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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Execução com Tiro na cabeça na Baixada Fluminense - RJ (no país da Copa..."welcome")


Um vídeo que circula pelas redes sociais mostra a execução de um homem à luz do dia, com três disparos, na Estrada Plínio Casado, em Belford Roxo uma das mais movimentadas da cidade. Segundo os relatos de testemunhas à 54ª DP (Belford Roxo), a vítima seria um ladrão e estava atacando comerciantes e pedestres.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Policial e vizinho são mortos a tiros em bar da região norte de BH


Um policial militar e um vizinho foram assassinados no bairro Tupi, região norte de Belo Horizonte. O cabo Rogério Aparecido Pereira de Moraes, de 39 anos, e Renato Éder da Mata Costa, de 32, foram baleados dentro de um bar da rua Eutália Engrácia de Almeida.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Minas contabiliza média de 11 assassinatos por dia


assassinato em santa luziaMinas Gerais registrou até setembro deste ano 3.005 vítimas de assassinatos, sendo que 310 foram contabilizadas somente nos últimos 30 dias de setembro. Esse número representa média de 11 homicídios por dia no Estado. Em 2013, Belo Horizonte somou 505 óbitos referentes a assassinatos, sendo que 55 ocorreram em setembro. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (3) pela Secretaria de Estado da Defesa Social (Seds).

O balanço aponta que em 2013 foram registrados 63.595 ocorrências relativas a homicídios, tentativas de assassinato, roubos, sequestros, extorsão, estupros e tentativas de estupros, classificados como crimes violentos pela Seds. Desses, 7.017 ocorreram em setembro. O índice é superior se comparado com o mesmo mês de 2012, quanto tiveram 5.622 ocorrências. Na capital mineira, conforme o órgão, foram contabilizados 2.461 crimes violentos em setembro, ante 1.885 registrados no mesmo período do ano passado.
A Seds revelou também as ocorrências relativas aos crimes cometidos contra o patrimônio, que incluem as ocorrências de roubo e extorsão mediante sequestro. No Estado foram registrados 6.127 ocorrências em setembro deste ano, contra 4.635 contabilizados no mesmo período do ano passado. A capital teve 2.323 ocorrências em setembro de 2013, contra 1.721 no mesmo mês de 2012.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

CCJ aprova regras para investigar mortes causadas por policiais


Pela proposta, sempre que a ação do agente resulte em lesão corporal ou falecimento, o delegado deverá instaurar imediatamente inquérito para apurar o fato. No caso de “morte violenta”, o exame de corpo de delito será obrigatório. Texto seguirá para o Plenário.
Dep. João Paulo Lima (PT-PE)
João Paulo Lima: hoje, quando a vítima é pobre, o inquérito não é instaurado.
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou, nesta terça-feira (7), o Projeto de Lei4471/12, que cria regras para a apuração de mortes e lesões corporais decorrentes das ações de agentes do Estado, como policiais. Pela proposta, esses casos deverão ter rito de investigação semelhante ao previsto para os crimes praticados por cidadãos comuns.
O projeto – apresentado pelos deputados Paulo Teixeira (PT-SP), Fabio Trad (PMDB-MS), Delegado Protógenes (PCdoB-SP) e Miro Teixeira (PDT-RJ) – recebeu parecer pela aprovação do relator, deputado João Paulo Lima (PT-PE). A matéria ainda será analisada pelo Plenário.
A proposta foi considerada prioritária pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, emcomissão geral sobre segurança pública realizada pela Câmara em 19 de março.
O projeto altera o Código de Processo Penal (Decreto-Lei 3.689/41), que autoriza os agentes públicos e seus auxiliares a utilizarem os meios necessários para atuar contra o suspeito que resista à prisão. O código atual não prevê, porém, regras para a investigação no caso de o uso de força policial resultar em morte ou lesão corporal.
Em seu parecer, João Paulo Lima acatou emendas aprovadas anteriormente pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e aceitou ainda emendas apresentadas à CCJ pelo deputado Vieira da Cunha (PDT-RS).
“O projeto prevê que, em caso de ações policiais com agressões e mortes, seja instaurado inquérito com acompanhamento do Ministério Público. Normalmente, quando a vítima é a população mais pobre, não é aberto inquérito, nem são apuradas as condições em que o cidadão foi assassinado”, observou João Paulo Lima.
Inquérito imediato
Pela proposta, sempre que a ação resulte em lesão corporal ou morte, o delegado deverá instaurar imediatamente inquérito para apurar o fato. Uma das emendas permite que o delegado deixe de prender o indivíduo que resistiu à prisão em flagrante e foi vítima de lesão por parte do policial, se entender a medida necessária à formação de provas e à obtenção de informações. O Ministério Público, a Defensoria Pública e a Ouvidoria, onde houver, deverão ser comunicados imediatamente da instauração do processo.

