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domingo, 19 de janeiro de 2014

terça-feira, 26 de novembro de 2013

"Maus tratos e mortes de animais em Hollywood foram encobertos"


Cena do filme 'As Aventuras de Pi' (2012), de Ang Lee; tigre usado nas gravações quase morreu afogado
A revista americana "The Hollywood Reporter" publicou na segunda-feira (25) um artigo revelador, no qual denuncia que a American Humane Association (AHA), instituição de proteção aos animais, encobriu diversos casos de maus tratos em gravações de filmes e séries de TV.


Segundo a revista, algumas das maiores produções de Hollywood tiveram mortes ou abusos contra animais no set, mas ainda assim receberam o selo da AHA, que diz: "nenhum animal foi machucado nas gravações deste filme".

Entre os incidentes levantados pela revista, estão dezenas de animais marítimos que apareceram mortos na praia, dia após dia, durante as gravações de "Piratas do Caribe - A Maldição do Pérola Negra" (2003). Isso aconteceu porque os membros da equipe de gravação não tomaram precauções para proteger a vida desses animais ao preparem efeitos especiais de explosões no mar.

Em "As Aventuras de Pi" (2012), o tigre usado nas filmagens quase se afogou durante uma cena, tendo que ser laçado para ser resgatado. A "Hollywood Reporter" obteve um e-mail da representante da AHA no set dizendo que o fato não deveria "ser relatado a ninguém, especialmente ao escritório".

Já na produção de "O Hobbit - Uma Jornada Inesperada", também do ano passado, mais de 20 animais, entre cabras e ovelhas, morreram desidratados, exaustos ou afogados. Ainda assim, a AHA garantiu que "monitorou todas as filmagens com animais" e que nenhum deles havia sido machucado.

Outros abusos incluem a morte por esmagamento de um esquilo em "Armações do Amor" (2006), um husky siberiano que foi agredido diversas vezes em "Resgate Abaixo de Zero" (2006) e quatro cavalos que morreram durante as gravações da série "Luck", com Dustin Hoffman.

Os agentes da AHA têm autonomia para até mesmo prender membros das equipes de filmagem por agressões contra os animais. No entanto, em nenhum desses casos a associação se pronunciou ou tomou medidas.

"É fascinante e irônico: de protetores dos animais, eles se tornaram cúmplices da crueldade contra eles", disse um ex-agente de proteção dos animais de Los Angeles, ouvido pela revista. "Isso é pior do que fazer nada. É como um policial não apenas ignorar um crime, mas ajudar a encobri-lo."

Foto: Jake Netter/Associated Press

sábado, 2 de março de 2013

Um herói para o mundo


Ao assumir inteira responsabilidade pelos seus atos, o soldado Bradley Manning, corpo debilitado pela prisão, foi um homem em si mesmo. Leu as trinta e cinco laudas de sua defesa prévia diante da juíza militar, a coronel Denise Lind, de forma clara e viva, com voz forte e serena, segundo a edição digital dos principais jornais americanos. Declarou-se culpado em dez das acusações do promotor militar, suficientes para condená-lo a 20 anos de prisão. Provavelmente, só deixará o presídio — se não for condenado à prisão perpétua — aos 45 anos, ainda a tempo de confirmar, em liberdade, a coragem de seu gesto.

No julgamento que se inicia, e que prosseguirá a partir de junho, o grande réu não é o frágil militar, que se confessa solitário em sua homossexualidade, e, sim, o sistema norte-americano, em sua arrogância diante do mundo, que o faz presumir-se ditador político e econômico de todos os povos, guardião e juiz de uma sociedade universal tutelada pelos seus interesses e crenças.

Bradley é um homem só, contra o mais poderoso governo do planeta; um soldado raso contra o Pentágono; um jovem de 25 anos atormentado e estimulado pela sua consciência humanística; um réu minúsculo diante de um tribunal  do qual, como Joseph K. —  o herói de Kafka, em O processo — só pode esperar o pior. À diferença de Joseph K., no entanto, ele sabe por que será condenado, e faz de sua “culpa” um libelo de acusação poderoso.

Alguns fatos, até agora desconhecidos, se revelam em sua defesa prévia. Antes de transferir os dados de que dispunha ao site do WikiLeaks, Bradley tentou passá-los aos dois mais importantes jornais norte-americanos, o Washington Post e o  New York Times. Não conseguiu. O sistema burocratizado do jornalismo moderno impediu-lhe  encontro pessoal com um repórter competente. Não havia  jornalistas como Bob Woodward e Carl Bernstein, prontos a ouvir as revelações de um Mark Felt, do FBI, sobre Watergate, faz 40 anos. Quem o ouviu talvez fosse entediado profissional de plantão, apressado para deixar a redação, no caso do Post. Com o mais importante jornal do mundo, o New York Times, foi pior: deixou o recado em uma secretária eletrônica, que automaticamente prometeu a Manning resposta de um dos ombusdmen do jornal — o que não houve. O soldado decidiu então, nas horas que lhe restavam em Washington, levar pessoalmente sua informação ao Político, jornal especializado em acompanhar o poder na capital dos Estados Unidos, mas uma tempestade de neve o impediu de ir à sua sede, em Arlington. 

Manning foi incisivo, ao afirmar que não foi pressionado por ninguém do WikiLeaks, e que supõe ter conversado, pela internet, com Julián Assenge. Em sua solidão, o jornalista australiano foi-lhe uma voz amiga, diante de seu drama de consciência com os crimes cometidos contra civis — entre eles o assassinato, pela guarnição de um helicóptero norte-americano de pessoas desarmadas, documentado por vídeo, que Manning ajudou a divulgar. 

