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segunda-feira, 26 de maio de 2014

Morre aspirante da Marinha que passou mal em treinamento no Rio (por isso o militarismo deve ser questionado)


ean Maroto Sousa estava na UTI do Hospital Naval Marcílio Dias
O aspirante a oficial da Marinha Jean Caleb Maroto Sousa, de 22 anos morreu ontem (24) à noite no Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio, onde estava internado desde o último dia 8 deste mês, um dia depois de passar mal durante treinamento na base do Corpo de Fuzileiros Navais, na Ilha do Governador.


Jean cursava o 3° ano da Escola Naval. No dia da instrução, ele e o também aspirante Vinícius da Silva Cunha, de 22 anos, tiveram problemas respiratórios após participar de um treinamento em que precisavam atravessar um túnel de cerca de 3 metros de comprimento com a presença de fumaça.

A Marinha informou, em nota, na ocasião, que “o exercício em questão é regular e faz parte da prática profissional naval, prevista no programa de ensino da Escola Naval, tendo sido cumprido pelos demais 32 aspirantes fuzileiros navais sem incidentes”.

Em comunicado, por meio do Comando do 1º Distrito Naval, a Marinha informou a morte do militar, na noite desse sábado. Apesar de toda a atenção médica dispensada, desde o imediato atendimento no local do exercício até os cuidados especializados recebidos no Hospital Naval Marcílio Dias, a morte foi constatada às 19h35.


"Reitera-se que as circunstâncias do fato estão sendo devidamente apuradas por meio de inquérito policial-militar já instaurado". A nota não informa o local, o dia e a hora do enterro.


O presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, Wadih Damous, disse que a morte do aspirante em treinamento é “inaceitável”. Ele lembrou que esta não é a primeira vez que um jovem acaba morrendo em decorrência de treinamento em academia militar e que é preciso “reformar” a formação das Forças Armadas.


“Claro que o treinamento militar pressupõe condições rudes e duras, requer uma série de habilidades e condições físicas de quem pleiteia seguir carreira militar, em contexto diferente daquela da vida civil. Agora, não pode chegar ao ponto de causar danos à integridade física dos recrutas, muito menos a morte”, declarou, em entrevista à Agência Brasil.

Wadih também defendeu uma investigação criteriosa do Ministério Público Federal (MPF). “Não se pode exigir do ser humano, mesmo daqueles que pretendem ser soldados, um esforço maior do que aquilo que seu corpo pode dar. E é o que acontece nesses treinamentos”.

sábado, 1 de março de 2014

Subtenente da Marinha do Brasil desabafa: dia 22 de março "VAMOS PEDIR INTERVENÇÃO MILITAR"


DIA 22 DE MARÇO É O DIA DE DAR UM BASTA A TUDO ISSO QUE VOCÊ NÃO AGUENTA MAIS VER ACONTECER COM O BRASIL, SE VOCÊ NÃO QUER QUE O NOSSO PAÍS VIRE UMA VENEZUELA, ESSE SERÁ O DIA "D". CONTO COM A SUA PRESENÇA !!!

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Três tripulantes queimados e vazamento em porta-aviões da Marinha

Corporação admite que navio ‘São Paulo’ jogou óleo na Baía e marinheiros denunciam risco

