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sábado, 19 de maio de 2012

MAJOR DA PM É ACUSADO DE ESTUPRAR ENTEADAS


O major PM Francisco Ferreira de Almeida Filho, de 46 anos, foi preso por agentes da Polícia Civil, no final da tarde de sexta-feira (18), após ter a prisão preventiva decretada pelo Juizado da Comarca de Cuiabá.


O oficial é acusado de abusar sexualmente de duas enteadas, sendo que uma tem 18 anos e outra 13. 

A prisão ocorreu na casa dele, no bairro Tijucal, onde convive com a mães das duas garotas.

A mais velha relatou a policiais da Delegacia de Defesa da Criança e do Adolescente da Capital que, durante quatro anos – no período em que tinha 12 a 16 anos –, era abusada sexualmente pelo padrasto, que a ameaçaria com um revólver. Para garantir o estupro, o PM a dopava com bebidas.

Os abusos, segundo a menina, eram diários, o que a deixou em depressão e, somente aos 16 anos, é que conseguiu sair de casa. Nesse período, tentou falar para a mãe, mas era ameaçada pelo padrasto, que usaria sempre um revólver.

Em três casas do militar, os policiais da Deddica apreenderam uma memória de computador, pendrive, câmeras fotográficas, além de 90 peças – entre CDs e DVDs – com imagens pornográficas.

Em relato à equipe multidisciplinar da delegacia, a garota mais velha disse que, há dois anos, saiu de casa. Foi quando o militar começou a atacar a irmã dela, com 13 anos. O caso foi parar na delegacia, no inicio da semana.

A delegada Alexandra Fachone, após o relato das vítimas, solicitou a prisão preventiva do suspeito. Aos policiais, o militar negou o estupro das enteadas.

O que chamou a atenção dos policiais é que a mãe das meninas ainda vive com o militar. Eles não descartam a hipótese da conivência por parte dela.

Na delegacia, o major Almeida negou ter praticado o abuso sexual. Ele foi encaminhado para o Presídio Militar, em Santo Antônio de Leveger.

Fonte: midianews/Blog do Aparecido Lima

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Ministério Público diz que major criou milícia formada por policiais militares para proteger políticos acusados de roubar R$ 50 milhões de prefeitura

O Ministério Público Estadual e o despacho do desembargador Pedro Valls Feu Rosa, em que ele explica os motivos da prisão de 28 pessoas acusadas de roubar mais de R$ 50 milhões dos cofres da Prefeitura de Presidente Kennedy, revelam como era a estrutura armada do grupo que era comandada, segundo as investigações, por um major da Polícia Militar. Para o MP, o major teria criado uma milícia armada para proteger os políticos acusados de roubar os mais de R$ 50 milhões.

Vale lembrar que, por determinação do desembargador Pedro Valls Feu Rosa, que presidia a 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Espírito Santo quando começaram as investigações, a Polícia Federal efetuou, na manhã desta quinta-feira (19), uma ação denominada Operação Lee Oswald e cumpriu, integralmente, 28 mandados de prisão no município de Presidente Kennedy, no litoral Sul do Espírito Santo – 13 prisões preventivas e 15 prisões temporárias –, além de 51 mandados de busca e apreensão

O objetivo é desarticular uma organização criminosa responsável por fraudes em licitações, superfaturamentos, desvio de verbas, além de pagamentos indevidos em contratos de serviços e compra de materiais no Espírito Santo. Já foi identificado o desvio de R$ 50 milhões.

Dentre os presos, está o prefeito de Presidente Kennedy, Reginaldo dos Santos Quinta, que teve seu mandato suspenso, a exemplo do que ocorreu com quatro vereadores: Dorlei Fontão da Cruz, presidente da Câmara, Manoel de Abreu José Fernandes, vice-presidente, Clarindo de Oliveira Fernandes, secretário, e Vera Lúcia de Almeida Terra. Os mandatos foram suspensos enquanto durar a instrução do processo investigativo ou até nova deliberação judicial.

A operação, com o apoio também da Controladoria Geral da União, é um aditamento às denúncias pelo Ministério Público do Estado do Espírito Santo, decorrente das operações Moeda de Troca e Tsunami, originadas respectivamente em Santa Leopoldina e Fundão.

Nesse aditamento, o Ministério Público acusa o secretário de Segurança Pública de Presidente Kennedy, major PMES Fabrício da Silva Martins, de utilizar a força policial da cidade como uma pequena equipe de segurança do prefeito. Continue lendo no Blog do Elimar Côrtes

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Veja a cópia do Habbeas Corpus que libertou os militares do Rio

Veja na íntegra a cópia do Habbeas Corpus que libertaram os militares do Rio de Janeiro. Click na imagem para aumentá-la:

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

MP denuncia Major do Exército por exploração sexual de aluna do Colégio Militar

Major do Exército é denunciado pelo Ministério Público. Militar, de 41 anos, é suspeito de exploração sexual contra aluna de 14 anos que estudava na instituição em que ele estava lotado

