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segunda-feira, 19 de março de 2012

Wagner pretende demitir PMs grevistas preso em Ilhéus

O comando geral da Policia Militar e o governador Jaques Wagner se articulam para demitir os cinco policiais que cumprem prisão preventiva há 36 dias em Ilhéus.

A medida serviria de exemplo para, evitando uma nova greve da categoria.

O Clima de revolta vem tomando conta de muitos policiais, que vêem a prisão dos colegas como retaliação política.
O juiz Paulo Roberto Santos de Oliveira, da Auditoria da Justiça Militar da Bahia, negou o pedido de habeas corpus na ultima sexta – feira (16), solicitado pela defesa dos cinco soldados.

"Eles foram denunciados por motim, revolta e conspiração, mas isso não é motivo para mantê-los presos. Eles iam aquartelados para a companhia, como vários outros, absolutamente nada na sentença condiz com a verdade. Peguei depoimentos de major, coronéis, todo mundo fala bem deles. E o engraçado é que um deles, que seriam o sexto, saiu, foi libertado. A única diferença dele para os demais é que o seu endereço é de Itabuna, não de Ilhéus", relata o advogado.

Familiares e policiais mandaram fazer mais de dois mil adesivos, protestando contra o PT.

Fonte: Blog BIZU DE PRAÇA

quinta-feira, 15 de março de 2012

Maldição da PEC 300: Ação para cassação de Wagner vai a julgamento nesta quinta no TRE

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) proposta pela Coligação “A Bahia Merece Mais” (DEM/PSDB), que reunia o Democratas e PSDB na disputa da eleição para governador em 2010, só hoje, depois de 18 meses, está entrando na pauta de julgamento do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). O relator do processo é o juiz Maurício Kertzsman, um dos candidatos da OAB à vaga de desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia.

A oposição deu entrada na ação em setembro de 2010, requerendo a cassação do registro e inelegibilidade do governador Jaques Wagner e de seu candidato a vice Otto Alencar. A medida judicial foi fundamentada no descumprimento do artigo 73 da Lei Eleitoral que proíbe a transferência de recursos públicos através de convênios nos três meses anteriores às eleições.

No período eleitoral, durante a gestão do então governador e candidato à reeleição Jaques Wagner, a Conder e a Bahiatursa, órgãos do governo estadual, publicaram convênios e fizeram pagamentos fora do prazo permitido pela Legislação Eleitoral. Continue lendo no BLOG AGRAVO

Saiba mais sobre o governador da Bahia:

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Jornalista demitido por ordem de Jacques Wagner se junta aos PMs grevistas na BA

O radialista e jornalista, Valdeck Filho, que trabalhava como repórter no programa policial “Na Mira” apresentado pela TV Aratu, foi demitido na última sexta-feira (3/2).
Valdeck perguntou ao diretor geral qual o motivo de sua demissão e obteve como resposta de que estava sendo dispensado e que não importava o motivo. Posteriormente, o jornalista descobriu que a direção geral da emissora estava acatando ordens do governador da Bahia, Jacques Wagner.
A equipe do “Na Mira” confimou o motivo da dispensa: “não fomos nós do programa que o demitimos, ele foi embora por ter apoiado a greve dos policiais”, disse uma funcionária do programa.
À IMPRENSA, Valdeck Filho, esclareceu algumas questões que, segundo ele, foram distorcidas pela mídia baiana. Ele acusa a imprensa de estar “comprada” pelo governo. “Toda a imprensa baiana blindou o governo, não se olha para os lados, o governo manda as informações e os veículos publicam da forma como recebem. A mídia está publicando notícias falsas a respeito da greve nos colocando como os culpados da história. Mais de 250 pessoas foram assassinadas, mas ninguém comenta sobre isso”, desabafou o jornalista.
“A imprensa diz que os PMs estão matando as pessoas, dizem que a polícia forjou essa greve para saquear a população, mas na verdade, os crimes vêm acontecendo pela falta de policiamento, por lutas territoriais e vingança. O governador poderia cooperar e resolver isto, mas preferiu cercar a Assembléia nos impossibilitando de sair”, acrescentou.
Após sua demissão, Valdeck aderiu ao movimento dos policias militares e afirmou que tudo poderia ser resolvido sem greve. “Em momento nenhum, os PMs queriam causar confusão, só queriam que as gratificações do passado fossem pagas. Essa é a única reivindicação dos policiais”, afirmou.
O jornalista passou a usar laptops e celulares para informar a população sobre o que vinha acontecendo, até que cortaram a água e a luz dos grevistas. “Está difícil conseguir mantimentos e divulgar o que acontece agora”, disse.
Na última sexta-feira (3/2) na parte da noite, ele se juntou aos policiais em greve, em frente à Assembléia Legislativa baiana, local onde estão acampados para protestar contra o governo local que não quer cumprir os compromissos com a polícia. No mesmo dia, Dilma Roussef autorizou intervenção federal. Soldados do exército foram levados para o local da greve para cercar os grevistas, impossibilitando sua saída para comprar mantimentos.
Desde então, aproximadamente dois mil policiais com suas famílias e o jornalista, seguem sitiados em frente à Assembléia. Estão cercados, por homens do exército, helicópteros e atiradores de elite estrategicamente posicionados.
Na noite da última segunda-feira (6/2), familiares se aproximaram do cerco formado pelos soldados e jogaram suprimentos para que os grevistas consigam resistir o máximo que puderem.
“Eu ando sempre com dois policiais ao meu lado, eles não me deixam sozinho e não querem que eu me exponha tanto, o risco é iminente”, comentou Valdeck.

