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Frase de Ruy Barbosa

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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Cidadão já pode reclamar ou denunciar Justiça Comum ou Militar

O cidadão que tiver alguma reclamação ou denúncia sobre a justiça comum ou militar será atendido pelo Conselho Nacional de Justiça

Portaria nº 30/CNJ/2012

Consulte o inteiro teor da portaria nº 30/CNJ/2012, da Corregedoria Nacional de Justiça, que dispõe sobre a “inspeção junto às unidades judiciárias e administrativas da justiça estadual e militar de primeiro e de segundo grau, do estado de Minas Gerais, Clique aqui e leia mais>>>

Assessoria de Comunicação Institucional

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Segundo STJ compete à Justiça Comum julgar policial de folga

"A justiça militar não é para julgar o militar, mas sim, os crimes militares" declarou o Ministro.

Crimes praticados por policiais militares de folga, que não se enquadrem no artigo 9º do CPM, são de competência da Justiça Comum.

O caso julgado dizia respeito ao julgamento de um soldado da PMMG que havia praticado um peculato-furto no pátio de uma delegacia de Machado (MG).

O juízo da 1ª Auditoria Miliar de Minas Gerais suscitou conflito de competência, poi,em seu entendimento não se trava de crime militar, tendo o policial militar praticado o crime estando de folga e o local não está sujeito à administração militar.

“O crime não foi praticado contra militar; a delegacia de polícia não é local sujeito à  administração militar; o acusado não estava em serviço, atuando em razão da função militar, em formatura ou em serviços de manobras ou exercício militar”, disse. E ainda, “o denunciado não estava na reserva, ou reformado, tampouco o delito fora praticado contra as instituições militares”, concluiu Marco Aurélio Bellizze.  

quinta-feira, 12 de abril de 2012

OAB apoia PEC que mantem poder de investigação criminal só na Polícia


Brasília – O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, manifestou hoje (09) ao presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol), Paulo Roberto D’Almeida, apoio da entidade à Proposta de Emenda Constitucional (PEC)  nº 37/2011, que mantém a Polícia Judiciária (Civil e Federal) como responsável pela investigação criminal. O apoio foi solicitado pelo presidente da Adepol em audiência na qual esteve acompanhado de uma comitiva de dirigentes da entidade e delegados. Ophir lembrou que o Conselho Federal da OAB já ajuizou no Supremo Tribunal Federal a ação direta de inconstitucionalidade (Adin) n° 4220, por decisão de seu Conselho Pleno, com o mesmo objetivo da PEC, contestando Resolução do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) que prevê o controle externo da atividade policial pelo Ministério Público. Continue lendo no BLOG DO DELEGADO

domingo, 8 de abril de 2012

Democratização do Judiciário

Jornal do Brasil
Cláudio dell'Orto 


Os milhões de conflitos que o povo brasileiro submete à solução do Judiciário revelam a confiança depositada nesse poder. Este, portanto, não pode esquivar-se de realizar uma análise macroscópica desse imenso volume de casos, para encontrar soluções coletivas dotadas de efeito resolutivo de maior amplitude. Entretanto, por uma questão cultural, observam-se omissão de instituições legitimadas para as ações coletivas e manuseio abusivo de ações individuais como alimento para uma engenharia jurídica capaz de construir demandas artificiais ou fraudulentas.

Constata-se, ainda, excesso de produção legislativa, que produz permanente dúvida sobre os regramentos aplicáveis em determinadas situações. Alie-se a isso, uma inexplicável resistência dos próprios órgãos estatais no cumprimento de elementares garantias constitucionais e o raciocínio antiético de ponderação de lucros que podem advir da sobrecarga processual do Judiciário. Ou seja, a conclusão de que vale a pena descumprir a lei, porque a Justiça pode não falhar, mas às vezes tarda, e nesse intervalo de tempo tudo muda.

O cenário indica a necessidade de planejamento estratégico na gestão do Judiciário, de modo que possa contribuir de modo mais amplo para a pacificação dos conflitos sociais, por meio de soluções integradoras e restauradoras. Tal tarefa, porém, não pode ficar restrita a um pesado investimento para substituir estantes de aço por arquivos eletrônicos. Evidentemente, é prioritário solucionar questões relativas ao funcionamento da superestrutura construída ao longo dos anos para a realização das tarefas do Estado-Juiz. A estabilidade do Poder Judiciário, derivada da vitaliciedade de seus membros, permite um planejamento estratégico com maiores probabilidades de êxito. Temos de arregaçar as mangas e colocar em prática o Judiciário que o povo brasileiro quer. Continue lendo do Jornal do Brasil

sexta-feira, 16 de março de 2012

Sobre as liminares das prescrições de transgressões disciplinares

            Estamos vendo vários recursos concedidos pela justiça sobre a prescrição de punições. O Código de Ética da PMMG reconhece no seu artigo 90 - "contados da data em que foi praticada a transgressão, a ação disciplinar prescreve em:

           I - cento e vinte dias, se transgressão leve;
           II - um ano, se transgressão média;
           III - dois anos, se transgressão grave.

