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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Major PM é excluída em São Paulo


majorsilvia

PMs presos reformam casa de diretora

Josmar Jozino do Agora
Um PM e um ex-PM presos no Presídio Militar Romão Gomes, na Água Fria (zona norte), deixaram o local pelo menos três vezes sem autorização judicial para fazer serviços de marcenaria na casa da major Silvia Martinez Brandão Ferreira de Moraes, que é subcomandante da unidade prisional.
A saída dos presos foi flagrada na última terça-feira pela equipe da TV Bandeirantes e exibida anteontem no “Jornal da Band”.
A Corregedoria da Polícia Militar e a Promotoria de Justiça Militar investigam o caso.
O juiz-corregedor geral do Tribunal de Justiça Militar, Luiz Alberto Moro Cavalcante, e o diretor do Presídio Romão Gomes, tenente-coronel Daniel Ignácio, não tinham conhecimento da saída ilegal.
Resposta
A Polícia Militar informou ontem que a major Silvia Martinez Brandão Ferreira de Moraes foi apresentada à Corregedoria da PM para prestar esclarecimentos.
A polícia informou também que foi aberto um IPM (Inquérito Policial Militar) para apurar os fatos.
A reportagem ligou para o Presídio Romão Gomes e foi informado que a major está de folga e retorna ao serviço na próxima semana.
Na casa da oficial, ninguém atendeu ontem às ligações.
A reportagem também não conseguiu localizar os advogados dos dois PMs que estão presos.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Major dança no lançamento da Operação Carnaval: "Temos que humanizar a polícia"


O major Estrela surpreendeu todos os colegas, durante o lançamento da Operação Carnaval 2014 da Polícia Militar, ao ser convidado pela cantora e apresentadora Carla Cristina para subir ao palco e danças Lepo Lepo.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Oficial da PMDF se propõe ajudar aos militares de Alagoas

Sou Oficial QOPM no posto de Major da Assessoria Jurídica da PMDF.

Bom dia a todos os integrantes da PMAL,
 
Eu estou a disposição para qualquer assessoria jurídica quanto ao pleito de reivindicação a que a Polícia luta, entendo que o movimento está no caminho correto mas, também entendo que vocês precisam de um "plus" para o que os governantes de seu Estado os olhem com olhar crítico, serenidade e seriedade! Falta apenas AJUSTES extremamente simples (dentro da legalidade e por incrível que possa parecer: ajudando o Governador!). Estou Oficial da Polícia Militar do Distrito Federal no posto de MAJOR QOPM. Eu já procurei algumas autoridades militares da qual sou sócio do clube (ASOF) para explanar o meu pensamento, mas entendo que aqui não se têm ouvidos, portanto, eu resolvi enviar esse comentário a este Blog, caso assim entenda estou a disposição para prestar assessoria jurídica quanto ao pleito de vocês: Podem ter certeza que não irá existir crime militar, transgressão da disciplina ou qualquer outro tipo de delito. Parabéns, continuem...Apenas precisão de pequenos ajustes e terão em menos de 2 meses o pleito almejado (desde que 70%) dos PPMM empenhem. Procurarei fazer de vocês a Polícia Militar mais respeitada do País. Boa sorte e Deus esteja com todos dessa coirmã.  Adenilton Apóstolo Evangelista (adeapoevan@yahoo.com.br ou adenilton.evangelista@gmail.com).

meu telefone é 83492909 (tim)
 
"Sou um só. Mas assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Pleno decreta a perda do posto e da patente de oficial da PMMG


O Pleno julgou o Major PM QOR D.A.B.L. culpado da prática de transgressão disciplinar prevista no 
art
. 13, III, do Código de Ética e Disciplina Militares, ato incompatível com o decoro de sua classe, honra e pundonor, razão pela qual declarou indigno para o oficialato e determinou a perda de seu posto e patente, nos termos do art. 18, II, da Lei Estadual n. 6.712/75.