*Com supervisão de Vanessa Gonçalves.

'Estamos no caminho de saída negociada', diz governador da Bahia

O governador da Bahia, Jaques Wagner, afirmou na manhã desta terça-feira (7), em entrevista ao Bom Dia Brasil, que as negociações para o fim da greve dos policiais militares no estado avançam desde a tarde de segunda-feira (6), quando tropas do Exército e da Força Nacional cercaram a Assembleia Legislativa, em Salvador, onde os grevistas estão abrigados.


Wagner afirmou também estar disposto a conceder o pagamento da Gratificação de Atividade Policial (GAP) de nível 4, a principal exigência do movimento, mas diz não ter recursos para que o pagamento seja feito imediatamente.

A proposta levantada por ele é de que o valor da gratificação seja pago de forma diluída ao longo dos três próximos anos. Atualmente, os policiais recebem a gratificação de nível 3 e o salário do soldado varia entre R$ 1.900 e R$ 2.300.

“Nós, ao longo de cinco anos, concedemos 30% de aumento real. E eu tenho limite na folha. As negociações são em torno desse valor, da chamada GAP 4 e eventualmente até da GAP 5, mas evidentemente isso terá que ser partilhado ao longo de 2013, 2014 e até 2015. Se for para pagar alguma coisa imediatamente agora, não há menor espaço, porque eu não tenho espaço fiscal para fazê-lo", afirmou o governador. Continue lendo no G1:>>>>>>>>>>>>

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Governador Jacques Wagner, começa a ceder...e já admite negociar

            Do plantão da Globo News, vem a informação de que o governador admite abrir um canal de diálogo com as lideranças. Haveria alguma resistência do governo em relação aos militares acusados de cometer crimes contra o patrimônio. Para os militares que participam do movimento de forma pacífica, o governador admite aceitar a anistia. Na entrevista, Jacques Wagner só não falou em salário...(por enquanto...)
            

O PT, GREVE DA PM, PEC 300 e seus paradoxos, parte II. Qual é a sua moral, Jacques Wagner??

    Por Marcelo Anastácio - Blog No Q.A.P

   Nesse momento de crise é muito fácil o comando da PM e o governador atacarem os Praças que estão reivindicando dignidade salarial. Pelas imagens que a grande mídia transmite, parece que são um "bando de vagabundos" com o próprio governador Jacques Wagner do PT disse inúmeras vezes. 
           O que a grande mídia dá pouco destaque são os escândalos envolvendo o alto comando da PM e a empresa de terceirização de veículos conhecida por Júlio Simões, que se envolveu um grande esquema de corrupção, descoberto em 2009, como vocês ver clicando aqui nesse link. É inadmissível que esse governador xingue ou queira dar uma de durão, pois não tem envergadura moral para falar de nenhum PM. Quem é ele? Que exemplo ele deu aos Praças da PM bahiana, para querer radicalizar? 
  
           Primeiro o PT incentivou a greve, quando era oposição em 2001, para derrubar o governo do PFL, depois que assumiu o poder, se valeu dele para comprar viaturas superfaturadas, mas, como grande mídia raramente noticia esses fatos, o governador Jacques Wagner acabou reeleito. Agora usa o Exército Brasileiro, para fazer aquilo que eles mais criticavam na época da ditadura: a liberdade de expressão, o direito de greve. Ser oposição é fácil, agora petistas, que estão no poder, porquê não buscam o diálogo, tão decantando em seus "poemas", nas "suas democracias"? Xingar os PMs de vagabundos é o mesmo que cuspir pro alto, afinal, quem assinou a compra das viaturas superfaturadas em 2009? 

            Atacar os PMs da Bahia, que lutam por aumento salarial, criticá-los, xingá-los de vândalos é fácil, quando em janeiro de 2011, votaram o próprio aumento de salário em mais de 60%. PT, governador Jacques Wagner, limpe  a boca antes de falar mal da família militar baiana.

            Blog No Q.A.P

Segurança Pública: o resumo do caos no Brasil

Greves policiais, descaso do governo, imprensa comprada e chefe bem pago.

05/02/2012 - Marcio Bastos*

O título deste artigo possui os quatro principais ingredientes para transformar em caos público qualquer estado do Brasil.

Todos sabem o quanto é importante manter um policial bem preparado para realizar segurança pública com qualidade. Exigi-se treinamento e perfeição, mas todos esquecem que seu baixo salário lhe trás o câncer da desmotivação; em alguns casos, lhe tira a dignidade maior de um ser humano: prover sua família em condições de vida razoável. No Brasil, os policiais e bombeiros trabalham exaustivamente, mostram resultados, passam pelo atual crivo das corregedorias que expulsam os maus profissionais e nunca, nunca os bons profissionais são valorizados.

