação em 2012 com mais outros 13 militares, após as manifestações da categoria por aumento de salários e melhoria das condições de trabalho.

De acordo com Raul Lins e Silva, integrante da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que acompanhou a ocorrência na delegacia, o pintor Jair Rodrigues, de 37 anos, foi autuado por dano ao patrimônio. Ele foi acusado de quebrar o vidro de uma viatura da PM. Jair foi liberado após prestar depoimento e de uma 'vaquinha' feita por amigos e simpatizantes para angariar R$ 800, valor estipulado para o pagamento da fiança. A polícia vai ouvir os manifestantes sobre possíveis excessos cometidos pela Polícia Militar.

Vereza: 'Covardia inacreditável'

Surpreendido com a desocupação do acampamento, o ator Carlos Vereza, de 74 anos, esteve na 14ª DP prestando solidariedade aos manifestantes. Ele filmou os pertences do acampamento que foram destruídos e estavam na entrada da delegacia e conversou com os estudantes.
Ator Carlos Vereza foi prestar solidariedade aos manifestantes em delegacia

Segundo o ator, ele estava em casa e teve um pressentimento. Ao abrir o computador, ele leu relato dos manifestantes retirados da rua do governador, convocando os simpatizantes do movimento a irem para a delegacia. Vereza contou que há dois dias filmou o acampamento e a ocupação no Leblon. Ele disse ter um vídeo gravado em que PMs são unânimes em dizer que os jovens e o movimento eram pacíficos.

"Foi uma covardia inacreditável. Não justifica. Eles têm o direito de falar com o governador. Ele deve estar abalado por ter caído 20 pontos na pesquisa do Datafolha e mandou fazer isso. É mais fácil encontrá-lo em Paris", provocou Carlos Vereza, que é espírita e interpretou Bezerra de Menezes, no fimle homônimo em 2008. Antes, o ator esteve na rua onde o governador mora. Ele disse que o local parece uma ocupação de guerrilha com a presença da PM.


Esse é o nosso já conhecido método CABRAL de resolução e conflitos. TIRO, PORRADA E BOMBA.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Atuação de Aécio ajuda a blindar Cabral da CPI


A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga as relações do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com autoridades e empresas aprovou ontem a convocação dos governadores de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT). Mas rejeitou a ida do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB). As convocações foram aprovadas depois de uma sessão tensa, marcada por derrotas do PT em suas estratégias, defecções na base aliada da presidente Dilma Rousseff e pela atuação nos bastidores do senador Aécio Neves (PSDB-MG). O tucano foi um dos articuladores de um acordo com parte do PMDB para garantir votos para a blindagem de Cabral.
Até ontem, a tese defendida pelos tucanos era que os três governadores deveriam falar na CPI. Mas conforme a ida de Perillo foi se tornando inevitável, o partido acabou aceitando seu depoimento. Tanto que o próprio governador compareceu anteontem à CPI para manifestar essa disposição. Nesse novo cenário, o interesse dos tucanos passou a ser evitar que Perillo fosse o único governador convocado. Já os pemedebistas não queriam evitar que Cabral tivesse de comparecer. A eles também interessava retaliar o PT pela quebra do sigilo nacional da construtora Delta, aprovada na véspera.

Aécio entrou em campo e conseguiu virar votos de dois deputados tucanos, Carlos Sampaio (SP) e Domingos Sávio (MG), além do senador Cássio Cunha Lima (PB). A ele também são atribuídos os votos do PP, presidido pelo seu tio, senador Francisco Dornelles (RJ). O deputado Gladson Cameli (AC) e o senador Ciro Nogueira (PP-PI) votaram da mesma forma que esses tucanos: rejeitar Cabral e convocar Agnelo.
Os pepistas negam essa influência. Aécio contemporiza: “Não tive essa participação toda. Mas só avaliei que não tinha sentido vir o Marconi [Perillo] e não vir ninguém mais. E estávamos na iminência tanto dele ter o sigilo quebrado quanto ser convocado sozinho. E nas interceptações o Sérgio [Cabral] não aparece, mas o Agnelo aparece”. Continue lendo no IMPLICANTE.ORG

sábado, 19 de maio de 2012

A CENSURA É RETOMADA NO RIO DE JANEIRO


REVISTA VEJA: 
Blog do Reinaldo Azevedo. 
19/05/2012 às 5:33 hs.

