Seguidores

Mostrando postagens com marcador indices. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador indices. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Faroeste Caboclo: 16 das 50 cidades mais violentas do mundo são brasileiras (welcome)

Em 2012 eram 14 cidades; no ano de 2013, 15. Em 2014, o relatório anual da ONG mexicana Conselho Cidadão Para a Segurança Pública e Justiça Penal adicionou mais um município brasileiro ao ranking de 50 cidades com maior índice de homicídios do mundo.
A maioria das “mais violentas” está no continente americano (46 cidades), e na América Latina, em particular (41). Os países latino-americanos com maior problema de violência são Honduras, Venezuela, Guatemala, El Salvador, México e Brasil.
Com uma taxa de 187 homicídios a cada 100 mil habitantes, a cidade hondurenha de San Pedro Sula ocupou pelo terceiro ano consecutivo a liderança do ranking. O segundo lugar fica com Caracas, capital da Venezuela, e, em terceiro, Acapulco, no México, com taxas de 134 e 113, respectivamente, a cada 100 mil habitantes.
Saíram da lista as seguintes cidades que figuravam na lista de 2012: Brasília e Curitiba, no Brasil; Barranquilla, na Colômbia; Oakland nos EUA e Monterrey no México. Todas estas tiveram taxas inferiores ao 50° colocado, Valencia, na Venezuela
As 16 cidades brasileiras que estão na lista são:
- Maceió (AL) com 79,8;
- Fortaleza (CE) com 72,8;
- João Pessoa (PB) com 66,9;
- Natal (RN) com 57,62;
- Salvador (BA) com 57,6;
- Vitória (ES) com 57,4;
- São Luís (MA) com 57,0;
- Belém (PA) com 48,2;
- Campina Grande (PB) com 46,0;
- Goiânia (GO) com 44,6;
- Cuiabá (MT) com 44,0;
- Manaus (AM) com 42,5;
- Recife (PE) com 36,8;
- Macapá (AP) com 36,6;
- Belo Horizonte (MG) com 34,7 e
- Aracaju (SE) com 33,4.
 Abaixo, confira a lista completa:

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Sindicato da Polícia Federal denuncia realidade diferente dos números oficiais



Segundo a Polícia Federal (PF), o número de operações nos últimos sete anos subiu 20%, entre janeiro de 2007 e novembro deste ano – saltando de 188 para 224 – e o de prisões caiu 55%, de 2.876 para 1.268. Para o Sindicato dos Policiais Federais (Sinpef-MG), os números não representam a realidade. Segundo levantamento da categoria, os indiciamentos por corrupção caíram 84% e os de crimes contra o sistema financeiro, 86%.
“Há duas possibilidades. Ou os corruptos viraram santos ou estão cometendo crimes e não tem ninguém investigando. As ações cresceram porque agora pegamos qualquer caso para investigar para fazer volume, mesmo que ele não resulte em nada concreto”, disse.
Segundo o policial, as quedas estão ligadas ainda à falta de valorização dos profissionais. Segundo Porto, nos últimos anos, muitos dos seus colegas optaram por deixar a corporação e ingressar em outros órgãos.
“Você precisa de pelo menos três anos para ser bom no setor de inteligência, mas, quando completa este período, é trocado de cargo. A direção diz que é para oxigenar a PF, mas é para enfraquecer o trabalho de apuração”, afirma.
Paralisação. Insatisfeitos com a condução da Polícia Federal, os policiais federais de Minas e todo o Brasil prometem fazer um dia de paralisação por mês até a Copa do Mundo, em junho de 2014, assim como aconteceu anteontem. Eles não descartam fazer uma greve durante o Mundial, o que causaria um caos nos aeroportos.
“Nossas carreiras estão congeladas. Precisamos de uma sinalização do governo que teremos mais autonomia e investimentos na corporação.

domingo, 29 de abril de 2012

Roubo de veículos em Uberlândia, MG, aumenta 65,2% em março

O número de veículos roubados no mês de março deste ano em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, aumentou 65,2% na comparação com fevereiro. Foram 38 ocorrências contra 23 no mês anterior. Os dados da Polícia Militar demonstraram que, apesar do aumento, se os números forem comparados com fevereiro de 2011, é registrada queda de 13,6%, ou seja,  foram 44 ocorrências desta natureza naquele mês. 

