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sábado, 6 de julho de 2013

27 categorias podem parar dia 11/07, Dia Nacional de Luta (maldição da PEC 300)

País em protestoAo menos 27 categorias profissionais ligadas a oito centrais sindicais já informaram que vão participar das manifestações, greves e paralisações marcadas para a próxima quinta-feira, dia 11.

Apesar de o número de trabalhadores que devem participar de passeatas e paralisações (parciais ou previstas para durar 24 horas) não ser estimado pelas entidades, alguns sindicalistas comentam nos bastidores que esperam mais de 300 mil nas ruas.

Motoristas de ônibus, metroviários e motoboys são categorias do setor de transporte que prometem parar em vários Estados do país.

No setor industrial, metalúrgicos, químicos, trabalhadores da alimentação, têxteis, costureiras, operários da construção civil, entre outros, já realizaram assembleias em várias cidades para cruzar os braços na mesma data.

Em São Paulo, no ABC e em São José dos Campos, os metalúrgicos também preparam manifestações nas rodovias Dutra e Anchieta que devem reunir operários de montadoras dessas localidades.

"As adesões crescem com a proximidade do dia 11. Empregados da Ceagesp, do setor de asseio e conservação e os terceirizados são algumas das categorias que decidiram parar", diz Ricardo Patah, presidente da UGT.

Entre os sindicatos ligados à CSP-Conlutas (PSTU, PSOL e outros), os de petroleiros de Sergipe e Alagoas, funcionários dos Correios de Pernambuco e operários da construção pesada do Pará (de obras como as da Usina Hidrelétrica de Belo Monte) também prometem adesão às greves.

Chamado de Dia Nacional de Luta, o protesto já causa reação do empresariado. Em carta aberta aos associados, o Sindimaq, que reúne as indústrias de máquinas do país, classifica o movimento como "absurdo" e "inoportuno".

"Querem parar o Brasil, parar a produção, parar hospitais e serviços essenciais, parar portos e aeroportos, sem se preocupar com o enorme preço que pagaremos se essa ideia vingar", diz a publicação "A voz do emprego".

Para a entidade, a greve é um direito legítimo dos trabalhadores, "mas que precisa ser usado com responsabilidade". No comunicado, o sindicato patronal destaca que "uma greve geral é ilegal, incomoda todo o mundo, interrompe as atividades produtivas, é prejudicial ao Brasil. Não entre nessa".

CLAUDIA ROLLI
DE SÃO PAULO

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Servidores ameaçam greve geral se Dilma mantiver resistência a reajuste

A insatisfação dos servidores públicos com a intransigência da presidente Dilma Rousseff em conceder reajustes salariais, diante do cenário de crise econômica internacional, aumentou o risco de o governo enfrentar uma greve geral do funcionalismo. O último movimento grevista importante no Brasil ocorreu ainda no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em reunião encerrada ontem à noite, servidores das dez agências reguladoras declararam-se em estado de greve a partir de segunda-feira. A maioria das categorias já paradas ou com indicativo de greve quer correção dos salários em 2013.
Personagem das mobilizações, o secretário-geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Josemilton Costa, avalia que cerca de 300 mil servidores já cruzaram os braços. A greve, segundo ele, pode alcançar 500 mil servidores. "A construção é a greve geral", adiantou.
A Condsef é filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT) - braço sindical do PT, que apoia a greve geral do funcionalismo.
"O governo não consegue apresentar uma contraproposta, só faz protelar a discussão", criticou o diretor da CUT Pedro Arnengol. As categorias têm reivindicações diferentes, mas a maioria quer reajuste de 22% dos salários.
Os servidores têm ouvido que o governo terá uma resposta até 31 de agosto, prazo final para o envio ao Congresso da proposta de lei orçamentária de 2013.
Ontem, a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) insistiu que não haverá aumentos de salário para o funcionalismo neste ano. "Se as greves forem mantidas, vão gerar um impasse sem eficiência e sem eficácia. Não há possibilidade, principalmente em um momento de crise, de executar novas despesas não previstas", afirmou a ministra. Continue lendo no ESTADÃO
MARTA SALOMON, LISANDRA PARAGUASSU, BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo

sexta-feira, 25 de maio de 2012

RR: Policiais Civis deflagram greve geral

Policiais civis deflagram greve geral a partir das 08h desta quinta-feira, 24, por tempo indeterminado, em todas as unidades prisionais e policiais do Estado. Dos 750 servidores, 30% vão manter o atendimento, conforme previsto em lei. A ação foi deliberada no último dia 12, em assembleia geral, realizada no auditório da Câmara Municipal de Boa Vista, quando participaram cerca de 500 pessoas.


O motivo é o polêmico Projeto de Lei Complementar (PLC) que dispõe sobre a extensão do subsídio a todos os policiais civis e altera na Lei Orgânica da Polícia Civil, que possibilitará a promoção funcional da categoria, assinado pelo governador Anchieta Júnior (PSDB) e encaminhado para Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR), que está sem previsão para votação.


O projeto, conhecido também como “Lei me Beija”, é considerado pela categoria como “ilegal”, “imoral” e “inconstitucional”. Segundo José Nilton Pereira da Silva, presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Roraima (Sindpol), a categoria tem realizado diversas mobilizações na ALE-RR, no intuito de retirar da pauta a aprovação. “No primeiro momento em que o projeto for retirado da pauta da Assembleia Legislativa, vamos paralisar a grave”, afirmou.

O sindicalista destacou que PLC desagrada de forma geral os policiais civis, pois existe um desrespeito à Constituição, já que a categoria é baseada na Lei Complementar 132, que garante promoção e remuneração satisfatória e, com o novo projeto, haverá uma redução salarial em nove cargos como médico legista, perito, escrivão de polícia, agente carcerário e auxiliar de necropsia.

Mesmo com as mobilizações, Nilton frisou que existe resistência dos próprios parlamentares para a retirada da pauta. “Está sendo difícil sensibilizar os parlamentares que estão sendo induzidos e influenciados pela Delegacia-Geral, responsável pela execução do projeto, que se for aprovado vai beneficiar somente “meia dúzia de delegados”.

Sejuc mantém rotina e pede reforço da Polícia Militar nos presídios

A Folha entrou em contato com a Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc) para que se pronunciasse sobre a greve dos policiais civis. A pasta informou que a rotina administrativa e atividades programadas nas unidades prisionais serão mantidas normalmente nesta quinta-feira, mesmo com o anúncio da adesão ao movimento pelos agentes carcerários.

O secretário Eliéser Girão Monteiro Filho comunicou que as visitas, tanto hoje quanto no domingo, além das audiências dos presos já programadas também serão realizadas normalmente.

Segundo o secretário, para garantir o reforço na segurança das unidades, foi solicitado apoio da Polícia Militar, que ampliará o efetivo a partir desta quinta-feira em todas as unidades.

A Sejuc também informou que o secretário fará uma reunião com representantes de alas e agentes carcerários para orientá-los sobre condutas e procedimentos neste período de greve que deverá ter uma redução de efetivo.

Fonte: Folhaweb /Policialbr/Blog Amigos de Caserna

quinta-feira, 1 de março de 2012

Policiais Civis na luta pela PEC 300, podem decretar GREVE NACIONAL em 16 de MARÇO

Presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis, Jânio Bosco Gandra - greve no dia 16 de março -


O ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, receberá no próximo dia 7 de março os representantes dos sindicatos de policiais civis de todo o país, que discutem se entram ou não em greve nacional no início de abril. A principal pauta dos sindicalistas é a aprovação de propostas que constavam da Proposta de Emenda Constitucional ´(PEC) 300, como o piso nacional para policiais e bombeiros. As federações estaduais de policiais foram convocadas para decidir sobre a greve no dia 16 de março. Se a paralisação for aprovada, ela começará em 16 de abril, informa o presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis, Jânio Bosco Gandra. Felipe Patury

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Vídeo comentário sobre a escuta ilegal da GLOBO nas prisões de Prisco e Daciolo

Policiais civis do Paraná decidem entrar em greve a partir do sábado de Carnaval

Em assembleia realizada nesta quarta-feira (15) à noite, em Curitiba, policiais civis do Paraná decidiram entrar em greve a partir do sábado de Carnaval.