Não tenho mais dúvida: no caso da apreensão de jornais do PR no Rio, o que se tem é um caso escancarado de censura aplicada pela Justiça Eleitoral. Decisão é inconstitucional.

Escrevi um post às 21h58 desta sexta sobre a apreensão, determinada pela Justiça Eleitoral do Rio, de um jornal do PR do estado, sob o comando do deputado Anthony Garotinho. O material traz as fotos da intrépida trupe cabralina em suas folias parisienses, procura ligar o governador ao escândalo da Delta e tenta envolver, de quebra, o prefeito Eduardo Paes. Afirmei que não conhecia o material, mas que sentia no ar o fedor da censura. Muito bem. Leitores me enviam a reprodução digital do jornal. Se eu tinha alguma dúvida sobre ser ou não censura, ela se dissipou totalmente: É CENSURA!!! E é também lamentável. Parece que juízes eleitorais não se inteiraram da decisão do Supremo a respeito. 

Sim, o material segue o estilo Garotinho: linguagem agressiva, acusações contundentes, contrastes com certo apelo populista… E daí? Foi feito para o seus partidários. Se Cabral e Paes não gostaram, e duvido que tenham gostado, têm as Justiças criminal e cível à sua disposição. O QUE NÃO É POSSÍVEL É A JUSTIÇA ELEITORAL MANDAR RECOLHER O JORNAL SOB O PRETEXTO DE QUE É CAMPANHA ANTECIPADA. Suponho que Garotinho, ora vejam!, está se articulando para tentar impedir que Paes de reeleja neste ano e para impedir que Cabral faça o sucessor em 2014. Assim fazem as oposições, não? É do jogo! 
Se o padrão no Rio ou em qualquer lugar for o empregado pela juíza, quem está no governo ficará lá pelos próximos 200 anos. Afinal, como a campanha não começou, o governador pode, por exemplo, levar o prefeito para inaugurações. Campanha eleitoral antecipada, meritíssima??? Além de aplicar uma censura que considero inconstitucional, a juíza Ana Paula Pontes Cardoso, da 192ª zona eleitoral, está impedindo a oposição de fazer oposição. E isso é um péssimo precedente. 

A Justiça Eleitoral no Brasil não pode ser uma espécie de AI-5 dos direitos fundamentais. Até porque, reitero, ela tem se mostrado impotente para impedir que o governante de turno use o mandato para cuidar da própria reeleição ou da eleição de um aliado. Se há crimes no jornal de Garotinho, que sejam punidos. A Justiça Eleitoral decidir ter a tutela da liberdade de expressão, com recolhimento de jornal, aí não! Até porque o material não toca em eleição. “Ah, mas estão pensando nisso!” Não me digam! Só faltava a oposição estar apostando na vitória da situação…


sexta-feira, 18 de maio de 2012

Maldição da PEC 300: Vacarezza é flagrado enviando mensagem de apoio ao governador do Rio



Inimigo nº 1 da PEC 300 é pego no flagra

A reportagem do SBT flagrou, durante a CPI do Cachoeira, nesta quinta-feira (17), o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), inimigo nº 1 da PEC 300, enviando uma mensagem de texto pelo celular para o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Na mensagem, Vaccarezza tranquiliza Cabral: "A relação com o PMDB vai azedar na CPI. Mas não se preocupe, você é dos nossos e nós somos dos teu [sic]".

Fonte: Blog Capitão Assumção

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Cabral promove ilusionismo para se descolar de dono da Delta, e Planalto tenta impedir CPI do Cachoeira

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net 
Leia mais artigos no site Fique Alerta – www.fiquealerta.net 
Por Jorge Serrão

Ou “não são mais aquelas” as relações de Sérgio Cabral Filho com o empreiteiro Fernando Cavendish, ou o governador do Rio de Janeiro resolveu mesmo apelar para o ilusionismo para tentar esconder quais são suas verdadeiras relações com o dono da Delta Construções. Sua como inacreditável piada a notícia de que Cabral escalou seu super-secretário Régis Fichtner para comanda uma comissão de sindicância que fará uma auditoria nos contratos firmados entre a construtora e administração do RJ.