Assim como é previsto para os crimes comuns, na investigação dos incidentes decorrentes da chamada “resistência seguida de morte ou lesão corporal” deverão ser recolhidos todos os objetos envolvidos no evento. Em caso de morte, as autoridades devem requisitar também o exame pericial do local. De acordo com outra emenda, o delegado poderá ainda requisitar registros de comunicação e movimentação das viaturas envolvidas na ocorrência.
Corpo de delito e fotos
A proposta determina ainda que seja realizado exame de corpo de delito em todos os casos de morte violenta envolvendo agentes do Estado. Atualmente, pelo Código de Processo Penal, esse exame é opcional em todos os casos. O laudo da apuração deverá ser entregue à autoridade requisitante e à família da vítima em até dez dias. O texto também proíbe que qualquer pessoa estranha ao quadro de peritos e auxiliares acompanhe o exame, ressalvada a indicação de assistente técnico pelo ofendido ou seu representante legal ou a presença de algum familiar, conforme a redação aprovada na CCJ.

Além do exame de corpo de delito, o projeto exige a documentação fotográfica dos cadáveres “na posição em que forem encontrados”, bem como das lesões externas e de vestígios deixados no local. Os peritos deverão também juntar esquemas e desenhos da ocorrência. Hoje, essa documentação não é obrigatória.
Repórter - Noéli Nobre
Edição - Marcelo Oliveira

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Delegado é suspeito de tentar matar namorada de 17 anos


O delegado Geraldo de Toledo da Divisão de Orientação e Proteção à Criança e do Adolescente (Dopcad), é suspeito de um crime contra a namorada, uma jovem de 17 anos, que está internada em estado grave no Hospital João XXIII em Belo Horizonte. A adolescente deu entrada no Pronto Socorro de Ouro Preto, na Região Central de Minas Gerais, com um tiro na cabeça e foi transferida para a capital, onde permanece no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) respirando com ajuda de aparelhos.


No fim da noite de domingo, a Polícia Militar (PM) recebeu a denúncia de um casal brigando na estrada que liga Ouro Preto ao distrito de Lavras Novas. Quando chegaram ao local, os policiais não encontraram o casal, mas em pouco tempo receberam a informação de que a jovem A.L havia dado entrada na pronto atendimento da cidade com ferimento de disparo de arma de fogo. 



Um homem, que não se identificou, deixou a jovem na unidade dizendo que ela tentou suicídio. Logo depois, ele foi embora sem deixar contatos. A polícia começou a buscar esse homem e conseguiu, por meio de filmagens de câmeras de um posto de gasolina, identificar o delegado Geraldo de Toledo. Ele estava na companhia da adolescente, mas ainda será apurado o envolvimento dele nesse ferimento da jovem. 



O delegado Valfrido de Sá Filho abriu inquérito imediatamente para apurar o caso. Ele informou que está aguardando um contato do delegado Toledo para ouvir a versão dele. Em nota, a Polícia Civil informou que a Corregedoria-Geral designou a delegada corregedora Agueda Bueno para apurar as circunstâncias do caso que envolve do delegado Geraldo Toledo e a menor. A delegada já está em Ouro Preto. A perícia criminal já efetuou exame residual na menor para confirmar se foi ela quem disparou a arma, para verificar a versão de tentativa de suicídio. 


