A equipe da TV Correio, filial da Rede Record na Paraíba, flagrou a frieza de uma tentativa de homicídio. O crime aconteceu no bairro Jardim Veneza, em João Pessoa. Por volta das 01h30 da madrugada deste domingo (18), o repórter Josenildo Gonçalves, foi acionado para registrar uma tentativa de homicídio. Rodrigo Ferreira da Silva estava agonizando em busca de socorro. Ele apresentava marcas de perfurações causadas por arma de fogo. No momento em que o repórter narrava o sofrimento do jovem, um homem de boné se aproximou da vítima e efetuou um tiro na cabeça de Rodrigo Ferreira. Na primeira vez, o revólver falhou, mas na segunda tentativa, o disparo foi efetuado. O Samu foi acionado e fez o socorro da vítima para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. De acordo com a unidade hospitalar, o rapaz passa bem e não corre risco de morte.
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terça-feira, 27 de março de 2012
domingo, 18 de março de 2012
Bombeiro suspeito de tráfico de drogas é preso em Uberaba, MG
No fim da manhã desta sexta-feira (16), um cabo do Corpo de Bombeiros de Uberaba foi preso suspeito de tráfico de drogas. Segundo a Polícia Civil, ele ainda é suspeito de envolvimento no assassinato de um sargento da mesma corporação, em abril do ano passado.
Após cumprir mandado de busca e apreensão, a polícia encontrou na casa do bombeiro sete tabletes de maconha e outros objetos considerados de origem duvidosa pela polícia. Segundo informações da Polícia Civil, o cabo do Corpo de Bombeiros transportava drogas para o Bairro de Ponte Alta, na zona rural da cidade.
O delegado Edson Morais disse que as investigações continuam e que também será apurado o envolvimento do bombeiro na morte de um sargento da mesma corporação. O crime aconteceu em abril do ano passado. Já o Corpo de Bombeiros de Uberaba informou que só se pronunciará depois que as investigações forem concluídas.
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terça-feira, 6 de março de 2012
Policiais militares são suspeitos de matar jovem em Minas Gerais e 11 são presos
Onze policiais militares suspeitos de envolvimento na morte do jovem Robson Vicente Souza Silva, 19, na cidade mineira de Ituiutaba foram presos na tarde de domingo (4). O crime aconteceu na madrugada de ontem e teria sido cometido por dois soldados. A Corregedoria da Polícia Militar investiga se a ordem para matar o jovem partiu de um tenente da corporação. Os outros oito policiais apontados pelo homicídio são suspeitos de coautoria no crime, mas a polícia não especificou a participação de cada um.
Segundo testemunhas, os dois soldados estavam em uma moto e abordaram o jovem enquanto ele saía de casa com a mulher. Em seguida, o jovem teria sido jogado no chão pelos policiais, que ordenaram a saída da mulher de perto e atiraram várias vezes contra a vítima. Minutos depois, outros dois policiais que passavam em um carro oficial pelo local viram os dois homens fugindo na moto, desceram e atiraram três vezes contra os suspeitos.
Os soldados foram atingidos pelos disparos e caíram da moto. Os policiais que atiraram reconheceram, então, que os homens eram colegas da corporação. Os dois baleados foram internados em um hospital não informado e estão sob escolta da Polícia Militar.
Testemunhas afirmaram à polícia que o tenente acusado de ser o mandante do crime foi visto com a vítima minutos antes do assassinato. Conforme apurou o UOL, o tenente e outros policiais estariam recebendo ameaças de morte do jovem –mas não se sabe o teor dessas ameaças.
Em nota, a Polícia Militar informou que os militares encontram-se à disposição da Justiça Militar de Minas Gerais para adoção das providências cabíveis. A Polícia Civil ainda não foi acionada para investigar o caso.
Renata Tavares
Do UOL, em Uberlândia (MG)
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
PM acusado de matar jovem é condenado em Campos Altos, MG
Um policial militar acusado de matar um jovem em Campos Altos, na região do Alto Paranaíba, foi julgado nesta terça-feira (28). Dienes Flávio da Mota foi condenado a oito anos e três meses de prisão e a perda do cargo público. De acordo com o escrivão do fórum de Campos Altos, tanto a defesa quanto a acusação informaram que vão recorrer da decisão.
O caso aconteceu em junho de 2010. O jovem de 21 anos foi morto dentro de casa. Segundo a família, o fato aconteceu depois que o jovem e alguns amigos foram barrados por um segurança numa festa junina em frente a casa em que ele morava. Houve tumulto e a polícia foi chamada.
