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quarta-feira, 29 de abril de 2015

PM do Paraná prende 17 policiais que se recusaram a participar do cerco aos professores; mais de 200 feridos


Ao todo 17 policiais militares foram presos durante a manifestação de professores estaduais do Paraná, nesta quarta-feira, após se recusarem a participar do cerco aos docentes. A informação, segundo o Estadão Conteúdo, foi confirmada pelo comando da Polícia Militar do Estado. 

Comando da Polícia Militar do Paraná afirma que 17 policiais foram presos por se recusar a participar do cerco aos professores em Curitiba— Broadcast Político (@broadpolitico) April 29, 2015.

Confronto com manifestantes e violência policial marcaram o terceiro dia de protesto dos professores estaduais do Paraná, que retomaram greve na segunda-feira (27).

Cerca de 20 mil manifestantes se reuniram em frente à Assembleia Legislativa do Estado (Alep) nesta quarta-feira (29). O tumulto começou enquanto a reforma da previdência dos funcionários públicos do estado era votada em plenário, e o confronto durou pelo menos 30 minutos ininterruptos. A PM utilizou caminhão com jatos de água, balas de borracha, spray de pimenta e bombas de gás lacrimogênio, inclusive lançadas de helicóptero. Pelo menos 100 pessoas ficaram feridas, segundo a transmissão da Globo News.


Após a Justiça recuar na decisão de liberar a entrada dos manifestantes durante a votação, os professores passaram a manhã em manifestação pacífica nas praças do centro Cívico. Os ânimos esquentaram quando a pauta Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou a pauta e suas alterações em sessão relâmpago. Segundo a PM, os manifestantes tentaram invadir o plenário.

domingo, 29 de julho de 2012

Greve dos professores x greve dos policiais, ser ou não ter?

      Blog No Q.A.P - Por Marcelo Anastácio

     As recentes greves dos policiais e bombeiros do Brasil demonstram a importância da segurança pública para a sociedade, que muitas vezes não valoriza esses profissionais, desconhece a essência e rotina do serviço, e por isso mesmo criminaliza, por ignorância, algumas ações legais ou generaliza algumas falhas pontuais.

     Os movimentos reivindicatórios na segurança logo respingaram nos interesses de grandes grupos, como foi o caso dos policiais da Bahia ou do Rio de Janeiro, que ao ensaiar uma greve às vésperas do carnaval, comprometendo as transmissões, as festas de rua, os cachês das bandas, então forjaram conversas, as quais foram feitas clandestinamente, sem autorização judicial, para jogar esses profissionais contra a população ululante pelos festejos pagãos. O óbvio é: sem segurança, sem carnaval, sem dinheiro, sem lucro. 

     Se trouxermos essa experiência para outras categorias do funcionalismo, percebemos que o governo quase "comemora" quanto estas fazem greves, como é o caso dos professores da Bahia, ou das universidades federais, que chega há quase três meses...e os órgãos de comunicação pouco ou quase nada falam, a população idem. 

       Percebe-se que o funcionalismo não tem o valor que merece, e seria ideal que todas as categorias se manifestasse de maneira uniforme. Esse nível de maturidade política parece estar longe da grande massa. Daí uma categoria acusa a outra, o governo tira proveito dessa desordem para "restaurar" a paz social. A segurança (ou a falta dela), todos vêem, a farda, a arma, mas, a educação ninguém vê...e só perceberemos a falta que ela faz, nos erros nos hospitais, por exemplo. 


     Por isso somos solidários com os professores, policiais, médicos, enfermeiros e técnicos que buscam a dignidade salarial, num país que se diz valorizar os esportes, mas não tem uma delegação olímpica proporcional ao tamanho do país, e que irá sediar a Copa de 2014 e as Olimpíadas 2016 para servir a interesses das grandes empreiteiras, enquanto os professores estão em greve. Cabral descobriu o Brasil e os brasileiros precisam descobrir a cidadania. Ser manifestante ou não ter cidadania, eis a questão?...

              Blog No Q.A.P - Por Marcelo Anastácio

terça-feira, 24 de julho de 2012

Governo cede de novo e faz nova proposta a professores das federais

O governo fez uma nova proposta aos professores, informa o Estadão Online, cedendo pela segunda vez. Leiam o que informa Eugênia Lopes:

O governo federal apresentou na tarde desta terça-feira, 24, a sindicalistas uma contraproposta para reestruturar o plano de carreira dos professores das universidades federais e de instituições de pesquisa, concedendo um reajuste de 25% a 45% ao longo dos próximos três anos. Na proposta apresentada no último dia 13, esse reajuste variava de 16% a 45%. Com esse recuo, o governo espera que os professores suspendam a greve nas universidades e instituições de pesquisa.
O governo também atendeu a uma outra reivindicação da categoria e concordou em antecipar o aumento que começaria a valer no mês de julho de 2013, de 2014 e de 2015 para o mês de março desses anos. Integrantes de sindicatos informaram que o impacto no Orçamento com os novos porcentuais será de R$ 4,2 bilhões. Antes de ceder às reivindicações, o impacto estimado seria de R$ 3,9 bilhões. Os professores deverão dar uma reposta se aceitam ou não a contraproposta do governo até a próxima segunda-feira, 30. A reunião entre governo e professores continua no Ministério do Planejamento.