           Ora, como pode a instituição reconhecer e aceitar o Código de Ética, através do artigo supracitado e por outro lado os militares que são punidos fora dos prazos, alguns tem a punição publicada depois de três, quatro e até cinco anos!

           Por esse motivo vemos vários militares recorrendo a justiça para reaverem a pontuação injustamente perdida, e que por vezes, pode até atrasá-los nas matrículas para os cursos internos.

           Ou a PMMG aceita o artigo 90 do Código de Ética, e ignora a interpretação do Estatuto do Servidor, ou continuaremos ver esse festival de liminar, causando transtornos para todas as partes.

terça-feira, 13 de março de 2012

Goiás abre 25 vagas para Promotor de Justiça com Salario de R$ 19.643,95.

Já está disponível o edital nº 01/2012que rege a abertura de concurso público do Ministério Público do Estado de Goiás. O certame oferece 25 vagas ao cargo de Promotor de Justiça Substituto, mediante aprovação em concurso público de provas e títulos, assegurada a participação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em sua realização. O subsídio inicial para o cargo é de R$ 19.643,95.


A inscrição preliminar será realizada, exclusivamente via internet (www.mp.go.gov.br), pelo prazo de 30 (trinta) dias, contados do primeiro dia útil seguinte à publicação do Edital, no Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público (DOMP), até as 23h59min do dia 05 de abril de 2012, último dia, observado o horário oficial de Brasília-DF.

O valor da taxa de inscrição é de R$ 235,03, valor a ser pago por meio de boleto bancário.

As provas serão realizadas na cidade de Goiânia-GO, em locais e horários a serem divulgados. Os candidatos serão avaliados através de prova preambular, provas subjetivas, avaliação psicológica, provas orais, prova de tribuna e avaliação de títulos.

A prova preambular será aplicada na data provável de 29 de abril de 2012. 
As provas subjetivas serão realizadas nos dias 22, 23, 24 e 25 de maio de 2012. 
A avaliação psicológica será nos dias 24, 25 e 26 de julho de 2012.
As provas orais serão aplicadas nos dias 20,21 e 22 de agosto de 2012.
As provas de Tribuna serão aplicadas nos dias 10 e 11 de setembro de 2012.
A entrega de títulos será nos dias 25 e 26 de setembro de 2012.

As provas preambular, subjetivas e orais serão de caráter eliminatório. De igual modo, a avaliação psicológica também terá caráter eliminatório. A prova de tribuna e a avaliação de títulos serão de natureza classificatória, segundo critérios especificados neste edital e no respectivo regulamento.

O gabarito oficial da prova será divulgado no Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público do Estado de Goiás (DOMP) e no site da Instituição, (www.mp.go.gov.br).

O concurso terá validade de 2 (dois) anos, contados da homologação, prorrogável uma vez, por igual período.

» Edital Ministério Público do Estado de Goiás


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

O QUE É FALTA DE DECORO? NA PMMG ELA É APLICADA EM TODO O SEU SEGUIMENTO? SERÁ QUE O CMDO RESPEITA O ART. 5º DA C.F. "TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI"?