Delegado será investigado por suspeita de crime contra a adolescente A.L, 17 anos  (Marcos Vieira/EM/D.A Press)
Delegado será investigado por suspeita de crime contra a adolescente A.L, 17 anos


Antecedente criminal 



Em 2011, o delegado Geraldo Toledo, ficou detido uma semana detido na Corregedoria de Polícia Civil, em Belo Horizonte. Toledo já foi delegado de trânsito em Betim e foi preso por suspeitas de envolvimento em uma quadrilha nacional de roubo de caminhões e falsificação de documentos. Ele foi libertado, mas continuou respondendo em liberdade pelo crime. A quadrilha teria movimentado cerca de R$ 2 bilhões no país em esquemas ilegais nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro.



quarta-feira, 20 de março de 2013

Manifestantes invadem Secretaria de Segurança Pública de São Paulo



Cerca de 150 manifestantes ligados a diversos movimentos sociais invadiram na noite de terça-feira (19) a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP). A razão foi a ausência do secretário Fernando Grela Vieira a uma audiência pública no Salão Nobre do Campus de Direito da USP, no Largo São Francisco, centro de São Paulo.

De acordo com os organizadores, a presença do secretário vinha sendo negociada há quatro meses. A advogada do Centro de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente, Tatiane Cardoso, afirma que, uma semana antes do evento, o secretario avisou que só permaneceria uma hora no encontro. “Mas nem esse compromisso ele cumpriu”, afirmou.
De acordo com a secretaria, o comunicado dizia formalmente que o secretario não apareceria e que, em seu lugar, seu assessor, o promotor de Justiça Eduardo Dias, o representaria. “O movimento não permitiu que o assessor se manifestasse na audiência, o que é lamentável”, afirma a assessoria da imprensa da pasta.
Invasão
Insatisfeito, o grupo empunhou faixas e fotos de adolescentes mortos pela polícia e, com palavras de ordem, se dirigiu ao prédio da secretaria, a 50 metros da Faculdade de Direito. Os  manifestantes, que deveriam permanecer fora do prédio, decidiram de última hora impedir o fechamento da portaria do edifício e ocupar o hall de entrada.
Diante de policiais e funcionários da secretaria, os manifestantes “exigiram”, por cerca de meia hora, a presença do secretário, o que não ocorreu.
“O secretario esteve em uma reunião com os comandos das policias do interior do Estado discutindo programas de metas e indicadores criminais”, afirma a secretaria. “Diante da manifestação, o secretário enviou um emissário para chamar os líderes do movimento para uma conversa em seu gabinete, mas, quando o funcionário chegou, a manifestação já havia terminado.”
Wanderley Preite Sobrinho - iG São Paulo

quarta-feira, 13 de março de 2013

Policiais Civis que mataram Sargento do GATE são denunciados



O deputado Sargento Rodrigues informou, durante a reunião da Comissão de Direitos Humanos desta quarta-feira, 13/02, que o inquérito policial instaurado pela polícia civil para apurar as circunstâncias da morte do ex-sargento do Gate, Rafael Augusto Reis de Rezende, em janeiro do ano passado, já foi concluído e remetido à Justiça Pública em setembro de 2012.


A resposta foi encaminhada ao deputado pelo chefe do Departamento de Investigação de Homicídio e Proteção à Pessoa, Wagner Pinto de Souza.


Rodrigues lembrou a barbaridade cometida pelos policias civis denunciada na Comissão de Direitos Humanos. Segundo ele, David Thiago dos Santos e Allan Cézar Ribeiro só foram indiciados devido ao acompanhamento firme da Comissão, que esteve a todo momento cobrando a Polícia Civil para que o caso não ficasse impune.

Afirmou, também, ser uma vitória da Comissão mesmo percebendo, a princípio, uma enorme dificuldade em obter informações sobre o andamento do inquérito. Pois neste caso, os policiais envolvidos na apuração se fecharam.

O Sargento do Gate, Rafael Augusto Reis de Rezende, 23, foi executado no dia 15 de janeiro de 2012, ao sair de uma festa realizada em um clube de Esmeraldas por quatro policiais civis depois de uma discussão. O policial militar que estava de folga foi atingido por sete tiros.

Fonte: facebook.com/dep. sgt rodrigues




segunda-feira, 20 de agosto de 2012

PM mata PM, prevalecendo a versão do policial criminoso? Assista o vídeo

 Nova prova pode mudar investigação sobre mortes de PMs


ANDRÉ CARAMANTE DE SÃO PAULO
A investigação sobre um tiroteio no começo de julho que terminou com a morte de dois PMs e a prisão de outro ganhou um novo capítulo.

Um vídeo com imagens da rodovia onde ocorreu o crime –obtido pela Folha e em poder da Corregedoria da PM– e o depoimento do policial preso levantaram a suspeita de que os policiais militares que prenderam e acusaram outros colegas de extorsão  eram justamente os que estavam extorquindo.