Os policiais, então, iniciam uma negociação por melhores condições de trabalho. Primeiro a nível nacional, com a chamada PEC 300 (Proposta de Emenda Constitucional), que prevê isonomia salarial para policiais militares, bombeiros militares e policiais civis de todo o País. Após intensas promessas, discussões e votações em volta da PEC 300, que começou há 4 anos com tramitação especial, os governos Lula e Dilma, com a ajuda da maioria dos políticos do Congresso Nacional, engavetou o projeto e enrolou os profissionais de segurança.

Em conjunto aos fatos resumidamente narrados, começam os movimentos reivindicatórios estaduais. Os governos começam uma política de valorização das altas patentes. Oficiais do alto escalão e delegados de polícia têm seus salários aumentados para utilizar de seus poderes de persuasão e segurar a tropa. Um dos maiores exemplo é o Rio de Janeiro, onde um delegado chega ao topo salarial do estado, em torno de R$18.000,00 e os policiais civis recebem o mais baixo salário pago a um profissional de terceiro grau do estado, em torno de R$ 2.300,00. Os “chefes” não seguram a tropa e a indignação aumenta, pois os policiais e bombeiros que trabalham pelos "chefes" se sentem desprestigiados. Em 2009 começa os principais movimentos policiais por melhorias.

O menosprezo aos profissionais de segurança pública continua ao longo dos anos de 2010 e 2011. Alguns poucos estados dão o exemplo: Piauí, Ceará, Paraíba e Sergipe, onde o policial civil inicia com um salário justo de R$4.900,00, conseguem resolver internamente seus problemas com a segurança. Porém, a grande maioria dos estados brasileiros enrolam, fingem que negociam, utilizam-se do poder público para eliminar qualquer foco de revolta e contam com o apoio da imprensa para não publicar qualquer esboço de reivindicação salarial. O maior exemplo foi a revolta dos Bombeiros do Rio de Janeiro, no ano passado, o qual fez uma “maré vermelha” tomar conta do Brasil e do mundo, e que não sensibilizou o governo do Estado, o qual prefiriu minar o movimento ao invés de negociar, contando mais uma vez com a imprensa local. A indignação dos policiais e bombeiros aumenta ainda mais.

Atualmente, o poder dos governos sobre a imprensa chegou ao ápice: o repórter Valdeck Filho, do programa “Na Mira” da TV Aratu, filiada ao SBT, recebeu um anúncio de demissão das mãos de um diretor da emissora na Bahia por ter feito a cobertura da greve dos policiais militares. Já no Rio de Janeiro, uma grande marcha conjunta da segurança pública teve matérias publicadas nos principais jornais internacionais, como os “New York Times” e “Financial Times”, e a imprensa local não publicou quase nada. Nesse ponto, uma ressalva se faz por justiça. No Brasil, apenas a TV Record (Rio), através do apresentador Wagner Montes, teve a audácia de realizar matéria sobre a marcha histórica e traça comentários diários sobre o movimento em seu programa televisivo. Uma única voz no silêncio jornalístico. A indignação dos profissionais de segurança volta a aumentar.

Hoje, vemos o apogeu dessa história. Soma-se e acumula-se a falta de diálogo dos governos e a forte indignação dos policiais e bombeiros. Ao invés de chamar a responsabilidade e resolver o problema, o poder público prefere jogar a sociedade contra os movimentos, com a ajuda da imprensa. O caos que acontece na Bahia é exemplo do descaso. Não resolvem o problema e preferem culpar alguns policiais pela onda de violência. O governo contou com a falta de razão do movimento, mas esquece que apostar nisso aumenta o problema e marca com ferro e fogo a trajetória política do próprio governo. Isentar-se de culpa, mesmo diante do caos, não será possível, pois o passado faz atormentar o presente com sua lembrança de descaso e menosprezo aos policiais e bombeiros.

O Rio de Janeiro promete ser o maior exemplo de todos e espera-se um movimento nacional após a decretação da greve carioca. Os mesmos ingredientes estão na mesa. Policiais civis, militares e bombeiros estão unidos e indignados como nunca se viu na história. A imprensa não divulga nada sobre o movimento. O governo anuncia um aumento negociado em 2010, diz que negocia apenas em 2014 e o secretário diz que não acredita no sucesso do movimento. Mais uma vez o descaso e menosprezo. Os “chefes” com seus altos salários são pressionados pelo governo e fazem pressão para segurar a tropa. Com isso, o movimento ganha força e o caos é eminente.

A história se faz: a luta dos profissionais de segurança pública do Brasil por condições dignas de trabalho está na mão do poder público. Que a mão divina seja a autora dos próximos capítulos dessa história.

*Marcio Bastos é policial civil do Rio de Janeiro e diretor jurídico adjunto do SINDPOL RJ - Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro.

Portal SINDPOL RJ