A partir da zero hora de quinta (16), prometem fazer operação-padrão, realizando apenas as funções determinadas pelo estatuto da Polícia Civil –que não incluem, por exemplo, vigiar os cerca de 15 mil presos que estão em carceragens de delegacias no Paraná. O prazo de 48 horas é necessário para que a Secretaria da Segurança Pública seja informada da decisão, de acordo com a legislação trabalhista.

Os policiais rejeitaram proposta de reajuste de 20% para os policiais de quarta e quinta classes, anunciada há poucas horas pelo governador Beto Richa (PSDB) –os demais, que já tem salários maiores, teriam apenas a inflação reposta.

Eles querem ainda a incorporação de benefícios ao subsídio, o que levaria o salário inicial da categoria a R$ 5.750 (cerca de R$ 3.000 superior ao piso atual).

Procurada pelo UOL antes do fim da assembleia, a assessoria de imprensa do governo do Estado informou que nenhum secretário falaria sobre o assunto nesta quarta. “Fomos no limite do que era possível”, disse Richa, em texto publicado pela agência oficial de notícias antes da decisão dos policiais.

“Criou-se uma falsa expectativa sobre o assunto. É lamentável que haja interesse político de insuflar as categorias, para causar desgaste do governador. Falam em reposição de perdas de 13 anos. Não há como fazer milagre. Não tenho esse dom. Tem que haver compreensão”, argumentou o tucano, na nota oficial.

Polícia Científica e PMs
Nesta quinta (16), funcionários da Polícia Científica fazem um protesto em Curitiba e, no dia seguinte, em assembleia, também podem decidir cruzar os braços. Eles alegam não ter sido incluídos na proposta do reajuste, mas a nota do governo diz que eles também devem ter reajustes.

Policiais militares também rejeitaram a oferta de aumento –de até 23,5% nos salários iniciais– apresentada pelo governo. Entidades que representam os policiais defendem reajuste de pelo menos 50%, relativos a perdas acumuladas desde 1998, e não descartam entrar em greve como “recurso extremo”.

No início da noite, cerca de 50 policiais e familiares fizeram protesto e acenderam velas em frente ao Palácio Iguaçu, sede do governo, em Curitiba.



15.02.2012 - 22h27 http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/02/15/policiais-civis-do-parana-decidem-entrar-em-greve-a-partir-do-sabado-de-carnaval.htm

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Reunião nacional da Cobrapol aprova indicativo de greve geral nacional das Polícias Civis, a partir do dia 16 de abril

 
Reunião nacional da Cobrapol aprova indicativo de greve geral nacional das Polícias Civis, a partir do dia 16 de Abril.
 
Em reunião realizada na sexta-feira (10), em Brasília, a diretoria executiva da Cobrapol e os representantes das entidades filiadas aprovaram a proposta de organização de uma greve nacional dos policiais civis.
  
De acordo com o presidente da Confederação, Jânio Bosco Gandra, a decisão do indicativo de greve precisa ser referendada em assembleias estaduais que serão convocadas pelos sindicatos filiados para o dia 16 de março. “Somente depois de organizar o movimento em todo o país é que será definida uma data para o início da paralisação”, explicou.

