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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Crise no Maranhão continua: Polícia prende grupo suspeito de planejar novos ataques

Polícia Militar realiza operações em diversos pontos da cidade (Foto: Igor Almeida/G1)Denúncias anônimas levaram a polícia a desarticular uma suposta nova tentativa de ataques a uma delegacia, em São Luís, nesta terça-feira (21). Cinco pessoas foram detidas, dentre elas, um adolescente.
O delegado Lawrence Pereira, da Superintendência de Investigações Criminais (Seic), disse que esse ataque seria uma represália à transferência de presos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas para presídios de Segurança Máxima fora do estado. “Esse plano tem ligação com facções criminosas. Mas a polícia vai continuar com as investigações e o monitoramento para evitar ataques como esse que estava sendo planejado”, completou.
A polícia foi informada de que o grupo planejava atacar o 8° Distrito Policial, localizado no bairro Liberdade. Ao serem abordados, os suspeitos reagiram e houve troca de tiros. Um foi baleado, e seguiu para o Hospital Municipal Djalma Marques, o Socorrão I, no Centro da cidade. Os outros foram levados para a Seic. Com eles foram apreendidos um revólver calibre 38 e uma pistola 765.
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) disse que Léo Fabricio Santos Ferreira, o “Arroz da Liberdade”, foi identificado como um dos autores dos ataques ao 8º Distrito Policial (Liberdade) no dia 4 de janeiro e também responde a vários crimes de homicídios.
Todos os suspeitos foram autuados em flagrante por tentativa de homicídio qualificado, além de organização criminosa. Continue lendo no G1 Maranhão

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Vídeo denuncia: POLICIAIS CONTINUAM SENDO CAÇADOS

Carta vídeo denuncia: vejam e tirem suas próprias conclusões!


Watch more Cia videos on Frequency

Agentes penitenciários ameaçam entrar em greve

Agentes penitenciários do Maranhão ameaçam entrar em greve em meio à crise que mobilizou os governos federal, estadual e o Poder Judiciário para tentar encontrar soluções para os problemas no sistema prisional maranhense. Uma assembleia geral foi convocada para a tarde da próxima quarta-feira (22).
Segundo o vice-presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema Penitenciário (Sindspem), Cezar Castro Lopes, a ameaça de greve é uma resposta a uma iniciativa da Secretaria de Justiça e Administração Penitenciária do Maranhão (Sejap). Esta semana, a secretaria publicou no Diário Oficial uma portaria que, segundo Lopes, transfere para o Grupo Especial de Operações Penitenciárias (Geop), da Sejap, a responsabilidade integral pela segurança dos estabelecimentos prisionais estaduais.
Segundo o Sindspem, os agentes penitenciários estaduais passarão a cuidar apenas da escolta de presos convocados para audiências judiciais e da custódia de detentos hospitalizados. A segurança dos presos no interior dos presídios será feita apenas pelo Geop.
Entre as unidades afetadas pela medida estão o Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Maior estabelecimento prisional do estado, Pedrinhas abriga 2.200 detentos em 1.700 vagas. De acordo com relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), só no ano passado, 60 detentos sob custódia do estado foram assassinados no interior do complexo.
Publicado em: 20/01/2014 jornalpequeno.com.br

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Brasil será o México amanhã: "Civis se armam para lutar contra cartéis das drogas"

MA: Tropa de Choque é acionada para conter rebelião em Pedrinhas

Policiais da Tropa de Choque da Polícia Militar (PM) do Maranhão entraram pouco antes das 14h desta quinta-feira em uma das unidades do Complexo Penitenciário de Pedrinhas para conter um princípio de rebelião.
Segundo funcionários do presídio, a rebelião estaria ocorrendo Centro de Custódia de Presos de Justiça (CCPJ), uma das oito unidades prisionais do complexo. Do lado de fora, funcionários de obra em outra unidade disseram ao Terra, sob condição de anonimato, que os próprios presos ordenaram que eles deixassem o local. Apreensivos, familiares dos detentos reclamaram da falta de informações e da impossibilidade de acesso ao local.
Pouco antes da entrada dos PMs da Tropa de Choque, era possível ouvir gritos vindos do CCPJ. Nessa última semana, Pedrinhas se tornou o centro de uma das maiores crises de segurança pelas quais passa o Estado do Maranhão. Entidades de diretos humanos afirmam que presos têm sofrido torturas desde a entrada da Força Nacional de Segurança Pública e da Polícia Militar no local, no final do ano passado.
De dentro da cadeia, segundo o governo do Maranhão, teriam partido ordens de ataques em São Luís, comandados por facções infiltradas no complexo.
Portal Terra/Jornal do Brasil

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Nota dos Agentes Federais do Maranhão:Homicídios cresceram 460% em três anos

Foto de Agente Federal Flavio Moreno.
É ANTIGA, PREOCUPANTE E CAÓTICA A SEGURANÇA PÚBLICA NO Maranhão e país! O colapso no sistema de segurança pública no MA: entre 2000 e 2013, o número de homicídios na capital e região metropolitana cresceu 460%.