E mais: que um dos PMs foi morto quando estava no chão, já rendido pelos outros.

Na versão apresentada em 3 de julho pela corregedoria, a morte dos soldados ocorreu durante o tiroteio.

Um grupo de policiais da Força Tática do 29º Batalhão, em São Miguel Paulista (zona leste de SP), trocou tiros com dois PMs da Rocam (ronda com motos) do 44º Batalhão, em Guarulhos (Grande SP). O saldo foi as mortes dos policiais Gilmar Matias dos Santos, da Rocam, e William Ruiz, da Força Tática.

O tiroteio, ainda segundo a corregedoria, foi motivado porque os PMs da Força Tática queriam impedir que os dois policiais da Rocam, vestidos à paisana, extorquissem R$ 1.000 de Gerson Freire de Oliveira e Ricardo Mariano Miranda, suspeitos de portar cinco pinos de cocaína e de traficar drogas em Guarulhos.
O tiroteio foi próximo ao km 25 da rodovia Ayrton Senna, em Guarulhos, na madrugada de 3 de julho.

O PM Anderson Roberto dos Santos, da Rocam e parceiro de Gilmar dos Santos, está preso acusado pela Corregedoria da PM de tentativa de extorsão e do homicídio contra um militar (Ruiz).

CLARÃO
No vídeo obtido pela Folha, a versão inicial para as duas mortes é colocada em dúvida porque é possível detectar dois clarões, provavelmente decorrentes de dois tiros, e que aconteceram depois do tiroteio. Os clarões podem ser os tiros contra o PM da Rocam, já rendido pela Força Tática, no chão.

No vídeo também é possível ver que, após os clarões, um carro da PM se afasta e o corpo de Gilmar dos Santos está no chão, ao lado de Anderson dos Santos, que está sentado na calçada, algemado com as mãos para trás.

À Justiça Militar o PM Anderson dos Santos disse que os dois clarões são dos tiros contra seu amigo, já rendido pelos PMs da Força Tática. Hoje, o soldado Anderson será interrogado novamente.

Ele sustenta que ele e o amigo, Gilmar dos Santos, eram os PMs que tentavam prender os policiais do 29º Batalhão quando estes iam extorquir os dois civis, e que foi por isso que seu amigo atirou contra o soldado Ruiz, quando ele desceu do carro dos civis, também atirando.
Eduardo Anizelli – 3.jul.12/Folhapress
Carro no local onde houve confronto entre policiais militares em Guarulhos, na Grande São Paulo
Carro no local onde houve confronto entre policiais militares em Guarulhos, na Grande São Paulo
OUTRO LADO
Folha solicitou entrevistas com um representante da Secretaria da Segurança Pública, com o chefe da PM, coronel Roberval Ferreira França, com a Corregedoria da corporação e também com o DHPP (departamento de homicídios), da Polícia Civil, sobre as mortes dos dois PMs, mas ninguém falou. Continue lendo no blog FLIT PARALISANTE

quinta-feira, 26 de julho de 2012

500 taxistas tentam invadir delegacia no Amazonas

No total, membros de 27 cooperativas de táxi estiveram no local e interditaram a Avenida Duque do Caxias, no bairro Praça 14, Zona Sul de Manaus. De acordo com Nickson Lira, 26, que atua no ramo há três anos, todos os taxistas foram avisados sobre a prisão do suspeito através de rádio. Ele afirmou que a categoria acredita que o preso seja autor de outros três homicídios, além do realizado nesta quarta. "Queremos nos certificar de que ele mesmo que foi preso, ver se é quem nós imaginamos, e queremos ter certeza de que ele não vai sair da prisão. Precisamos de segurança", disse. Continue lendo no G1

terça-feira, 27 de março de 2012

A Verdadeira Segurança do Brasil para a Copa do Mundo 2014

A equipe da TV Correio, filial da Rede Record na Paraíba, flagrou a frieza de uma tentativa de homicídio. O crime aconteceu no bairro Jardim Veneza, em João Pessoa. Por volta das 01h30 da madrugada deste domingo (18), o repórter Josenildo Gonçalves, foi acionado para registrar uma tentativa de homicídio. Rodrigo Ferreira da Silva estava agonizando em busca de socorro. Ele apresentava marcas de perfurações causadas por arma de fogo. No momento em que o repórter narrava o sofrimento do jovem, um homem de boné se aproximou da vítima e efetuou um tiro na cabeça de Rodrigo Ferreira. Na primeira vez, o revólver falhou, mas na segunda tentativa, o disparo foi efetuado. O Samu foi acionado e fez o socorro da vítima para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. De acordo com a unidade hospitalar, o rapaz passa bem e não corre risco de morte.