A tática de Cabral – tentando se deslocar dos negócios com Cavendish - obedece a uma estratégia desesperada do governo federal para esvaziar a quase certa CPI do Cachoeira. Já é público e notório que a Delta tem negócios com o bicheiro goiano que operava como um “padrinho” de pelo menos 15 senadores e uns três governadores) em lobbies para obras superfaturadas que pagariam “mensalões” aos políticos. Com quase 300 contratos em 23 estados e as principais obras do PAC, a Delta é apontada pelo relatório da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, como autora de um repasse de pelo menos R$ 39 milhões para empresas de fachada ligadas ao contraventor Carlinhos Cachoeira.

Pensando que iria dizimar adversários e aliados inconvenientes (sobretudo os do PMDB), o chefão Lula da Silva atropelou Dilma Rousseff e mandou a base petralha acelerar a criação da CPI que agora o governo descobriu ser “inconveniente” para todo mundo. $talinácio devia saber que seu “amigo” Cabral é quem teria mais a perder se Fernando Cavendish acabasse enrolado nas escaramuças da CPI do Cachoeira. Em 2010, ano em que foi reeleito, a Delta recebeu do governo do RJ R$ 554,8 milhões – sendo R 127,3 milhões (22%) em contratos sem licitação. Em 2011, a Delta faturou R$ 358,5 milhões – dos quais R$ 72,7 milhões não passaram por concorrência pública. Continue lendo no ALERTA TOTAL:>>>>>>>

quarta-feira, 21 de março de 2012

Governo corrupto do Rio, mantem contrato com empresa fraudadora da saúde

A FACE OBSCURA DA RESSOCIALIZAÇÃO DE BANDIDOS PELO AFROREGGAE COMEÇA À APARECER

COMEÇAM À CAIR AS MÁSCARAS DO AFROREGGAE E DE SEUS ALIADOS. 

O Afrorreggae, famoso grupo que recebe notoriedade graças à alguns dos principais meios de comunicação do Brasil, é conhecido por receber milhões de reais de algumas entidades desconhecidas e até poderes públicos, verba esta não controlada por ninguém. Valores estratosféricos de dinheiro que chegaram à soma de R$20 milhões de reais no ano de 2011, sob a falácia de que recuperariam presos da mais alta periculosidade. Entretanto, tal relação do Afroreggae com os bandidos vai muito além da “dita” recuperação social.


O Governo Sérgio Cabral tentou utilizar a influência de José Júnior para convencer os bandidos à se entregarem antes da retomada do Complexo do Alemão pelas Forças Armadas e Polícias Civil e Militar, humilhando o serviços de inteligência das corporações de segurança utilizados àquela época. 

Recentemente, o Afroreggae foi aplaudido pelo apresentador Luciano Huck, por oferecer salário de R$ 2.500,00 ao bandido Tuchinha, ex-chefe do tráfico do morro da Mangueira alegando estar colaborando para uma sociedade mais justa, gerando oportunidade aos necessitados, e convenhamos, acreditar que R$2.500,00 para "ressocializar" um ex-chefe de tráfico de drogas é um tapa na cara da inteligência humana para alguém que coordenava um dos principais pontos de droga de nosso estado. 

Outro fato curioso; A ligação entre José Júnior e o Pastor Marcos azedou ultimamente, gerando acusações mútuas de tentativas de assassinato. Outrora grandes amigos e recuperadores do traficantes de uma única facção, hoje estão estranhamente brigados após a iniciativa de Pastor Marcos de “ressocializar” bandidos de outras diversas facções. Continue lendo no blog da Família Bolsonaro 

Governo de Sérgio Cabral fracassa na ocupação da Rocinha e favela carioca se rende aos traficantes