Em meio à crise que é antiga, a Governadora Roseana Sarney compra 80 kg de lagosta.

Agentes Federais do Maranhão me enviaram por WhatsApp e compartilho com vocês. 

NOTA DOS AGENTES FEDERAIS:

"É com grande tristeza que nós, Agentes de Polícia Federal do Maranhão, lamentamos a escalada de violência em São Luís. A insegurança que tranca a sociedade em casa e coloca diariamente o Maranhão nos telejornais nacionais nos deixa indignados e convictos de que não há solução mágica para resolvê-la.O atual sistema de segurança é maléfico à justiça. Estudos especializados demonstram com clareza que os atuais modelos de investigação e de repressão ao crime no Brasil são inoperantes e não conseguem dar uma resposta rápida e eficiente à sociedade. Como os juízes podem deixar de conceder liberdade a criminosos, quando a investigação foi lenta, burocrática e não conseguiu obter provas consistentes?As quadrilhas modernizam-se, estruturam-se e movem-se de maneira eficiente. Já passa da hora do Estado aperfeiçoar-se para combater o crime, valorizando seus recursos humanos e materiais, para colocarmos os criminosos no seu devido lugar e devolver a paz às famílias brasileiras. Isso aconteceu nos países desenvolvidos, que conseguiram reduzir drasticamente os indicadores de violência e impunidade. Porém, não se chega nesse grau de melhoria sem mudanças. As revisões nas leis penais, processuais e de execução penal serão insuficientes se continuarmos a fazer polícia como se faz hoje. A Federação dos Policiais Federais apresentou, ainda no ano passado, propostas de melhoria na forma de se combater o crime no Brasil, através de parlamentares comprometidos com a população brasileira. As PECs 51, 73 e 361/13, dente outras medidas legislativas, visam mudar a Constituição para aperfeiçoar os modelos de polícia, substituindo o atual modelo cartorário baseado no lento e desatualizado inquérito policial por um modelo de investigação rápida, eficiente e transparente, com participação ativa do Ministério Público e do Poder Judiciário.

Nesse novo modelo, toda instituição policial no país realizará atividades de investigação e prevenção, com polícias municipais, estaduais e federais aptas a combater crimes simples e complexos, como o tráfico de drogas, assalto a banco, lavagem de dinheiro, desvio de recursos, etc. O ganho de eficiência é indiscutível, pois haverá comunicação entre todas as polícias em escala nacional, além da desburocratização dos processos.

Não se combate crime organizado com papel. A situação exige medidas urgentes, de enfrentamento e de coragem. Mais policiais nas ruas, mais policiais desenvolvendo atividades de inteligência, monitoramento e levantamento de informações, para se prender e, principalmente, manter preso. Mas, por enquanto, ainda que dentro de um modelo de segurança ultrapassado e contraproducente, os agentes federais no Maranhão se colocam a disposição dos órgãos estatais para, com sua experiência e treinamento, ajudar na luta contra o crime organizado. Somos a sociedade e jamais deixaremos de lutar incansavelmente por ela."