O Major PM QOR D.A.B.L foi submetido a Processo Administrativo-Disciplinar, com fundamento no citado art. 13, III, combinado com o inciso II, no art. 64, ambos do Código de Ética e Disciplina Militares, em face da adoção de conduta incompatível com os valores e princípios ético-militares, por ter, inúmeras vezes (conforme ressai dos autos de Inquérito Policial de Portaria n. 080/2010, instaurado pela Sétima Delegacia Regional de Segurança Pública – Delegacia de Repreensão a crimes contra Mulher), no período compreendido entre os meses de setembro de 2003 a março de 2008, no bairro Eldorado, na cidade de Juiz de Fora/MG, assediado sua filha biológica menor de idade.
O fato se tornou público após a representação da mãe da menor em Delegacia local, sendo a notícia veiculada em jornais, televisionado e impresso, neste último em três datas distintas, em que fizeram menção à patente do militar.
Após a conclusão do Processo Administrativo-Disciplinar, os autos foram remetidos à Justiça Militar, consoante a determinação contida no § 3º, do art. 74 do Código de Ética e Disciplina Militares, que prevê: 
Art. 74 – Encerrados os trabalhos, o presidente remeterá os autos do processo ao CEDMU, que emitirá o seu parecer, no prazo de dez dias úteis, e encaminhará os autos do processo à autoridade convocante, que proferirá, nos limites de sua competência e no prazo de dez dias úteis, decisão fundamentada, que será publicada em boletim, concordando ou não com os pareceres da CPAD e do CEDMU:
§1° – Os autos que concluírem pela demissão ou reforma disciplinar compulsória de militar da ativa serão encaminhados ao Comandante-Geral para decisão.
(...omissis...)
§ 3° – Quando for o caso de cumprimento do disposto no § 1° do art. 42 combinado com o inciso VI do § 3° do art. 142 da Constituição da República, o Comandante-Geral remeterá o processo, no prazo de três dias, à Justiça Militar, para decisão.
Em aplicação ao contido no art. 19 da Lei n. 6.712/75 (que dispõe sobre o Conselho de Justificação no âmbito do Estado de Minas Gerais), tem-se que o julgamento do processo de justificação independe da decisão do Juízo criminal quando se constate existência residual de falta disciplinar não necessariamente integrante do ato delituoso.
Em julgamento do Conselho de Justificação, o Pleno, por maioria de 5 votos a 1, concluiu que os fatos relacionados ao justificante são graves e a reprimenda criminal será apreciada nos autos da ação penal deflagrada na comarca de Juiz de Fora/MG, contudo, quanto ao aspecto da repercussão na esfera administrativa, o conjunto probatório do Processo Administrativo-Disciplinar demonstra que o fato gerou grave escândalo, afetando a honra e o decoro da classe, ensejando a decretação da perda do posto e da patente.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Ministério Público denuncia Oficiais da PM por desvio de dinheiro público


Marco Carvalho
DO NOVO JORNAL
O Ministério Público Estadual está acusando sete policiais militares pela prática de improbidade administrativa por, supostamente, terem desviados recursos públicos da Polícia Militar do RN. Promotores da Defesa do Patrimônio Público estimam que R$ 334.755,30 tenham sido retirados do setor de finanças da Corporação após irregularidades cometidas pelo tesoureiro geral, que teria direcionado cheques a familiares e amigos. Três oficiais superiores são investigados.

A Ação Civil Pública de Responsabilização pela Prática de Atos de Improbidade Administrativa, impetrada na quarta-feira dessa semana, foi distribuída por sorteio para a 3ª Vara da Fazenda Pública de Natal e está conclusa para despacho. O suposto esquema vinha sendo investigado desde o ano de 2005, quando foi identificado, mas só agora foi denunciado ao TJ.

O MP aponta que o major Francisco Flávio Melo dos Santos, que ocupou o cargo de tesoureiro da diretoria de finanças, seria o líder de um esquema de desvio de dinheiro na Corporação. Ele teria direcionado cheques e falsificado a assinatura do comandante da PM da época, o coronel Edvaldo Balbino Rodrigues. Os cheques, de acordo com a denúncia, tiveram como beneficiários a sua irmã, major Maria Tereza dos Santos Boggio, a sua amiga sargento Verací Câmara de Freitas, a sua ex-namorada Selma Maria Ribeiro, dois soldados da PM (Cleber Benedito Martins e José Francisco Caetano) e o sargento Mário Romão da Silva.

No total, o MP pede a condenação por improbidade de nove pessoas, sendo sete militares. Na lista dos acusados também está o coronel Severino Francisco de Moura, que ocupava a diretoria de finanças na época dos desvios investigados.

Nos pedidos que os promotores realizaram à Justiça, estão a quebra do sigilo bancário dos investigados, a indisponibilidade de bens, a condenação por improbidade e a condenação a ressarcimento do valor de R$ 334.475,30. Nos termos do artigo 12 da Lei de Improbidade Administrativa, os promotores requerem que os policiais percam a função pública que ocupam.

Do total de mais de R$ 300 mil, o Ministério Público revelou que ao menos R$ 188.069,51 teriam sido destinados a amigos e familiares, “favorecendo-os diretamente sem nenhuma motivação específica a não ser o dolo de auferir o desvio de dinheiro público”. O valor restante teria sido emitido pelo major Flávio sem que fossem seguidas as exigências legais.

A maior favorecida com os valores dos cheques emitidos pelo major Flávio, de acordo com as investigações, é a sua irmã, major Tereza. Um total de R$ 106.338,00 teve ela como beneficiária. Os números e cópias dos cheques foram anexados ao processo.

Os promotores detalham na ação que “sem nenhuma base legal ou regulamentar e à margem de qualquer transparência, o demandado realizava uma intensa movimentação de cheques destinados ao pagamento de diárias, de fornecedores, bem como beneficiava nominalmente, sem nenhuma justificativa, membros da corporação e civis”. Na visão do Ministério Público, o oficial superior “desviava para si ou para outrem, as verbas integrantes do acervo patrimonial da PM/RN, emitindo ordens de pagamento para custear supostas despesas sem a observância das formalidades legais ou regulamentares aplicáveis à espécie.”.