JULIANA DAL PIVA/odia.ig.com.br
Rio - Marinheiros a bordo, desde terça-feira, do porta-aviões São Paulo, em exercício em plena Baía de Guanabara, denunciam uma situação de perigo. Os tripulantes revelaram que o navio está despejando óleo no mar devido a um vazamento.
Além disso, problemas na caldeira causaram queimaduras em três militares. Eles também alertam que existe risco de explosão e incêndio. Cerca de mil militares, entre soldados, cabos, sargentos e oficiais, estão embarcados sob o comando do contra-almirante José Renato de Oliveira. Segundo os marinheiros, o oficial se recusa a encerrar o exercício apesar do perigo oferecido à tripulação. Após o contato da reportagem com a Marinha ontem, o comando teria proibido o uso do celular pessoal, segundo denúncias. 
Parentes de marinheiros dizem que, por mensagens de celular, tripulantes pedem ajuda: eles reclamam que estão sem ar-condicionado devido a problemas na embarcação
Foto:  Carlos Eduardo Cardoso / Agência O Dia
Os embarcados não quiseram se identificar com medo de represálias, e informaram que desde terça-feira o navio também apresenta um problema em um dos dois refeitórios que servem a cabos e marinheiros — logo o que alimenta a maior parte da tropa. A água do mar estaria entrando no local, que estaria interditado. Além disso, alguns marinheiros estão passando mal com as altas temperaturas da cidade e a ausência de ar-condicionado.
Sem previsão
A previsão inicial era de que o exercício terminasse na sexta-feira, mas o comando teria avisado à tropa ontem de que não há mais previsão de término, o que preocupa os parentes dos tripulantes.“Estamos muito apreensivos com toda essa situação”, contou um familiar que não quis se identificar. 
Problemas em 2005 deixaram o porta-aviões fora de operação por anos, mas reparos foram feitos
Foto:  Paulo Araújo / Agência O Dia
O porta-aviões é a única embarcação do seu tipo no Hemisfério Sul e um dos 20 do seu modelo em atividade no mundo. A atividade desempenhada é tão específica, que só nove países operam navios semelhantes. Mas o equipamento no Brasil sofre com a infraestrutura. Foi comprado já usado da França em 2000. 
Procurada, a Marinha admitiu que ocorreu um “pequeno derramamento de óleo a partir de uma tubulação” e que foram colocadas barreiras de contenção, em torno do navio. O plano de emergência foi acionado para o recolhimento do resíduo despejado. Sobre os militares feridos na caldeira, eles já foram medicados e liberados, diz a Marinha.
Quatro mortes, incêndios e cinco anos parado 
Desde que foi comprado em 2000, o porta- aviões já teve quatro marinheiros mortos e 13 feridos em, pelo menos, seis grandes incêndios. Em 2005, o navio chegou a parar por cinco anos, mas voltou a operar. Em 2012, na tragédia mais recente, o marinheiro Carlos Alexandre dos Santos Oliveira, de 19 anos, morreu durante um incêndio na antessala do alojamento em que se encontravam os militares. Além dele, ficaram gravemente feridos José de Oliveira Lima Neto e Jean Carlos Fujii de Azevedo. 
Naquela ocasião, tripulantes também denunciaram para a coluna ‘Força Militar’ que os problemas iniciaram logo que a embarcação deixou o cais, mas o comando decidiu seguir viagem. Há dois anos também ocorreram focos de incêndio na caldeira, e também foram registrados problemas na chaminé e nas máquinas. 
A estimativa é de o navio tenha custado U$ 12 milhões, mas o problema é que só para a modernização ainda foram gastos outros US$ 90 milhões, nos últimos dez anos. Apesar dos evidentes problemas de manutenção, militares avaliam que se o navio for aposentado, o Brasil não terá mais uma esquadra — pois é necessário um porta-aviões para tal. Dessa forma, vários almirantes de esquadra teriam que ir para a reserva.

domingo, 17 de março de 2013

Militares da MARINHA do BRASIL nos EUA sem função, com salários que somam até 1 milhão


ALTOS SALÁRIOS NENHUMA FUNÇÃO.