Para o consultor em segurança pública José Vicente da Silva, há um mercado de carros roubados que está aquecido, o que tem atraído a atenção dos criminosos. "A demanda por carros roubados é grande, principalmente em cidades com potencial comercial como Uberlândia. O mercado de carros roubados tem atraído a atenção dos criminosos”, justificou. Continue lendo no G1 Triângulo

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

CARTA ABERTA AO GOVERNO DA BAHIA FEITA POR UM CIDADÃO BAIANO

COMERCIANTES BAIANOS, APÓS A GREVE DA PM, VÃO PEDIR ANISTIA NO PAGAMENTO DO ICMS. PORQUE? Hoje á noite, dia 06.02.2012, fui com a minha esposa ao Salvador shopping passear e fazer compras, uma vez que queria aproveitar as ofertas da liquidação anual. Lá chegando, observei que era muito pequena a quantidade de pessoas a circular pelos corredores e nas próprias lojas estavam apenas os vendedores tristes e desanimados. Fiquei estarrecido com a ausência dos freqüentadores de shopping ávidos por boas liquidações. Ao retornar para minha casa, pois moro no bairro Stella Maris vi a Avenida Paralela semi deserta, o que não é tão comum antes das vinte horas. Realmente, a greve do PM está tendo uma repercussão inusitada. O comércio da capital e do interior está parado e sofrendo com a diminuição das vendas. Como a população está com medo de sair as ruas, face a FALTA DE SEGURANÇA, o comércio fica sem a sua principal força propulsora: a clientela. Sem vendas não há recursos financeiros para pagar empregados, impostos etc. Observo, também, que se o governo não conseguir negociar e terminar a greve nos próximos oito dias ela vai adentrar no período de Carnaval, e quem vai garantir a segurança do folião? Será que o exercito vai para a avenida? Ou a Força Nacional? É claro que não, pois eles não foram preparados para isso. Sem policia militar não tem carnaval, essa é a verdade. Sem carnaval quem vai paga o ônus político nas próximas eleições? Efetivamente, se o governo não acabar essa greve, através das negociações(Se usar a violência vai ser uma tragédia social e política para nós baianos, mas sobretudo para o PT), os possíveis candidatos do PT na Bahia nas próximas eleições podem enterrar os seus pleitos e esperar um futuro bem distante para colocarem suas caras na telinha. Por isso, o momento político e social que passa a Bahia é extremamente grave, a sociedade civil está amedrontada, como nunca vi acontecer por essas bandas, e merece do governo mais respeito devendo, imediatamente, encontrar uma solução pacifica para a greve da PM. Mas o pior ainda pode acontecer. Imaginem se numa dessas prisões de PM, ou reintegração na Assembléia Legislativa, , ou nas passeatas um dos grevistas no enfrentamento com a Policia do Exercito venha a sofrer lesões ou até mortes, que vai ser o responsável político? Que Deus não deixe o pior acontecer, pois, o pior será lembrado por muitas gerações, como fruto da incompetência e da irracionalidade humana. Como cidadão brasileiro e baiano desejo poder voltar o mais rápido possível a andar sem medo pelas ruas da cidade do Salvador. Por favor senhor governador use a sua autoridade, sua racionalidade e o seu bom senso e acabe, sem violência, essa greve da PM, e tenha certeza que o povo baiano se lembrará num futuro bem próximo, obrigado! 

Simião Sousa Campos é advogado militante e professor na cidade do Salvador.
Comentário feito neste blog.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Greve da PM: 278 carros roubados em Salvador e RMS

Desde a assembleia realizada por parte dos policiais militares na Bahia, na última terça-feira (31) até a tarde desta segunda-feira (06), 278 carros foram roubados em Salvador e região metropolitana, de acordo com informações divulgadas pela Secretaria da Segurança Pública. Ainda segundo os dados do órgão, destes carros roubados, 43 veículos já foram recuperados.

População aguarda solução
 
Ainda não há previsão para o final da greve dos militares. Mas na tarde de hoje, representantes de quatro associações da Polícia Militar encontram-se reunidos com o arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger. Com objetivo de intermediar a greve parcial policiais militares na Bahia que dura quase uma semana. O arcebispo convidou as associações para uma reunião na residência episcopal, na Federação.
 