A ação aponta que a gestão do tesoureiro serviu como “terreno fértil” para desvios de dinheiro público. “A gestão do demandado no manuseio das verbas extraorçamentárias da Polícia Militar foi terreno fértil para o desvio do dinheiro público, com a transferência de tais recursos de maneira indiscriminada, através de cheques nominais, beneficiando até mesmo pessoas do seu círculo afetivo”.

O NOVO JORNAL tentou manter contato com a Promotoria da Defesa do Patrimônio Público para tirar dúvidas quanto à Ação. O documento não esclarece qual a destinação de R$ 150.406,00 que, apesar de terem sido aparentemente gastos de forma irregular, não foram destinados a amigos e familiares. Outro questionamento é o porquê de o procedimento investigativo ter se prolongado por mais de sete anos, já que o inquérito civil 147 foi aberto no ano de 2005. Outra pergunta foi sobre a possibilidade de responsabilização criminal em face da suposta irregularidade.

Através da assessoria de comunicação, os promotores informaram que não teriam tempo para responder às perguntas, pois estavam ocupados respondendo a outra demanda judicial sobre a qual deveriam se posicionar em 48 horas. O MP informou que na segunda-feira prestará os esclarecimentos requisitados.

Suspeitos negam irregularidades

Dentre os sete policiais militares investigados, dois deles ocupam cargos de chefia no atual comando da PM. O major Francisco Flávio Melo dos Santos, apontado como líder do esquema, é chefe de Operações do Comando de Policiamento do Interior (CPI). A sua irmã, a major Maria Tereza Melo dos Santos Boggio é a atual comandante do 1º Batalhão da PM, responsável pelo patrulhamento da zona Leste de Natal.
O NOVO JORNAL os procurou nessa sexta-feira para que pudessem comentar as acusações. Na sala onde trabalha, no Quartel do Comando Geral no Tirol, o major Flávio negou que tivesse praticado qualquer irregularidade. “Já fui absolvido em processo semelhante. Recebo com surpresa essa nova acusação, mas vou aguardar para me pronunciar somente em juízo”, disse o oficial.

Ele disse que as ordens de pagamento continham a assinatura do comandante-geral e, por isso, não poderiam ser irregulares. “Houve prestação de contas e tinha a assinatura do comandante”. O MP apontou, após perícias grafotécnicas realizadas pelo Itep, que houve falsificação da assinatura do coronel Balbino. O major negou a autoria da falsificação. Ele se disse perseguido pelo ex-comandante da PM, coronel Marcondes Rodrigues Pinheiro. Foi na gestão de Marcondes que a investigação começou.

A reportagem também ouviu a major Tereza. Por telefone, ela informou que estava hospitalizada e não se prolongaria nos comentários sobre as acusações. Ela negou que tivesse sido beneficiária de cheques. Momentos antes, o major Flávio havia dito que a irmã era uma dentre outros policiais para quem cheques eram emitidos para realização de pagamentos. “Não sei do que se trata a ação. Preciso tomar conhecimento antes de comentar qualquer coisa”, disse a major Tereza.

Os demais investigados têm papel supostamente menor no esquema. A sargento Verací Câmara, atualmente lotada na Secretaria de Segurança, teria sido beneficiária de um cheque no valor de R$ 4,8 mil. Além disso, a sua mãe também figura como uma das pessoas que receberam recursos irregulares. Em depoimento, a mãe da sargento disse ter atendido um pedido feito pela filha, para quem repassou o valor.

Também existem cheques em nome dos soldados José Francisco Caetano e Cleber Benedito Martins, que trabalham hoje em departamentos administrativos da PM. Na mesma situação está o sargento Mário Romão da Silva, que atua Departamento de Apoio Logístico da Corporação. A participação do coronel Severino Moura, que hoje está na Reserva, de acordo com o MP, restringe-se a permitir que pagamentos fossem realizados de forma ilegal, com policiais sacando cheques para pagar a fornecedores, como disse em depoimento.

O Ministério Público ouviu os investigados no âmbito do inquérito civil que conduzia. Aos promotores, os investigados disseram que os valores sacados eram integralmente devolvidos ao major Francisco Flávio Melo dos Santos. Isso, no entanto, não exime de responsabilidade os beneficiários que, segundo o MP, agregaram os valores aos patrimônios pessoais.
Comandante vai esperar tramitação do processo

O Comandante-geral da Polícia Militar, coronel Francisco Araújo, disse que tomou conhecimento da ação através da reportagem do NOVO JORNAL, que na manhã de ontem solicitou um posicionamento dele quanto à situação. Ele afirmou que irá aguardar a tramitação do processo, já que a ação foi impetrada nessa semana, para avaliar eventuais medidas contras os investigados. “Vamos tomar as medidas institucionais cabíveis, mas iremos aguardar a tramitação do processo. É prematuro me posicionar agora”, resumiu Araújo.