OAB-Maranhão acusa estado de abusos em prisão de advogado

Um delegado, um diretor penitenciário e o secretário estadual de Segurança Pública do Maranhão serão alvo de representação criminal por violarem o Estatuto da Advocacia, devido à prisão de um advogado sem o respeito às suas prerrogativas. O advogado Angelo Diogenes de Sousa foi preso na última sexta-feira (8/1) e levado ao centro de triagem da penitenciária de São Luís, onde passou o fim de semana. Mesmo tendo se identificado como advogado, Sousa dormiu ao relento no chamado “gaiolão” da detenção, onde os presos tomam banho de sol, e sentiu a chuva que caiu na noite de sexta.
O presidente da seccional maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil, Márcio Macieira, foi informado da prisão do advogado apenas no domingo (10/1). Ao visitar o Centro de Detenção Provisória do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, pediu ao secretário de Segurança Pública do estado, Raimundo Cutrim, a tranferência de Sousa para uma cela especial, como prevê o artigo  da Lei 8.906/94, o Estatuto da Advocacia.
Pelo descrumprimento da lei, que garante a prisão de advogados em sala de Estado Maior e a informação da detenção à OAB, o presidente da seccional vai entrar com representação, no Ministério Público, contra o secretário-adjunto de Segurança Pública, Carlos James, o delegado da Polícia Civil do município de Santa Rita e o diretor do Centro de Detenção de Pedrinhas. A alegação é de abuso de autoridade, prática criminalizada pela Lei 4.898/65, e de violação de prerrogativa profissional.
Angelo Diógenes de Sousa é acusado de ter participado do assalto a uma joalheria em Teresina, que, em dezembro, levou cerca de R$ 700 mil em mercadorias. Ele seria responsável, segundo as investigações, pela receptação e venda das joias. Sousa já havia sido preso em 2008, acusado de receptação de um veículo de luxo roubado. Ele ganhou liberdade provisória enquanto o caso é julgado.
Segundo Macieira, as investigações do Ministério Público podem apontar outros responsáveis pela prisão irregular - como os policiais rodoviários federais que abordaram o advogado em uma barreira na BR 135. De acordo ele, Sousa apresentou aos policiais sua identidade de advogado, o que obriga as autoridades a comunicar a prisão imediatamente à OAB. Mas uma ordem do delegado de Polícia de Santa Rita, fazendo menção a um despacho do secretário-adjunto de Segurança Pública do estado, determinou que o advogado fosse levado ao centro de triagem, onde não existe cela especial.
“Ele poderia ter sido encaminhado a um quartel da Polícia Militar, ou a uma cela da penitenciária, onde ficam os detidos que não pagam pensão alimentícia”, diz o presidente da OAB-MA. “Foi só depois que entramos em contato com o secretário que a transferência foi feita.” Agora, Sousa está em uma delegacia de Teresina, no Piauí, estado de onde saiu o mandado de prisão cumprido pelos maranhenses.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Caos no Maranhão: Quartel alvejado, ônibus queimado, presos decaptados (no país da Copa...)



youtube.com/tvguara23
Comento: Em qualquer país sério, no mínimo o ministro da Justiça, ou até mesmo o presidente da república já teriam se manifestado, inclusive com a eventual intervenção federal enviando tropas para o estado. No Brasil é diferente. No estado do Maranhão, para os que não sabem, é terra do senador José Sarney, que pertence ao PMDB; simplesmente o maior partido do país. Em ano eleitoral, qualquer fato que possa arranhar a relação do PT, partido da presidente Dilma, como seu maior apoiador, o PMDB, com certeza está fora de qualquer agenda. Enquanto isso a população continuará refém desse absurdo que chamam política...e os políticos que foram eleitos para resolver problemas, acabam por perpetuar as cenas violentas (clique aqui e leia), presos e, mulheres e crianças sujeitos às ordens de estupro dentro e fora das cadeias naquele estado; por acordos políticos. No país da Copa 2014: "Welcome"

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Tortura, estupros coletivos e a presidente Dilma ignora, em nome do apoio do senador Sarney

Homem com a perna dissecada torturado até a morte, relações sexuais em ambiente coletivo e presos com doenças mentais misturados aos demais detentos. E a conclusão: o governo do Maranhão tem sido "incapaz" de coibir a violência.

O cenário de terra sem lei no complexo prisional de Pedrinhas, na capital, São Luís, foi descrito em um relatório do juiz Douglas Martins, do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), após visita ao local no dia 20.



O governo maranhense confirmou 59 mortes neste ano em Pedrinhas –já o CNJ aponta 60. Na última rebelião, em 17 de dezembro, três detentos foram decapitados.

O complexo, projetado para 1.700 homens, abriga 2.500, segundo o CNJ.

O documento foi entregue na sexta (27) ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa, que preside o conselho. O relatório reproduz o apelo feito ao ministro pela OEA (Organização dos Estados Americanos) de que o governo brasileiro precisa agir para garantir a integridade dos presos no Maranhão.

Uma cena chocante é citada no documento: um vídeo, que, segundo Martins, foi enviado pela direção do sindicato dos agentes penitenciários, com o registro da morte lenta de um detento em Pedrinhas.

O vídeo é "a cena mais bárbara que já vi", nas palavras ditas à Folha por Martins, juiz experiente em visitas a presídios pelo país.

A imagem mostra um preso ainda vivo tendo a pele da perna dissecada. A tortura expõe músculo, tendões e ossos.

