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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Deputado da "cura" homossexual, explica de onde saiu a ideia do projeto

O extravagante deputado goiano João Campos, integrante da bancada evangélica, apresentou em 2 de junho um projeto na Câmara para regulamentar o tratamento psicológico para a “cura do homossexualismo”.


Alvo de críticas de todas as latitudes, Campos garante ter “estudos científicos” que demonstram o sucesso de “terapias de reorientação” em grupos de homossexuais.
Mas será que ele acredita realmente nisso? Campos explica:

– Desde que o homossexual queira, é completamente possível. Depende da vontade dele de querer voltar. Conheço um ex-gay que já participou de concursos de gay mais bonito e hoje está casado e tem filhos em Goiás. Criou uma associação para dar suporte psicológico a ex-gays.
Por Lauro Jardim/Blog RADAR

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

(Mais uma...dele), Bolsonaro: "Não chamei Dilma de homossexual"



O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) negou ter questionado a sexualidade da presidente da República, Dilma Rousseff, no discurso que fez nesta quinta-feira (24), na tribuna da Câmara. Durante a explanação, ele disse, referindo-se à petista: "Se o seu negócio é amor com homossexual, assuma." O parlamentar culpou a "língua portuguesa" pela interpretação dupla da frase.
-No meu discurso de hoje, perguntei se ela estava mentindo e pedi que ela explicasse sua relação com os homossexuais. A nossa língua portuguesa permite um montão de interpretação. Eu não chamei a Dilma de homossexual. Eu posso até pensar o quiser contra ela, mas não vou desqualificar o nível da importância do que está sendo tratado aqui.


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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Filho de Bolsonaro ataca manifestantes: "Foram os vagabundos de sempre"

O protesto contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PP) na Universidade  Federal Fluminense (UFF) não foi bem digerido pelos filhos do parlamentar. Pelo microblog Twitter, eles não pouparam os alunos de críticas e minimizaram o impacto da manifestação, garantido quepalestra dentro da faculdade transcorreu sem problemas. O vereador Carlos Bolsonaro (PP) foi mais agressivo e chamou os manifestantes de "vagabundos" e "boiolas". 
"Bolsonaro vai à UFF de barca e depois almoça com Comandante da Polícia Militar e alguns dizem que ele saiu de camburão. Revolucionários maldosos e mentirosos. É a meia dúzia de vagabundos de sempre", disse o vereador. "A UFF é uma excelente faculdade, mas existem alguns boiolas por lá".
Já o deputado estadual Flávio Bolsonaro replicou a declaração de um usuário que apoiava seu pai. "Quanto ao protesto na UFF,a maioria ali vive na cantareira se pegando e fumando maconha!Eles não têm moral". 
Os irmãos Bolsonaro também postaram outro vídeo no qual tentam desqualificar o protesto.

sábado, 10 de setembro de 2011

EUA: Veteranos homossexuais devem enfrentar obstáculos no realistamento


Com a revogação da lei que proibia gays nas Forças Armadas, centenas de dispensados sonham em ter vida militar de volta

The New York Times 
Eles viviam uma vida obscura e com medo de que a divulgação de sua sexualidade arruinasse as carreiras que lutaram para construir. Muitos foram profundamente humilhados por investigações e dispensas sem nenhuma honraria. Anos depois, os sentimentos que ficaram são de raiva e traição. No entanto, apesar do término repentino e amargo de suas carreiras, muitos gays e lésbicas que foram dispensados por causa da política militar "Don't Ask, Don't Tell" ("Não Pergunte, Não Conte", em tradução literal) dizem que querem se alistar novamente nas Forças Armadas, motivados por uma vida que perderam ou em busca de estabilidade de salário e benefícios que não conseguiram encontrar em trabalhos civis. Segundo algumas estimativas, centenas de homossexuais entre os mais de 13 mil que foram dispensados por causa dessa política têm contatado recrutadores ou grupos de defesa dizendo que querem voltar a se alistar após a revogação da política no dia 20 de setembro.