Como funcionava o esquema, segundo o MP
1 – Entre os anos de 2004 e 2005, o major Francisco Flávio Melo dos Santos, enquanto tesoureiro da PM, teria desviado R$ 334.475,30 da Corporação.
2 – O desvio ocorria através da emissão de cheques a amigos e familiares. O MP identificou que, ao menos R$ 11.731,51 tiveram como beneficiários amigos e subordinados do major na diretoria de finanças da PM.
3 – A maior beneficiária desse esquema seria a major Maria Tereza Melo dos Santos Boggio, irmã do major Flávio. Ela teria recebido R$ 106.338,00 através de cheques.
4 – Para concretizar as fraudes, o major Flávio teria chegado a falsificar a assinatura do comandante da PM à época. A falsificação foi atestada por perícia do Itep.
5- O MP pede a condenação de sete policiais militares e duas outras pessoas por improbidade administrativa, que inclui a perda da função pública. Além disso, requer à Justiça a quebra de sigilo bancário dos envolvidos e a indisponibilidade de bens para ressarcimento ao Estado do valor supostamente desviado.
6 - Os suspeitos negam envolvimento em irregularidades. Comando da Corporação aguarda tramitação do processo para tomar qualquer medida.

sábado, 23 de março de 2013

Sub - Comandante do 54° BPM - MG, sofre acidente


O militar acidentado é o da direita de quem vê a foto.

Número do REDS 2013-000607074-001

Senhor comandante durante o deslocamento administrativo para Uberlândia desta guarnição, na BR 365 km 764, município de monte alegre de minas, nos deparamos com um acidente envolvendo os veículos citados neste reds, dentre os quais uma viatura da policia militar, mesmo sem sermos solicitados interrompemos a diligencia para auxiliar a guarnição da policia militar comandada pelo sgt P. que encontravam-se no local juntamente com uma ambulância tipo furgão da prefeitura de monte alegre de minas e da viatura xxxx da policia rodoviária federal.

Ao chegarmos na viatura acidentada de prefixo PM xxxx de ituiutaba, constatamos que a mesma já estava com a porta do passageiro cortada e aberta, encontramos apenas vitima no interior do veiculo, ao verificar a vitima constatamos trata-se do sub comandante do 54º BPM senhor major salvarani, o qual esta no banco do motorista, com acento totalmente inclinado (deitado), entretanto o pessoal da ambulância estava com dificuldade de acesso ao mesmo.
  
No local verificamos que a ambulância da prefeitura dispunha dos equipamentos mínimos necessários para o atendimento da vitima de forma adequada, uma vez que nossa viatura é imprópria para este transporte - apf. Realizamos analise na vitima e constatamos que a mesma estava sonolenta, apresentava ferimento corte contuso acima do olho esquerdo, e na mão direita, com hemorragia considerável, bem como suspeita de fratura no pulso da mão esquerda. A hemorragia foi contida com ataduras e efetuado imobilização do membro com suspeita de fratura e da coluna cervical.

Para remoção do mesmo foi utilizado uma cegueta de terceiros e cortado o encosto do banco traseiro para acesso a vitima com a prancha longa, trabalho este realizado com o auxilio dos componentes da policia militar e da enfermeira da ambulância, a vitima foi encaminhada na ambulância de monte alegre ao pronto socorro do hospital santa Genoveva em Uberlândia, sendo monitorado pela enfermeira e pelo Sgt BM B. por todo deslocamento. Posteriormente a viatura do corpo de bombeiros do 5º BBM chegou no local e efetuou o atendimento da segunda vitima que de acordo com os policiais também estaria na viatura. A carteira de identidade e cartão ipsm do major Salvarani foram entregues ao comandante do 17ºBPM para providências necessárias, o fardamento e carteira pessoal a um Sargento do prs do 17ºBPM que ficou acompanhando o atendimento ao militar. Restantes dos pertences inclusive a arma ficou sob responsabilidade de um sargento da policia militar de Monte Alegre de Minas.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Presos são flagrados em serviço na casa de Oficial da PM

CLIQUE E ASSISTA A MATÉRIA NO JORNAL DA BAND

Policiais militares condenados pela Justiça foram flagrados deixando ilegalmente o presídio onde cumprem pena em São Paulo. Dois homens saíram pelo menos três vezes na última semana – com escolta oficial – para prestar serviços na casa de uma das diretoras da prisão.

Jornal da Band conseguiu, com exclusividade, imagens que mostram a exploração. Uma viatura da Polícia Militar deixa o presídio Romão Gomes, na zona norte da cidade, na última terça-feira. PMs escoltam dois detentos da cadeia militar até uma casa. 

No local, desembarcam dois policiais militares e os dois homens de camisas listradas, que são agentes condenados pela Justiça.

Um deles, o ex-cabo Adilson Rodrigues, foi preso em 2010 por tráfico de drogas e porte ilegal de munição. Ele foi condenado a sete anos e oito meses de prisão e expulso da corporação. O outro é o soldado Fernando Beto de Almeida, preso desde junho do ano passado por formação de quadrilha, explosão, tentativa de furto de caixa eletrônico, receptação e porte ilegal de arma. Ele foi condenado a 11 anos e meio de cadeia.