A Folha teve acesso ao vídeo. As imagens são muito fortes.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Tenente Coronel é preso por reclamar da falta de viaturas


O tenente-coronel Marcelo José Ferreira Costa, do Corpo de Bombeiros do Maranhão, foi preso, na manhã desta terça-feira (3), após reclamar da falta de estrutura para trabalhar e denunciar o possível uso indevido de carro da corporação por parte do motorista do comandante da corporação, o major Marcos Paiva.
 
O bombeiro está recolhido, há 26 horas, no quartel do Comando Geral do Corpo de Bombeiros de Bacanga, em São Luís. A prisão administrativa está prevista para o período de quatro dias, segundo Costa.
 
“Tínhamos uma reunião já agendada. Durante o encontro, questionei o comandante [Marcos Paiva] sobre o uso de carro oficial, descaracterizado [sem placas brancas] por parte do motorista dele, neste sábado (30). O cabo estava sem uniforme, usando apenas camiseta. Naquele dia eu estava de serviço e era o superior de dia, responsável por toda a corporação no estado. Saí da sala preso, com voz de atenção”, disse o oficial preso.
 
Costa informou ainda que está sem viatura para se deslocar desde setembro de 2010 e usa a motocicleta pessoal para trabalhar. “Sou comandante do 1º Grupamento de Bombeiros Militares e não tenho um carro disponível para trabalhar, mas tem carros sendo usados, pelo menos cinco, para resolver assuntos pessoais de comandantes.”
 
O comando da corporação e a Secretaria de Segurança Pública foram procurados pela reportagem do G1, mas ainda não comentaram a prisão do oficial e o andamento da apuração sobre as denúncias apresentadas por Costa antes de ser preso.
 
A mulher do oficial preso, Adriana Lago, 35 anos, disse que o marido está deprimido e teme pela saúde dele. “Não deram almoço para ele ontem [terça-feira]. Tive de levar comida para ele às 14h. Ele não jantou e hoje de manhã ofereceram pão e café. Ele está muito abatido, pois tem 26 anos de idade (acreditamos que houve um erro de digitação, o TCel deve ter 36 anos de idade), 15 anos de corporação e nunca foi preso antes”.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Policiais militares fazem protesto no Maranhão

Para reivindicar reposição de perdas salariais, jornada de trabalho de 44 horas, adicional e hora extra, os Policiais Militares e Bombeiros do Maranhão realizaram na manhã desta quarta-feira um ato que culminou com um grande protesto em frente à Assembleia Legislativa do Estado. 

Dezessete associações militares lideraram o movimento, deflagrado após Assembleia Geral realizada nessa terça-feira, que decidiu ainda paralisação por três dias e “operação padrão”, quando os militares só irão trabalhar com condições legais.

Depois de uma reunião realizada entre os representantes das categorias com o presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Arnaldo Melo (PMDB), e parlamentares da Casa, os policiais militares e os bombeiros suspenderam o movimento de paralisação até o próximo dia 23 de novembro.

Durante o encontro, o deputado Arnaldo Melo garantiu que a Assembleia Legislativa vai mediar as negociações entre os militares e o governo do Estado. Os policiais querem ainda o fim do Regulamento Disciplinar do Exército (RDE) e implantação do Código de Ética Profissional dos Policiais e Bombeiros Militares, modificação dos critérios de promoção e reorganização do quadro de oficiais e oficiais especialistas com o quadro de oficiais técnico complementar (QOTC) e eleição do Comandante Geral da PM/BM em uma lista tríplice.

sábado, 22 de outubro de 2011

MA: jovem é mantida refém por ex-companheiro há 20h


A polícia do Maranhão negocia há quase 20 horas a liberação de uma jovem de 17 anos que está sendo mantida refém em um quarto de motel da capital São Luís pelo ex-companheiro, Benedito Francisco dos Santos, de 36 anos.
O homem pegou a jovem no início da tarde de sexta-feira, no colégio onde ela estuda, para tentar convencê-la a reatar o relacionamento. Segundo o comandante da Polícia Militar, Franklin Pacheco, a polícia descobriu onde o casal estava por meio do acompanhamento de ligações feitas pelo telefone celular dele.
Os policiais que estão dentro do motel chegaram a ouviram um tiro e uma ambulância foi chamada ao local, mas a jovem afirmou à polícia que a arma disparou, mas que estava bem. Durante toda a madrugada, a movimentação foi intensa no motel. Segundo a polícia, parentes de Santos foram chamados ao local para auxiliar nas negociações. Na manhã deste sábado, segundo a PM, o homem se encontrava mais calmo, pois na noite anterior estava sobre o efeito de bebida alcoólica.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, os policiais já teriam entrado no quarto, mas o casal estaria trancado no banheiro. Os negociadores da PM e da Polícia Civil continuam no local.
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