Foto: NYT
Sargento Bleu Copas­ foi dispensado do Exército em 2006 sob a política do "não pergunte, não conte"
Bleu Copas é um deles. Ele esteve no Exército por apenas três anos, quando alguém enviou um e-mail anônimo para seus comandantes avisando-os que era homossexual. Depois disso, foi dispensado em 2006 sob a política "Don't Ask, Don't Tell, a já mencionada proibição de soldados abertamente homossexuais nas Forças Armadas. "Eles tiraram todo o meu valor como pessoa", lembrou Bleu.
Michael Almy é outro exemplo. Quando a Força Aérea começou a investigá-lo para saber se era homossexual, suspenderam sua habilitação de segurança e eventualmente o dispensaram de seu cargo. Em seu último dia de serviço em 2006, policiais o escoltaram até o portão. "Isso me deixou com uma certa amargura", recordou.
Embora o Pentágono diga que vai receber as suas candidaturas, os ex-membros do serviço militar que foram dispensados devido à sua homossexualidade não terão nenhum tipo de tratamento especial. Eles terão que passar por testes de aptidão física e provar que têm habilidades e que se adaptam com aquilo que as Forças Armadas estão precisando no momento. Alguns que enveleheceram necessitarão de uma exoneração para voltar ao posto.
Leia também:

  • Mesmo que passem por tais obstáculos, não há garantia de que eles voltarão para seu antigo cargo. Isto porque as Forças Armadas estão começando a diminuir seu tamanho e parte deles serão rejeitados simplesmente porque não há vagas disponíveis.
Pessoas dispensadas pela política "Don't Ask, Don't Tell" que desejam voltar ao Serviço Militar "serão avaliadas de acordo com os mesmos critérios e requisitos aplicáveis a todos os outros que procuram reingressar", disse Eileen Lainez, porta-voz do Pentágono. "O Serviço Militar continuará a basear seu processo de seleção de antigos membros dispensados de acordo com as necessidades e qualificações necessárias para cada vaga. "
Para se realistar, membros que já serviram não podem ter sido dispensados sob "condições desonradas", disse Lainez. A maioria das pessoas dispensadas pela política desde 1993 - um número significativo deles eram altamente treinados - recebeu dispensa com honra.
Tal como acontece com muitas pessoas que decidem se alistar, as razões para quererem voltar varia. Alguns dizem que querem terminar o que começaram, mas em seus próprios termos. Outros apontam para o salário e benefícios, como plano de saúde e aposentadoria. Outros ainda falam sobre um desejo idealista de servir e ser parte de uma empreitada maior.
"É uma vontade insaciável", disse Copas, 35, que agora trabalha com veteranos moradores de rua em Knoxville, Tennessee. "Não é necessariamente algo que faça sentido. É uma ideia de fé, como uma obrigação para com a pátria."
Jase Daniels foi dispensado duas vezes. Por causa de um erro burocrático, a Marinha não conseguiu reconhecer em seus registros que o motivo de sua primeira dispensa em 2005 foi a sua homossexualidade. Então, no ano seguinte, quando seus serviços como linguista eram necessários, o Pentágono o chamou de volta. 
"Eu queria tanto voltar que estava pulando de alegria", disse. "O serviço militar era a minha vida."
Ele disse ter sido aberto quanto à sua sexualidade durante a passagem pelo Kuwait por um ano. Mas seu perfil no Stars and Stripes (site sobre as Forças Armadas) levou a uma nova investigação que culminou na sua dispensa pela segunda vez ao retornar aos Estados Unidos em 2007.
Agora com 29 anos, Daniels diz que desde estes acontecimentos, "minha vida não tem mais sentido". Ele quer se tornar um oficial e aprender a falar árabe, e se diz confiante de que vai ser aceito, pois já serviu anteriormente como um homossexual assumido.
"Ninguém se importava se eu era homossexual", disse a respeito do Kuwait. "O que importava era que eu fazia um bom trabalho."
A questão do reposicionamento pode desencorajar muitos de se realistarem. Isso acontece, porque não há números fixos de empregos ou posições em cada setor das Forças Armadas e alguns podem ter que aceitar posições inferiores para voltar a se alistar. Aqueles que forem realocados em suas posições antigas estarão em desvantagem se comparados com seus colegas que permaneceram em seus respectivos cargos.
"Eu estive fora do Exército por seis anos, então meus colegas estão muito à frente de mim no quesito de serem promovidos", disse Jarrod Chlapowski, 29, um linguista coreano que deixou o Exército voluntariamente em 2005, porque não gostava de ter que esconder a sua orientação sexual. Ele agora está pensando em se realistar.
"Vai ser um Exército diferente daquele que eu deixei", disse ele. "E isso pode ser um pouco intimidante."
Almy, Daniels e um outro membro do serviço foram os primeiros a apresentar uma ação judicial afirmando que eles foram dispensados inconstitucionalmente e devem ser recolocados em seus cargos antigos. Um ex-Major, Almy, 41 anos, que serviu pelo menos quatro vezes no Oriente Médio, estava entre os membros que tinham um dos cargos mais altos antes de ser dispensado sob a política de proibição.
Mas até mesmo os advogados em defesa dos soldados homossexuais dizem que as Forças Armadas adotarem uma política geral de permitir que todos os membros do serviço com dispensa sob a política de "Don't Ask, Don't Tell" voltarem a seus cargos anteriores pode não ser uma boa solução.
"Você tem que pensar de uma perspectiva política se quer colocar alguém que está fora do Serviço Militar por 5 ou dez anos de volta para o mesmo cargo que possuía só porque uma injustiça foi cometida", disse Alexander Nicholson, diretora-executiva da Service Members United, um dos grupos de defesa dos direitos dos homossexuais militares.
Nicholson, 30 anos, que foi dispensado em 2002, está considerando a possibilidade de cursar uma faculdade de direito e tentar se tornar um oficial militar.
Para Copas, a idade pode ser um fator para ele conseguir se realistar. Linguista árabe durante o seu primeiro alistamento, ele está pensando agora em aprender Dari ou Pashto assim poderia ter a oportunidade de servir no Afeganistão. Ele também é músico e tem um mestrado em aconselhamento psicológico.
Mas o Exército pode considerá-lo muito velho e exigir uma nova dispensa. Mesmo enquanto ele procura na internet por vagas de trabalho no Exército, ele tem medo de passar por muitos empecilhos apenas para ser rejeitado novamente.
"É quase como se eu estivesse voltando para a cama com um amante ruim", ele afirmou. "Eu ainda estou morrendo de vontade de servir. Mas eu não sei o quão realista isto seria".
* Por James Dao/ultimosegundo.ig.com.br