BLOG DO CABO FERNANDO


O que é falta de decoro? Olavo de Carvalho  Época, 1o de  julho de 2000.
Ao executar puniçoes prematuras de policiais militares, a PM inibe a justiça e corrompe o senso moral
Não conheço o senhor paulo,elione,joao,jose,luis,zacarias,manel,e outros tantos e não acompanhei os detalhes de suas punições. Mas, em princípio, qualquer negociata é menos imoral que o castigo administrativo infligido a um policial por seus pares antes de transitada em julgado a sentença que o condena.
Na ânsia de destruir-se para não se tornar suspeito de favorecer-se, a policia militar, quando não tem provas de corrupção e outros crimes, apela ao subterfúgio da "falta de decoro " e cassa per fas et per nefas. Mas desde quando ser acusado é falta de decoro? O decoro ou a falta dele residem no que um homem faz, não no que os outros dizem dele, ainda que quem o diz seja um promotor público,ou um cmt de batalhão.
Na vida civil, haverá falta de decoro em mexer com a mulher do próximo ou em simplesmente ser acusado de fazê-lo? Indecoroso não é ser acusado. É tomar a acusação como prova. Não vejo por que deva ser diferente na vida policial. Não se trata de defender policiais, do qual, repito, nada sei. Trata-se de devolver às palavras "moralidade" e "justiça" seu sentido. Hoje elas são sinônimos de carrancas punitivas.
"-se da CPI dos Anões do Orçamento? Foi a mais ampla, a mais espetaculosa a mais pretensiosa, apregoando-se de acontecimento histórico. A testemunha-chave era um tal de José Carlos, execrável contador da Comissão de Orçamento. Ele informou que, dos dois "esquemas de corrupção" então investigados - um ligado ao desvio de verbas de assistência social, o outro ao favorecimento ilícito de empreiteiras -, tudo sabia do primeiro, por ser ele próprio quem contabilizava a safadeza, e nada do segundo, do qual só tivera notícia por ouvir dizer. Nada menos de 16 vezes, durante o exaustivo bombardeio de perguntas, ele repetiu: "Pessoalmente, nada sei de empreiteiras". Pois bem: como isso foi noticiado na imprensa? No dia seguinte, todos os jornais brasileiros, todos, com exceção de O Globo e da Folha de S.Paulo, trouxeram estampada a manchete: "José Carlos confirma denúncias contra empreiteiras". Que fizeram, em resposta, os parlamentares? Acusaram a imprensa de falsear as notícias e tentar manipular a CPI? Nada disso. Nem um pio. Só sorrisos diante das lentes dos fotógrafos".
Não há justiça, não há seriedade, não há honestidade onde as pessoas se rebaixam ante a mídia a ponto de negar o que seus olhos vêem, o que seus ouvidos ouvem, para dizer amém ao que saiu publicado.
Muito menos há justiça, honra ou amor à verdade quando se destrói a carreira policial de um suspeito, intimidando, de quebra, os magistrados que o julgarão. Pois qual juiz ,ou cmt superior terá a coragem suicida de avaliar com independência uma causa que já foi julgada por todos? Qual ousará, em caso de inocência do réu, assinar uma sentença que sujeitará a imprensa, a policia militar, virtualmente a nação inteira a processos por crime de natureza diversifcada, com obrigação de ressarcimento à vítima por danos morais? Num tempo em que "coragem" significa posar de bom menino para os chefes, sob os aplausos gerais e a proteção do lado mais forte, esse juiz não pode existir. Mas, se ele não existe, também não existe justiça.
"alguns trechos foram feitos correções, e adptados as Policias Militares, principalmente a PM mineira".  autor das adptações, policial militar de Teófilo Otoni, MG.

BLOG DA RENATA

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

HOMEM É LINCHADO NA PRESENÇA DE POLICIAIS (segurança no país da Copa...piada)



É lamentável que a polícia por tantas vezes seja vista como vilã, algumas por incompreensão da responsabilidade que carregamos, outras  por falhas imperdoáveis que nós cometemos. São esses dois caminhos que dividem as opiniões acerca do vídeo que você irá acompanhar adiante.

Moradores do Pará invadiram um hospital e arrancaram de lá um acusado de ter matado um líder comunitário durante uma briga. Temendo uma carnificina, seis policiais que custodiavam o criminoso decidiram não intervir:

Quando eu falo em incompreensão, não pretendo ser conivente com a violência praticada, mas fazer uma alerta contra a tendência em julgar uma possível omissão pelo fato de os policiais estarem armados "com pistolas e fuzis", como diz a reportagem. Pra variar, os direitos humanos são a favor da punição dos policiais.

Na verdade, se a PM acaba atingindo alguém, seja por qual modo fosse (até mesmo por bala perdida) e evitado o linchamento em favor de um homicida, outras acusações seriam feitas, talvez apontando despreparo. Polícia é isso aí, tem vezes que não tem como agradar de jeito nenhum.