Fonte: Blog SOS MILITARES

domingo, 18 de março de 2012

Bombeiro suspeito de tráfico de drogas é preso em Uberaba, MG

No fim da manhã desta sexta-feira (16), um cabo do Corpo de Bombeiros de Uberaba foi preso suspeito de tráfico de drogas. Segundo a Polícia Civil, ele ainda é suspeito de envolvimento no assassinato de um sargento da mesma corporação, em abril do ano passado.
Após cumprir mandado de busca e apreensão, a polícia encontrou na casa do bombeiro sete tabletes de maconha e outros objetos considerados de origem duvidosa pela polícia. Segundo informações da Polícia Civil, o cabo do Corpo de Bombeiros transportava drogas para o Bairro de Ponte Alta, na zona rural da cidade.
O delegado Edson Morais disse que as investigações continuam e que também será apurado o envolvimento do bombeiro na morte de um sargento da mesma corporação. O crime aconteceu em abril do ano passado. Já o Corpo de Bombeiros de Uberaba informou que só se pronunciará depois que as investigações forem concluídas.

terça-feira, 6 de março de 2012

Policiais militares são suspeitos de matar jovem em Minas Gerais e 11 são presos

Onze policiais militares suspeitos de envolvimento na morte do jovem Robson Vicente Souza Silva, 19, na cidade mineira de Ituiutaba foram presos na tarde de domingo (4). O crime aconteceu na madrugada de ontem e teria sido cometido por dois soldados. A Corregedoria da Polícia Militar investiga se a ordem para matar o jovem partiu de um tenente da corporação. Os outros oito policiais apontados pelo homicídio são suspeitos de coautoria no crime, mas a polícia não especificou a participação de cada um.
Segundo testemunhas, os dois soldados estavam em uma moto e abordaram o jovem enquanto ele saía de casa com a mulher. Em seguida, o jovem teria sido jogado no chão pelos policiais, que ordenaram a saída da mulher de perto e atiraram várias vezes contra a vítima. Minutos depois, outros dois policiais que passavam em um carro oficial pelo local viram os dois homens fugindo na moto, desceram e atiraram três vezes contra os suspeitos.
Os soldados foram atingidos pelos disparos e caíram da moto. Os policiais que atiraram reconheceram, então, que os homens eram colegas da corporação. Os dois baleados foram internados em um hospital não informado e estão sob escolta da Polícia Militar.
Testemunhas afirmaram à polícia que o tenente acusado de ser o mandante do crime foi visto com a vítima minutos antes do assassinato. Conforme apurou o UOL, o tenente e outros policiais estariam recebendo ameaças de morte do jovem –mas não se sabe o teor dessas ameaças.  
Em nota, a Polícia Militar informou que os militares encontram-se à disposição da Justiça Militar de Minas Gerais para adoção das providências cabíveis. A Polícia Civil ainda não foi acionada para investigar o caso.
Renata Tavares
Do UOL, em Uberlândia (MG)

Blog da Renata

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

PM acusado de matar jovem é condenado em Campos Altos, MG

Um policial militar acusado de matar um jovem em Campos Altos, na região do Alto Paranaíba, foi julgado nesta terça-feira (28). Dienes Flávio da Mota foi condenado a oito anos e três meses de prisão e a perda do cargo público. De acordo com o escrivão do fórum de Campos Altos, tanto a defesa quanto a acusação informaram que vão recorrer da decisão.
O caso aconteceu em junho de 2010. O jovem de 21 anos foi morto dentro de casa. Segundo a família, o fato aconteceu depois que o jovem e alguns amigos foram barrados por um segurança numa festa junina em frente a casa em que ele morava. Houve tumulto e a polícia foi chamada.
O policial militar estava em prisão administrativa no Quartel da cidade desde junho de 2010, quando aconteceu o caso. Nos autos do processo consta que o tiro foi acidental e que a vítima teria resistido à prisão e segurado no cano da arma que disparou.De acordo com os parentes, na época três militares foram até a residência e um deles atirou na cabeça do jovem com uma bala de borracha. Quatro pessoas estavam no local na hora do disparo, entre elas, a namorada da vítima, que tem um filho com ele. O bebê estava com dois meses.
G1