Exploração

A casa pertence à subcomandante do Presídio Romão Gomes, major Silvia Martinez Brandão Ferreira de Moraes.

No lugar das algemas, os presos carregam ferramentas e passam horas fazendo serviços de manutenção na residência da oficial da PM. Este é o tipo de serviço que realizam no presídio.

Enquanto os dois presos trabalham na casa da major, os policiais responsáveis pela escolta esperam do lado de fora. Após três horas, os presos saem da casa e voltam à penitenciária. 

Moeda de troca

As imagens foram gravadas pelo jornalismo da Band no último dia de trabalho dos presos na casa da subcomandante. Eles já tinham estado lá outros dois dias. De acordo com funcionários da cadeia, em troca do trabalho os detentos recebem regalias, como direito a telefonemas e aumento de visitas.

A denúncia surpreendeu a Justiça Militar, que jamais autorizou a saída dos presos da cadeia.

O Presídio Romão Gomes é exclusivo para policiais militares e abriga 196 presos, a maioria condenada por homicídio. 

Investigação

Procurada, a major Silvia não foi localizada pela reportagem porque está fora de São Paulo. A direção da cadeia afirmou que vai investigar a conduta da major e também se os presos recebem regalias em troca de trabalho.

A corregedoria da Justiça Militar também desconhecia a saída dos detentos. 

Major e sargento do Exército são condenados por corrupção



Um major e um sargento do Exército e um condutor de carro-pipa foram condenados, pela Justiça Militar do Ceará, por terem feito parte de um esquema de corrupção no abastecimento de água na cidade de Choró, a 155,7 quilômetros de Fortaleza. O major Maurício Tinoco Caetano, 40 anos, e o 1º sargento Francisco Eudemir da Silva Gomes, 45, receberam pena de dois anos de prisão, mas com o direito de recorrer em liberdade. Já o motorista de carro-pipa Luís Nobre Silveira Filho, 38, foi condenado a um ano de reclusão, também com o direito de apelar em liberdade.
Os militares foram condenados por corrupção passiva e o pipeiro, por corrupção ativa. Segundo o Ministério Público Militar, o major é o primeiro oficial do Exército condenado no Ceará. O julgamento ocorreu no último dia 12, mas a decisão, assinada pela juíza auditora Vera Lúcia da Silva Conceição, só foi publicada ontem no site do Superior Tribunal Militar.

Segundo denúncia do Ministério Público Militar, em julho de 2008, o sargento abordou o pipeiro, propondo aumento de contrato de água de sete para 14 mil litros, mediante pagamento de 10% sobre os valores a serem recebidos pelo motorista. Se não aceitasse a proposta, o contrato de fornecimento de água seria cancelado.
O pipeiro depositou 

R$ 1.800 na conta da esposa do sargento. As investigações indicam que, posteriormente, o dinheiro foi repassado para o major Maurício Tinoco, apontado como líder do esquema. O pipeiro nunca modificou a tonelagem do caminhão, ainda de acordo com a denúncia do Ministério Público. 

Em dezembro de 2008, o pipeiro enviou uma carta ao 23º Batalhão de Caçadores, responsável pelo Escritório da Operação Pipa, denunciando a propina. Foi quando o caso passou a ser investigado. No mês seguinte, Luís Nobre voltou atrás e retirou a denúncia. O esquema acabou sendo comprovado a partir de quebra de sigilos bancários e telefônicos e depoimentos de testemunhas.
Outras denúncias estão sendo analisadas pelo Ministério Público Militar, ainda em sigilo. “O processo acaba aqui. Agora, existem outras investigações. A gente não pode falar porque senão atrapalha. Não foi o primeiro e também não vai ser o último. Essa Operação Pipa tem ainda muitas fraudes”, informa o promotor Alexandre Saraiva.
O promotor considerou “desumano” o esquema de corrupção. A fraude acontece justamente nas cidades mais fragilizadas pela seca. “As consequências são as mais terríveis. Desde o não fornecimento de água, passando pela contratação de pessoas que não têm condições de levar essa água e, muitas vezes, água em condições insalubres. Às vezes, não havia fiscalização se o caminhão estava limpo. A água podia ser insalubre. Não temos provas disso nos autos, mas temos provas de que realmente eles fraudavam a fiscalização. Ao invés de fiscalizar, davam propina para aprovar esses caminhões”, aponta o promotor. 
O POVO tentou entrar em contato com algum representante da 10ª Região Militar, no fim da tarde e noite de ontem, mas as mas as ligações não foram atendidas. A reportagem também não conseguiu contato com os advogados dos réus. Os telefones não foram localizados. 
ENTENDA A NOTÍCIA
Os militares foram condenados por corrupção passiva e o pipeiro, por corrupção ativa. Até ontem, nenhum dos três tinham sido presos. Eles tiveram o direito de recorrer em liberdade. Todos negam a existência do esquema.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Major é condenado por comandar quadrilha de estelionatários, de dentro do quartel


Investigado pela Diretoria de Inteligência da Polícia Militar pela acusação de usar as dependências do Quartel do Comando Geral da PM do Espírito Santo, em Maruípe, para comandar uma quadrilha de estelionatários que aplicava golpes em Vitória e em Ibiraçu e, posteriormente, denunciado pelo Ministério Público Militar por corrupção  ativa e passiva, o major Manoel Machado Coelho Neto acaba de ser condenado apenas por prevaricação. Pegou nove meses de detenção em regime inicial aberto.