Deu errado – Quando assumiu o governo do Rio de Janeiro em 2007, o peemedebistaSérgio Cabral Filhoanunciou que estava decretado o fim do crime organizado, algo que até agora não ocorreu. Alguns anos mais tarde, Cabral Filho surgiu com o projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que serviu como tema de sua campanha pela reeleição e recheou a da então candidata Dilma Rousseff. 
Agora, com o Palácio do Planalto descartando a possibilidade de levar as UPPs para todo o território nacional, uma vez que a eficiência do projeto é questionável, o governador fluminense vê em sua própria seara o declínio do plano de ocupação das comunidades carentes, ação que obriga em tese os criminosos a atuarem em outras regiões da cidade.
Ocupada em novembro de 2011, a favela da Rocinha, na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, foi palco de uma intensa troca de tiros que terminou com três pessoas mortas. De acordo com a Polícia Militar fluminense, uma eventual briga entre líderes do tráfico de drogas ocasionou o tiroteio e as mortes. No local do crime a PM apreendeu cinco pistolas, três granadas e 1.505 papelotes de cocaína. De acordo com os policiais, os explosivos estavam preparados para detonação. Além disso, durante a ação da PM foram encontrados registros sobre venda de drogas e produtos químicos utilizados para aumentar o volume da cocaína comercializada na favela.
O resultado da operação mostra que é falho o projeto de ocupação da favela da Rocinha, que quatro meses depois da ocupação ainda aguarda a instalação de uma sede da UPP. A PM aposta nas denúncias anônimas dos moradores, mas esses desistiram de colaborar diante da resistência dos traficantes, que mudaram a forma de atuar.  

Fonte: Ucho info 

TSE diz que doação da Locanty (a corrupção na saúde) foi para partido de Cabral

O governador Sérgio Cabral durante a campanha para reeleição, em 2010, em Nova Iguaçu 
Correção: O Tribunal Superior Eleitoral confirmou que a doação de R$ 1,3 milhão feita pela empresa Locanty na campanha eleitoral de 2010 foi feita para o PMDB, partido do governador Sérgio Cabral, que naquele ano concorreu à reeleição. O EXTRA informou, com base em informações da Transparência Brasil, que o dinheiro havia sido doado para a campanha de Cabral.

A assessoria do governador alega que o então candidato não se valeu da doação da Locanty em sua campanha e que a verba foi destinada ao PMDB. Já Claudio Abramo, diretor executivo da Transparência Brasil, mantém a informação e diz que a doação para o partido é uma estratégia do candidato para esconder a origem do dinheiro.

Leia abaixo a matéria original:

A Locanty financiou parte da campanha de reeleição do governador Sérgio Cabral Filho, com R$ 1,3 milhão, em 2010. A empresa é uma das quatro investigadas pela Polícia Federal no escândalo de negociação de propinas em troca de contratos com o Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da UFRJ.

As informações sobre as doações eleitorais do então candidato se encontram no site Às Claras, mantido pela ONG Transparência Brasil. A assessoria do governo informa, porém, que o dinheiro foi doado ao comitê de campanhas majoritárias do PMDB. Diretor-executivo da Transparência Brasil, Cláudio Abramo, confirma que o dinheiro da Locanty usado para ajudar a reeleger Sérgio Cabral Filho. Continue lendo no EXTRA.GLOBO

quinta-feira, 1 de março de 2012

PM RJ: estado vai ampliar trabalho extra. (aumenta o stress e a escravidão)


Sérgio Cabral deve publicar decreto com regras para o “bico”