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Militar é preso suspeito de matar sargento reformado em Contagem


Após o acidente, o soldado desceu do carro com um porrete e agrediu o idoso
Um soldado da Polícia Militar de 39 anos foi preso nesta sexta-feira (10) em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com a Polícia Civil, ele é suspeito de matar um sargento reformado de 73 anos.
O crime ocorreu em novembro do ano passado, durante uma briga de trânsito. O soldado dirigia um Gol pela avenida Severino Ballesteros, no bairro Jardim Laguna, quando foi atingido na traseira por um Vectra, conduzido pelo policial reformado.
Após o acidente, o soldado desceu do carro com um porrete e agrediu o idoso. A arma caiu no chão e, em seguida, o policial deu sete tiros com uma pistola calibre 380. A vítima morreu no local.
A polícia conseguiu encontrar o militar por meio de denúncias anônimas e informações de testemunhas. Nesta manhã, agentes da Polícia Civil, juntamente com uma equipe da Corregedoria da Polícia Militar, foram até a sede do batalhão e prenderam o soldado. Ele estava afastado e cumpria apenas serviços administrativos. Continue lendo no Blog da Renata:>>>>>>>>>

sábado, 17 de dezembro de 2011

Policiais militares são suspeitos de envolvimento na morte de casal

Corpos de advogada e um homem foram encontrados dentro de uma casa no distrito de Ouro Preto


Um capitão e um sargento da Polícia Militar (PM) estão detidos suspeitos de envolvimento na morte de um casal em Cachoeira do Campo, distrito de Ouro Preto, na Região Central do estado. De acordo com a Polícia Civil, outros dois homens citados no vídeo, moradores de Ouro Preto e Belo Horizonte, também foram detidos e encaminhados a Ouro Preto.

Segundo o assessor de comunicação da PM, tenente-coronel Alberto Luiz Alves, os corpos de uma advogada e de um homem foram encontrados dentro de casa. “A PM foi acionada e tomou as providências necessárias. Surgiu um vídeo no dia seguinte, onde a advogada relatava que se alguma coisa acontecesse, quatro ou mais pessoas estariam envolvidas. O Ministério Público teve acesso a esse relato, onde um capitão e um sargento que atuavam em Ouro Preto são citados”, explica o militar.Continue lendo no Estado de Minas:>>>>>>>>

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Cresce nº de morte em confronto envolvendo homens da Rota em SP

SÃO PAULO - Os casos de resistência seguida de morte envolvendo homens das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) aumentaram no primeiro semestre deste ano na capital e Grande São Paulo. Dados da Ouvidoria da Polícia mostram que foram 40 ocorrências até junho deste ano, contra 36 em igual período de 2010. Em 2009 foram 21. Considerando todas as unidades da Polícia Militar, o número de casos caiu. Com isso, porcentualmente, a participação dos homens da Rota nas mortes em confronto subiu de 16,9% do total de casos em 2010 para 21,1% este ano. Em 2009 era de 10,4%.

Para o ouvidor Luiz Gonzaga Dantas, que considera o número preocupante, a Rota precisa adotar um caráter mais civil e respeitar os direitos humanos. Gonzaga diz que está trabalhando para trazer transparência para as ocorrências de resistência.

Segundo ele, informações que chegam para a Ouvidoria nem sempre indicam confronto. Por essa razão, ele defende que, em vez de "resistência", os boletins de ocorrência registrem as mortes como homicídio. Se for comprovado que não houve excesso, é possível pedir arquivamento do processo.

O ouvidor também defende que o socorro do suspeito seja feito pelo Samu e não pela equipe envolvida. "Isso fará o Estado ter mais transparência e os policiais serão ouvidos no local da ocorrência", explica. Outro fator, segundo ele, é que isso evitaria que os policiais façam as chamadas "voltinhas" com o baleado até a chegada ao hospital, como relatam algumas testemunhas de casos.

