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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Das capitanias hereditárias aos porões de alguns empreiteiros

Nasce na colônia, por determinação do Rei de Portugal D. João III, segue no Império com outra roupagem, sobrevive na Primeira República e aprimora-se nos dias atuais. As capitanias hereditárias e seus capitães-donatários são marca indelével do Brasil de todos os tempos. E em todas as suas formas com um objetivo comum entre si: a pilhagem do bem público.
As semelhanças entre ontem e hoje são inúmeras. Em outro sistema, os das sesmarias, pagava-se um dízimo à Coroa. Agora, o dinheiro enche os bolsos dos políticos, de quase todos os partidos que compõem e representam o Estado Brasileiro.
Fala-se em 70 parlamentares. Supera-se a história de Ali Babá. Nela eram só 40 ladrões. Continue lendo no Jornal do Brasil

sábado, 11 de janeiro de 2014

História do Brasil - Abolição da Escravidão

Clique e assista no youtube, no Café História

Sidney Chalhoub historiador e professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp.

Nesta entrevista, ele fala sobre a escravidão no Brasil, na segunda metade do século XIX.


Sidney explica, com ricos exemplos, como era a vida dos escravos africanos no Brasil. Fala que algumas décadas antes da abolição da escravatura, em 1888, quase metade da população africana no país já estava livre ou liberta. Libertos eram ex-escravos que tinham conseguido sua carta de alforria. Livres eram os filhos de escravas (ventre) libertas.Sidney fala também sobre a situação em que estava essa massa de cidadãos após a liberdade, com poucos, ou nenhum, direito político, pouca renda, etc...Sidney também entra na questão da educação dos escravos e libertos e mostra que não havia interesse do Brasil em alfabetizar essas pessoas.