O policial militar estava em prisão administrativa no Quartel da cidade desde junho de 2010, quando aconteceu o caso. Nos autos do processo consta que o tiro foi acidental e que a vítima teria resistido à prisão e segurado no cano da arma que disparou.De acordo com os parentes, na época três militares foram até a residência e um deles atirou na cabeça do jovem com uma bala de borracha. Quatro pessoas estavam no local na hora do disparo, entre elas, a namorada da vítima, que tem um filho com ele. O bebê estava com dois meses.
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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Militar é preso suspeito de matar sargento reformado em Contagem
Um soldado da Polícia Militar de 39 anos foi preso nesta sexta-feira (10) em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com a Polícia Civil, ele é suspeito de matar um sargento reformado de 73 anos.
O crime ocorreu em novembro do ano passado, durante uma briga de trânsito. O soldado dirigia um Gol pela avenida Severino Ballesteros, no bairro Jardim Laguna, quando foi atingido na traseira por um Vectra, conduzido pelo policial reformado.
Após o acidente, o soldado desceu do carro com um porrete e agrediu o idoso. A arma caiu no chão e, em seguida, o policial deu sete tiros com uma pistola calibre 380. A vítima morreu no local.
A polícia conseguiu encontrar o militar por meio de denúncias anônimas e informações de testemunhas. Nesta manhã, agentes da Polícia Civil, juntamente com uma equipe da Corregedoria da Polícia Militar, foram até a sede do batalhão e prenderam o soldado. Ele estava afastado e cumpria apenas serviços administrativos. Continue lendo no Blog da Renata:>>>>>>>>>
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sábado, 17 de dezembro de 2011
Policiais militares são suspeitos de envolvimento na morte de casal
Corpos de advogada e um homem foram encontrados dentro de uma casa no distrito de Ouro Preto
Um capitão e um sargento da Polícia Militar (PM) estão detidos suspeitos de envolvimento na morte de um casal em Cachoeira do Campo, distrito de Ouro Preto, na Região Central do estado. De acordo com a Polícia Civil, outros dois homens citados no vídeo, moradores de Ouro Preto e Belo Horizonte, também foram detidos e encaminhados a Ouro Preto.
Segundo o assessor de comunicação da PM, tenente-coronel Alberto Luiz Alves, os corpos de uma advogada e de um homem foram encontrados dentro de casa. “A PM foi acionada e tomou as providências necessárias. Surgiu um vídeo no dia seguinte, onde a advogada relatava que se alguma coisa acontecesse, quatro ou mais pessoas estariam envolvidas. O Ministério Público teve acesso a esse relato, onde um capitão e um sargento que atuavam em Ouro Preto são citados”, explica o militar.Continue lendo no Estado de Minas:>>>>>>>>
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Cresce nº de morte em confronto envolvendo homens da Rota em SP
SÃO PAULO - Os casos de resistência seguida de morte envolvendo homens das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) aumentaram no primeiro semestre deste ano na capital e Grande São Paulo. Dados da Ouvidoria da Polícia mostram que foram 40 ocorrências até junho deste ano, contra 36 em igual período de 2010. Em 2009 foram 21. Considerando todas as unidades da Polícia Militar, o número de casos caiu. Com isso, porcentualmente, a participação dos homens da Rota nas mortes em confronto subiu de 16,9% do total de casos em 2010 para 21,1% este ano. Em 2009 era de 10,4%.
Para o ouvidor Luiz Gonzaga Dantas, que considera o número preocupante, a Rota precisa adotar um caráter mais civil e respeitar os direitos humanos. Gonzaga diz que está trabalhando para trazer transparência para as ocorrências de resistência.
Segundo ele, informações que chegam para a Ouvidoria nem sempre indicam confronto. Por essa razão, ele defende que, em vez de "resistência", os boletins de ocorrência registrem as mortes como homicídio. Se for comprovado que não houve excesso, é possível pedir arquivamento do processo.
O ouvidor também defende que o socorro do suspeito seja feito pelo Samu e não pela equipe envolvida. "Isso fará o Estado ter mais transparência e os policiais serão ouvidos no local da ocorrência", explica. Outro fator, segundo ele, é que isso evitaria que os policiais façam as chamadas "voltinhas" com o baleado até a chegada ao hospital, como relatam algumas testemunhas de casos.