Os quatro juízes-militares entenderam que no trabalho de investigação da sempre eficiente Dint e na denúncia do Ministério Público Militar não havia elementos suficientes que pudessem provar que o major Coelho Neto recebeu compensações financeiras para comandar a quadrilha. Continue lendo no Blog do Elimar Cortes

sábado, 26 de janeiro de 2013

MAJOR USANDO CRACK COM TRAVESTI É DOENTE, SGT ALCOOLIZADA É BANDIDA


SGT DO 18º BPM É PRESA ACUSADA DE EMBRIAGUEZ
Hoje pela manhã a Corregedoria da Polícia Militar esteve em Nova Contagem e prendeu uma Sargento (FEM) acusada de estar com sintomas de haver ingerido bebida alcoólica durante o serviço. A militar foi presa pela patrulha da corregedoria e levada para a sede so 18º BPM, autuada em flagrante.
A militar vinha a tempos fazendo tratamento contra o alcoolismo, fato considerado pela OMS - Organização Mundial de Saude, como doença. A militar precisa de tratamento e não de prisão.
Me revolta a covardia da Polícia Militar contra a sargento. Ninguém é a favor obviamente de que um militar se apresente com sintomas de alcool no serviço, pois tal fato alem de colocar em risco a vidas dos militares e da própria sociedade, denigre o nome da corporação.
O que me revolta neste caso, e a forma como a Polícia Militar trata diferenciadamente casos envolvendo oficiais superiores e praças.
A poucos dias atrás, um Major foi pego em um hotel na zona boêmia da capital na companhia de um travesti usando crack. O fato foi matéria de capa de jornal com ampla repercussão negativa para a Polícia Militar. O militar foi tratado como doente e recebeu apoio de todos, inclusive minha solidariedade para se tratar. O nome da PM foi jogado na lama, e como é um doente, pois dependência quimica é doença, e precisa de tratamento, nada aconteceu com o Major e ele foi internado.
Mas, agora quando o caso aconteceu com uma sargento, comprovadamente doente de alcoolismo, ela foi presa em flagrante. E o caso da sargento nao teve nenhuma repercussão externa.
Vergonhoso isso!
CORREGEDORIA COVARDE, DEVIAM TER VERGONHA DE SITUAÇÕES COMO ESTA.
MAJOR USANDO DROGAS COM TRAVESTI É DOENTE, SARGENTO ALCOOLIZADA É TRATADA COMO BANDIDA.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Major que chamou policiais da ROTAM de ladrões é indiciado

Major
 MedeirosO Major PM Paulo Roberto de Medeiros, convocado pelo deputado Sargento Rodrigues para  Audiência Pública, na Comissão de Direitos Humanos, foi indiciado em Inquérito Policial Militar (IPM) por crime militar de “publicação ou crítica indevida”, previsto no art. 166, do Código Penal Militar, conforme publicado na portaria N.111.626/2012-EMPM , de dezembro de 2012.

Medeiros chegou a dizer, durante palesta ministrada no Curso de Procedimentos Rotam, que “A maioria dos policiais daquele batalhão são ladrões”. As informações dos próprios alunos foram endossadas por meio de um relatório apresentado por um major do Estado do Pará, que também participava do curso. Ele ainda disse ser comum militares da Rotam plantarem provas  para justificar prisões e violações de domicílios, prática esta, também conhecida na gíria policial como “javanesa”.

À época, o deputado indignado com as declarações do major, defendeu a seriedade da ROTAM e disse: “Ao insinuar isso, o major também chama os policiais, dentre outras coisas, de traficantes, pois é este o nome dado a quem leva drogas de um lugar para o outro”.

Para Rodrigues é inaceitável a afirmação de Medeiros que praticamente generaliza a corrupção e a bandidadgem na Rotam. E lembra, ainda, que o major já foi preso por praticar furto em um supermercado.

Veja a íntegra do Boletim Geral da Polícia Militar (BGPM) com a publicação da Portaria e do IPM.

Foto: Guilherme Dardanhan/Arquivo ALMG
Fonte: Site Deputado Estadual Sargento Rodrigues 

Comentário nosso: Será que a Corregedoria vai abrir IPM contra o deputado Sargento Rodrigues? É por essas e outras que temos que manter e aumentar a nossa representatividade. Parabéns deputado Rodrigues!!!

