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domingo, 4 de setembro de 2011

Pinóquio é brasileiro

         Por Anastácio

         Quem não se lembra do eterno personagem que habitou o imaginário das crianças, que tinha na moral da história que não se devia mentir: "não minta se não seu nariz vai crescer"...Essa história belíssima do italiano Carlo Collodi, publicada em 1883, e que nunca esteve tão atualizada, bem que poderia ter surgido no Brasil, cuja população tem muitas semelhanças entre aquele boneco de madeira que sonhava em ser gente. Quem de nós não sonh com a cidadania plena, espontânea, natural? A Constituição Federal nos garante os chamados Direitos Fundamentais (tudo mentirinha...). Me respondam a essas perguntas e depois leiam o Artigo 5° da Constituição Federal:

         Todos são iguais perante a lei? O cidadão de bem trabalha e talvez ganhe menos que a família do preso que recebe o Bolsa Prisão.

         Temos direito a liberdade? Até a internet querem censurar
         Temos direito a segurança? Nunca se matou tanto no Brasil 
         Salário mínimo paga as despesas com vestuário, alimentação, cultura, habitação?
         Os políticos são eleitos para nos representar, será? E por aí vai...uma séria de "mentirinhas" culturais, e talvez a maior delas é quando dizem que vivemos numa democracia (cujo voto é obrigatório), ou que somos cidadãos. Assim como Pinóquio sonhava em virar gente, os brasileiros não podem sonhar, mas, tem que lutar para colocar em prática tudo que está escrito na Carta Magna, transformando as mentirinhas e verdades absolutas. Vivemos no país da mentira, que vão desde o descumprimento ao Artigo 5°, e se extendem as demais falácias como: "a justiça será feita", "a Copa do Mundo trará o progresso", ou outras mentiras mais emblemáticas como significado do PT, que antes era o Partido dos Trabalhadores, fora as verdades do nosso dia-a-dia, que muitos dizem ser mentiras: fome, corrupção, educação, saúde, esporte amador. Temos curar essa paralizia endêmica cultural apática, para virarmos gente, cidadãos, menos pinóquios...

          Editorial No Q.A.P
          Anastácio