Membros da Associação dos Praças da Polícia Militar da Bahia (APPM), Associação dos Subtenentes, Sargentos e Oficiais da Polícia Militar da Bahia (ABSSO), Associação de Policiais e Bombeiros da Bahia (ASPOJER) e Associação dos Oficiais da Polícia Militar da Bahia (AOPMBA) vão participar do encontro.
 
Ainda na tade desta segunda deve ocorrer um encontro com o comandante geral da Polícia Militar, coronel Alfredo Castro, no Quartel do Comando Geral dos Aflitos, no Campo Grande. 

Fonte: Bocão News

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Maioria dos brasileiros está insatisfeita com a segurança pública do País



Pesquisa CNI-Ibope aponta que 51% da população considera a segurança "ruim" ou "péssima". Congresso Nacional é visto como a instituição mais ineficiente

Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo CNI-Ibope sobre a segurança pública do Brasil revelou que 51% da população a considera "ruim" ou "péssima". Além disso, apenas 15% dos entrevistados percebem melhora na segurança no País nos últimos três anos. O estudo foi realizado com 2.002 entrevistados a partir de 16 anos em 141 cidades. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Dentre os entrevistados, 36% consideram a segurança pública “regular” e apenas 12% avaliaram como “ótima” ou “boa”. O percentual de entrevistados que avaliaram a situação da segurança pública como “ruim” ou “péssima”, como já citado, chega a 58% entre o Nordeste e 57% entre periferias das capitais brasileiras.

Durante a execução da pesquisa, foi apresentada uma lista de 23 problemas que o País estaria enfrentando. Com os resultados finais, foi montado o ranking problemático e a "saúde" foi apontada por 52% da população como o maior desafio do Brasil. Em segundo lugar, a "segurança pública" seguida pelas "drogas" com, respectivamente, 33% e 29% de escolha.

Sendo o estudo focado na percepção dos brasileiros sobre a segurança pública, nos desdobramentos da pesquisa, pode-se descobrir que as Forças Armadas e a Polícia Federal são reconhecidas pela população como as instituições mais eficientes em assuntos de segurança; o Congresso Nacional e o Poder Judiciário são considerados os mais ineficientes.

Violência e a criminalidade

O estudo revelou ainda que 30% dos entrevistados já sofreram diretamente com a violência no último ano. Entre os participantes, 9% foram furtados, assaltados ou agredidos, 19% possuem um parente que sofreu algum desse tipo de violência e em 2% os dois sofreram diretamente com o tema. A causa principal da violência no País é o uso de drogas, segundo os entrevistados. Outro ponto interessante é a afirmação de que 80% dos brasileiros já mudaram seus hábitos devido à violência. A mudança mais frequente relatada pelos entrevistados é o ato de evitar andar com dinheiro nas ruas.

Para mudar a realidade do País, a população acredita que o caminho seria o combate direto ao tráfico de drogas. A sociedade também defende punições mais duras contra o crime, sobretudo mais violentos. Porém, os participantes da pesquisa se mostraram incertos sobre a execução da pena de morte no País. Entre as conclusões do estudo, pode-se dizer que os brasileiros não acreditam que a legalização da maconha não irá reduzir a criminalidade.

Penas mais rigorosas

A população brasileira defende penas mais rigorosas para os crimes violentos. Dentre os entrevistados, 79% concordam total ou parcialmente que penas mais rigorosas reduzem a criminalidade. Por maior rigor nas penas, 69% da população é favorável à prisão perpétua. No entanto, 15% são totalmente contra essa medida. No caso de crimes leves, 82% dos entrevistados são a favor total ou parcialmente da aplicação de penas alternativas à prisão como, por exemplo, trabalho comunitário.

De acordo com a pesquisa CNI-Ibope, a população está rigorosamente dividida sobre a aplicação da pena de morte no Brasil: 46% são favoráveis (31% totalmente e 15% parcialmente) e 46% são contrários (34% totalmente e 12% parcialmente). O gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, que divulgou o estudo, enfatizou que tais dados demonstram haver grande vontade da sociedade no combate à violência.

Do Ig/blog arma branca