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

MAJOR QUE CHAMOU CABO DE ORDINÁRIO É CONDENADO NA 2ª AJM



Em 2007, um Cabo PM estava de serviço na 8ª Cia do 34º BPM quando foi solicitado a fazer um BO de abalroamento entre dois veículos.
Um dos condutores entregou ao militar somente sua CNH e se omitiu a entregar os documentos de seu veículo. Após o militar verificar, constatou que o veículo estava a vários anos sem pagar IPVA.
Ao ser questionado, o cidadão se identificou como sendo o Major PM QOR José Romarde Bitencourt e disse que o Cabo era "novo de polícia e que haveria muitotempo para se encontrarem e acertarem as contas". Alem disso chamou-o de "Cabo ordináro".
O fato foi presenciado por outros militares e civis que estavam no local.
Logo após foi aberta uma sindicância que virou IPM. No último dia 04 de outubro, oMajor foi condenado a 1 ano de prisão pelo crime de desacato ao militar de serviço, artigo 299 CPM.

PARABENS A 2ª AUDITORIA MILITAR

fonte: Blog do Cabo Júlio

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Após denúncia da Comissão de Direitos Humanos, major é transferido da Corregedoria para a PM 4


Do Site do Deputado Sargento Rodrigues
Foto da notícia
Major PM Paulo Roberto de Medeiros em audiência pública na ALMG

O ato de transferência do major PM Paulo Roberto de Medeiros para a PM 4 foi assinado nesta segunda-feira (01/10), pelo Comandante-geral da Polícia Militar, Coronel Márcio Martins Sant'Ana. Ele ocupava o cargo de chefe da Seção de Análise de Procedimentos Administrativos da Corregedoria, posto questionado pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, após receber denúncias de que ele havia afirmado que “90% dos policiais do Batalhão Rotam são ladrões”.

A manutenção do major na Corregedoria foi também criticada pelo deputado Sargento Rodrigues, que cobrou do Comando da corporação providências em relação ao assunto, uma vez que o oficial já foi preso por praticar furto em um supermercado.

Veja o ato:  

CORREGEDORIA BGPM RESERVADO n. 202 de 03/10/2012 Fl. 2


POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS

COMANDO-GERAL
CORREGEDORIA

BGPM RESERVADO n. 202/CPM

Belo Horizonte, 03 de outubro de 2012.

Para conhecimento e devida execução na Polícia Militar, publica-se o seguinte:

1) PRIMEIRA PARTE (Assuntos Normativos) -Sem alteração.
2) SEGUNDA PARTE (Assuntos de Pessoal)
3) TERCEIRA PARTE (Assuntos Diversos) -Sem alteração
4) QUARTA PARTE (Justiça e Disciplina)

SEGUNDA PARTE
ASSUNTOS DE PESSOAL

TRANSFERÊNCIA DE OFICIAL – NECESSIDADE DO SERVIÇO

O CORONEL PM COMANDANTE-GERAL DA POLÍCIA MILITAR, em conformidade com o artigo 1º, II, do Decreto n. 36.885, de 23/05/95 e artigo 168, I, da Lei n. 5.301, de 16/10/69 -EMEMG, transfere para a PM.4 o n. 090140-5, Maj PM PAULO ROBERTO DE MEDEIROS, da CPM.

QCG, em Belo Horizonte, 02 de outubro de 2012.

(a) Márcio Martins Sant'Ana, Coronel PM
Comandante-Geral

Entenda o caso:

Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais realizou, no último dia 26 de setembro, audiência pública para discutir as supostas declarações feitas pelo major PM Paulo Roberto Medeiros, de que "90% dos policiais do Batalhão Rotam são ladrões". A autoria do requerimento foi do deputado Sargento Rodrigues, que recebeu a denúncia de que o major teria feito essa afirmação durante o Curso de Procedimentos Rotam. Continue lendo no BLOG DEBATE POLICIAL

 Parabéns ao Comando Geral da PMMG pela atitude sensata, ouvindo os anseios da tropa. Corregedoria é sinônimo de conduta ilibada.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

ASSOCIAÇÃO VAI ENTRAR COM AÇÃO JUDICIAL CRIMINAL E CIVEL CONTRA O MAJOR DA CORREGEDORIA QUE CHAMOU OS MILITARES DE LADRÃO

A ASCOBOM - Associação dos Servidores da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais vai ingressar com ação criminal e cível contra o Major da Corregedoria que durante a instrução do Curso Rotam disse que 90% dos militares daquela unidade são LADRÕES.
Os militares que tiverem interesse em entrar com a ação individualmente podem procurar nosso departamento jurídico por meio do telefone 3332-3785 e agendar seu atendimento.

sábado, 18 de agosto de 2012

COMANDO DA PM MANDA ABRIR IPM CONTRA MAJOR QUE CHAMOU MILITARES DA ROTAM DE LADRÕES

Hoje na parte da manhã estive na Cia de Cães da Polícia Militar no Bairro Saudade e os militares da Rotam que lá encontrei estavam revoltados, para piorar a situação fiquei sabendo que além de tudo ja relatado na postagem anterior, estava na sala de aula do curso Rotam um Major do Pará que veio também fazer o curso e assistiu o oficial chamar os militares de ladrões.
Alem disso o Major da Corregedoria afirmou que os militares que usam tatuagens são marginais, e os oficiais da Rotam Comando são frouxos. "Por mim acabava com esse Batalhão, eu defendi isso no caso serra", disse oficial que parece ter ficado louco.
  PARABÉNS AO COMANDO QUE AGIU RÁPIDO.