Fonte: Blog Amigos do Ronda

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Greve da Segurança e a fusão dos poderes: Político e Justiça

         
           Marcelo Anastácio/Blog No Q.A.P  
          
         É ditadura disfarçada de democracia? Qual o real papel do judiciário brasileiro? Até que ponto a justiça do Brasil não virou palco para manobras políticas? Quem tem coragem de desmentir a corregedora do CNJ-Conselho Nacional de Justiça, Ministra Eliana Calmon? A maioria das decisões que envolve o patrões e empregados, especialmente se estes forem servidores, a justiça pende para o lado mais forte, ou seja, o governo.

           Os últimos exemplos foram a greve dos Correios e a recente paralisação de policiais e bombeiros do Ceará, que reivindicam 80% de aumento, a ser distribuídos até 2015 e a regulamentação da jornada de trabalho em 40 horas. A justiça nestes dois casos, determinou o retorno imediato dos trabalhadores, sem sequer se inteirar, intermediar quem sabe, uma solução pacífica para o conflito.
           
            Os políticos mandam e desmandam no Brasil, e os cidadãos de bem, ávidos por decisões autônomas, independentes ou imparciais, vêem a cada dia mais confusa as atuações políticas e com as decisões judiciais; que em muitos casos advogam em causa própria, seja com aumentos próprios, seja no recebimento de verbas ilegais, seja na submissão ao poder político como garantia de promoção no futuro, por fazer parte do "time", confiável e ao mesmo tempo fiador para algumas maracutaias republicanas.Leia a matéria que reforça o texto, blog Coturno Noturno:>>>>>>>

              Quem verá a situação da segurança no Ceará, quiça no Brasil? Ou só lembraremos destes quando houver alguma ameaça contra algum magistrado? Ou quando algum da justiça for covardemente assassinado?
O poder judiciário não pode se misturar com a promiscuidade política, sob pena de maquiarmos a ditadura com nome utópico de democracia...nome que aliás aceita tudo...do policial cobrando propina ao juiz vendendo sentença.

           Força aos policiais e bombeiros do Ceará e proteção máxima para a Ministra Eliana Calmon, para que não tenhamos mais essa voz emudecida...na calada da noite...

                 Marcelo Anastácio
             
          

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Promotor de Justiça de Prata, MG, é alvo de investigação

Um ex-promotor de Justiça que trabalhou em Prata, no Triângulo Mineiro, e acaba de se aposentar é alvo de uma investigação do Conselho Nacional do Ministério Público (MP). As denúncias foram feitas por vereadores depois que supostas irregularidades na administração municipal deixaram de ser investigadas pelo promotor.
Licitações de compras da prefeitura, eventos culturais, bandas que custam R$ 30 mil e verbas mal gastas na Câmara de Vereadores foram algumas das denúncias feitas ao MP e que, segundo o vereador Amauri Macedo e o servidor público José Pio de Novaes, não foram investigadas pelo ex-promotor.Continue lendo no G1:>>>>>>>>>

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

SERVIDOR DA JUSTIÇA MILITAR TERÁ ADICIONAL DE INSALUBRIDADE. PM NÃO PRECISA...O ESCRITÓRIO É MAIS INSALUBRE QUE A RUA...

O Projeto de Lei (PL) 2.391/11, do Tribunal de Justiça, que dispõe sobre a concessão de adicional de insalubridade e periculosidade aos servidores da Justiça Militar, foi aprovado em 2º turno pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais, durante Reunião Extraordinária na manhã desta sexta-feira (16/12/11). De acordo com a proposição, os adicionais não se incorporarão à remuneração do servidor nem constituirão base para o cálculo de nenhuma vantagem remuneratória, salvo a gratificação natalina e o adicional de férias.


O texto aprovado altera os artigos 12 e 13 da Lei 10.856, de 1992, que trata dos padrões de vencimento e proventos dos servidores do Judiciário, instituindo a Gratificação de Serviços de Segurança. O artigo 12 da lei passa a determinar que farão jus ao adicional de insalubridade os servidores do Quadro de Pessoal da Secretaria do Tribunal de Justiça, da Justiça de 1ª Instância, da Secretaria do Tribunal de Justiça Militar e das Secretarias de Juízo Militar que trabalhem em local insalubre ou em contato permanente com substância tóxica, radioativa ou com risco de contágio.

Já o artigo 13 refere-se ao adicional de periculosidade e menciona que os cargos que terão direito ao benefício são os de oficial judiciário, das especialidades de oficial de justiça avaliador, oficial de justiça e comissário da infância e da juventude; e o técnico judiciário, das especialidades de assistente social judicial, oficial de justiça avaliador III e IV, psicólogo judicial e cirurgião-dentista.
FONTE: ALMG

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Juíza tem 7 mil furtados de bolsa e Tribunal ABAFA tudo, por que será ?

