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terça-feira, 25 de setembro de 2012

PMs de BH reclamam de cartazes constrangedores nos comércios, até para os que pagam o lanche

  Policiais da Capital nos abordaram e disseram que muitos comércios onde eles geralmente fazem suas refeições, cuja maioria dos PMs pagam por elas, se queixaram que existem recortes de jornal afixados nas portas. Segundo os próprios donos dos comércios, estes teriam sido orientados por outras pessoas, (não se sabe se são militares), os quais advertiram inclusive os comerciantes para que denunciem os militares que eventualmente resistam em pagar as despesas alimentares.

   Sabemos que a grande maioria que se alimenta nesses comércios, o fazem porque tem uma relação de amizade, respeito mútuo e camaradagem. Nenhum policial em sã consciência teria coragem de pedir um "pedaço de pão". Essa relação de convívio é cultural e não se impõe regras, nem para os comerciantes que cedem, nem para os policiais que eventualmente aceitam o lanche ou almoço. Portanto, é estranho esses cartazes com a cópia do jornal afixada. Pois, aqueles policiais que vão almoçar de certa forma acabam por ficar constrangidos, mesmo que estejam pagando, pois, nunca se sabe quando uma câmera indiscreta pode "flagrá-los" fazendo as refeições. 

   Quando o atual  Comandante Geral, era regional da nona, aconteceu a mesma coisa, só diferenciando a manchete, que na ocasião era: "Policiamento em troca de lanche", publicada como matéria de capa, no dia de maior tiragem, o domingo. Na época, o comandante foi pessoalmente no COPOM, entrou na rede de rádio e elevou o moral da tropa, dizendo que aqueles fatos não atingiram a grande maioria dos militares e os próprios comerciantes. Em seguida, foi acionada a jornalista que fez a matéria, e constatado que esta agiu de maneira rancorosa, por ter evadido de um acidente, na qual foi presa e teve o seu carro multado e guinchado. É óbvio que ela foi movida pelo sentimento de raiva, porém, sua matéria tentou denegrir toda a instituição. Seria o mesmo se o policial que a prendeu, dissesse todo jornalista que se acidenta é criminoso e costuma fugir do local do crime; o que todos sabemos não ser verdade.

    O melhor a se fazer, é buscar através das associações uma retratação com direito de resposta proporcional e com o mesmo espaço usado para difamar a Polícia Militar. Se de fato existiu o abuso, porque esse comerciante não foi no batalhão reclamar? Será que esse suposta vítima existiu, ou foi fabricada por um jornalista que teve o seu carro guinchado como no caso de Uberlândia?? 

    Amigos paguem suas refeições, ainda que o valor seja simbólico, justamente para não dar margem pra nenhuma foto retirada na surdina, na covardia., gerando comentários preconceituosos de parte dessa mídia e seus leitores, vítimas dessa opinião viciada e tendenciosa.

     Queria muito que esse PM se identificasse na foto, que foi distorcida no rosto, e que ele voltasse no mesmo comércio, retirasse uma nota fiscal, comprovando que pagou pela refeição, o que daria ferramentas judiciais contra o jornalzinho com flagrantes notoriamente forjados.CLIQUE AQUI E RELEMBRE O CASO