MAJOR DA CORREGEDORIA CHAMA MILITARES DA ROTAM DE LADRÕES

Durante instrução do curso Rotam um Major da Corregedoria da Polícia Militar humilhou os militares da Rotam.

O oficial disse que 90% dos militares do Batalhão SÃO LADRÕES e que o batalhão só aprende muitas armas porque forja as apreensões.

Para piorar disse ainda que o CEL Lisboa, atual Comandante Regional de Governador Valadares e ex-comandante do Batalhão Rotam (e que foi promovido a coronel por competência) é incompetente e não teve pulso na condução da ocorrência na Serra em Belo Horizonte.

O fato causou revolta no batalhão. Os oficiais e praças do batalhão estão revoltados.

Esse Major é aquele que tempos atrás foi pego em flagrante ROUBANDO em um supermercado e a Polícia Militar administrou para que não fosse excluído. 

MAJOR, LAVE SUA BOCA PARA FALAR DO BATALHÃO ROTAM.

Comentário nosso: Esse cidadão, baluarte da ética e do pundonor militar, está processando este blogueiro, por postar notícia verídica no blog. Repito, notícia VERÍDICA, no blog, infelizmente não é contra ou a favor deste major, porém demonstra apenas um fato verdadeiro, com registro de ocorrência, reportagem pela imprensa, propagação na Audiência Pública promovida pelo Deputado Sargento Rodrigues e mais, confirmado pelo próprio major, que assumiu ter cometidos erros no passado. Mesmo assim, este blogueiro responde por dano moral, é mole, dano moral...isso mesmo...ele é que cometeu o crime, eu é que tenho que responder pelo crime que não cometi...

segunda-feira, 30 de julho de 2012

MPF denuncia major da reserva por sequestro e morte no Araguaia

Correio do Brasil
Por Redação, com Portal Vermelho - de Brasília 

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou à Justiça o major da reserva Lício Augusto Maciel pelo sequestro do militante do PCdoB Divino Ferreira de Souza, o Nunes, capturado ilegalmente pelo Exército em 1973 e desaparecido desde então. 

Também conhecido como Doutor Asdrúbal, o militar participou, há 40 anos, da Operação Marajoara, que pôs fim à Guerrilha do Araguaia, a maior ação de resistência armada à ditadura militar brasileira. Assassino confesso de pelo menos quatro guerrilheiros, Lício Maciel permanece impune. 

A denúncia do MPF segue determinação da Corte Interamericana de Direitos Humanos que, em sentença de 2010, condenou o Brasil a apurar os crimes de lesa-humanidade ocorridos durante a guerrilha. Como a interpretação que o Supremo Tribunal Federal (STF) faz da Lei da Anistia, de 1979, impede que militares sejam punidos por crimes como assassinato e tortura, o MPF enquadrou o Doutor Asdrúbal pelo sequestro de Divino, considerado imprescritível. 

Divino foi emboscado no dia 14 de outubro de 1973, na região do município de São Domingos do Araguaia (PA). De acordo com o MPF, ele e os companheiros André Grabois, o Zé Carlos, João Gualberto Calatroni, o Zebão, e Antônio Alfredo de Lima, o Alfredo, foram cercados quando abatiam porcos e não tinham nenhuma chance de reagir. Grabois, Calatroni e Lima foram executados na hora e Divino, sequestrado e levado com vida para a base militar da Casa Azul, em Marabá. Apesar de ferido, foi interrogado e submetido a grave sofrimento físico. Nunca mais foi visto. 

Dez dias depois, Lício Maciel seria responsável pela morte da guerrilheira Lúcia Maria de Souza, a Sônia, executada imediatamente após reagir ao ataque dos militares e ferir o major no braço e no rosto. Bem antes, já havia se notabilizado pela prisão do também guerrilheiro José Genoíno, que viria a se tornar presidente do PT. 

O ódio do militar pela esquerda é tamanho que, em 2005, chegou a insinuar que Genoíno foi o verdadeiro responsável pelas mortes dos companheiros, já que, quando preso, delatou como funcionavam as bases da guerrilha, mesmo sem sofrer tortura ou ameaça. “Genoino, olhe no meu olho, você está me vendo. Eu prendi você na mata e não toquei num fio de cabelo seu. Não lhe demos uma facãozada, não lhe demos uma bolacha – coisa de que me arrependo hoje”, disse ele, em discurso proferido na Câmara dos Deputados, durante sessão solene em homenagem aos militares que atuaram no Araguaia. Continue lendo no BLOG NOTÍCIAS MILITARES