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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Médicos da rede pública fazem paralisação de 24 horas nesta terça em Minas


Médicos da rede pública de Minas Gerais farão uma paralisação nesta terça-feira (25). Durante 24 horas, a partir das 7h, não haverá atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS), Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) e Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg).

Nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA), serão atendidos apenas casos de urgência e emergência. De acordo com o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed-MG) a paralisação, que ocorrerá em todo o país, é um protesto contra as más condições de assistência e a baixa remuneração dos profissionais da área.

Além da paralisação, ainda está programado um ato público em frente à Praça da Assembleia Legislativa de Minas Gerais às 9h30 e uma audiência pública durante a tarde.

FELIPE REZENDE
twitter.com/OTEMPOonline

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Atenção conveniados da PM/BM do Brasil: Médicos de planos de saúde suspendem atendimento hoje


Seis meses após a primeira paralisação, os médicos voltam a suspender hoje o atendimento aos beneficiários de planos de saúde. Os profissionais deixarão de atender consultas de algumas operadoras em 23 estados e no Distrito Federal. A paralisação vai durar 24 horas e, nesse período, o atendimento às urgências e emergências será mantido. Os clientes afetados podem remarcar as consultas.

Em abril deste ano, os médicos fizeram o primeiro boicote às operadoras, quando interromperam por um dia o atendimento a clientes de todos os planos. Desta vez, os planos que não negociaram ou não apresentaram propostas suficientes para atender às reivindicações da categoria são o alvo do protesto.

Os médicos querem o aumento imediato dos honorários, reajuste fixo anual da remuneração e o fim da interferência das empresas em sua autonomia. As associações médicas defendem o valor de R$ 60 por consulta. De acordo com elas, os planos pagam, em média, R$ 40. Segundo a categoria, as mensalidades dos planos foram reajustadas em 150% nos últimos anos. No entanto, as operadoras destinam menos de 20% da arrecadação para a remuneração dos profissionais.

“O recurso da saúde suplementar que vai para o médico caiu quase pela metade”, disse o presidente eleito da Associação Médica Brasileira (AMB), Florentino Cardoso.

Em relação à interferência no trabalho, as entidades alegam que as empresas recusam determinados exames e chegam a mudar procedimentos. “Tentam, por exemplo, reduzir a permanência do paciente na UTI [Unidade de Terapia Intensiva]. Evidentemente, todas as vezes que isso acontece há um conflito enorme”, explicou Cid Carvalhaes, presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam).

Os profissionais cobram posicionamento e articulação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), responsável por regular o setor, para solucionar as divergências entre a categoria e os planos. “O que está colocado em jogo é a assistência a 46 milhões de usuários. O governo tem responsabilidade. Estamos chamando a ANS para a responsabilidade”, disse Aloísio Tibiriça, vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM).

Os médicos vão parar o atendimento a, pelo menos, 23 planos de saúde. A estimativa é que os planos afetados tenham de 25 milhões a 35 milhões de usuários, cerca de 76% do total de clientes em todo o país. As negociações com as operadoras foram feitas pelos representantes de cada estado. Por isso, cada unidade da Federação definiu sua própria lista com os planos que serão afetados.

Em nove estados, será suspenso o atendimento a todas as operadoras – no Ceará, Espírito Santo, Maranhão, em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, no Paraná, Rio de Janeiro e Tocantins. A lista dos planos que serão alvo da paralisação está disponível no site do CFM, no endereço eletrônico http://www.cfm.org.br/.
 
Carolina Pimentel
Jornal do Brasil

sábado, 17 de setembro de 2011

Uberlândia: Hospitais particulares se queixam de convênios e PMs e BMs não têm pediatras

   Militares de Uberlândia se queixam da falta de pediatras em alguns hospitais conveniados, cujos problemas estão elencados em matéria de jornal, anexa ao final desta postagem. Daí vem a pergunta que não quer calar? Será que os hospitais deixarão de receber pelas especialidades que não têm? No caso os militares do estado, cujo município não disponha das modalidades firmadas em convênios, terão desconto nas mensalidades, para suprir a falta dos médicos? A contribuição e debitada religiosamente, porém, como verão abaixo, alguns serviços não são realizados com a mesma precisão. Atenção deputado Sargento Rodrigues! Imaginem nas cidades menores...

Nota do blog

Hospitais particulares de Uberlândia suspendem consultas de pediatras no pronto-atendimento

Problemas seriam a falta de profissionais e o valor pago pelos convênios

Os hospitais particulares de Uberlândia estão suspendendo as consultas de pediatras no pronto-atendimento. O problema seria a falta de profissionais no mercado e o valor pago pelos convênios. Uma situação que preocupa os pais.

Quando o filho adoece já é uma preocupação. Agora imagine não ter médico para atender a criança.

O hospital suspendeu temporariamente o pronto-atendimento pediátrico. A sala foi preparada especialmente para receber crianças, mas por falta de médico o atendimento teve de ser suspenso. O hospital precisaria de sete pediatras e só estava contando com dois.

Segundo o diretor do hospital, Eliezer Narciso, um dos problemas é a má remuneração por parte dos planos de saúde.
Em outro hospital o aviso mostra a realidade. Não haverá plantão por falta de pediatra. O problema é ainda maior à noite quando os consultórios estão fechados e restam os pronto-atendimentos.