O SINDPOL/MG já convoca os filiados para a
assembleia do dia 16 de março, às 13h, no pátio da ALMG, onde será ratificada a deliberação pela greve nacional dos policiais civis.   
 Na reunião foi discutida a pauta de reivindicações da categoria:

 
  •  Aprovação das Propostas de Emenda à Constituição (PECs) 446/300, que instituem o piso nacional para policiais civis, militares e bombeiros;
  •  Lei Orgânica da Polícia Civil, que estabelece um plano de cargos unificado nacionalmente;
  •  Carreira única;
  •  A regulamentação do direito à greve;
  •   Aposentadoria especial em todos os Estados;
  • Criação do Ministério da Segurança Pública.

Também foi aprovado nesta reunião, moção de repúdio à Direção do SINDETPOL, pelos atos nocivos de ataque pela desconstituição da Cobrapol e pelas tentativas de fragmentação da base sindical em Minas Gerais, o que muito prejudica o desenvolvimento da Polícia Civil e dos benefícios para a categoria policial. A moção foi aprovada por maioria, contendo apenas o voto contrário da bancada da Bahia.

A DIREÇÃO DO SINDPOL/MG REFORÇA A TODA A CATEGORIA QUE, A PAUTA NACIONAL INDEPENDE DA TRAMITAÇÃO DA PAUTA ESTADUAL E, É FUNDAMENTAL QUE TODOS NOS MOBILIZEMOS, SOB PENA DE NÃO AVANÇARMOS NAS QUESTÕES BASILARES DE VALORIZAÇÃO DA CATEGORIA EM TODO O BRASIL, COMO POR EXEMPLO, A REGULAMENTAÇÃO DA CARREIRA ÚNICA, DA ALTARAÇÃO DO ART. 144, IMPLANTAÇÃO DO PISO NACIONAL, DENTRE OUTRAS MATÉRIAS FUNDAMENTAIS.


A Direção do SINDPOL/MG se fez presente na pessoa do Presidente Denílson Martins, o Vice-Presidente Toninho Pipoco e do Secretário Geral, Cláudio de Souza Pereira.

SINDPOL-MG

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Diga Não as prisões arbitrárias, Diga Não a criminalização da PEC 300 (vídeo comentário)

Policiais civis votam a favor de greve nacional

 
Representantes sindicais paulistas estiveram em reunião com policiais de todo o país em Brasília.
 
Entidades de classe da Polícia Civil de todos os estados do Brasil reuniram-se nesta sexta-feira em Brasília e, por unanimidade, votaram por um indicativo de greve nacional. Representantes de 40 entidades definiram o dia 16 de março como data para as assembleias nos estados. 
 
“Se nessa data forem ratificadas as intenções de iniciar a  greve em todo o país, então, em 16 de abril, haverá a paralisação geral”, afirmou o presidente da Cobrapo (Confederação Brasileira de Trabalhadores da Polícia Civil), Jânio Bispo Grandra.
 
Em São Paulo, o Sindicato dos Investigadores de Polícia do estado convocará as entidades de classe paulistas para discutir os rumos das reivindicações no próximo dia 28.
 
Segundo o presidente do sindicato, João Rebouças, o salário dos investigadores e escrivães do estado é um dos piores do Brasil. “Eles nos exigem curso de nível superior e nos pagam igual ou menos do que os cargos cuja exigência é apenas de nível médio”, ressaltou.
 
Jânio Gandra confirmou que São Paulo tem um dos piores salários- base do Brasil.
 
Na pauta da discussão das entidades em Brasília foram aprovados os seguintes temas: carreira única, direito de greve, aprovação da PL 554 sobre aposentadoria, piso nacional regido pela PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 300/446 entre outros.
 
Santos/ O Sindicato dos Policiais Civis de Santos começou a distribuir cartilhas em delegacias da região, incentivando o início de uma operação padrão. 
 
