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sábado, 16 de novembro de 2013

"PM de Goiás pode parar" - Deputado Major Araújo



Major Araújo rasga o verbo e avisa aos comandantes de batalhões que a qualquer momento a paralisação da Polícia Militar vai acontecer.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Carta aberta aos Militares Goianos


No último dia, 22/08/12, conforme decidido na assembleia anterior, novamente nos reunimos na Praça do Trabalhador para avaliar os resultados das mobilizações anteriores e decidir sobre novos passos a serem trilhados em busca de melhorias salariais, carreira e condições de trabalho, além de realizar o buzinaço pela Av. Goiás culminando em mobilização em frente ao Palácio das Esmeraldas com objetivo de sensibilizar o governador Marconi Perillo.

Nesse ato, computamos a presença de cerca sessenta valorosos militares comprometidos em lutar por essas conquistas. Sem maiores pesquisas podemos estimar que o efetivo ativo da PM e do BM somam aproximadamente quinze mil militares, além de uns sete mil militares inativos, perfazendo por baixo vinte e dois mil militares. Ora meus amigos, entendemos que nossa luta é em prol da categoria, jamais guerra de um, dois, ou meia dúzia.

Todos sabem que congregados e irmanados somos a maior força do Estado que priorizará nosso atendimento, já que a sociedade bem sabe da essencialidade de nossa presença e de nossa importância no combate diuturno aos criminosos. Entretanto, notamos a indiferença ou a pouca adesão dos militares na busca dessas conquistas em clara demonstração de que estão satisfeitos com as políticas adotadas pelo governo.

Importante salientar que o movimento organizado com participação total dos policiais civis rendeu-lhes proposta do governo de promoção imediata para todos os policiais civis, bônus de produtividade entre 5% e 20% e a redução pela metade dos interstícios para promoções, proposta não aceita pelos PCs que exigem garantia de proposta de piso salarial no pacote de negociações, lembramos também que os Delegados já conquistaram carreira jurídica, promoção automática, redução de interstício de quatro para dois anos e bônus de 5% a 20%, bônus alcançados, principalmente, através dos serviços dos Militares.

O objetivo de nossa mobilização é para que o governo estenda esses benefícios, também, para os militares, ou seja, que haja uma promoção automática a todos os militares, redução nos interstícios, bônus e manutenção da paridade existente atualmente entre militares e policiais civis.

Ao contrário nossa mobilização, mais uma vez foi classificada como um grupo minoritário, que não representa a maioria da Corporação. Apesar de termos realizado grandes movimentos e alcançado relevantes conquistas nossa participação atual denota satisfação e aceitação do distanciamento dos policiais civis dos militares, quebrando uma paridade alcançada através de muitas lutasdesde 2006.

Estamos muito preocupados com esse desprestígio aos militares, pois, se.se efetivar essa discriminação, dificilmente reconquistaremos as paridades dos Oficiais aos Delegados e das Praças aos Agentes de Polícia, hoje em vigor. As demais associações militares estão inertes e aliadas ao Comando e ao Governo.

O que está ao nosso alcance temos feito, apresentando projetos de promoção automática, aposentadoria aos vinte e cinco anos de serviço, limitação da jornada de trabalho, instituição de horas extras, ingresso anualmente de novos militares, dentre vários outros em tramitação e aprovados.

Contudo, nossa previsão é de que, se não unirmos urgentemente seremos seriamente prejudicados. Por isso a União dos Militares de Goiás - UNIMIL convoca mais uma mobilização no dia 05/09/12, às 15 horas, na Praça do Trabalhador, para decidirmos, definitivamente, sobre as estratégias a adotar, inclusive uma possível paralisação. Caso não haja a participação efetiva dos militares, para evitar maiores desgastes e gastos desnecessários a Unimil considerará cumprida sua missão de representar os militares goianos com relação a essas reivindicações, voltando a convocar quando julgar oportuno ou perante a manifestação de interesse da categoria.

Deputado Major Araújo
Presidente da União dos Militares de Goiás

terça-feira, 15 de maio de 2012

Major Araújo convoca militares de Goiás


CONVOCAÇÃO

O Presidente da União dos Militares de Goiás (UNIMIL), Major Araújo, convoca todos os associados e também convida os militares goianos PM e BM ativos, inativos e pensionistas para mobilização no dia 21 de maio, segunda-feira, 15:00 h, na Praça do Trabalhador.

O movimento tem o intuito de decidir sobre melhoria salarial, avaliar as condições de trabalho que os profissionais da segurança pública do Estado de Goiás têm enfrentado nos últimos anos e deliberar sobre possível paralisação.

SUA PRESENÇA É MUITO IMPORTANTE!

DIVULGUE E PARTICIPE. SEM LUTA NÃO HÁ VITÓRIA!

MAJOR ARAÚJO
PRESIDENTE DA UNIMIL 

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Deputado denuncia “farra dos coronéis”




Os leitores que estão acompanhando os noticiários da mídia nacional têm visto as denúncias de envolvimento de políticos de notoriedade com o contraventor Carlos Cachoeira, ao que parece, segundo as divulgações da imprensa, um poderoso lobista suprapartidário, que angariava apoio de políticos na defesa de interesses ligados ao jogo do bicho e às máquinas caça níqueis. Governadores, senadores e deputados lidavam diretamente com Cachoeira, razão pela qual acaba de ser aberta uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) no Congresso Nacional visando investigar o real teor dessas relações.

No estado de Goiás surgiram denúncias de envolvimento do ex-Comandante Geral da Polícia Militar, e outros oficiais, com Cachoeira, motivo pelo qual foi chamado para assumir a função um coronel da reserva. Segundo as denúncias, encabeçadas pelo Deputado Estadual Major Araújo, tenente-coronéis chegavam a pagar cerca de R$100.000,00 reais para que fossem promovidos a coronéis. O vídeo abaixo dá conta da confusão que está instalada no âmbito da PMGO.


Não é demais dizer que praticamente em todos os estados do Brasil a relação entre polícia, política e jogo do bicho é permeada por interesses escusos e perversos, uma vez que a ilegalidade dos jogos aliada a sua aceitação e prática social coloca a polícia como definidora do que será reprimido ou não. Adicionando-se o fato de que a jogatina gera lucros substanciais a seus proprietários (como Cachoeira), tem-se o cenário ideal para o surgimento de propina e corrupção – que pode ocorrer em diversos níveis decisórios.

Ao que parece, discutir a situação legal dos jogos é questão de última hora para vetar este mecanismo quase que nacional de desmoralização das polícias brasileiras.

Autor: Danillo Ferreira - Tenente da Polícia Militar da Bahia, associado ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública e graduando em Filosofia pela UEFS-BA. | Contato: abordagempolicial@gmail.com