sexta-feira, 8 de julho de 2011

Estados Unidos veta lei que proibia soldados homossexuais de assumir orientação sexual


Na última quarta-feira, um corte de apelações nos Estados Unidos suspendeu a lei que proibia que militares homossexuais assumissem sua orientação sexual. A lei já havia sido rejeitada pelo presidente Barack Obama, que em dezembro de 2010 assinou medida que dava liberdade aos membros das Forças Armadas para que declarassem suas opções.

Com a nova suspensão, deve chegar ao fim a política conhecida como "Don't Ask, Don't Tell (DADT), que na prática, mantém severas resistências aos militares homossexuais. O Pentágono prepara regras mais atuais para implementar a mudança na política.

A decisão foi aprovada por um grupo de três juízes de uma corte de São Francisco, na Califórnia, que alegaram não haver mais razão para que o DADT, praticado há 18 anos, continue ativa, uma vez que já foi considerado inconstitucional que homossexuais americanos sejam tratados de forma diferenciada.

Essa medida judicial é uma resposta a uma moção proposta pelo grupo Log Cabin Republicans, que é composto por gays ligados ao Partido Republicano. "A decisão (da corte) remove qualquer incerteza. Oficiais americanos não estão mais sob ameaça de serem exonerados à medida que o processo de implementação (do veto do DADT) avança", afirmou R. Clarke Cooper, diretor-executivo do Log Cabin Republicans.

Redação SRZD-Internacional