Seis mortes. Em apenas uma das ações da tropa de elite da PM, seis suspeitos foram mortos, acusados de terem atirado contra a equipe durante um roubo a caixa eletrônico em Parada de Taipas, zona norte. O crime foi em 5 de agosto. Em um caso mais recente, em 27 de setembro, o autônomo Paulo Oliveira de Jesus, de 26 anos, foi morto pela Rota em Osasco. A família dele nega que ele fosse criminoso. A versão dos PMs é que ele era ladrão de cargas e reagiu a tiros.
"Foi execução. Meu irmão ficou de joelhos, sem camisa, gritando que era inocente", diz uma das irmãs, que pede para não ter o nome divulgado. Jesus não tinha passagem pela polícia e deixou uma filha de 6 anos.
Rildo Marques de Oliveira, da coordenação do Movimento Nacional de Direitos Humanos e membro do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe) afirma que, embora o comando da PM tenha feito esforços, na prática se percebe que a questão da letalidade fugiu ao controle da corporação. "Estamos vendo que nos confrontos estão acontecendo execuções", disse. "O que percebemos é que a Rota continua instituindo a pena de morte como Justiça deixando de oprimir de fato o crime."
Desde abril, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga casos de resistência seguida de morte. A medida foi adotada após a morte de um homem, em um cemitério de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo. Uma mulher narrou em tempo real para o telefone 190 o crime, atribuído a dois PMs.
A Secretaria da Segurança Pública informou que até ontem, 207 casos envolvendo policiais civis, militares e guardas civis estão sendo averiguados pelo DHPP. Em nota, a PM informou que todos os policiais militares são treinados e condicionados a respeitar integralmente os direitos fundamentais do cidadão, sendo a opção pelo confronto feita pelo infrator.
Camilla Haddad - Jornal da Tarde
estadao.com.br
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Foragido desde 2006, bombeiro condenado por homicídio é suspeito de tentar matar testemunha que depôs contra ele
Foragido desde 19 de agosto de 2006, quando fugiu do Grupamento Especial Prisional (GEP) do Corpo de Bombeiros depois de ter sido condenado a 19 anos de prisão por um assassinato, o cabo bombeiro Sidney Jorge Belchior da Silva, o Sid Boi, de 46 anos, é suspeito de tentar matar, em junho deste ano, uma testemunha que depôs contra ele na Justiça. Atualmente há pelo menos dois mandados de prisão contra o militar.
A testemunha foi baleada em 25 de junho, na Cidade de Deus, mas sobreviveu. Pessoas que presenciaram o crime disseram na 32ª DP (Taquara) que o autor dos disparos foi Sid Boi. Após o crime, o bombeiro escapou mais uma vez, sem deixar pistas. Amedrontada, a testemunha se mudou da Cidade de Deus com sua família, após ter alta hospitalar.
Em 7 de agosto de 2006, Sid Boi foi condenado a 19 anos de prisão e a perda da função pública pelo assassinato do mototaxista Jumariê de Santana Mathias Belot. O crime ocorreu em 13 de dezembro de 2003, também na Cidade de Deus. A vítima, então com 27 anos, foi morta com 20 tiros.
O bombeiro Sidney Jorge Belchior da Silva, o Sid Boi, está foragido desde 2006 Foto: Divulgação
Na noite em que foi condenado, após deixar o 2º Tribunal do Júri, Sid Boi foi levado para o GEP, em Benfica. O cabo, entretanto, escapou da unidade 12 dias depois.
Na ocasião, Sid Boi estava no pátio, recebendo a visita da mulher. Às 17h, término da visitação, ele pediu autorização ao sentinela para beijar a mulher, que já estava próximo à entrada do quartel. O cabo passou pelo portão e pulou o muro, com dois metros de altura. Do lado de fora, um homem de moto esperava.
A mãe de Jumariê, Fátima Vacol, de 54 anos, diz que há um mês recebeu três ligações em que um homem dizia que ela ia morrer.
— Se ele (Sidney) já matou meu filho e tentou matar uma testemunha, a próxima da lista sou eu, já que também depus contra ele na Justiça. Preciso de proteção do Estado.