“Nós pedimos que os policiais façam apenas os trabalhos relativos às suas funções e não fiquem quebrando galho. Assim, a população vai perceber as nossas dificuldades”, disse o vice-presidente do sindicato, Márcio de Almeida Pino.
 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Paralisação nacional, é o "Apagão na Segurança Pública do Brasil"

A Polícia Federal passou a monitorar mais de perto ainda os líderes dos movimentos grevistas no Rio de Janeiro e na Bahia. Escutas telefônicas com autorização judicial flagraram Marco Prisco, presidente da Associação dos Policiais, Bombeiros e dos seus Familiares da Bahia, e Benevenuto Daciolo, cabo do Corpo de Bombeiros e líder do movimento no Rio de Janeiro, combinando a nacionalização das reivindicações nos próximos dias.

As gravações telefônicas também já flagraram políticos de vários partidos em conversas com os militares. Em uma delas, que já está nas mãos da cúpula da segurança pública da Bahia, aparece Anthony Garotinho incentivando Daciolo e seus pares a entrar em greve no Rio de Janeiro. Noutra, a deputada estadual Janira Rocha (PSOL) faz a mesma pregação com Daciolo.

Por Lauro Jardim/Blog do Capitão Assumção

BOMBA! Vídeo mostra discurso de Jaques Wagner em 1992, defendendo greve da PM na Bahia

Em 18 de setembro de 1992 como já dito aqui, o Jaques wagner, então deputado federal, hoje governador da Bahia, disse que os Policiais Militares da Bahia tinham todo o direito de fazer greve, e o movimento na época era legal e justo.

Mais uma vez revelada a FARSA dos petralhas, o discurso do Jaques Wagner abaixo, é totalmente o oposto as PORRADAS, BOMBAS e TIROS dados hoje pelo governador da Bahia contra os poiliciais militares grevistas.

O que aconteceu Sr. Jaques Wagner para V.Exa. mudar de idéia ?

Assistam o vídeo, mas cuidado se você for cardíaco ou um cara nervoso, não assita sozinho, por que as mentiras do petralha jaques wagner são duras de se ouvir, eram tudo um golpe para gtanhar votos.
Em tempo, esse áudio pode ser usado como defesa dos Policiais Militares presos e reprimidos hojena Bahia, favor enviar aos devidos advogados, e respectivas associações.

Em tempo 2, VIVA A INTERNET, ela é uma verdadeira ARMA contra políticos OMISSOS, INCOMPETENTES e MENTIROSOS, né Jaques wagner ?

Fonte: Blog do Ricardo Gama/blog do Lomeu

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Em apoio à greve da PM, hackers invadem sites do governo baiano


Os sites do Governo do Estado da Bahia foram invadidos por hackers do grupo Anonymous Brasil, nesta segunda-feira (6), e ficaram fora do ar na parte da manhã. O grupo, que assumiu a autoria do ataque por meio de um perfil no Twitter, deixou uma mensagem em solidariedade à greve da Polícia Militar da Bahia, que teve início no último dia 31. "Em solidariedade ao trabalhador Baiano!", diz a mensagem. Na semana passada, o grupo Anonymous atacou sites de diferentes bancos e instituições financeiras. No perfil @AnonBRNews, eles anunciaram a queda dos sites do Citibank Brasil, Panamericano BMG, Federação Brasileira de Bancos (Febraban), entre outros. O acesso ao internet banking dos bancos Itaú, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC e outros, também ficou instável. 


Imagens: Google

Fonte: Blog do Geraldo José/Blog Diniz K-9

Crianças começam a deixar sede da Assembleia ocupada por PMs na BA

Crianças começam a deixar sede da Assembleia ocupada por PMs na BA (Foto: Vaner Casaes/Agência A Tarde/AE )Crianças começam a deixar Assembleia ocupada por PMs  Foto: Vaner Casaes/Agência A Tarde/AE )
Quatro crianças deixaram na noite desta segunda-feira (6), o prédio da Assembleia Legislativa da Bahia, em Salvador, órgão público ocupado por policiais militares grevistas e onde já houve confronto com tropas especiais enviadas para reforçar a segurança na cidade. De acordo com o tenente-coronel Cunha, chefe de comunicação do Exército, o grupo de crianças, acompanhado por adultos, saiu espontaneamente por volta das 21h. Eles foram submetidos a exames médicos, alimentados e deixaram o local em carro particularContinue lendo no G1 BA, CLICK AQUI:>>>>>>>>