O governador Sérgio Cabral deve publicar, nos próximos dias, um decreto ampliando o trabalho fora do expediente — o popular “bico” — para os policiais militares. Entre as novidades, estão as permissões para trabalhar no policiamento de grandes eventos, como o Rock in Rio, e de fazer hora extra em outro batalhão que não seja o de origem do PM, caso haja escassez de pessoal em alguma unidade.
As informações foram passadas por uma fonte ligada ao setor de Segurança, mas não foram confirmadas oficialmente pelo governo do estado. O EXTRA procurou o Palácio Guanabara, a PM e as secretarias de Segurança e Planejamento.
Outro ponto do decreto que está sendo preparado é a exigência de uma qualificação específica para os policiais que vierem a lidar com público em massa, como em shows de música. Eles teriam que fazer cursos de segurança em grandes eventos, para aprender como agir em situações de risco, controlar a multidão e desocupar áreas povoadas.
O “bico” oficial na PM existe desde março do ano passado, quando foi criado o Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis), que permite que os policiais prestem serviços para prefeituras conveniadas ao estado.
Para cada turno adicional de oito horas de trabalho, os praças ganham R$ 150 e os oficiais, R$ 175. Como o limite mensal de turnos extras é de 12, os PMs podem ganhar até R$ 1.800 (praças) e R$ 2.100 (oficiais) por mês.
Em agosto de 2011, um segundo decreto ampliou o campo de trabalho extra dos PMs para as concessionárias de serviços públicos. Desde então, elas podem assinar convênios com o estado para contar com a atuação dos policiais militares.
Alerj aprova programa de estímulo para serviços extraordinários na PM
A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou nesta terça-feira, em primeira discussão, o Projeto de Lei 996/2011, que cria um programa de estímulo para que policiais militares façam serviços extraordinários na própria corporação durante seu tempo livre. Esse trabalho além do expediente normal seria limitado a 40 horas por mês e registrado num banco de horas.
Pelo projeto, a quantia a ser recebida pelos PMs seria calculada com base no valor normal da hora de trabalho do posto ou da graduação, acrescido de 50% e multiplicado pelo número de horas extraordinárias trabalhadas pelo policial no mês.



sábado, 25 de fevereiro de 2012

Cabral Tem R$ 2.098.044.380 Para Propaganda, Mas Não Tem Para Os Bombeiros.


Talvez por 2012 ser um ano eleitoral, o Governador Sergio Cabral teve uma grande preocupação com o setor de comunicação, nos cinco últimos anos o Governador Sergio Cabral investiu somente em propaganda R$ 411.000.000,00. (milhões) E para 2012 o Governador Sergio Cabral quer destinar ao setor de comunicação, ou seja, propaganda, a bagatela de R$ 2.098.044.380. Sim! “Você não leu errado meu amigo,” mais de dois bilhões. " E para nós do CBMERJ infelizmente não vi nenhum investimento aprovado. Não sei se algum(s) deputados enviaram alguma emenda em apoio financeiro ao CBMERJ, mais assim que for a ALERJ confirmarei isso! Na primeira audiência pública estive presente, juntamente com o Cb Daciolo e o Cb Pedro Ivo, e confesso que senti a falta dos coronéis na audiência pública da LDO, que na oportunidade questionamos os secretários de finanças Ruy Sergio, principalmente quando falou que um Sd BM recebe R$ 1.833,00. Triste é situação da nossa cidade maravilhosa, o Rio de Janeiro governado por Sergio Cabral Filho... 1° Sgt.BM Valdelei Duarte, cidadão brasileiro. JUNTOS SOMOS FORTES.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

A verdade sobre a prisão do Cabo Daciolo, sequestro, cárcere? Tire suas conclusões...