“Quanto mais eu lia os telegramas secretos, mais eu me convencia de que eles deviam ser de conhecimento público” — afirmou à juíza.  “Eu queria tornar o mundo um lugar melhor” — resumiu.
A sanha vingadora do sistema, por intermédio do promotor militar, é evidente. Foram convocadas mais de cem testemunhas de acusação, e se prevê que várias delas deporão a portas fechadas e com a sua identidade preservada. 

Qualquer que venha a ser a decisão do tribunal, esse julgamento irá para a História como ocorreu com o de Georgi Dimitrov, o líder comunista búlgaro, acusado por um tribunal nazista de incendiar o Reichstag, há exatamente 80 anos. Dimitrov foi absolvido.    

Os verdadeiros patriotas americanos e os povos do mundo têm, a partir de agora, mais um herói a admirar.

Fonte: Jornal do Brasil      

       Comentário: E depois ainda me aparece a grande mídia querendo falar mal de Bin Laden, quando nem o militar americano suportou o massacre contra os civis árabes. É muito porco para pouca lama...

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

ZOONOSES DE UBERLÂNDIA RECOLHE E MATA OS ANIMAIS SADIOS


  Já imaginaram um parente seu desaparecer, ficar perambulando, perdido. Daí alguém da família descobre que esse sujeito foi encaminhado para uma instituição, ao menos seria tratado, etc e tal. Ao chegar no local a família descobre que não só o seu, mas, os demais, todos que chegam naquele local serão sacrificados sobre o pretexto do Controle de Zoonoses. Não estamos falando de gente, estamos falando de animais que estão sendo sacrificados sem qualquer tipo de justificativa, e o pior, com o dinheiro público, pagando funcionários, mantendo uma sede para agir de maneira criminosa, e ninguém faz nada? Se cria uma entidade para sacrificar animais, contrariando a lei:
            

Lei nº 9.605 de 12 de Fevereiro de 1998

Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.
    E o pior, ainda dão o nome a isso de Centro de Controle de Zoonoses (CCZ)  que seriam unidades de saúde pública que têm como atribuição fundamental prevenir e controlar as zoonoses (como raiva e o calazar, além dadengue e doença de chagas), desenvolvendo sistemas de vigilância sanitária e epidemiológica.

É permitido também aos Centros de Controle de Zoonoses, praticar a eutanásia em animais, desde que realizada com métodos humanitários.

Um serviço muito conhecido dos Centros de Controle de Zoonoses o de captura de animais errantes, diminuindo o risco de acidentes automobilísticos e doenças infectocontagiosas entre animais, bem como o controle das principais zoonoses realizado pela famosa carrocinha.
 Cadê o promotor ambiental de Uberlândia? Para os políticos, não seria melhor ser criado um serviço ambulante, nos moldes da "carrocinha", não para pegar caçar animais abandonados e matá-los, mas, para fazer o serviço de laqueadura ou vasectomia? Isso tem custo, isso não dá voto, matar é mais fácil...

terça-feira, 24 de julho de 2012

Homens da Marinha são flagrados jogando caixa com gatos no mar, na BA


Ursula Medeiros - Instituto Fluke/Foto: Zaca Oliveira


Quarta-feira (18.07.2012), às 11h da manhã, na Avenida Beira Mar – Ribeira/Bahia, um carro da Marinha do Brasil parou do lado da pista, um marinheiro ficou no volante enquanto outro marinheiro pegou uma caixa e jogou no mar. Sabem o que tinha dentro? Vários gatinhos. Gatinhos vivos assustados. Alguns correram e invadiram as casas outros caíram de uma altura de 2m. 

Várias pessoas ficaram indignadas, eles cobriram a placa do carro (vejam na foto) e saíram numa velocidade acima do convencional. 

Essa é uma das Forças Armadas que mantemos pra defender a nossa nação e nosso meio ambiente.


sexta-feira, 6 de abril de 2012

PRF MATA CAVALO NA RODOVIA




Fonte: Blog da Renata


Comentário do blog: Será que não há Ministério Público em Rondônia? Isso não é maus tratos? O cavalo estava com raiva? Será que ninguém poderia enlaçá-lo? Isso vai ficar impune? E de pensar que esse policial ganha o dobro ou as vezes o triplo que a maioria dos policiais no Brasil...pra fazer isso...

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Americana dá maconha para acalmar bebê de dez meses

 Jessica Callaway, uma americana de 21 anos, usou uma técnica para lá de controversa para acalmar a sua filhinha, de apenas dez meses. Irritada com o choro do bebê, a mulher soprou fumaça de maconha em seu rosto, com o intuito de acalmá-la. A polícia do estado do Arizona não gostou da atitude da mamãe e a levou em cana.

Os maus-tratos de Jessica não param por aí. Imagens em vídeo registraram agressões físicas à criança, enquanto a mãe dizia: "feche a droga da boca antes que eu chute a sua cara". Ao ser presa, a moça confessou ter batido na filha e alegou que estava frustrada por não encontrar a melhor roupa para sair.

Segundo o Huffington Post, amigos de Jessica confirmaram aos policiais o uso de maconha para tentar acalmar o bebê. Um deles, inclusive, contou que a menina parecia com muito mais sede do que o normal após inalar a fumaça da droga. Callaway, que ganhou três acusações de abuso infantil, pagou uma fiança de 2.700 dólares (cerca de R$ 4.300) e responderá ao processo em liberdade.

Luã Marinatto - Expresso
Extra.globo