Seis mortes. Em apenas uma das ações da tropa de elite da PM, seis suspeitos foram mortos, acusados de terem atirado contra a equipe durante um roubo a caixa eletrônico em Parada de Taipas, zona norte. O crime foi em 5 de agosto. Em um caso mais recente, em 27 de setembro, o autônomo Paulo Oliveira de Jesus, de 26 anos, foi morto pela Rota em Osasco. A família dele nega que ele fosse criminoso. A versão dos PMs é que ele era ladrão de cargas e reagiu a tiros.

"Foi execução. Meu irmão ficou de joelhos, sem camisa, gritando que era inocente", diz uma das irmãs, que pede para não ter o nome divulgado. Jesus não tinha passagem pela polícia e deixou uma filha de 6 anos.

Rildo Marques de Oliveira, da coordenação do Movimento Nacional de Direitos Humanos e membro do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe) afirma que, embora o comando da PM tenha feito esforços, na prática se percebe que a questão da letalidade fugiu ao controle da corporação. "Estamos vendo que nos confrontos estão acontecendo execuções", disse. "O que percebemos é que a Rota continua instituindo a pena de morte como Justiça deixando de oprimir de fato o crime."

Desde abril, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga casos de resistência seguida de morte. A medida foi adotada após a morte de um homem, em um cemitério de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo. Uma mulher narrou em tempo real para o telefone 190 o crime, atribuído a dois PMs.

A Secretaria da Segurança Pública informou que até ontem, 207 casos envolvendo policiais civis, militares e guardas civis estão sendo averiguados pelo DHPP. Em nota, a PM informou que todos os policiais militares são treinados e condicionados a respeitar integralmente os direitos fundamentais do cidadão, sendo a opção pelo confronto feita pelo infrator.
 
Camilla Haddad - Jornal da Tarde
estadao.com.br

Foragido desde 2006, bombeiro condenado por homicídio é suspeito de tentar matar testemunha que depôs contra ele

Foragido desde 19 de agosto de 2006, quando fugiu do Grupamento Especial Prisional (GEP) do Corpo de Bombeiros depois de ter sido condenado a 19 anos de prisão por um assassinato, o cabo bombeiro Sidney Jorge Belchior da Silva, o Sid Boi, de 46 anos, é suspeito de tentar matar, em junho deste ano, uma testemunha que depôs contra ele na Justiça. Atualmente há pelo menos dois mandados de prisão contra o militar.

A testemunha foi baleada em 25 de junho, na Cidade de Deus, mas sobreviveu. Pessoas que presenciaram o crime disseram na 32ª DP (Taquara) que o autor dos disparos foi Sid Boi. Após o crime, o bombeiro escapou mais uma vez, sem deixar pistas. Amedrontada, a testemunha se mudou da Cidade de Deus com sua família, após ter alta hospitalar.

Em 7 de agosto de 2006, Sid Boi foi condenado a 19 anos de prisão e a perda da função pública pelo assassinato do mototaxista Jumariê de Santana Mathias Belot. O crime ocorreu em 13 de dezembro de 2003, também na Cidade de Deus. A vítima, então com 27 anos, foi morta com 20 tiros.

O bombeiro Sidney Jorge Belchior da Silva, o Sid Boi, está foragido desde 2006 Foto: Divulgação

Na noite em que foi condenado, após deixar o 2º Tribunal do Júri, Sid Boi foi levado para o GEP, em Benfica. O cabo, entretanto, escapou da unidade 12 dias depois.

Na ocasião, Sid Boi estava no pátio, recebendo a visita da mulher. Às 17h, término da visitação, ele pediu autorização ao sentinela para beijar a mulher, que já estava próximo à entrada do quartel. O cabo passou pelo portão e pulou o muro, com dois metros de altura. Do lado de fora, um homem de moto esperava.

A mãe de Jumariê, Fátima Vacol, de 54 anos, diz que há um mês recebeu três ligações em que um homem dizia que ela ia morrer.

— Se ele (Sidney) já matou meu filho e tentou matar uma testemunha, a próxima da lista sou eu, já que também depus contra ele na Justiça. Preciso de proteção do Estado.