O Ministério Público ofereceu denúncia contra um major do Exército por crime de exploração sexual e por divulgação e armazenamento de fotografia, vídeo ou outro registro de cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente. O oficial de 41 anos, que trabalhava no setor administrativo de uma instituição militar de Juiz de Fora, é suspeito de envolver-se sexualmente com uma estudante de 14 anos que estudava no local onde ele estava lotado. Indiciado pela Polícia Civil, ele agora é réu na Justiça comum, em processo que tramita na 1ª Vara Criminal no município. O fato ocorreu em 2010, quando o major, com mais de 20 anos na corporação, teria levado a menina para motéis da cidade em três ocasiões. O pai da adolescente registrou boletim de ocorrência ao encontrar, no celular da filha, mensagens românticas supostamente enviadas pelo major. Após o episódio vir à tona, o militar, que é casado, foi transferido para Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, embora o Exército negue qualquer relação entre o caso e a saída do oficial de Juiz de Fora. Ele poderá ser chamado a responder pelos crimes 218-B do Código Penal e 242-A e B do Estatuto da Criança e do Adolescente, que preveem pena de até dez anos em caso de condenação.

Procurado pela Tribuna, o 1º promotor de justiça, Marcelo Coutinho, disse que não poderia fornecer nenhum tipo de informação a respeito do processo, alegando que a ação tramita em segredo de Justiça. No entanto, no boletim de ocorrência registrado contra o major, no ano passado, o pai da adolescente revelou ter sido alertado sobre o envolvimento da filha com o militar por meio de uma amiga da estudante. De acordo com o histórico da ocorrência, o pai telefonou para o número registrado no aparelho celular da filha, e o major teria atendido à chamada, dirigindo-se à aluna de maneira íntima. Questionada pelos familiares, a garota confirmou aos pais que o relacionamento teria se iniciado em julho de 2010. Ainda de acordo com a informação dada por ela, as conversas entre eles teriam começado pela internet. Porém, após um dia de aula, o major teria beijado a menina. A aluna ainda relata que foi levada pelo major a motéis da cidade. O relacionamento teria sido mantido por cerca de cinco meses. Conduzida ao HPS, onde ela foi examinada, uma perícia médica constatou que a adolescente já havia mantido relações sexuais.

O Exército afirmou, ontem, que ainda não foi notificado da denúncia. No entanto, o relações públicas da 4ª Brigada de Infantaria Motorizada, tenente-coronel Carlos Henrique da Mota Couto, disse que, somente após a conclusão do processo, é que a instituição poderá agir. "Se o major for condenado em período superior a dois anos e a aplicação da pena for a restritiva de liberdade, o comando instaura um processo que poderá resultar na perda do posto e da patente. Mas isso só pode ser feito após a conclusão do processo na Justiça", explicou.

Tribuna de Minas/montedo.com/Blog Notícia da Caserna

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Deputado pede afastamento de Major da Corregedoria da PM








Na tarde de terça-feira, 13/12, a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais aprovou requerimento do deputado Sargento Rodrigues ( PDT) que solicita o afastamento do Major Paulo Roberto de Medeiros do cargo que ocupa na Corregedoria da Polícia Militar. O auditório da ALMG foi o centro de uma longa discussão que teve como foco na abordagem de fortes denúncias, entre elas, a de perseguição em processo administrativo e violação de direitos humanos, praticadas pelo Major Paulo Roberto de Medeiros, lotado na Corregedoria em desfavor do Capitão PM Leopoldo de Vasconcelos Maria.Na reunião também foram expostos relatos de outros policiais contra a Corregedoria da PM. Tais depoimentos colocaram em questionamento a isonomia por parte da Corregedoria, alegando que o órgão tem se pronunciado favoravelmente apenas nos casos em que se envolvam policiais com altas patentes.


 
O advogado Daniel Mendonça e representante do Capitão Leopoldo de Vasconcelos expôs aos presentes a falta de sensibilidade por parte do Major Paulo Roberto de Medeiros durante o curso do Processo Administrativo Disciplinar (PAD). O Deputado Sargento Rodrigues (PDT), um dos autores do requerimento para realização da audiência, solicitou ao corregedor Coronel Hebert Fernandes Souto Silva, explicações sobre o retorno de um ofício enviado ao Comandante Geral , que questiona o princípio de moralidade administrativa do Major Paulo Roberto de Medeiros, quanto a sua permanência nas funções de assessor na Corregedoria, já que o mesmo possui em seu histórico a acusação de prática de furto de mercadoria ocorrido no interior de um hipermercado da capital no ano de 1996, quando ostentava a patente de capitão. O Corregedor Coronel Hebert esquivou-se e não conseguiu explicar porque o parlamentar não havia recebido um retorno de um ofício, enviado há 1 ano e meio atrás. Mas, depois afirmou que o retorno havia sido encaminhado à Comissão de Direitos Humanos.


 
Outro fato relevante na audiência foi esclarecido, quando o deputado Sargento Rodrigues questionou ao major, porque o parlamentar havia sido citado na denúncia contra o capitão,quando em depoimento, o major afirmou ter estado pessoalmente com o deputado Sargento Rodrigues e, que o parlamentar, é quem havia lhe fornecido as informações sobre o autor das denúncias sobre sua vida pregressa. Questionado pelo deputado, o major se retratou, afirmando que tal conversa e encontro nunca existiram.