Essa postagem está em atraso, devido a meu afastamento do blog.


Reprodução do jornal O Globo do dia 08/12/2011, coluna Ancelmo Gois 

Vejam só, uma juíza que tinha nada mais do que 7 mil reais na bolsa foi furtada dentro do Tribunal de Justiça do RJ por um garçom da empresa Nova Rio, mas não houve registro, a magistrada e o Tribunal resolveram ABAFAR o caso.Continue lendo no Blog do Ricardo Gama:>>>>>>>>>

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Juízes paulistanos receberam R$ 1 milhão de uma vez só

Um grupo formado por 17 integrantes da cúpula do Tribunal de Justiça de São Paulo que está sob investigação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) pode ter recebido ilegalmente R$ 17 milhões dos cofres públicos em 2010, informa reportagem de Flávio Ferreira, publicada na Folha desta quinta-feira (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Os corregedores do CNJ colheram indícios de que o dinheiro foi usado para pagar de uma vez R$ 1 milhão a cada um dos juízes, a pretexto de resolver uma antiga pendência salarial da categoria. 

Os 17 juízes tinham direito a receber pelo menos parte desse dinheiro, mas os pagamentos foram feitos em condições privilegiadas, de acordo com duas pessoas familiarizadas com as investigações. 

Outros integrantes da cúpula do tribunal paulista e juízes da primeira instância que também têm direito a esses pagamentos recebem o dinheiro em parcelas mensais de pequeno valor.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Juízes federais fazem "operação padrão" nesta terça-feira e param 24 h na quarta

Os juízes federais começam, nesta terça-feira, os atos de protesto contra a demora de quase dois anos do Executivoe do Congresso em promover o reajuste dos vencimentos dos magistrados que, de acordo com as suas associações, sofreram perdas inflacionárias acumuladas da ordem de 22%.
Além de reclamarem da falta do cumprimento do preceito constitucional que lhes garante a revisão anual dos vencimentos, os juízes trabalhistas e estaduais unem-se aos federais na reivindicação de mais segurança e melhoria das condições de trabalho e previdenciárias. 
"OPERAÇÃO TARATRUGA"
Nesta terça, cumprindo que foi decidido em assembleia geral, os juízes federais vão remeter à Advocacia-Geral da União (AGU) todas as citações e intimações que acumularam desde o dia 17 de outubro, numa “concentração deatos processuais”, semelhante a uma “operação-tartaruga”. Mas, conforme notaexpedida pela Associação dos Juízes Federais (Ajufe), essa “forma depressionar o Executivo” não envolveu “as ações urgentes, de concessão de benefícios previdenciários, de fornecimento de remédios pelo Serviço Único deSaúde (SUS), bem como ações criminais, que continuaram tendo suas intimações e citações realizadas diariamente, sem que houvesse qualquer prejuízo à sociedade.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Sem julgamento, ações contra juízes prescrevem

Felipe Recondo, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - O processo administrativo aberto contra um magistrado do Maranhão por trabalho escravo está parado desde 2007. Em Minas, uma representação contra um juiz, suspeito de morosidade, arrasta-se desde 2005. No Tribunal de Justiça do Amazonas, 10% dos processos foram abertos há pelo menos quatro anos. Esses casos podem estar prescritos e mostram como funcionam as corregedorias de alguns tribunais. Órgãos que deveriam processar e punir juízes acusados de irregularidades retardam as investigações e contribuem para a impunidade.
Quando decidiu divulgar que as corregedorias locais têm 1.085 investigações contra magistrados em andamento, o presidente do Conselho Nacional de Justiça, Cezar Peluso, queria mostrar que os tribunais de Justiça fazem seu papel e que a Corregedoria Nacional de Justiça, comandada pela ministra Eliana Calmon, não precisaria intervir com frequência para coibir irregularidades.
Mas uma radiografia nos números mostrou que a intervenção da corregedoria nos tribunais, em muitos casos, tem razão de ser. Como são leves as punições administrativas para magistrados, o prazo de prescrição é curto - de seis meses a cinco anos.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Justiça Militar é desconhecida pelos magistrados

No dia 21 de novembro [hoje], instala-se o “XII Congresso Nacional das Justiças Militares”, no auditório da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (Emerj), evento que traz para a capital fluminense discussões sobre não só sobre o Direito Militar criminal, mas também relevantes questões administrativas que interessam aos militares da União e dos Estados.