O EXTRA deixou recado na caixa postal do advogado de Sidney, mas ele não retornou até o fechamento desta edição. O Corpo de Bombeiros informou que o Sidney é considerado desertor e que o GEP já realizou diversas operações para recapturá-lo.
 
extra.globo.com

domingo, 21 de agosto de 2011

Polícia do Rio mata três vezes mais que a de São Paulo

Violência dos confrontos com a polícia voltou ao debate após o assassinato da juíza

A polícia do Rio de Janeiro matou quase três vezes mais que a de São Paulo nos primeiros seis meses deste ano, segundo levantamento desses Estados dos chamados autos de resistência - quando há morte em confronto e o policial alega legítima defesa.

Para cada 100 mil habitantes do Estado do Rio, ao menos duas pessoas (2,3) morreram em confronto com as Polícias Militar e Civil. Em São Paulo, a taxa de auto de resistência registrada é de 0,61 para cada 100 mil. Para o cálculo, o R7 considerou os 374 casos ocorridos no Rio no semestre contra os 252 de São Paulo, Estado que tem quase o triplo de habitantes da população fluminense. Os dados são do Instituto de Segurança Pública do Rio (ISP) e da Secretaria de Segurança de São Paulo.

A violência dos confrontos entre policiais e suspeitos voltou ao debate após o assassinato da juíza Patrícia Acioli no último dia 12, conhecida como linha-dura por combater policiais que forjam autos de resistência em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio. De acordo com o Tribunal de Justiça, dos 1.305 processos em andamento da Vara Criminal do município, 50 envolvem autos de resistência.

De janeiro a junho deste ano, o ISP registrou 13 “resistências com morte do opositor” em São Gonçalo. À primeira vista, o número pode não parecer expressivo, mas, considerando a população do município, a taxa é de 1,3 mortes em confronto policial para cada 100 mil habitantes - maior do que na cidade de São Paulo, onde o índice é de 1,18.

No mesmo período, o número de autos de resistência na capital fluminense foi 27% maior do que na paulista - 184 casos na cidade do Rio (6 milhões de habitantes) contra 133 em São Paulo (11 milhões de habitantes).

Caso um confronto policial termine em morte em São Paulo, o auto de resistência é investigado pela Corregedoria da PM, pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e um Inquérito Policial Militar é instaurado. Ocorrências que resultam em morte são debatidas em reunião semanal do coronel superior com o comandante do batalhão, segundo a PM.

No Rio, a Secretaria de Segurança Pública explica que as investigações dos autos de resistências dependem de cada caso. Primeiramente, o auto é relatado para o comandante do batalhão (se envolver um PM) ou para o delegado (se for um policial civil). Depois, a Corregedoria ou a Polícia Civil podem ser envolvidas, se necessário.

No caso do menino Juan Moraes, de 11 anos, que morreu em uma operação policial na comunidade de Danom, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, diversas instâncias participam da investigação do crime. Quatro PMs suspeitos de envolvimento no crime - os policiais alegam que, na ocasião, entraram em confronto com traficante - tiveram a prisão temporária prorrogada pela Justiça. A polícia diz que Juan foi morto pelos policiais.

A partir desse caso, a chefe de Polícia Civil do Rio, delegada Martha Rocha, determinou que as mortes em confrontos com as forças policiais do Estado passassem a ser investigadas com maior rigor.

O auto de resistência pode encobrir um homicídio, segundo Ivan Vieira, presidente da Comissão de Segurança Pública da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ). "Um fato importante nessa política criminal de auto de resistência é a facilidade de encobrir homicídios, desfazendo o local de crime a pretexto de socorrer as vítimas. Recebemos casos de suspeitos que foram levados com dez tiros na cabeça e já com massa encefálica exposta para os hospitais, tendo como único propósito dificultar a perícia".

O R7 procurou desde terça-feira (16) a Corregedoria e a assessoria da Polícia Militar para debater com a corporação a alta incidência dos autos de resistência, mas até a conclusão desta reportagem não obtivera retorno.

Outros Estados

Em Santa Catarina, a taxa de mortes em confronto com a polícia é de 0,49 por 100 mil habitantes. Foram registrados 31 mortos em confronto nos primeiros seis meses deste ano. Pernambuco teve 16 mortes, chegando à taxa de 0,61 por 100 mil habitantes.

Roraima não registrou nenhuma morte cometida por policiais em 2010 (dado mais recente), assim como o Distrito Federal, no primeiro semestre.

Os Estados do Acre, Bahia, Espírito Santo e Paraná informaram que não possuem estatísticas sobre o assunto. As demais unidades federativas não deram retorno.

Do R7/blog da Renata