O EXTRA deixou recado na caixa postal do advogado de Sidney, mas ele não retornou até o fechamento desta edição. O Corpo de Bombeiros informou que o Sidney é considerado desertor e que o GEP já realizou diversas operações para recapturá-lo.
extra.globo.com
domingo, 21 de agosto de 2011
Polícia do Rio mata três vezes mais que a de São Paulo
Violência dos confrontos com a polícia voltou ao debate após o assassinato da juíza
A polícia do Rio de Janeiro matou quase três vezes mais que a de São Paulo nos primeiros seis meses deste ano, segundo levantamento desses Estados dos chamados autos de resistência - quando há morte em confronto e o policial alega legítima defesa.
Para cada 100 mil habitantes do Estado do Rio, ao menos duas pessoas (2,3) morreram em confronto com as Polícias Militar e Civil. Em São Paulo, a taxa de auto de resistência registrada é de 0,61 para cada 100 mil. Para o cálculo, o R7 considerou os 374 casos ocorridos no Rio no semestre contra os 252 de São Paulo, Estado que tem quase o triplo de habitantes da população fluminense. Os dados são do Instituto de Segurança Pública do Rio (ISP) e da Secretaria de Segurança de São Paulo.
A violência dos confrontos entre policiais e suspeitos voltou ao debate após o assassinato da juíza Patrícia Acioli no último dia 12, conhecida como linha-dura por combater policiais que forjam autos de resistência em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio. De acordo com o Tribunal de Justiça, dos 1.305 processos em andamento da Vara Criminal do município, 50 envolvem autos de resistência.
De janeiro a junho deste ano, o ISP registrou 13 “resistências com morte do opositor” em São Gonçalo. À primeira vista, o número pode não parecer expressivo, mas, considerando a população do município, a taxa é de 1,3 mortes em confronto policial para cada 100 mil habitantes - maior do que na cidade de São Paulo, onde o índice é de 1,18.
No mesmo período, o número de autos de resistência na capital fluminense foi 27% maior do que na paulista - 184 casos na cidade do Rio (6 milhões de habitantes) contra 133 em São Paulo (11 milhões de habitantes).
Caso um confronto policial termine em morte em São Paulo, o auto de resistência é investigado pela Corregedoria da PM, pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e um Inquérito Policial Militar é instaurado. Ocorrências que resultam em morte são debatidas em reunião semanal do coronel superior com o comandante do batalhão, segundo a PM.
No Rio, a Secretaria de Segurança Pública explica que as investigações dos autos de resistências dependem de cada caso. Primeiramente, o auto é relatado para o comandante do batalhão (se envolver um PM) ou para o delegado (se for um policial civil). Depois, a Corregedoria ou a Polícia Civil podem ser envolvidas, se necessário.
No caso do menino Juan Moraes, de 11 anos, que morreu em uma operação policial na comunidade de Danom, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, diversas instâncias participam da investigação do crime. Quatro PMs suspeitos de envolvimento no crime - os policiais alegam que, na ocasião, entraram em confronto com traficante - tiveram a prisão temporária prorrogada pela Justiça. A polícia diz que Juan foi morto pelos policiais.
A partir desse caso, a chefe de Polícia Civil do Rio, delegada Martha Rocha, determinou que as mortes em confrontos com as forças policiais do Estado passassem a ser investigadas com maior rigor.
O auto de resistência pode encobrir um homicídio, segundo Ivan Vieira, presidente da Comissão de Segurança Pública da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ). "Um fato importante nessa política criminal de auto de resistência é a facilidade de encobrir homicídios, desfazendo o local de crime a pretexto de socorrer as vítimas. Recebemos casos de suspeitos que foram levados com dez tiros na cabeça e já com massa encefálica exposta para os hospitais, tendo como único propósito dificultar a perícia".
O R7 procurou desde terça-feira (16) a Corregedoria e a assessoria da Polícia Militar para debater com a corporação a alta incidência dos autos de resistência, mas até a conclusão desta reportagem não obtivera retorno.
Outros Estados
Em Santa Catarina, a taxa de mortes em confronto com a polícia é de 0,49 por 100 mil habitantes. Foram registrados 31 mortos em confronto nos primeiros seis meses deste ano. Pernambuco teve 16 mortes, chegando à taxa de 0,61 por 100 mil habitantes.
Roraima não registrou nenhuma morte cometida por policiais em 2010 (dado mais recente), assim como o Distrito Federal, no primeiro semestre.
Os Estados do Acre, Bahia, Espírito Santo e Paraná informaram que não possuem estatísticas sobre o assunto. As demais unidades federativas não deram retorno.
Do R7/blog da Renata
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terça-feira, 16 de agosto de 2011
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