O Rio tem servido de exemplo a outros Estados da federação que ambicionam uma melhor segurança pública e o retorno do Estado às comunidades, oferecendo o mínimo indispensável ao exercício de uma cidadania plena.

Todos os brasileiros aplaudem a ação governamental, a unidade das Forças estaduais e federais na consecução do objetivo de retorno à normalidade democrática e a busca dos direitos elementares de qualquer cidadão.

A escolha dessa cidade como sede do evento justifica-se ainda pela necessidade de criar uma consciência , hoje inexistente, da importância da Justiça Militar daquele Estado para a integridade e eficiência dos policiais e bombeiros militares na preservação da ordem pública.

Há pouco tempo, em reunião com o governador do Estado do Rio, Sérgio Cabral, o Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Nelson Calandra, salientou que a mesma milícia envolvida no assassinato da Juíza Patrícia Acioli responde a vários processos na Justiça Militar por outros delitos que não o homicídio, que, como se sabe, a partir de 1996, passaram a ser julgados no Tribunal do Júri.
Se, de um lado, a atividade da Justiça comum continua sendo desconhecida da sociedade brasileira; de outro e, pior que isso, a Justiça Militar também é uma desconhecida para os próprios magistrados. Em pesquisa realizada, em 2006, pela AMB, quase 70% da magistratura desconhecia o funcionamento da Justiça Militar apesar de ser um órgão inserido na estrutura do Poder Judiciário.

Saliente-se que o percentual deve ser bem superior àquele apresentado, pois muitos magistrados não avaliaram corretamente o seu grau de conhecimento daquela Justiça. O mais grave é que, a partir da Emenda Constitucional n° 45, em vigor a partir de janeiro de 2005, foi ampliada a competência da Justiça Militar estadual para também apreciar as ações decorrentes de atos disciplinares, ou seja, as ações impetradas por militares dos Estados que sofreram punições administrativas ou foram expulsos da corporação e que, antes, eram julgadas pelas Varas da Fazenda Pública.

No Rio, a situação é mais grave, pois há apenas uma Vara Militar estadual com uma única juíza. Estados que possuem efetivos semelhantes aos da PM e do Bombeiro Militar do Rio contam com uma melhor estrutura, com três ou quatro Auditorias Militares e até um órgão de segunda instância própria, vale dizer, Tribunais Militares. Além da vantagem da especialização, permitem uma resposta mais rápida nos processos criminais e administrativos, permitindo às corporações militares daqueles Estados uma depuração mais eficiente de seus quadros e, por consequência uma melhor prestação de serviço à sociedade.

Tenho a convicção de que esse Congresso, com a presença dos operadores desse direito especializado, tanto da área federal quanto estadual, poderá contribuir para a criação da consciência da relevância dessa Justiça que precisa ser melhor conhecida por toda a sociedade brasileira. 
(*) O autor é Presidente da Associação dos Magistrados das Justiças Militares Estaduais (AMAJME) e Presidente da Associação Internacional das Justiças Militares (AIJM)

Fonte: Notícia da Caserna
Blog da Força Tática


Leia mais no site: http://ftadecamocim.blogspot.com/2011/11/justica-militar-e-desconhecida-pelos.html#ixzz1eNM0YL5k
Copiar e não citar a fonte, além de má educação, é ilegal. 

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Servidores do Judiciário iniciam greve em Minas Gerais, diz sindicato

Servidores da Justiça Federal, do Tribunal Regional Eleitoral e do Tribunal Regional do Trabalho em Minas Gerais iniciaram um movimento de greve nesta quinta-feira (3). De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal no Estado de Minas Gerais (Sitraemg), os servidores reivindicam reposição salarial, melhoria das condições de trabalho e maior valorização do judiciário.

Em Belo Horizonte, o atendimento não foi afetado no Tribunal Regional Eleitoral e no Tribunal Regional do Trabalho, de acordo com as assessorias de imprensa das repartições. Já na Justiça Federal, apenas atendimentos de urgência foram realizados nesta quinta-feira.

Os trabalhadores realizaram um ato na tarde desta quinta em frente à Justiça do Trabalho, no bairro Barro Preto, região Centro-Sul da capital mineira. Tanto sindicato, quanto as assessorias de imprensa das repartições não informaram o número de servidores que aderiram ao movimento.
 
G1 MG

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Deputada do Rio critíca justiça militar e o regulamento arcaico dos Bombeiros



Muito feliz o discurso da deputada estadual Janira do PSOL-RJ, que no seu primeiro mandato demonstra uma garra e idealismo já quase esquecidos na velha e tradicional política nacional. Esperamos que esse discurso não mude.