Por Reinaldo Azevedo


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Policiais e professores entram em confronto na Assembleia Legislativa do Ceará



G1

Após greve, aulas nas escolas estaduais de MG devem ir até março

Ao lado da secretaria de Educação, Ana Lúcia Gazzola, o governador Antonio Anastasia falou sobre o fim da greve
Foto: Omar Freire/Imprensa MG /Divulgação Greve
Em entrevista coletiva nesta quarta-feira, o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), afirmou que as aulas nas escolas que aderiram à paralisação dos professores devem se estender até março. Os professores decidiram pelo fim da greve, que já durava 112 dias, após acordo com o governo na noite de terça-feira.
"Lamentavelmente, já que o número letivo de aulas que nós não tivemos foi relativamente alto, vamos entrar até o início de março naquelas (escolas) que foram totalmente paralisadas durante todo o tempo, o que é um número pequeno. Naquelas que tiveram paralisação parcial vai ser feita uma compensação", disse Anastasia.
O governador disse ainda que a Secretaria de Educação vai fiscalizar o cumprimento da reposição das aulas de maneira "muito firme". Ele ainda disse que o pagamento da reposição para os professores só se dará após a finalização das aulas no mês.
Segundo Anastasia, dois diretores e 30 vice-diretores foram demitidos por participação na greve. "Exoneração dos grevistas não houve. O que nós tivemos foi a exoneração de cargos de confiança, que não são efetivos", afirmou.

Os professores estaduais anunciaram a retomada das aulas na quinta-feira, após 112 dias de paralisação. A decisão foi tomada durante votação em frente à Assembleia Legislativa e pôs fim à greve de fome de dois professores, ao acampamento de cerca de 300 educadores em frente à casa legislativa e ao protesto de 38 professores que se mantinham acorrentados.
Os professores pediam o cumprimento da Lei Nacional do Piso, que determina o pagamento de R$ 1.187 de vencimento básico. O acordo foi discutido em reunião com deputados, representantes do governo e do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação em Minas Gerais (Sind-Ute). Em seguida, a proposta foi colocada em votação. Em 8 de outubro, o comando de greve se reúne novamente para fazer uma avaliação das propostas negociadas.

Terra

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Em greve há 100 dias, professores decidem pela manutenção do movimento

Professores da rede estadual decidem manter a greve, que já dura exatos 100 dias. Após a realização de mais uma assembleia da categoria, nesta quinta-feira (15), os grevistas optaram por não voltar às salas de aulas enquanto o Governo não apresentar uma proposta que atenda às reivindicações da categoria. Os educadores fizeram uma votação simbólica, ainda em plenário, para encerrar mais um encontro.

De acordo com o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE), os professores seguem em passeata pelas ruas da capital em direção à Praça Sete. A BHTrans alerta aos motoristas que evitem passar pelas imediações e peguem rotas alternativas. Funcionários dos Correios, em greve desde a meia noite dessa quarta-feira (14), reforçam a manifestação.

Contratação

O Governo de Minas decidiu contratar professores substitutos para todas as séries do ensino básico. Serão 12 mil educadores para assumir as salas de aula de todas as séries dos ensinos fundamental (1º ao 9º ano) e médio. Até o momento, 2.404 temporários haviam sido chamados apenas para as turmas do 3º ano do ensino médio.

O Sind-UTE entrou com um mandado de segurança, no último dia 16 de agosto, para impedir a designação dos substitutos com a alegação de que os profissionais contratados não eram habilitados para dar aulas. A Justiça não aceitou o pedido e a entidade entrou com recurso.

Os educadores querem que o plano de carreira seja considerado. Segundo eles, o valor de R$ 712,00 está sendo oferecido pelo governo para todos os profissionais, mas só seria justo para professores com ensino médio que cumpre carga horária de 24 horas. A categoria pede que o salário seja proporcional à formação e ao tempo de carreira.

Reposição

Caso a reposição comece na próxima segunda-feira, as aulas vão seguir até o dia 24 de fevereiro de 2012. Com isso, as férias escolares de 2011 teriam início em 27 de fevereiro com término em 11 de março. Já o ano letivo de 2012 teria início em 12 de março e seria concluído em janeiro de 2013.

Subsídio

O projeto de lei 2.355/11 que institui o subsídio, modelo de remuneração que incorpora os benefícios da categoria ao salário, foi aprovado na segunda comissão da Assembleia Legislativa (ALMG). O projeto já recebeu parecer favorável das comissões de Administração Pública e Constituição e Justiça. Ele foi apreciado pela Comissão de Fiscalização Financeira, a última antes do plenário. A proposta deverá seguir para votação na próxima semana.
 
MÁBILA SOARES

OTEMPOonline