Palavra do dep Flávio Bolsonaro na sessão extra-ordinária da ALERJ no dia 15/02: "... ele (cb Daciolo) , quando foi abordado pelo Corregedor dos Bombeiros, dentro do avião ainda, aqui no Rio de Janeiro, o Corregedor (...), deu-lhe ordem de prisão porque havia saído do Estado sem pedir permissão ao seu superior. No mesmo momento, o Cabo respondeu: Coronel, vou pegar na minha mochila a autorização ...por escrito, me autorizando a sair do Estado? e mostrou a autorização. O Corregedor, muito embaraçado, pega o telefone e começa a ligar não sei para quem. Nesse meio tempo, o Cabo Daciolo consegue falar com o defensor público, que pede para falar com o Corregedor, querendo saber apenas (...) por que o Cabo Daciolo estava sendo preso. E o Corregedor diz o seguinte: Não lhe devo satisfações. Passar bem?. E o defensor, prontamente, tentou chegar ao encontro do Cabo Daciolo para tentar assisti-lo. Qualquer bandido no mundo tem direito à assistência de um advogado ou de um defensor público e a Defensoria Pública estava, mais uma vez, ao lado dos bombeiros. (...)quando ele chegou a Bangu, ele soube que o Cabo Daciolo já tinha chegado a Bangu I, mas o mandado de prisão ainda não! Nem mandado de prisão havia para ele, tendo chegado horas depois de sua prisão! E quando o defensor público teve acesso aos autos, Sr. Presidente, para saber o porquê da prisão, saibam que ela foi decretada em função apenas do que foi veiculado no Jornal Nacional. Até onde sei, não houve naquelas falas incitamento à greve por parte do Cabo Daciolo. Houve ligações a vários parlamentares, querendo saber sobre o andamento de uma Emenda à Constituição que estava tramitando em Brasília. Houve contatos telefônicos do Cabo Daciolo (...) com parlamentares como Marcelo Crivella, Lindberg Faria e como o Presidente da Comissão de Segurança Pública do Congresso Nacional, o Deputado Waldir Pires, se não me engano. A exemplo do que aconteceu com o Cabo Daciolo, da mesma forma, vários outros policiais foram presos sem mandado de prisão. Foram presos e ficaram incomunicáveis. Ficaram sem acesso ou direito a visitas de advogados, defensor público; sem direito a qualquer visita e sem saber por que estavam sendo presos. VC ACHA ISSO JUSTO?


DESDE O COMEÇO DA PRISÃO DO DACIOLO, DEFENDO A TESE DE SEQUESTRO E CÁRCERE PRIVADO.PRIVAR ALGUÉM DE SUA LIBERDADE.LIBERDADE, AQUI, TEM O SENTIDO DE DIREITO DE IR, VIR OU PERMANECER, OU SEJA, CUIDA-SE DA LIBERDADE AMBULATORIAL, FISÍCA.SEQUESTRO E CÁRCERE PRIVADO.AQUI TEMOS A IMPRESSÃO DE QUE SE TRATA DE SITUAÇÕES DIFERENTES.ENTENDE-SE QUE SEQUESTRO E CÁRCERE PRIVADO SIGNIFICAM A MESMA COISA. A ÚNICA DIFERENÇA QUE SE PODE APONTAR ENTRE ELES,É NO SENTIDO DE QUE QUANDO SE CUIDA DE  SEQUESTRO EXISTE MAIOR LIBERDADE AMBULATORIAL;AO CONTRÁRIO, QUANDO A LIBERDADE AMBULATORIAL É MENOR, OU SEJA, O ESPAÇO PARA A VÍTIMA POSSA SE LOCOMOVER É PEQUENO, REDUZIDO, TRATA-SE DE CÁRCERE PRIVADO.
                     EDIVAL ANCHIETA-GRADUANDO DIREITO 10º UNESA

Colaborador: Osvaldo Merino via email

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Agradecimento aos que apoiaram a classe na prisão dos PMs e BMs do RIO

Assim como não nos sentimos bem, quando somos julgados pelos erros dos outros de nossa classe, também é um erro não reconhecer e generalizar toda a classe política. Por isso, devemos respeito e gratidão para com os deputados federais que mais uma vez lutaram por nossa classe: ARNALDO FARIA DE SÁ, MENDONÇA PRADO e PROTÓGENES QUEIRÓS, PARABÉNS PELO APOIO AOS PRESOS POLÍTICOS-MILITARES DO RIO. Além das esposas dos militares em questão e a nossa grande batalhadora da PM SP Dri Borgo. A vitória será sempre dos justos.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Em assembleia, bombeiros e policiais suspendem paralisação no RJ

Bombeiros e policiais do Rio decidiram na noite desta segunda-feira (13) suspender a paralisação iniciada na quinta-feira (9). A assembleia foi realizada na Lapa, no Centro da cidade. Na noite de quinta, cerca de duas mil pessoas haviam aprovado a paralisação em outra assembleia, na Cinelândia. Juntas, as categorias somam 70 mil pessoas.Veja entrevista sobre o fim da paralisação, com o governador Sérgio Cabral, na Globo News, click aqui:>>>>>>>