Enquanto aqui no Brasil a maioria dos militares das forças armadas fazem das tripas coração para manter um padrão de vida pelo menos aceitável com o salário reduzido a cada mês, a força mantém nos Estados Unidos pelo menos treze  militares que acompanhariam a modernização de aeronaves. Segundo o jornal EXTRA os militares juntos já receberam mais de 1 milhão de dólares em salários desde a chegada nos EUA. Segundo jornais do Rio os militares não tem motivo de estar no local, mas aguardamos maiores informações sobre o assunto.
“Os pagamentos de salários a militares sem função nos Estados Unidos ampliam o risco de prejuízo aos cofres públicos em razão do contrato assinado entre a Marinha e a Marsh Aviation Company, empresa localizada no Arizona. A Diretoria de Aeronáutica dispensou a realização de licitação e contratou a Marsh em outubro de 2011, ao custo de US$ 69,1 milhões — ou R$ 121,7 milhões, pela cotação do dólar no momento da assinatura do contrato. Cabe à empresa norte-americana modernizar e remotorizar quatro aeronaves C-1A Trader, transformando-as em KC-2 Turbo Trader, que pousam em porta-aviões”.
   A modernização de aeronaves que pousam em portas aviões parece ser importante, mas não possuimos informações sobre o sucesso ou não dos reparos realizados no Porta aviões São Paulo, sempre atracado no Arsenal do Rio de Janeiro.
“Cinco meses depois da assinatura do contrato, a Marinha fez o primeiro pagamento à Marsh, de US$ 7,2 milhões (R$ 12,3 milhões). A empresa já era investigada pelo FBI e, em julho de 2012, foi impedida pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos de fornecer serviços de defesa. A Marsh foi acusada de violar a lei norte-americana de controle da exportação de armas, ao fornecer equipamentos de aviões militares à Força Aérea da Venezuela, entre 2005 e 2008. O Departamento de Justiça dos EUA incluiu a investigação na lista dos principais casos de espionagem e negócios secretos descobertos pelo governo.
Mesmo com as investigações em curso, a Marinha fez novos empenhos — promessas de pagamento — à Marsh de US$ 8,1 milhões (R$ 14 milhões). Diante da notificação à empresa pelo Departamento de Estado, os empenhos foram cancelados em novembro. “Este fato acarretou na perda momentânea das condições jurídicas necessárias para que a empresa continuasse a fornecer os serviços contratados”, diz a Marinha, em resposta a O GLOBO.”
A modernização das aeronaves não é a única previsão feita em contrato. Cabe à Marsh treinar 12 aviadores e 71 especialistas em manutenção de aeronaves e motores.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

ENCONTRADOS CORPOS DE CABO DA MARINHA E SUA NAMORADA EM SÃO GONÇALO-RJ



RIO - Os corpos da auxiliar de escritório Verônica Souza de Leão Mendes Franco, de 21 anos, e do cabo da Marinha Diogo Moreira Quadros, de 23, que estavam desaparecidos em São Gonçalo, foram encontrados na manhã desta quarta-feira. De acordo com a polícia, o casal de namorados estava dentro de um carro em uma casa no bairro da Covanca. Segundo o site do jornal Extra, o delegado Henrique Vianna, adjunto da 73ª DP (Neves), Diogo e Verônica não foram assassinados: os dois morreram asfixiados por gás carbônico, enquanto namoravam no carro. O Gol estava na garagem da casa em que Verônica e Diogo morariam, na Rua Pio Borges, no bairro da Covanca, em São Gonçalo.

Os dois desapareceram na última quinta-feira quando voltavam de um supermercado em Niterói. Eles estavam num Gol azul e foram abordados por ladrões na entrada do prédio onde Verônica mora, no Rocha, bairro vizinho. Verônica e Diogo namoram há dois anos e meio e marcaram o noivado para o dia 24, junto com a ceia de Natal. O casal tinha ido ao supermercado comprar refrigerantes para a festa. Câmeras da loja registraram a saída do estacionamento às 21h37m. A partir de meia-noite, a família começou a ligar para os telefones de Verônica e Diogo. Neste horário, os telefones ainda estavam chamando.O Disque-Denúncia chegou a pagar R$ 2 mil por informações que levassem ao casal desaparecido. Cartazez com a foto da auxiliar de escritório e do cabo da Marinha também foram distribuídos. Pelo menos três informações sobre o desaparecimento do casal foram repassadas à polícia.

A família do casal disse que não saber a motivação do crime. A Polícia Civil também investiga se houve um roubo comum ou um crime com motivos pessoais.

Fonte: O Globo 
Blog Combate Policial

terça-feira, 24 de julho de 2012

Homens da Marinha são flagrados jogando caixa com gatos no mar, na BA


Ursula Medeiros - Instituto Fluke/Foto: Zaca Oliveira


Quarta-feira (18.07.2012), às 11h da manhã, na Avenida Beira Mar – Ribeira/Bahia, um carro da Marinha do Brasil parou do lado da pista, um marinheiro ficou no volante enquanto outro marinheiro pegou uma caixa e jogou no mar. Sabem o que tinha dentro? Vários gatinhos. Gatinhos vivos assustados. Alguns correram e invadiram as casas outros caíram de uma altura de 2m. 

Várias pessoas ficaram indignadas, eles cobriram a placa do carro (vejam na foto) e saíram numa velocidade acima do convencional. 

Essa é uma das Forças Armadas que mantemos pra defender a nossa nação e nosso meio ambiente.