Sobre o regulamento dos Bombeiros cariocas sabemos que são muito semelhantes ao da maioria dos estados do Brasil. O pior é que são arcaicos, mas, atualíssimos para alguns tipos humanos que se escondem atrás dele, e deturpam as leis, as normas, em busca de uma vaidade, usando as regras como instrumento de vingança pessoal. Alguns dinossauros (coitado dos dinossauros), chegam a desarquivar procedimentos com cinco anos, (portanto prescritos), na insana caça, quando os problemas típicos de segurança continuam a se acumular. Na hora de enfrentar quem deveria ser enfrentado, se mostram frouxos, covardes e completamente submissos. Por isso as polícias no Brasil geralmente assumem funções que jamais deveriam assumir, principalmente nas áreas sociais. Esses "bichinhos", os dinossauros, preferem a bajulação barata em troca das promoções, que são individuais, e ao invés de lutarem de maneira coletiva para o bem da instituição, ao contrário, tentam intimidar a coletividade, usando a rédia pelo regulamento, as vezes ultrapassado, ou em desacordo com a Constituição Federal. Tudo é punível sob determinado ângulo, mas, quando essas criaturas tem que enfrentar as raposas, viram cordeirinhos...daí temos viaturas superfaturadas, desvio de função de militares do serviço de inteligência, as vezes até sendo usados para interesses particulares de terceiros. A população nem sonha, e acredita nas estatísticas, que alguém um dia disse que é uma forma de mentir...

Vamos repetir o óbvio, mas, que poucos vêem: enquanto a sociedade estiver alheia ao serviço de segurança pública, enquanto ela não se interessar, participar, não com dinheiro, esse papo de doação é dupla tributação. Enquanto as pessoas de bem não conhecerem o interior dos quartéis, para, só depois terem legitimidade para cobrar, é que descobrirão o quanto as policiais fazem tripas-coração, enquanto os outros "órgãos" continuam em estado vegetativo, e sendo manipulados por alguns, que se acham "donos" da instituição. E mesmo sendo meros sanguessugas, e ainda se vendem em troca de promoções.

A deputada não falou apenas pelos bombeiros militares do Rio de Janeiro. Muita coisa acontece com os militares do Brasil, porém, parte mídia não se importa, a população é desinteressada e despolitizada e a maioria dos políticos buscam o poder pelo poder. O discurso dessa deputada nos mostra que tem uma luz no fim do túnel...Acorda Brasil!!!