Brasil próximo de uma GREVE GERAL: Trabalhadores de portos federais decidem parar por 24 horas na quarta-feira

uipi-Trabalhadores_de_portos_federais_decidem_parar_por_24_horas_na_quarta-feira
Brasília - Os trabalhadores dos portos administrados pela União prometem cruzar os braços a partir das 7 horas desta quarta-feira (8), paralisando por 24 horas as atividades de alguns dos principais equipamentos do país. Caso as reivindicações da categoria não sejam atendidas, a proposta é decretar greve por tempo indeterminado a partir do próximo dia 23. 

Organizada pela Federação Nacional dos Portuários, a greve de 24 horas pode envolver trabalhadores na Bahia, no Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e nos portos de Vitória (ES) e Santos (SP). Somente este último responde pela movimentação de cerca de 30% de todo o comércio exterior brasileiro.
Segundo o presidente da federação, Eduardo Lirio Guterra, a paralisação temporária é uma forma de pressionar as companhias estaduais (Docas) a concluírem as negociações iniciadas em junho de 2011, assinando com as entidades que representam os trabalhadores os acordos coletivos que continuam pendentes de resolução. As sete companhias Docas existentes administram 18 dos 34 portos públicos marítimos sob a responsabilidade da Secretaria de Portos da Presidência da República (16 são administrados, sob diferentes regimes, por governos estaduais ou municipais).
“Há pelo menos 20 anos não ocorre um desrespeito com a categoria como este, de estarmos ainda com o acordo coletivo em aberto até quase o início de uma nova data-base”, disse Guterra à Agência Brasil.
A principal reivindicação dos trabalhadores, contudo, é uma solução definitiva, por parte do governo federal, para sanar a situação do Portus, o fundo de previdência complementar dos empregados das companhias Docas e algumas administradoras portuárias estaduais e municipais.
Criado em 1978, pela extinta Empresa de Portos do Brasil (Portobras – empresa pública extinta em 1990), o Instituto de Seguridade Portus foi criado para proporcionar aos trabalhadores portuários uma renda que complementasse os benefícios previdenciários. A inadimplência das companhias Docas, o crescimento do número de beneficiários enquanto o número de contribuintes decaia e decisões administrativas hoje questionadas levaram o instituto a acumular, ao longo dos anos, uma enorme dívida.
No ano passado, quando o governo federal determinou a intervenção a fim de que as finanças do instituto fossem auditadas e as contas sanadas, a Secretaria de Portos informou não haver uma cifra exata sobre a dívida das companhias com o Portus. De acordo com Guterra, essa dívida está na casa dos R$ 4 bilhões e a expectativa é que o governo federal quite esse valor, impedindo assim que o instituto seja extinto. Além disso, Guterra cobra o repasse de R$ 150 milhões dos R$ 400 milhões que, ainda em 2009, o governo federal prometeu repassar ao fundo de pensão.
“Nosso movimento [greve] ainda pode ser evitado. Basta o governo federal nos convocar para sentarmos à mesa e negociarmos uma agenda para que todos os problemas sejam resolvidos. Não defendemos a greve por si só. Se conseguirmos dialogar de forma efetiva com o governo, suspendemos o movimento. Isso foi aprovado nas assembléias.”
Procurada, a Secretaria de Portos informou que está buscando soluções para os problemas e as solicitações dos trabalhadores, que estão sendo tratadas como prioridades. A secretaria também disse que reconhece o crescimento do setor como resultado de todo o conjunto portuário, sobretudo dos trabalhadores. Destacou, contudo, que a greve não é boa para ninguém e pode retardar possíveis soluções.
Redação Uipi!
Fonte: AB / Alex Rodrigues
Imagem: informativodosportos.com.br