 
Alegando problemas de saúde, o Capitão Leopoldo se manifestou ao final da audiência, negou o crime a ele imputado e reforçou aos presentes que sofre por parte do Major Paulo Roberto Medeiros retaliações, detalhando aos presentes que as mais de 30 notificações, denunciando arbitrariedades por parte da equipe da Corregedoria, enviadas àquele órgão, sequer foram apuradas.


 
O Major Paulo Roberto de Medeiros acusa o capitão Leopoldo em inquérito policial militar instaurado em outubro de 2011, da divulgação por parte do capitão de fatos de sua vida pregressa, bem como supostos fatos ocorridos na Corregedoria com parentes do investigado e o ofendido, difamando-o e injuriando-o para terceiros e para coronéis da PM, por meio da Internet e Intranet. A PM, na época, abriu um IPM para investigar quem havia denunciado o major. Durante a audiência, o Major se defendeu, alegando que apenas é um assessor dentro Corregedoria e que seu trabalho se restringe à emissão de pareceres. O corregedor da PM, Coronel Hebert Fernandes Souto Silva defendeu o major, afirmando que sua reputação, quanto assessor é ilibada, mesmo citando o episódio ocorrido há 15 anos, quando o major Paulo Medeiros fora acusado e punido administrativamente pela prática de furto. Hebert também reclamou da defesa do capitão, alegando que seu advogado estaria impedindo o andamento do processo. O Coronel acusou o capitão de veicular em blogs  notícias difamatórias contra o major Paulo Roberto de Medeiros.

Outras denúncias

Durante os questionamentos ponderados pela audiência, surgiram outras denúncias trazidas por policiais e ex-policiais que retratam retaliações sofridas e tortura nas prisões.

Ao final da audiência foi aprovado requerimento do deputado Sargento Rodrigues ( PDT),que solicita que seja encaminhado ofício pedindo afastamento do major Paulo Roberto de Medeiros dos quadros da Corregedoria da PMMG, em razão da incompatibilidade de sua permanência por carência dos pressupostos da idoneidade e moralidade, como também, em atenção ao art. 37 da Constituição da República, em obediência aos princípios norteadores da administração pública, dentre eles a moralidade e a impessoalidade. Também no requerimento foi solicitado o envio de cópias do ofício e das notas taquigráficas da audiência ao Procurador-Geral da Justiça do Estado e ao Presidente da Conselho da OAB/ MG.

Compareceram à audiêcia pública representando o Coronel PM Renato de Souza, o Coronel e Corregedor da PM, Hebert Fernandes Souto Silva;o convocado Major PM Paulo Roberto de Medeiros, Chefe da CPM1 da Corregedoria da PM; o Coronel PM Jefferson Rodney de Oliveira – vereador da Câmara Municipal de Bom Despacho; representando o Major PM Antônio José Zinato – o advogado Antônio José Zinato; Fábio Henrique Queiroz, Chefe do Departamento Jurídico do Centro Social dos Cabos e Soldados, representando o Presidente Cabo Coelho; o Cabo PM Kleber Muniz da Silva e Daniel Igor Mendonça, advogado, representando o Capitão Leopoldo de Vasconcelos Maria do Quadro de Oficiais da Reserva da Polícia Militar.

Fonte: Site Deputado Sgt Rodrigues

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

PM diz que major baleado em SP emprestou coletes a equipe de TV

O major Sandro Moretti Silva Andrade forneceu dois coletes a profissionais da TV Bandeirantes durante as negociações do assalto com reféns que terminou com a morte do PM, na noite de ontem, na zona sul de São Paulo.

De acordo com a corporação, o PM saiu para trabalhar sem o colete e, já no local onde ocorria o assalto, pediu para que buscassem mais equipamentos. Para a PM, o major preferiu dar a proteção aos profissionais por entender que a imprensa poderia auxiliar nas negociações.

Andrade foi baleado no braço esquerdo, e o tiro atingiu a caixa torácica. Segundo a PM, ele poderia ter sido baleado mesmo com o colete --já que o equipamento não protege os braços.

Andrade deixa três filhos e uma ficha de 51 elogios na PM, em 26 anos de carreira.
A TV Bandeirantes afirma que sua equipe estava designada para cobrir o trânsito na região, quando percebeu a tentativa de assalto. Segundo a rede, seus funcionários foram convocados pela polícia para colaborar com as negociações, já que o sequestrador exigia a presença da imprensa --e a equipe recebeu o equipamento de proteção da polícia.

A TV diz ainda que "suas equipes de reportagem usam coletes de proteção sempre que são destacadas para cobrir uma operação de risco".

TIROTEIO

A tentativa de assalto também deixou um criminoso morto. Ele atirou contra os policiais durante as negociações para a soltura dos reféns e tentou fugir.


GIBA BERGAMIN JR
DE SÃO PAULO