 Cidadão Militar        

STJ considera legítima busca e apreensão feita pela PM


Embora o artigo 144, parágrafo 4º, da Constituição Federal estabeleça que compete à Polícia Civil exercer as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, o ministro Jorge Mussi, da 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, entendeu ser legítima a busca e apreensão feita pela Polícia Militar, em uma investigação do Ministério Público envolvendo 45 réus, acusados de formação de quadrilha e de corrupção ativa.
A decisão aconteceu no julgamento de um Habeas Corpus, que pedia a anulação das informações cadastrais obtidas na operação liderada pela Polícia Militar. De acordo com o paciente, as investigações que desembocaram na ação penal começaram com uma quebra de sigilo telefônico que tinha, a princípio, apenas três investigados. O nome do paciente só foi parar no caso em decorrência de autorização do juízo processante, e não do originário.
Essa operação foi cumprida por policiais militares, sem a presença de um delegado sequer. Por isso, na visão da defesa, o ato seria nulo, uma vez que a polícia judiciária não teria competência de polícia judiciária. As interceptações ficaram, ao final, a cargo da Coordenadoria de Inteligência do Sistema Penitenciário (Cispen), ligado à Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro.
Caminho mais fácil
A defesa questionou também o caminho usado pelo Ministério Público para se chegar aos acusados. No pedido encaminhado ao juiz, o órgão requereu a expedição de cópias de contas com a intenção de "possibilitar a comparação do número telefônico dado com os números pertencentes às pessoas indicadas, verificando a existência de ligações no período da suposta prática do crime".
Segundo Mussi, ao contrário do que alegou a defesa no pedido, "a identificação dos terminais que mantiveram contato com os telefones interceptados, além do fornecimento dos respectivos dados cadastrais, constituíram medidas que foram efetivamente autorizadas pela decisão judicial".
parquet pediu às empresas de telefonia Claro e Vivo o envio de contas de vários números. Ao contrário do entendimento predominante, o pedido do Ministério Público voltou-se para pormenores, como o endereço, número de telefone e qualificação dos investigados. "O inciso XII do artigo 5º da Constituição Federal assegura o sigilo das comunicações telefônicas, nas quais, por óbvio, não se inserem os dados cadastrais do titular de linha de telefone celular", considerou o ministro em seu voto.
De acordo com a defesa, a decisão que autorizou a medida teria "exorbitado". Como conta Mussi, os advogados alegam que "além da interceptação das conversas mantidas por meio das linhas indicadas, a localização dos telefones alvos; a interceptação em tempo real das mensagens de texto enviadas e recebidas; omissão da conta detalhada; e a identificação dos terminais que mantivessem contato com os telefones interceptados, fornecendo os dados cadastrais das linhas".
Segundo o entendimento do ministro, "não se tem como extrair que a autoridade policial é a única autorizada a proceder às interceptações telefônicas, até mesmo porque o legislador não teria como antever, diante das diferentes realidades encontradas nas unidades da Federação, quais órgãos ou unidades administrativas teriam a estrutura necessária, ou mesmo as maiores e melhores condições para proceder à medida".
Voto vencido
Manifestando entendimento contrário, o ministro Napoleão Nunes Maia Filho foi enfático em seu voto: "o que não pode, nem deve, o Ministério Público, nem ninguém, nem o juiz fazer, é passar a tarefa investigatória a uma instância estranha à investigação, que é o ente penitenciário". Isso seria, na sua concepção, uma "banalização".
Ele também indaga: "Por que se admitir isso em uma cidade como a do Rio de Janeiro, que tem, com certeza, centenas de delegados?". "O delegado, se houver resistência ou insegurança, requisita a Polícia Militar e esta realiza, sob a vigilância do delegado, até, se for o caso, do promotor, a diligência que for necessária. Dar essa carta à Polícia, peço vênia, para não concordar." Todos os demais ministros da 5ª Turma acompanharam o voto de Jorge Mussi.
HC 131.836

Blog da Renata

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Presidente do CNJ torna aberto trabalho de corregedorias locais


Depois do conflito instalado no Judiciário sobre o papel correicional do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o presidente do órgão, Cezar Peluso, decidiu escancarar o trabalho das corregedorias locais. A partir de agora, o monitoramento do andamento dos processos administrativos contra juízes não será mais atribuição exclusiva da corregedoria-geral, mas também da presidência do CNJ.
A ideia é que até a população atue como fiscal, já que os dados também serão disponibilizados no site do órgão dentro de 15 dias. A assessoria de Peluso ainda não informou como esses dados serão disponibilizados, nem se haverá restrições à divulgação dos nomes de juízes investigados. A alteração no procedimento foi divulgada nesta segunda-feira por Peluso após reunião com 15 corregedores dos 27 tribunais do País, na sede do CNJ.
Segundo a assessoria do Supremo Tribunal Federal (STF), Corte presidida por Peluso, a intenção é dar mais transparência ao trabalho de fiscalização realizado pelos tribunais nos Estados. Os dados serão atualizados mensalmente. A corregedoria-geral é ocupada atualmente pela ministra Eliana Calmon, que provocou polêmica ao dizer que o Judiciário tem "bandidos escondidos atrás da toga". Ela fez a declaração quando se aproximava o julgamento, no STF, de uma ação em que a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) tentava limitar o poder correicional do CNJ. Para a AMB, o CNJ só pode punir depois que as corregedorias locais já tiverem atuado.
O CNJ reagiu às declarações da corregedora com uma nota de repúdio lida por Peluso e, a partir de então, o presidente do órgão vem sendo acusado de corporativismo. Em entrevistas recentes, Peluso defendeu-se dizendo que não pretende deixar juízes criminosos impunes. Seu objetivo seria apenas não deixar o CNJ carregado de processos e as corregedorias locais inoperantes. Peluso defendeu, ainda, que o CNJ deve focar sua ação no acompanhamento das falhas das corregedorias locais e não em problemas que envolvessem juízes caso a caso.
De acordo com o STF, os corregedores solicitaram a audiência com Peluso para declarar apoio incondicional às ações do CNJ. "Os juízes demonstraram com dados que têm atendido a todas as determinações da corregedoria nacional quando lhes são encaminhadas denúncias e que os prazos fixados são rigorosamente observados pelas corregedorias dos estados", disse Peluso após o encontro.
Jornal do Brasil